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Almada – Criança com situação clínica grave esperou um ano por dois exames

Caso aconteceu no Hospital Garcia de Orta

Uma criança com uma doença rara e uma situação clínica grave esperou um ano por dois exames prescritos no Hospital Garcia de Orta, além das dificuldades no acesso a terapias de reabilitação, segundo a Entidade Reguladora da Saúde (ERS). A situação consta de um processo instaurado pela ERS, após uma queixa da mãe da criança, portadora de uma síndrome genético rara que condiciona uma situação clínica grave e seguida no Hospital Garcia de Orta, em Almada, o qual prescreveu em julho de 2015 dois exames. Os exames (uma polissonografia e um Eletroencefalograma 24 horas) foram prescritos para o Centro de Desenvolvimento da Criança Torado da Silva, integrado no Hospital Garcia de Orta. Com uma incapacidade de 96%, a criança esperou um ano pela realização da polissonografia e mais de um ano pelo EEG de 24 horas, este último no Hospital São Francisco Xavier e depois de ter sido marcado para o Hospital Fernando Fonseca, que entretanto não o realizou por avaria da máquina. Segundo a queixa da mãe, a criança não terá tido “o necessário acompanhamento clínico no Centro de Desenvolvimento da Criança Torrado da Silva”. No decorrer do processo, o Hospital Garcia de Orta assumiu à ERS uma “carência de técnicos”. “Este é um problema para o qual vimos repetidamente alertando sucessivas administrações, e que recentemente se agudizou com a doença de duas terapeutas mais experientes, sem que tal de tenha acompanhado da contratação de novos técnicos”, lê-se na resposta do hospital ao regulador. Mais tarde, a unidade de saúde afirmou que alertou o conselho de administração do hospital para o facto de este Centro estar “a trabalhar no limite”. Além destas questões, a ERS avaliou também uma discrepância entre o entendimento da mãe da criança sobre as razões do tempo de espera para estes exames e os argumentos do hospital. “O Hospital Garcia de Orta alegou que os exames em causa foram adiados por motivos clínicos, não tendo elencado, porém, os concretos motivos que justificaram tal adiamento”, lê-se na deliberação, acrescentando: “Na hipótese de tal alegação corresponder à verdade, certo é que os pais da utente não foram devidamente informados desse adiamento, nem das razões que o motivaram”. A ERS concluiu que “existiram constrangimentos no acesso da filha da reclamante aos cuidados de saúde de que necessitava, não tendo o prestador adaptado totalmente o seu comportamento a uma prestação de cuidados de saúde respeitadora do direito dos utentes — nomeadamente de utentes em situações de especial vulnerabilidade, como é o caso dos menores com doenças graves — a receberem, com prontidão e num período de tempo considerado clinicamente aceitável, os cuidados adequados e tecnicamente mais corretos, os quais devem sempre ser prestados humanamente e com respeito pelos utentes”. A ERS emitiu uma instrução no sentido do Hospital Garcia de Orta “garantir, de forma permanente, efetiva e em tempo útil, o acesso quer da utente em causa nos presentes autos, quer dos demais utentes, aos cuidados de saúde que se apresentem como necessários e adequados à satisfação das suas necessidades”. Nas situações em que não possua capacidade de resposta instalada para satisfação das necessidades dos utentes, o hospital deve “promover a sua correta referenciação para um estabelecimento de saúde que possua efetiva capacidade de prestação dos cuidados de saúde necessários em tempo útil”. O hospital deve ainda “garantir aos utentes, e seus familiares, o acesso a toda a informação relativa à prestação de cuidados de saúde, de forma clara, verdadeira, inteligível e atempada”. Em relação a este caso, a ERS instaurou ainda um processo de monitorização para acompanhar o cumprimento da instrução.

