Tag: Fonte da Telha

Guinness oficializa recorde da maior aula de surf do mundo na Fonte da Telha

19/12/2018

Tiago Pires juntou 327 surfistas. “Estou muito satisfeito”, garante.

O português Tiago Pires viu reconhecida pelo livro de recordes do Guiness “a maior aula de surf” do mundo, ao juntar 327 surfistas na praia da Fonte da Telha, anunciou esta quarta-feira a organização da iniciativa. “Estou muito satisfeito com o contributo das escolas de surf e dos surfistas em geral que se inscreveram nesta aula de surf. O facto de termos batido este recorde do Guinness é mais uma prova da força que este deporto tem em Portugal”, disse Tiago Pires. O recorde foi estabelecido em 23 de junho, na praia da Fonte da Telha, no concelho de Almada, com uma aula de surf conjunta, solidária com a Operação Nariz Vermelho, de solidariedade social com os serviços pediátricos dos hospitais portugueses. Na aula participaram 327 pessoas, batendo o recorde que pertencia a Sydney, na Austrália, na praia de Bondi, quando 320 pessoas entraram na água para uma aula de surf. Na iniciativa promovida em junho, em Portugal, foram convidadas cerca de 300 escolas de surf, de norte a sul do país, e disponibilizadas 50 aulas avulso para quem quisesse participar na iniciativa. Relacionadas Sociedade Portugal quer entrar no Guiness com maior aula de surf do mundo Fotogaleria Portugal quer entrar no Guiness com maior aula de surf do mundo

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Fonte da Telha : Vento atira parapente contra falésia


Um homem, de 58 anos, sofreu ferimentos graves após o parapente que pilotava ter sido empurrado pelo vento contra uma falésia, na praia da Fonte da Telha, Almada. A vítima sofreu ferimentos no tórax e ainda está em estado grave no Hospital Garcia de Orta. O alerta soou às 12h45 e dava conta de um acidente com um parapente. Quando os socorristas chegaram ao local, depararam-se com a vítima ferida e presa numa falésia com cerca de 40 metros. “A vítima estava a 5 metros do topo da arriba e a nossa equipa de salvamento em grande ângulo teve de içá-la”, contou ao CM Jorge Paulo, 2º comandante dos bombeiros de Cacilhas. No local estiveram 17 operacionais, entre bombeiros, GNR, Proteção Civil e INEM, com sete viaturas.

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Autarcas visitam Forte da Raposa na Fonte da Telha

25 de Janeiro 2017
Francisca Parreira e Miguel Salvado visitaram esta semana o 6º reduto de defesa da costa marítima portuguesa, destinada a proteger a zona compreendida entre a foz do rio Tejo e a foz do rio Sado.










O Regimento de Artilharia de Costa (RAC) era uma unidade do Exército Português com a missão de assegurar a defesa costeira dos acessos aos portos de Lisboa e de Setúbal. O regimento baseava-se em baterias fixas fortificadas instaladas ao longo das costas da Península de Setúbal e da Linha do Estoril, equipadas com peças pesadas de artilharia naval, montadas em torres couraçadas. O RAC foi desativado em 1998.

Com a urbanização das zonas onde estava instalada a maioria das baterias, as mesmas foram sendo desativadas. Finalmente, em 1999, o próprio RAC foi completamente desativado.

No entanto ,4 das 8 batrias do RAC, estão entregues ao seu destino e enfrentam a sua ultima batalha contra a destruição e o vandalismo entre elas a do Forte da Trafaria.


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Limpar a praia da Fonte da Telha (vídeo)

21 de Janeiro 2018
Um grupo de amigos e o BioSeixal, organizaram uma limpeza da praia numa manhã de Domingo

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Limpeza da Praia Fonte da Telha (fotos)

21/01/2018

Amigos ecológicos juntam-se para limpar a praia

BioSeixal
“Fomos convidados por um grupo como o nosso para participar nesta limpeza na Fonte da Telha! Decidi aceitar o convite pois vai se muito bom juntar dois grupos para fazer esta iniciativa”
















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Plano para a Fonte da Telha prevê demolição de casas e bares de praia

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Fonte da Telha Setembro 2016

Pescadores vão ser realojados num novo bairro e quase todos os estabelecimentos comerciais terão de ser relocalizados. Execução do plano de pormenor tem um custo estimado de 29,5 milhões de euros.

