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2016 Seixal Governo lança projetos do Hospital

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O Governo vai avançar no próximo ano com o lançamento dos projetos dos hospitais de Lisboa Oriental, de Évora e do Seixal, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2017.

No capítulo do documento dedicado à Saúde, refere-se que, em articulação com o Ministério das Finanças, serão lançados os projetos dos três hospitais.

Ainda no que respeita ao investimento em equipamentos e infraestruturas, o Governo afirma que vai dar continuidade à reabilitação de unidades de saúde, quer nos cuidados primários quer nos hospitalares.

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Misericórdia de Almada contesta medidas assistencialistas do governo

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O número de famílias que, diariamente, depende das cantinas sociais para se alimentar está a aumentar, o que implica mais protocolos firmados entre as instituições de solidariedade com a Segurança Social e mais custos para este organismo do Estado.

Um sistema que começa a ser visto como uma espiral de assistencialismo que não conduz quem está em grave carência financeira à reinserção no mercado de trabalho, nem na sociedade. Isto “roça o assistencialismo, e o resultado é as pessoas deixarem de acreditar nestas medidas”, comenta o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Almada (SCMA).

Joaquim Barbosa afirma ao Cidade Informação Regional que a SCMA teve de “aumentar o número de protocolos com a Segurança Social”, para dar resposta às mais famílias que procuram a sua cantina social. “A emergência social começou no ano passado”, diz. Neste momento, “servimos 165 refeições diariamente”.

Para o provedor esta medida alimentar pode ter boas intenções, mas tem muitas dúvidas que a mesma funcione, quer para ajudar as pessoas, quer para as próprias contas do Estado. “É importante que as famílias muito carenciadas tenham alimentação garantida, mas também têm de ser criados programas de integração social”.

Através do protocolo com a Segurança Social, a SCMA “recebe 2,5 euros por refeição”. Tendo como referência que o agregado das famílias que procuram a cantina social é de quatro pessoas, e cada pessoa consome duas refeições por dia, o Estado tem uma conta de 600 euros por mês com cada família.

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Deputados do PSD eleitos por Setúbal querem decisão defitiniva sobre terminal de contentores

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Os deputados do PSD eleitos por Setúbal questionaram hoje o Governo sobre a possível instalação de um terminal de contentores no Barreiro, exigindo uma decisão “célere e definitiva” sobre o assunto.

“Depois de ter sido dado como certo, no ano passado, que a Trafaria [concelho de Almada] iria receber esta infraestrutura, vem agora o secretário de Estado colocar de fora esta localização, surgindo o Barreiro como local provável para a instalação desta infraestrutura”, refere o deputado Bruno Vitorino, numa informação enviada à Lusa.

Os sociais-democratas “veem com bons olhos” a possibilidade de o Barreiro receber toda e qualquer atividade portuária que possa potenciar o desenvolvimento daquele território”, mas exigem uma decisão “célere e definitiva, assente em estudos técnicos credíveis”.

“O que não pode acontecer é este ziguezague constante ou uma não decisão, que se arraste no tempo e ponha em causa o trabalho que está a ser feito no âmbito do Arco Ribeirinho Sul”, acrescentam.
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Governo admite Barreiro como boa localização para novo porto

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O secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações, Sérgio Monteiro, admitiu hoje que o Barreiro pode ser uma boa localização para um futuro porto de águas profundas. “O Barreiro é uma localização que tem algumas potencialidades, nomeadamente o facto de ter uma ligação ferroviária já feita e de ter a vontade política”, disse o governante.

Sérgio Monteiro falava em Lisboa no final da última sessão pública de debate do relatório do Grupo de Trabalho para as Infraestruturas de Elevado Valor Acrescentado e que propõe 30 projetos. Contudo, o secretário de Estado realçou que é necessário analisar vários fatores, entre os quais os custos das dragagens necessárias “para verificar se a localização Barreiro é ou não uma possibilidade”, caso o Governo decida que o porto de águas profundas “é para avançar porque essa decisão não está tomada”, frisou.

No debate aberto ao público, Sérgio Monteiro fez saber que vai anunciar até ao início de abril quais as infraestruturas que vão ser construídas. Presentes na sessão pública, vários autarcas da Margem Sul defenderam a importância de se apostar nos seus concelhos. O presidente da câmara de Almada, Joaquim Judas, criticou a indefinição da futura localização do porto de águas profundas e defendeu que o Barreiro “tem predisposição para que esse projeto se concretize”.

Por seu lado, o autarca do Barreiro, Carlos Humberto, que optou hoje por não mencionar o porto de águas profundas, considerou ser necessário pensar-se no novo aeroporto de Lisboa, na ligação de alta velocidade entre Lisboa e Madrid e na terceira travessia do Tejo entre Chelas e o Barreiro. Na ferrovia, as principais críticas prenderam-se com manutenção da bitola ibérica em detrimento da europeia e com o traçado de algumas linhas.

O secretário de Estado disse que “todos os projetos de investimento preveem ter essa dupla circulação, em bitola ibérica e europeia”. “A europeia é um objetivo político e estratégico relevante, mas nós temos todos os nossos comboios de transporte de mercadorias com bitola ibérica. Se tomássemos a decisão de migrar de uma vez para a bitola europeia significava que tínhamos de investir na linha, mas também no comboio e nós não temos meios financeiros para o fazer”, afirmou.

O grupo de trabalho definiu 30 projetos prioritários para os próximos seis anos, num investimento global de 5.103,8 milhões de euros, entre os quais se destacam a expansão do porto de Sines, a modernização da linha do norte, a conclusão do túnel do Marão e a abertura de um novo terminal de carga no aeroporto de Lisboa. Do conjunto de projetos apresentado, 18 estão ligados ao setor marítimo, oito ao ferroviário, dois ao rodoviário e outros dois ao aeroportuário.

Setúbal na Rede

Câmara de Almada exige «resposta imediata» aos prejuízos na Caparica

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A autarquia de Almada exige «respostas imediatas» do Governo aos danos causados pelo mau tempo na Costa da Caparica e critica «o vazio» de responsabilidade deixado com a extinção da sociedade Costapolis.
Em declarações à Lusa, Rui Jorge Martins, vereador da Câmara Municipal de Almada com o pelouro da Proteção Civil, adiantou que a autarquia vai “intervir junto do Governo para que resolva” os problemas causados pelo mau tempo na Costa de Caparica.

Independentemente de ser ou não decretado o estado de calamidade, os responsáveis locais exigem “uma resposta cabal e imediata” do Governo.

O vereador fez estas declarações após uma reunião promovida ontem pelo presidente da autarquia, que convidou juntas de freguesia, bombeiros e forças de segurança, concessionários e população para debaterem “toda a destruição que o mar tem vindo a fazer” na Costa de Caparica, “no sentido de encontrar respostas”.

Na madrugada de sábado, o mar galgou o paredão e voltou a causar inundações em bares e restaurantes.

“É necessário encontrar soluções para o apoio a que os concessionários tenham condições dignas para exercer a sua atividade”, sublinhou Rui Jorge Martins, recordado que os concessionários “pagam um arrendamento a uma sociedade, Costapolis, que está em extinção”.

O vereador sustenta que “tem que haver alguém que assuma as responsabilidades”, após a extinção da Costapolis, sociedade para o desenvolvimento do Programa Polis na Costa de Caparica. A autarquia não aceita “o vazio” e exige que “seja determinado rapidamente” quem pode dar respostas aos problemas.

“Pelo menos [a Costapolis] era um local que tinha a responsabilidade da execução de um plano de intervenção para a Costa de Caparica”, independentemente de ser o plano “mais correto”, destacou.

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