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Presidente surpreendeu rapaz de 13 anos em visita ao Hospital Garcia de Orta

Almada – Marcelo realizou o sonho de João: andar de limousine

Mário Cruz/Lusa

Marcelo Rebelo de Sousa visitou ontem, terça-feira, o Centro do Desenvolvimento da Criança Torrado da Silva, no Hospital Garcia de Orta, uma unidade dedicada a crianças com problemas de desenvolvimento.

O Presidente da República falou sobre os números do desemprego e do ‘rating’, respondeu às questões dos jornalistas e ainda teve tempo de surpreender um dos menores que ali recebem assistência médica.

João Ribeiro, de 13 anos, tinha dois sonhos: conhecer Marcelo Rebelo de Sousa e andar de limousine. Ontem os dois ficaram concretizados, já que o Presidente da República, a título pessoal, quis pagar-lhe o passeio numa limousine e chegou mesmo a acompanhá-lo no início do percurso.

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Trinta e duas crianças assistidas em escola de Alcochete

Alunos têm entre 10 e 13 anos e estão a ser assistidos

Trinta e duas crianças da Escola Básica Rei D. Manuel I, em Alcochete, que se queixam de tonturas e dificuldades respiratórias, estão esta quarta-feira a ser assistidas por uma equipa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), informaram os bombeiros. Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal, os bombeiros foram alertados às 14h41 para um problema com uma única criança, mas cerca das 16h10, o INEM já estavam monotorizar 17 crianças, com idades entre os 10 e os 13 anos, todas com os mesmos sintomas: tonturas e dificuldades respiratórias. Durante a tarde, surgiram novos casos aumentando para 32 crianças. As causas prováveis dos problemas de saúde detetados não foram ainda divulgadas. A agência Lusa tentou ouvir os responsáveis da escola, mas não foi possível estabelecer contacto. O CM sabe que pelo menos três crianças foram transportadas para o Hospital do Barreiro.

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Hospital do Seixal Cada vez mais perto

O hospital no Seixal representa um investimento total de 60 milhões de euros.

A construção do hospital no Seixal está cada vez mais perto. O governo inscreveu uma verba no Orçamento do Estado para 2017 para relançar o projeto e o concurso para construção no valor de 10 milhões de euros.

O concelho é servido pelo Hospital Garcia de Orta, em Almada, que foi projetado para 150 mil habitantes e serve atualmente 450 mil, residentes nos concelhos do Seixal, Almada e Sesimbra. Este equipamento encontra-se sobrelotado, com elevados tempos de espera nas urgências, consultas externas e nos exames complementares de diagnóstico.

O hospital no Seixal, um equipamento de proximidade, irá permitir descongestionar o Hospital Garcia de Orta que, apesar de ser um hospital de referência, não tem recursos suficientes para responder a tantos utentes.

O equipamento no concelho representa um investimento total de 60 milhões de euros. Será construído em terreno do Estado, no Fogueteiro, com o apoio da Câmara do Seixal através da isenção do pagamento de taxas municipais e a construção de acessos e infraestruturas, num valor próximo dos dois milhões de euros.

Hospital estará vocacionado para os cuidados em ambulatório, com serviço de urgência básica 24 horas

Estará vocacionado para os cuidados em ambulatório, com serviço de urgência básica 24 horas. Prevê a realização de consultas externas diferenciadas, com meios complementares de diagnóstico e terapêutica e exames técnicos em várias especialidades. Terá 72 camas, 60 de convalescença e 12 de cuidados paliativos, 23 especialidades e unidades de cirurgia em ambulatório, de apoio domiciliário e de medicina física e de reabilitação.

Comissões de utentes de saúde, órgãos autárquicos, a Plataforma Juntos pelo Hospital e população têm realizado várias iniciativas de forma a reivindicar a necessidade deste equipamento no concelho. Foi o caso do cordão humano em torno da Baía do Seixal, que reuniu mais de 10 mil pessoas, a entrega de uma petição pública na Assembleia da República com mais de 8 mil assinaturas, a realização do Natal do Hospital no Seixal, que todos os anos reúne artistas locais e nacionais em torno desta causa.

