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Marcelo acompanha com preocupação conflito no porto de Setúbal e espera “bom desfecho”


O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, garantiu esta quinta-feira que tem “acompanhado permanentemente, com atenção e com preocupação”, o conflito laboral no porto de Setúbal, esperando um “bom desfecho”, apesar de não querer comentar processos específicos. À margem de um almoço na Feira de Solidariedade Rastrillo 2018, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa foi questionado pelos jornalistas sobre o conflito laboral no porto de Setúbal, onde desde 5 de novembro os trabalhadores eventuais que prestam serviço se recusam a comparecer no trabalho, em luta por um contrato coletivo de trabalho. “Só digo que tenho acompanhado, tenho acompanhado permanentemente, tenho acompanhado com atenção e com preocupação. Espero que tenha um bom desfecho, mas não me queria pronunciar sobre isso”, respondeu o chefe de Estado. Admitindo que se trata de “uma situação importante para a sociedade e para a economia portuguesa”, o Presidente da República lembrou que tem “o princípio de não comentar processos sociais específicos”.

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CGTP acusa Governo de estar contra estivadores de Setúbal em greve

Por Lusa|23.11.18

Os trabalhadores eventuais do Porto de Setúbal estão em greve desde dia 5 para exigir um contrato coletivo de trabalho.

A CGTP-IN acusou esta quinta-feira o Governo de assumir uma posição contra os estivadores do Porto de Setúbal e de se submeter aos interesses das multinacionais, em vez de fazer cumprir a legislação laboral em vigor. “É inadmissível que o Governo, ao invés de obrigar a empresa a passar ao quadro de efetivos a generalidade dos estivadores que todos os dias são, simultaneamente, contratados e despedidos, opte por enviar forças de segurança para dar cobertura à ilegalidade e à prepotência patronal”, afirmou a central sindical numa nota de imprensa. A Intersindical emitiu o comunicado para saudar a luta dos estivadores do Porto de Setúbal “contra a desregulamentação das relações laborais, pelo direito à estabilidade e segurança no emprego”. Os trabalhadores eventuais do Porto de Setúbal estão em greve desde dia 05 para exigir um contrato coletivo de trabalho. Na quinta-feira impediram a entrada de um autocarro que transportava trabalhadores para os substituir no carregamento de um navio com viaturas da fábrica da Autoeuropa, mas acabaram por ser retirados do local por elementos na Unidade Especial de Polícia e da brigada de intervenção rápida da PSP. A CGTP considerou, a propósito, que “o Governo tem dois pesos e duas medidas: de costas voltadas para os trabalhadores e de submissão perante os interesses das multinacionais”.

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Trabalhadores do Arsenal do Alfeite em greve esta sexta-feira

25 de OPutubro 2017

O pré-aviso de greve foi emitido pelo Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas, Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa (STEFFAs).

Os trabalhadores do Arsenal do Alfeite vão estar em greve esta sexta-feira, dia 27 de outubro. A paralisação será de 24 horas e para a qual, sublinha o STEFFAs, “existem para os trabalhadores deste estaleiro motivos acrescidos”.
egundo um comunicado enviado às redações, o objetivo desta greve é “denunciar as consequências do escandaloso bloqueio imposto pelo Governo à modernização do estaleiro”.

Na nota pode ler-se que a proposta para o Orçamento de Estado de 2018, continua a restringir os gastos orçamentais do setor público, o que segundo o sindicato é “precisamente o problema que coloca uma corda na garganta aos aumentos salariais e à progressão nas carreiras dos trabalhadores do Arsenal do Alfeite” e que continua a impedir a “necessária modernização do estaleiro”.
De acordo com o comunicado os problemas não terminam aí, pois recentemente ocorreu um “inexplicável e escandaloso bloqueio imposto pelo Governo à utilização pelo Arsenal do Alfeite de verbas (próprias e suficientes) para lançamento dos concursos e obras necessárias à urgente modernização do estaleiro”.

Desta forma e devido ao facto de o Governo ainda não ter reagido à questão, os trabalhadores pretendem “tomar em mãos a denúncia pública desta situação que pode a deixar o país seriamente a perder, concentrando-se em Piquete de Greve ”, explicam.

A ação vai decorrer junto ao Portão Verde da Base Naval de Lisboa a partir das 7h00 do dia 27 de outubro, sexta-feira, seguida de uma conferência de imprensa onde pretendem detalhar o atraso das obras e as suas consequências.

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“Se não me tivesse reformado, esta greve estava desconvocada”

António Chora avisa que a CGTP tem poucas hipóteses de conseguir resolver o conflito na empresa.