O Plano de Pormenor da Fonte da Telha, em consulta pública até 12 de Novembro, prevê a demolição de quase todas as construções existentes na zona entre a Arriba Fóssil da Costa da Caparica e o cordão dunar daquela zona de frente atlântica do concelho de Almada. O objectivo é deslocalizar casas e estabelecimentos comerciais construídos sem licença ou em locais demasiado expostos ao avanço do mar, construindo um novo bairro para os pescadores, melhorando acessibilidades e requalificando a área natural envolvente.

As intervenções, que segundo o documento terão um custo total de 29,5 milhões de euros, deverão servir para “lavar a cara” de uma zona das zonas mais procuradas pelos banhistas (8000 a 10.000 por dia) dos concelhos de Lisboa e da Margem Sul do Tejo durante o Verão, concretizando algumas medidas planeadas há mais de 20 anos.

A Fonte da Telha começou por ter um pequeno núcleo de pescadores, no início do século XX, que foram construindo habitações não licenciadas – nos meados da década de 1950 seriam cerca de 30. A ocupação foi evoluindo e no final da década de 1980 foram contabilizados 670 edifícios, sobretudo casas de férias.

Apesar da demolição de grande parte das habitações ilegais (576) no final dos anos 80 e início dos anos 90, o desordenamento mantém-se. Casas dispersas, sem qualquer plano urbanístico e sem as infra-estruturas necessárias, encaixadas na arriba ou sobre o cordão dunar, fazem daquela zona “um aglomerado [que se estende ao longo de dois quilómetros] urbanisticamente desqualificado e paisagisticamente degradado”, lê-se no relatório do plano de pormenor.

Agora, a Câmara de Almada quer intervir numa área de 85 hectares, na faixa litoral entre o mar e a arriba fóssil, incluindo as áreas de ocupação urbana de origem clandestina, a praia e o cordão dunar. Vão ser demolidas praticamente todas as habitações, onde residem perto de 400 pessoas, e criado um novo bairro com 70 casas destinadas à comunidade piscatória, dando prioridade às pessoas que comprovem ter ali a primeira habitação (pelo menos 20% das casas são ocupadas apenas sazonalmente). Os restantes moradores serão realojados fora da área de intervenção, em habitações municipais.

No novo aglomerado serão também relocalizados 19 estabelecimentos comerciais e uma unidade de alojamento local. O restaurante Retiro do Pescador é um dos que terão de se mudar. “Não estou de acordo, mas vamos ver. Não sabemos se nos vão arranjar outro espaço ou não, temos que aguardar”, diz o actual proprietário Hélder Silva, que herdou o negócio dos avós. “Estamos aqui há 60 anos, isto começou por ser uma barraquinha de madeira”, descreve o também pescador, mais preocupado com o restaurante do que com a habitação, que também irá abaixo. “Sei que vou ter direito a outra”, diz, lamentando não saber “mais nada”.

Segundo a vereadora com o pelouro do Urbanismo na Câmara de Almada, Amélia Pardal, em Outubro serão organizadas sessões de esclarecimento com toda a população envolvida. “Este não é um documento acabado, terá correcções e ajustamentos em função dos resultados da discussão pública”, ressalva a autarca, antecipando um “processo difícil” e com resistências por parte da comunidade.

Sublinhando que o objectivo deste plano é também salvaguardar “a história, a identidade e a memória” daquela comunidade, Amélia Pardal garante que não se pretende aumentar a procura naquela zona, que considera já “suficiente e importante”, mas sim requalificar a oferta. “Aquele território não tem capacidade para acolher mais gente, mas é preciso que acolha bem quem lá vive e quem lá vai”.

