Tag: Garcia Orta

Presidente surpreendeu rapaz de 13 anos em visita ao Hospital Garcia de Orta

Almada – Marcelo realizou o sonho de João: andar de limousine

Mário Cruz/Lusa

Marcelo Rebelo de Sousa visitou ontem, terça-feira, o Centro do Desenvolvimento da Criança Torrado da Silva, no Hospital Garcia de Orta, uma unidade dedicada a crianças com problemas de desenvolvimento.

O Presidente da República falou sobre os números do desemprego e do ‘rating’, respondeu às questões dos jornalistas e ainda teve tempo de surpreender um dos menores que ali recebem assistência médica.

João Ribeiro, de 13 anos, tinha dois sonhos: conhecer Marcelo Rebelo de Sousa e andar de limousine. Ontem os dois ficaram concretizados, já que o Presidente da República, a título pessoal, quis pagar-lhe o passeio numa limousine e chegou mesmo a acompanhá-lo no início do percurso.

Veja mais em ::::> Diário de Notícias

Hospital Garcia de Orta já ‘internou’ em casa mais de 260 doentes num ano

hospital
Mais de 260 doentes estiveram em hospitalização domiciliária no primeiro ano de funcionamento da única unidade pública do país que permite a pacientes agudos que ficariam internados receber os cuidados em suas casas. O Hospital Garcia de Orta, em Almada, é o primeiro hospital em Portugal a ter uma unidade de hospitalização domiciliária, um modelo usado em vários países e que traz vantagens como evitar infeções hospitalares multirresistentes ou reduzir os custos de internamento. A diretora do Serviço de Medicina e responsável pela Unidade de Hospitalização Domiciliária do Garcia de Orta, Francisca Delerue, explicou à agência Lusa que os doentes têm de aceitar este tipo de solução — que geralmente recebem com agrado –, é forçoso que tenham um cuidador e determinadas condições na habitação.

Ler mais em: Correio da Manhã

Tribunal considera prescrito alegado crime de negligência médica em Almada

medica
O Tribunal da Relação de Lisboa declarou prescrito um alegado crime de negligência médica no Hospital Garcia de Orta, em 2003, de que resultou a morte de uma mulher em casa, meia hora após ter sido observada nas urgências.

No acórdão de 2 de abril, a 3.ª Secção da Relação declarou “extinto o procedimento criminal” imputado a uma médica, pelo companheiro e as duas filhas menores da vítima, “por efeito de prescrição, a 29 de novembro de 2013”.

As duas juízas desembargadoras consideraram também que a autópsia não permitiu “compreender nunca a causa do falecimento” da mulher, aos 42 anos, e “a adequação, ou inadequação, dos procedimentos hospitalares”.

A autópsia indicava como causa de morte um enfarte de miocárdio, como refere o advogado do companheiro e das duas filhas da vítima, Castanheira Barros, salientando que esse relatório foi colocado em causa, aliás como se refere no acórdão.

“Juridicamente, toda a prova pertinente para a apreciação sobre se existiu, ou não, crime, ou responsabilidade civil que fosse, ficou bloqueada com um tal relatório de autópsia”, sublinha-se no acórdão.

Por isso, “não há como especular sequer, acerca da existência, ou não, de negligência médica por parte da concreta atuação da arguida, porque não foi clinicamente estabelecida a causa da morte”.
Veja mais em ::::> Jornal de Notícas

Seo wordpress plugin by www.seowizard.org.