O homem que esteve à frente das lutas laborais na fábrica de Palmela durante 20 anos afirma que, se ainda estivesse à frente dos representantes dos operários, a greve teria sido desconvocada, considerando que representar os trabalhadores numa multinacional requer uma sensibilidade especial.

António Chora considera que a experiência mostra que uma comissão de trabalhadores dominada pela CGTP tem poucas hipóteses de conduzir o barco a bom porto na empresa.

O antigo coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa reformou-se no início do ano e diz que se não estivesse a trabalhar não fazia greve por uma razão simples… teria desconvocado a paralisação.

Ainda assim, Chora está convencido que pode haver um acordo até ao final do ano, desde que haja uma nova comissão que tenha carisma. O sindicalista manifesta preferência por uma lista independente.

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A pedido de vários órgãos de comunicação social sobre a luta dos trabalhadores da Autoeuropa, o PCP esclarece


A Autoeuropa é uma importante empresa do sector industrial com um elevado número de trabalhadores e grande peso na economia nacional. Os trabalhadores da Autoeuropa sempre defenderam os seus interesses, e em diversos processos de negociação verificados ao longo dos anos, recorreram a tomadas de posição e formas de luta que travaram ou fizeram recuar medidas que sentiam atingir os seus direitos. Mais uma vez essa intervenção se verifica perante uma proposta de alteração dos horários de trabalho, questão particularmente sensível, uma vez que afecta a possibilidade de os trabalhadores continuarem a ter direito ao fim de semana, dificultando a organização da sua vida pessoal e familiar. A proposta da administração não garante o sábado como dia de descanso e apenas permite que um trabalhador tenha um fim de semana seguido de seis em seis semanas. Na Autoeuropa o trabalho efectuado aos sábados, domingos e feriados foi sempre considerado como trabalho extraordinário e pago como tal. É por isso natural que os trabalhadores tomem posição sobre esta questão e defendam os seus direitos. É isto que está em causa e cabe aos trabalhadores e às suas organizações representativas definir as suas posições e formas de luta, como se verifica com os plenários realizados e com a greve de hoje. Tal como os trabalhadores têm afirmado é necessário encontrar soluções que permitam responder à defesa dos seus direitos e ao desenvolvimento da produção nesta empresa.

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“Não se produziu um único automóvel”. Sindicato contesta administração da Autoeuropa nos números de adesão à greve

Lígia Simões
19:02

Administração da empresa diz que greve teve adesão de menos de metade dos trabalhadores. Sindicato reage a números da adesão à greve avançados pela Volkswagen Autoeuropa: “comunicado da empresa não merece qualquer credibilidade”. E garante que é “uma empresa que produz automóveis e que durante 24 horas não produziu um único automóvel”.

A administração da Volkswagen Autoeuropa avança que a paralisação da fábrica, que se iniciou nesta terça-feira, 29 de agosto, às 23h30 e que termina às 00h00 de quinta-feira, “teve uma adesão de 41% dos colaboradores”. Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul (SITE Sul) reage: “comunicado da empresa não merece qualquer credibilidade”, frisando que “uma empresa que produz automóveis e que durante 24 horas não produz um único automóvel, está tudo dito”.

Segundo a administração da empresa, “a paralisação que se registou hoje na Volkswagen Autoeuropa teve uma

adesão de 41% do total dos colaboradores”. Em comunicado, realça que “apesar do impacto negativo desta paralisação, a empresa continua empenhada em encontrar um compromisso com os trabalhadores que crie, mantenha e assegure o emprego”. E acrescenta que “este compromisso deverá também garantir as encomendas dos nossos clientes para o novo modelo, que requer a laboração contínua em 18 turnos por semana”.

Para atingir este objetivo, recorda a empresa, “é essencial dar continuidade ao processo de diálogo com uma comissão de trabalhadores eleita, à semelhança das boas práticas laborais da Volkswagen Autoeuropa e do Grupo Volkswagen”.

A empresa adianta que a eleição da nova comissão de trabalhadores terá lugar no próximo dia 3 de outubro. Mas garante que “até lá, serão ouvidas as partes envolvidas neste processo”.

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Autoeuropa diz que greve teve uma adesão de 41%

A greve convocada para hoje na fábrica da Volkswagen Autoeuropa, em Palmela, teve uma “adesão de 41% do total dos trabalhadores”, revelou a empresa em comunicado

A Autoeuropa refere ainda que, “apesar do impacto negativo desta paralisação, a empresa continua empenhada em encontrar um compromisso com os trabalhadores que crie, mantenha e assegure o emprego”.

“Este compromisso deverá também garantir as encomendas dos nossos clientes para o novo modelo, que requer a laboração contínua em 18 turnos por semana”, acrescenta o comunicado.

