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2016 Palmela Feira Medieval

Cerca de 300 mil visitantes na Feira de Sant’Iago em Setúbal Espetáculos musicais para todos os públicos

Cartaz Feira de Sant'iago 2016

O dia encerramento do certame, que este ano teve como tema Setúbal Cidade Europeia do Desporto, foi, à semelhança de anos anteriores, um dos que registaram maior afluência de público, com largos milhares de pessoas a passar pelo recinto instalado no Parque Sant’Iago, nas Manteigadas, sobretudo para assistir ao concerto de Marco Paulo.

Espetáculos musicais para todos os públicos, gastronomia, artesanato e muitos divertimentos atraíram cerca de 300 mil visitantes à Feira de Sant’Iago, em Setúbal, que decorreu entre 29 de julho e 7 de agosto.

O dia encerramento do certame, que este ano teve como tema Setúbal Cidade Europeia do Desporto, foi, à semelhança de anos anteriores, um dos que registaram maior afluência de público, com largos milhares de pessoas a passar pelo recinto instalado no Parque Sant’Iago, nas Manteigadas, sobretudo para assistir ao concerto de Marco Paulo.

A par da noite de encerramento, os dias 2 e 6, marcados pelas atuações de António Zambujo, antecedido de um concerto do jovem setubalense Miguel Guerreiro, e de Dengaz, respetivamente, foram as que registaram maior afluência de público na edição de 2016 do maior certame do sul do país.

O concerto de abertura, com Tiago Bettencourt, a 29 de julho, e o regresso dos Deolinda à cidade sadina, no dia seguinte, foram outros momentos altos no Parque Sant’Iago.

No panorama musical, ao longo dos dez dias de festa, não faltaram motivos para uma visita à feira, como a 31 de julho, em que o espetáculo Vila dos Heróis animou miúdos e graúdos, e logo a seguir dois grupos típicos setubalenses, Os Massacotes e Os Alcorrazes, dominaram o programa da noite.

O projeto Mestiço, com Luís Represas e Paulo Flores, e a cantora Carolina Deslandes subiram ao palco a 1 de agosto e, no dia 3, Átoa e Carlão estiveram em destaque.

O palco da Feira de Sant’Iago recebeu ainda, a 4, a banda Supernova e o projeto Cais do Sodré Funk Connection, e no dia 5 a noite foi dedicada ao fado com atuações do Quarteto de Fado Deolinda de Jesus e de Cuca Roseta.

Além de um programa musical eclético, a Feira de Sant’Iago contou com várias tasquinhas gastronómicas e de artesanato e divertimentos variados, a par de stands institucionais e do tecido empresarial da região.

“Setúbal Cidade Europeia do Desporto 2016” foi tema desta edição, com o pavilhão da Câmara Municipal de Setúbal, instalado na entrada e a ocupar uma área com cerca de 250 metros quadrados, a ser dedicado à divulgação das atividades que têm decorrido ao longo deste ano desportivo sem precedentes que o concelho está a viver até dezembro.

O pavilhão, grande foco de atração do certame, partilhou, através de imagens e texto, a atividade desportiva já realizada até ao momento no âmbito da distinção europeia e deu a conhecer a panóplia de eventos ainda em agenda.

Uma exposição dedicada ao fotógrafo setubalense Américo Ribeiro, enquadrada nas comemorações do 110.º aniversário do seu nascimento, instalada numa zona central do certame, foi outro motivo de interesse a despertar a atenção dos visitantes.

Fonte – CMSetúbal

Feira Medieval da Quinta do Conde

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6 de Março 2016

Montijo – Feira Quinhentista repete sucesso

montijo222

Torneios de armas, música, teatro de rua, arruadas e desfiles. Nada faltou na II Feira Quinhentista de Aldeia Galega que teve lugar de 11 a 13 de setembro, no Montijo. Visitantes e munícipes voltaram a aderir em força a esta iniciativa.

Na inauguração, Nuno Canta, presidente da Câmara Municipal do Montijo, sublinhou a importância da feira enquanto “momento cultural-histórico que funciona também como uma recriação das vivências de Aldeia Galega”.

Para o presidente é necessário que a feira seja um projeto “aberto a todos, que reforce o vínculo entre a cultura e a cidadania, que seja encarada como um momento de enriquecimento cultural e cívico”, disse.

Dos vários momentos altos da feira destaque para a apresentação dos quadros históricos, baseados em factos e lendas, de três momentos importantes passados em Aldeia Galega do Ribatejo: A chegada de El-Rei D. Manuel I ao Cais das Faluas; a Estação da Posta e a Lenda de Alda a Galega.