Além das habitações clandestinas, o plano de pormenor prevê também a demolição integral de sete dos dez bares e restaurantes de apoio à praia (o Rampa, o Lareira e o Bambu Bar foram já construídos de acordo com as indicações do plano de ordenamento da orla costeira), e a reconstrução em cotas mais altas, uma vez que a zona está sujeita a galgamentos marítimos e à queda de blocos das arribas. Em 100 anos, a cota de galgamento oceânico (onde o mar pode chegar em dias de tempestade) estará nos 10,9 metros, segundo os cálculos científicos. Por isso, o documento propõe também a reconstituição do sistema dunar com reposição de areias até à cota dos 12 metros, com a construção de passadiços sobre-elevados para acesso à praia.

A zona a demolir será integrada na Rede Ecológica Nacional, estando prevista a sua arborização. Está prevista também a recuperação da vegetação autóctone degradada e a plantação de espécies características das zonas costeiras.

A vereadora do Urbanismo salienta que a execução do plano não é uma responsabilidade exclusiva da Câmara de Almada, mas também do Governo e do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas. Isto significa também que as medidas previstas não serão financiadas apenas por fundos municipais. “Vamos sugerir ao Governo a candidatura a fundos comunitários, no âmbito do Portugal 2020, que nos permitam implementar este plano”, afirma, vincando que este novo quadro comunitário de apoio é “uma oportunidade única de regeneração e reabilitação do território”.

Outras medidas previstas:

Instalação de um sistema de acesso condicionado, na intersecção da Estrada Florestal com a Estrada da Descida (que dá acesso à zona da praia), a funcionar durante a época balnear, e construção de duas rotundas na Estrada Florestal com sinalização electrónica sobre a capacidade do parqueamento junto à praia
Reperfilamento da Estrada da Descida, com integração de um passeio para peões de um lado e de uma ciclovia do outro. Na ciclovia será instalado um mecanismo para apoio à subida de bicicletas. Esta ciclovia vai articular-se com dois percursos – um na Estrada Florestal, outro paralelo ao passeio marítimo.
Alargamento da área destinada aos peões junto ao núcleo urbano, onde a circulação automóvel será exclusiva para moradores e veículos de emergência
Criação de parques de estacionamento ao longo da frente de mar e dentro do novo bairro (para moradores), com capacidade total para 873 veículos e com pavimentos permeáveis.
Instalação de paragens de autocarro na Estrada Florestal e construção de um terminal de autocarros no Largo da Chegada (ao fundo da Estrada da Descida), ajuste nos horários dos transportes colectivos que servem a zona
Dinamização do Transpraia, com redução do preço dos bilhetes e alterações nos horários, e ainda extensão do comboio até ao penúltimo apoio de praia
Instalação de um teleférico para ligar a cota da Mata dos Medos e a zona da Aroeira à cota das praias, uma ideia que faz lembrar a proposta feita há 15 anos pelo Grupo SIL (proprietário do empreendimento Herdade da Aroeira), chumbada pelo Governo. Mas segundo a vereadora Amélia Pardal, esta é apenas “uma hipótese de trabalho”.
Instalação da Lota e de áreas destinadas a arrumos de equipamentos associados à prática balnear em frente à Praça dos Pescadores
Instalação na antiga escola primária de um equipamento de apoio às escolas de surf e kitesurf

Notícia corrigida às 10h41: custo das medidas será de 29,5 milhões de euros, não de 29,5 mil milhões

Notícia actualizada às 18h32: acrescenta declarações da vereadora do Urbanismo na Câmara de Almada

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Plano de Pormenor da Fonte da Telha não avança contra opinião dos moradores

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O presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas, garantiu na quinta-feira que a autarquia não avançará com o Plano de Pormenor da Fonte da Telha contra a vontade dos moradores, mas reafirmou a necessidade de requalificação daquela zona.

“Contra a opinião dos moradores da Fonte da Telha, não haverá plano de pormenor, mas ninguém vai ouvir o presidente da Câmara dizer que aquilo está bem”, disse o autarca da CDU no encerramento de uma reunião com munícipes, no âmbito da discussão pública do Plano de Pormenor da Fonte da Telha, que decorre até 12 de novembro.