A empresa frisa ainda a importância de dialogar com uma Comissão de Trabalhadores eleita, “à semelhança das boas práticas da Volkswagen Autoeuropa e do grupo Volkswagen. Até lá, serão ouvidas as partes envolvidas neste processo“.

A eleição da nova Comissão de Trabalhadores está agendada para 3 de outubro.

A greve foi marcada após a rejeição de um pré-acordo entre a administração e a Comissão de Trabalhadores (que apresentou a demissão em julho), devido à obrigatoriedade dos funcionários trabalharem ao sábado, como está previsto nos novos horários de laboração contínua que serão implementados a partir do próximo mês de novembro.

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Autoeuropa só negoceia com Comissão de Trabalhadores

30.08.2017 18h38
A Autoeuropa disse esta quarta-feira que só negoceia com a Comissão de Trabalhadores, que vai ser eleita apenas a 3 de outubro. A notícia não vai ao encontro daquilo que os sindicatos disseram esta tarde: de que a reunião estava marcada para a próxima semana.

A greve convocada para esta quarta-feira na fábrica da Volkswagen Autoeuropa, em Palmela, teve uma “adesão de 41% do total dos trabalhadores”, revelou a empresa em comunicado.

A Autoeuropa refere ainda que, “apesar do impacto negativo desta paralisação, a empresa contínua empenhada em encontrar um compromisso com os trabalhadores que crie, mantenha e assegure o emprego”.

“Este compromisso deverá também garantir as encomendas dos nossos clientes para o novo modelo, que requer a laboração contínua em 18 turnos por semana”, acrescenta o comunicado.

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Ministério da Economia espera um acordo na Autoeuropa

Fábrica de automóveis “está completamente paralisada em todas as secções”.

O Ministério da Economia “está a acompanhar a situação na Autoeuropa”, cuja fábrica de Palmela está paralisada devido à greve, e “espera que haja acordo entre ambas as partes”, disse esta quarta-feira à Lusa fonte oficial. Os trabalhadores da Autoeuropa (do grupo alemão Volkswagen) iniciaram hoje de manhã o segundo turno de greve contra o trabalho obrigatório aos sábados que teve início às 23h30 de terça-feira e termina às 00h00 de quinta-feira. Contactada pela Lusa, fonte oficial disse que o “Ministério da Economia está a acompanhar a situação na Autoeuropa e espera que haja acordo entre ambas as partes”, isto é, entre os trabalhadores e a administração da empresa. A fábrica de automóveis da Autoeuropa em Palmela “está completamente paralisada em todas as secções” devido à greve, disse à Lusa fonte sindical. “Tal como prevíamos, está a haver uma forte adesão à greve. Isto prova que os trabalhadores se identificam com os motivos que levaram a esta paralisação”, disse Eduardo Florindo, do Sitesul, Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul. “Há centenas de trabalhadores em greve que estão concentrados aqui à entrada da empresa”, acrescentou Eduardo Florindo, salientando quer os sindicatos continuam a aguardar por uma resposta ao pedido de reunião que fizeram à administração da Autoeuropa.

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PCP apoia trabalhadores da Autoeuropa

O PCP considerou esta quarta-feira natural que os trabalhadores da Autoeuropa defendam os seus direitos face a uma proposta da administração que “apenas permite” que tenham um fim de semana seguido “de seis em seis semanas”. Num comunicado sobre a paralisação na Autoeuropa, que ignora as acusações ao partido do ex-dirigente do BE e da comissão de trabalhadores da empresa, António Chora, os comunistas sublinham que “cabe aos trabalhadores e às suas organizações representativas definir as suas posições e formas de luta, como se verifica com os plenários realizados e com a greve de hoje”. António Chora, numa entrevista publicada na edição de hoje do Negócios, acusa o PCP de estar por detrás da greve para ganhar margem de manobra nas negociações orçamentais como o Governo. “Sim, é claramente o assalto ao castelo e a tentativa de o PCP pressionar o Governo para algumas cedências noutros lados. Mas isso tem sido a prática ao longo dos anos”, sustentou Chora, que foi membro da comissão de trabalhadores da Autoeuropa e dirigente do Bloco de Esquerda, mas que já se reformou. No comunicado divulgado hoje, o PCP começa por salientar que “a Autoeuropa é uma importante empresa do setor industrial com um elevado número de trabalhadores e grande peso na economia nacional”. Mas recorda logo de seguida que “os trabalhadores da Autoeuropa sempre defenderam os seus interesses, e em diversos processos de negociação verificados ao longo dos anos, recorreram a tomadas de posição e formas de luta que travaram ou fizeram recuar medidas que sentiam atingir os seus direitos”.

Ler mais em: Correio da Manhã

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