A II Feira Quinhentista de Aldeia Galega foi organizada pela Câmara Municipal do Montijo e pela associação ALIUS VETUS, com o apoio da Junta da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro.
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Feira Medieval em Palmela 2015

Palmela convida a viajar no tempo até à época medieval. Palco de lutas entre cristãos e mouros, a história regressa ao Castelo para três dias de animação, cultura e aventura, entre o Castelo e o Centro Histórico, com bailes e danças populares, jogos tradicionais, demonstrações de armas e torneios, desfiles temáticos, artes de rua e um mercado medieval.

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O século XIV é marcado por grandes convulsões nos reinos europeus: guerras, epidemias – a Peste Negra é a mais mortífera – e fome reduzem população, destroem relações económico-sociais, dando força a mercadores, mesteirais e a levantamentos da «arraia-miúda e ventres ao Sol». Prepara-se uma nova época, que será marcada pela expansão marítima e pelo encontro com outros territórios e povos.

Em Portugal, a morte de D. Fernando (22.10.1383) cria um problema sucessório: uma crise dinástica. A sua filha D. Beatriz, herdeira do trono, é casada com João, rei de Castela. A independência nacional é posta em perigo. A rainha viúva, D. Leonor Teles, assume a regência do reino, e é favorável – bem como o seu amante galego conde Andeiro -, à união de Portugal a Castela. Portugal divide-se: uns, a favor de D. Beatriz e do rei de Castela; outros, pelo infante D. João, filho de D. Pedro e de D. Inês de Castro; outros, pelo filho ilegítimo de D. Pedro e Teresa Lourenço, também João, Mestre de Avis.

De forma sucinta, podemos dizer que a nobreza se divide e, amiúde, muda de partido. O Mestre da Ordem de Santiago, à data D. Fernando Afonso de Albuquerque, bisneto de D. Dinis, é pela rainha num primeiro momento, embora no final do ano de 1383 tome partido pelo Mestre de Avis, talvez com receio de a Ordem perder a autonomia face ao ramo de Castela. À burguesia em ascensão não agrada o domínio político e económico castelhano.

Os povos de muitos concelhos gritam: – Portugal! Portugal! P’lo Mestre de Avis.

João, Mestre de Avis – que será aclamado Rei D. João I, nas Cortes de Coimbra, em Abril de 1385 – vai reunindo consenso nacional e é proclamado, em Lisboa, ainda em 1383, Regedor e Defensor dos Reinos de Portugal e do Algarve, depois de ter abatido o conde de Andeiro no Paço da Rainha. O Rei de Castela entra em Portugal e ganha terreno. Recolhem-se fundos para a luta contra Castela, pela causa portuguesa; todos contribuem: a população em geral, a comunidade judaica, a Sé de Lisboa, a cidade do Porto, muitos concelhos, mesteirais e mercadores do Alentejo. Também Inglaterra apoia Portugal – uma embaixada constituída pelo Mestre da Ordem de Santiago e pelo chanceler-mor Lourenço Eanes Fogaça estreita relações entre os dois reinos.
Setembro de 1384. Lisboa está sitiada pelos castelhanos. A Peste Negra mata 100 a 200 castelhanos por dia; faltam víveres entre os portugueses. Mestre de Avis precisa de reforços militares, cercado por mar e por terra.

Palmela é uma vila com poucos habitantes. A sede da Ordem de Santiago está instalada em Alcácer do Sal, apesar da importância geo-estratégica do altaneiro morro. Vindo vitorioso de Atoleiros, com suas tropas, «Nuno Álvares Pereira desloca-se a cavalo para Palmela onde mandou acender as almenaras, às quais respondeu O Mestre em Lisboa, com lumes, pois outra fala antre eles haver não podia.»

O fogo é a esperança emitida de Palmela para a Capital!

O Mestre de Avis responde ao sinal!

Em Palmela, vive-se um período de Paz da Feira, que favorece os mercadores que acorrem à vila, por onde circulam também muitos pobres, goliardos, saltimbancos e outros visitantes à procura de víveres e de muita festa!…

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Feira Outlet desperta atenções em Setúbal

Uma Feira Outlet, com artigos e serviços a preços bonificados, trouxe um mar de gente à Baixa comercial de Setúbal, ao longo de todo o dia de sábado, numa iniciativa que contou com vários apontamentos culturais

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O tempo primaveril serviu de convite para um dia de passeio e compras na Baixa, com os comerciantes a saírem à rua para a segunda edição da Feira Outlet, uma iniciativa de lojistas locais, com o apoio da Câmara Municipal e da União das Freguesias de Setúbal.