Com o Auditório Costa da Caparica a abarrotar, centenas de moradores e pescadores reafirmaram a intenção de permanecerem na Fonte da Telha, local onde alguns deles nasceram e onde sempre trabalharam, ao mesmo tempo que se manifestavam contra as demolições previstas na proposta de Plano de Pormenor apresentada pela autarquia para a requalificação e ordenamento.

Os técnicos responsáveis pela elaboração do plano de pormenor, que prevê a demolição de grande parte dos cerca de 500 edifícios existentes na Fonte da Telha, começaram por sublinhar a necessidade de prevenir situações de risco devido às alterações climáticas que provocam o avanço do mar em diversas zonas da costa portuguesa. No entanto, as preocupações dos moradores estavam apenas focadas na perspetiva de demolição das casas e na possibilidade de terem de abandonar o local onde vivem.

“A Associação de Pescadores e Moradores da Fonte da Telha opõe-se totalmente a este Plano de Pormenor”, anunciou, durante o debate, uma representante da associação, ao mesmo tempo que acusou os promotores do Plano de Pormenor de quererem “preservar o ambiente sacrificando as pessoas”.

“Têm um plano que quer correr com o pessoal todo de lá [Fonte da Telha]. Não queremos este Plano de Pormenor, queremos outro”, corroborou outro morador da Fonte da Telha num dos momentos mais acalorados do debate, que foi moderado pela vereadora Amélia Pardal, responsável pelo pelouro do Urbanismo na Câmara de Almada.

Face à contestação dos moradores, Amélia Pardal reconheceu que o atual Plano de Pormenor da Fonte da Telha não tem condições para avançar.

“Sem o envolvimento e contra os moradores, não há Plano de Pormenor, não há este Plano de Pormenor. Mas estamos convencidos de que as pessoas que lá vivem querem transformar e qualificar o sítio onde vivem. E nós também queremos”, disse.

“Estamos convencidos de que, em conjunto, vamos ser capazes de transformar aquele território, naturalmente com o envolvimento, a participação e o trabalho das outras entidades que têm jurisdição no território”, acrescentou Amélia Pardal.

O Plano de Pormenor da Fonte da Telha, que visa a reconversão urbanística e o ordenamento de uma área de cerca de 16 hectares, resulta da necessidade de ordenamento daquela zona ribeirinha, de acordo com o Plano de Ordenamento da Orla Costeira Sintra-Sado.
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Câmara de Almada recua com Plano de Pormenor da Fonte da Telha

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Joaquim Judas, presidente da Câmara, e a vereadora Amélia Pardal garantem que o projecto não avançará contra a vontade dos residentes O presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas, garantiu que a autarquia não avançará com o Plano de Pormenor da Fonte da Telha contra a vontade dos moradores, mas reafirmou a necessidade de requalificação daquela zona.

“Contra a opinião dos moradores da Fonte da Telha, não haverá plano de pormenor, mas ninguém vai ouvir o presidente da Câmara dizer que aquilo está bem”, disse o autarca da CDU no encerramento de uma reunião com munícipes, no âmbito da discussão pública do Plano de Pormenor da Fonte da Telha, que decorre até 12 de Novembro.

Com o Auditório Costa de Caparica a abarrotar, centenas de moradores e pescadores reafirmaram a intenção de permanecerem na Fonte da Telha, local onde alguns deles nasceram e onde sempre trabalharam, ao mesmo tempo que se manifestavam contra as demolições previstas na proposta de Plano de Pormenor apresentada pela autarquia para a requalificação e ordenamento.

Os técnicos responsáveis pela elaboração do plano de pormenor, que prevê a demolição de grande parte dos cerca de 500 edifícios existentes na Fonte da Telha, começaram por sublinhar a necessidade de prevenir situações de risco devido às alterações climáticas que provocam o avanço do mar em diversas zonas da costa portuguesa. No entanto, as preocupações dos moradores estavam apenas focadas na perspectiva de demolição das casas e na possibilidade de terem de abandonar o local onde vivem.