A nova dinâmica comercial da Baixa foi feita de movimento, de música e de gente nas ruas à descoberta de oportunidades de negócio imperdíveis, com vestuário, acessórios de moda, perfumes e cosmética e artigos de decoração nas bancas instaladas no espaço público.

Na rua e no interior dos estabelecimentos comerciais, cartazes coloridos a indicar grandes promoções, com descontos que chegaram aos 50 por cento e inúmeros artigos a preços reduzidos, atraíram a atenção de potenciais clientes, que encheram por completo as ruas do centro histórico.

Balões azuis a embelezar as fachadas de lojas, de complemento à decoração já instalada, e também nas mãos de crianças indicaram que o dia era de festa. Nas ruas, o som musical da Baixa era interrompido com ofertas especiais e atrações que não deixaram ninguém indiferente.

Nos mostruários, os cabides com verdadeiras pechinchas eram vistos e revistos pelos clientes à procura de oportunidades de negócio. Nas bancas, os artigos saltavam de mão em mão. Viam-se tamanhos e estilos. Um rápido olhar pelo preço e está feito. “É mesmo esta”, exclamou uma cliente satisfeita. Pagou pouco mais de 5 euros por uma t-shirt.

A procura de artigos a preços bonificados foi feita em cerca de centena e meia de estabelecimentos envolvidos na iniciativa, uma maratona comercial ao longo de 12 horas, dinamizada das 10h00 às 22h00, que procura estimular, revitalizar e criar novos hábitos de consumo no comércio local.

Esta segunda edição da Feira Outlet é pautada por um maior sucesso, com mais gente nas ruas e um maior envolvimento de comerciantes, o que permitiu ter a maior parte das lojas da Baixa aberta”, realçou a vereadora das Atividades Económicas da Autarquia, Carla Guerreiro.

A autarca destacou o “forte envolvimento dos lojistas” para o êxito da iniciativa, que foi “conjugada em simultâneo com um conjunto de iniciativas culturais promovidas pela Câmara Municipal”, incluindo eventos dinamizados no âmbito do Mês da Juventude e do Dia Mundial do Teatro.

Na Praça de Bocage, a companhia espanhola La Finestra Nou Circ centrou atenções de centenas de pessoas com a peça “La Familia Romanesku”, uma encenação com momentos de comédia, artes circenses e exibições em trapézios a arrancar aplausos de miúdos e graúdos.

A música também esteve presente ao longo do dia nas ruas da Baixa, com atuações da banda de alunos da Casa do Gaiato de Setúbal, do grupo de percussão BelaBatuke, do Grupo Coral Alentejano “Os Amigos do Independente”, do saxofonista Zé Zambujo e do DJ Markuz.

O Teatro do Elefante também marcou presença na Feira Outlet, com a peça “A Princesa do Sal”, no Largo da Ribeira Velha, assim como o projeto Enclave – Cultura em Movimento, que dinamizou uma aula aberta de dança no requalificado Largo da Misericórdia.

Este local da Baixa comercial, com um novo arranjo urbanístico, concluído recentemente pela Autarquia, que deu ao centro histórico um toque de contemporaneidade, centrou atenções da população, interessada em conhecer o novo desenho do largo, que inclui novos bancos e uma fonte ornamental.

Para a vereadora Carla Guerreiro, o empenho e a aposta municipal na reabilitação do espaço público do centro histórico da cidade constitui uma mais-valia na criação de novas dinâmicas de usufruto urbano, assim como na atração de pessoas e na fixação de novos negócios.

“A requalificação do Largo da Misericórdia é o mais recente exemplo de beneficiações realizadas na Baixa”, destacou a autarca, que sublinhou ainda “o trabalho de colaboração com os comerciantes na execução de pequenos arranjos urbanos e no embelezamento das ruas”.

A vereadora frisou que, com este tipo de iniciativas, beneficiações e embelezamentos urbanos, a Baixa ganha nova vida e renova dinâmicas. “Temos cada vez mais pessoas a procurar lojas para a instalação de novos negócios. Isto significa mais lojistas e mais pessoas num espaço que é de todos.”