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Corpo encontrado a boiar na Fonte da Telha

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O corpo de um homem foi este sábado encontrado a boiar no mar, a sul da Fonte da Telha, na Costa da Caparica, em Lisboa, disse à Lusa fonte da Polícia Marítima.

O corpo do homem, que aparentava ter cerca de 50 anos de idade, foi encaminhado para a morgue do hospital de Almada, disse a mesma fonte, sem acrescentar mais detalhes sobre o motivo da morte.

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Pescadores e moradores de Almada contestam demolições na Fonte da Telha

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A Câmara de Almada quer demolir grande parte dos mais de 500 edifícios da Fonte da Telha e candidatar-se a fundos comunitários para a requalificação urbanística daquele território, mas moradores e pescadores não querem perder as casas que construíram.

Lusa

O Plano de Pormenor de Reconversão da Quinta do Guarda-Mor, que se encontra em discussão pública até 12 de novembro, visa a reconversão urbanística e o ordenamento de uma área de cerca de 16 hectares na Fonte da Telha e resulta da necessidade de ordenamento daquela zona ribeirinha, de acordo com o Plano de Ordenamento da Orla Costeira Sintra-Sado.

Moradores e pescadores estão preocupados com a perspetiva de ficarem sem as casas que ali construíram, mas, para já, vão aproveitar a fase de discussão pública para contestarem as demolições anunciadas e para tentarem saber o que o futuro lhes reserva.

“Tendo nós uma casa e um terreno, queremos saber o que pensam fazer, porque, se nos vão dar uma casa num bairro social – é isso que dizem as pessoas aqui -, não nos estão a dar nada, porque nós vamos ter de comprar [as casas] ou pagar um aluguer. Algumas pessoas já têm advogados a contestar as demolições”, disse à Lusa Cristina Laranjeira, que pertence a uma associação de moradores.

Os pescadores também não se conformam com a ideia de perderem as casas e estranham que alguns estabelecimentos tivessem sido autorizados a permanecer no local, uma vez que estão mais perto da linha de água do que as habitações.

“Eles querem deitar a Fonte da Telha abaixo, mas vão deixar ficar três estabelecimentos, que estão mais abaixo [mais perto do mar]. Se um dia o mar chegar aqui às nossas casas, que estão mais para o interior, esses estabelecimentos que vão ficar [não serão demolidos], e aqueles que eles vão fazer, desaparecem não sei quantos anos antes. Mas eu estou convencido de que o mar não vai chegar aqui”, disse o pescador Mário Figueiredo, que dirige outra associação de moradores e pescadores.

A vereadora do Urbanismo da Câmara de Almada, Amélia Pardal, diz compreender as preocupações dos moradores e da comunidade piscatória e garante que todas as situações serão avaliadas “caso a caso”.

“Naturalmente que, para cumprir o Plano de Ordenamento da Orla Costeira, terão que ser feitas demolições. Estamos a falar de 577 habitações, sendo que da comunidade piscatória serão cerca de 70”, disse Amélia Pardal, assegurando que uma das principais preocupações do município é, justamente, preservar a comunidade piscatória da Fonte da Telha.

A vereadora do Urbanismo da Câmara de Almada referiu também que, além das casas construídas pelos pescadores na Fonte da Telha, há outras casas de primeira habitação, algumas licenciadas, e apoios de praia também licenciados pela Agência Portuguesa do Ambiente, o que significa que a execução do Plano de Pormenor vai exigir recursos financeiros significativos.

“Vamos empenhar-nos, junto do poder central, para que, em conjunto, possamos encontrar formas de financiamento para a execução do plano, nomeadamente potenciando aquilo que podem ser os recursos do [novo quadro comunitário de apoio] `Portugal 2020”, disse Amélia Pardal, lembrando que é necessário construir novas casas para o realojamento dos moradores e proceder ao tratamento e renaturalização das arribas.

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Derrube de Construções ilegais – Fonte da Telha 1988

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