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Feira Quinhentista relembra a essência da Aldeia Galega

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A Feira Quinhentista de Aldeia Galega, no Montijo, “recria os tempos antigos” através dos trajes dos actores que “vão protagonizar as cenas da altura”. O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, explica que o espaço teatral na feira permite reviver os valores que levaram à fundação da Aldeia Galega, tendo sido um porto importante para as “trocas comerciais entre Lisboa, Alentejo e Espanha”, facilitando assim a entrada e saída de pessoas e de mercadorias.

Outro valor apontado pelo autarca é a forte ligação com o campo, estando até aos dias de hoje o Montijo marcado pela agricultura, através da “plantação de flores e da agroindústria, com a transformação da carne de porco”. Todos estes aspectos vão estar retratados nas peças teatrais, bem como alguns episódios que marcaram a vida do povoado como “as visitas de D. Manuel I e da Ordem de Santiago”.

O edil afirma que a recriação dos tempos da Aldeia Galega, com a “participação da sociedade civil como figurantes e actores” das cenas criadas, permite que os próprios munícipes se sintam envolvidos no evento, sendo esta uma forma de a população adquirir a “tradição e a cultura dos tempos medievais” que marcaram a aldeia e marcam hoje a cidade.

Nuno Canta considera que esta é uma feira medieval diferente das outras, primeiro devido à sua dimensão, mas também por transmitir os valores do Montijo e por possibilitar “juntar as pessoas e as culturas” de diferentes tempos. De acordo com o autarca, um dos pontos altos da feira é a apresentação do livro Foral de Aldeia Galega do Ribatejo 1514, da autoria de João José Alves Dias, que retrata um pouco da histórica da povoação, com base no Arquivo Nacional da Torre do Tombo.

A Feira Quinhentista de Aldeia Galega, no Montijo, decorre durante este fim-de-semana e está orçada em cinco mil euros, inserida nas comemorações dos 500 anos do Foral Manuelino de Aldeia Galega do Ribatejo, outorgado a 15 de Setembro de 1514 por D. Manuel I.

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Montijo – Feira Quinhentista Aldeia Galega

Setembro 2014

Veja as Fotos em ::::> http://www.cibersul.org/?p=11304

A Feira Quinhentista de Aldeia Galega é um evento comemorativo dos 500 Anos do Foral Manuelino e a organização é da Câmara Municipal do Montijo e da ALIUSVETUS – Associação Cultural História e Património, com o apoio da Junta de Freguesia da União de Freguesias Montijo/Afonsoeiro.
O evento vai decorrer no centro histórico da cidade, especificamente na zona da Praça Gomes Freire de Andrade, Rua Guerra Junqueiro e Praça da República.
Aos visitantes propõe-se uma viagem ao passado, ao ambiente de convívio social e cultural do século XVI, através da reconstituição do tipo de mercado e produtos comercializados na época, por entre muita música e dança, bem como tascas, tabernas e grelhadores para comes e bebes.
Simultaneamente, serão recriados quadros históricos ficcionados baseados em factos e lendas de Aldeia Galega do Ribatejo, nas primeiras décadas do século XVI.
Recorde-se que Aldeia Galega do Ribatejo recebeu a sua carta de foral no dia 15 de Setembro de 1514, outorgada pelo Rei D. Manuel I.
Veja mais em :::>CM Montijo

Montijo-Feira Quinhentista de Aldeia Galega – Fotos

Montijo-Feira Quinhentista de Aldeia Galega

A Feira Quinhentista de Aldeia Galega é um evento comemorativo dos 500 Anos do Foral Manuelino e a organização é da Câmara Municipal do Montijo e da ALIUSVETUS – Associação Cultural História e Património, com o apoio da Junta de Freguesia da União de Freguesias Montijo/Afonsoeiro.
O evento vai decorrer no centro histórico da cidade, especificamente na zona da Praça Gomes Freire de Andrade, Rua Guerra Junqueiro e Praça da República.
Aos visitantes propõe-se uma viagem ao passado, ao ambiente de convívio social e cultural do século XVI, através da reconstituição do tipo de mercado e produtos comercializados na época, por entre muita música e dança, bem como tascas, tabernas e grelhadores para comes e bebes.
Simultaneamente, serão recriados quadros históricos ficcionados baseados em factos e lendas de Aldeia Galega do Ribatejo, nas primeiras décadas do século XVI.
Recorde-se que Aldeia Galega do Ribatejo recebeu a sua carta de foral no dia 15 de Setembro de 1514, outorgada pelo Rei D. Manuel I.
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