Destaque ainda para a Campanha 1 Voto pelo Hospital no Seixal que durante um ano percorreu equipamentos municipais, associações, coletividades, farmácias, instituições, e que permitiu à população votar pelo hospital no Seixal. Esta campanha reuniu 35 mil votos.

Macas nos corredores do Hospital do Barreiro PSD preocupado com «excessivo número»


Em visita efetuada ontem, juntamente com o vice-presidente da bancada Parlamentar do PSD, Miguel Santos, os social-democratas reuniram com a administração do hospital do Barreiro para se inteirarem das medidas que foram tomadas para impedir que as situações recentes de caos nas urgências se repitam.

Os deputados do PSD do distrito de Setúbal estão preocupados com o excessivo número de macas encostadas nos corredores, no Serviço de Urgências do Hospital do Barreiro.

Em visita efetuada ontem, juntamente com o vice-presidente da bancada Parlamentar do PSD, Miguel Santos, os social-democratas reuniram com a administração do hospital do Barreiro para se inteirarem das medidas que foram tomadas para impedir que as situações recentes de caos nas urgências se repitam.

O deputado e presidente da Distrital de Setúbal do PSD, Bruno Vitorino, destacou as obras realizadas no SO, no tempo do anterior Governo, que permitiram triplicar o número de camas, dando assim maior resposta aos utentes, mostrando ainda satisfação por este Conselho de Administração querer continuar a apostar no melhoramento das infraestruturas da urgência.

“Apesar do plano de contingência decidido pelo hospital, que reconhecemos ser positivo, e da dedicação de todos os profissionais de saúde, os problemas mantêm-se e podemos assistir a dezenas de doentes em macas nos corredores do serviço de urgência”, aponta.

Para Miguel Santos, o problema do hospital do Barreiro é o reflexo do que se passa nas unidades hospitalares do país.

“O Governo em 2016 gastou muito mais em médicos tarefeiros para resolver o problema das urgências do que em 2015. O que se passa é que a situação financeira está-se a tornar insustentável e o nível de assistência aos utentes continua a piorar”, realça.

Fonte – PSD

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Hospital Garcia de Orta ampliado em 100 camas

Obras arrancam em julho do próximo ano, com criação de edifício para ambulatório e estacionamento subterrâneo

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O Hospital Garcia de Orta, em Almada, vai para obras a partir de julho do próximo ano, num investimento de 15 milhões de euros, em que está prevista a instalação de mais 100 camas nos cuidados intensivos. No dia em que o hospital assinalou os 25 anos, o presidente do conselho de administração, Daniel Ferro, explicou que “a ampliação prevê a criação de um edifício para o ambulatório”. “A retirada do ambulatório do edifício central libertará espaço para 100 camas, que serão destinadas aos cuidados intensivos”, acrescentou. O novo edifício será erguido sobre o parque de estacionamento localizado mais a sul, que passará a ser subterrâneo. O Hospital Garcia de Orta está classificado como hospital central e a ele recorrem diariamente cinco mil doentes. Esta unidade com 545 camas serve uma população de 340 mil habitantes, e conta com 2500 funcionários. O crescimento demográfico dos concelhos de Almada e Seixal levou ontem o secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, a admitir que as instalações atuais “são insuficientes”. “O hospital conta com um problema crónico no tempo de internamento e com as Urgências sobrelotadas”, acrescentou Manuel Delgado. O presidente do conselho de administração do hospital explicou ainda que “as dificuldades existentes no internamento resultam de a unidade contar com um número limitado de camas”. Sobre as dificuldades nas Urgências, adiantou que, face ao aumento de casos de gripe, e “como medida de contingência”, foram instaladas mais 24 camas em contentores.

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Hospital Garcia de Orta já ‘internou’ em casa mais de 260 doentes num ano

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Mais de 260 doentes estiveram em hospitalização domiciliária no primeiro ano de funcionamento da única unidade pública do país que permite a pacientes agudos que ficariam internados receber os cuidados em suas casas. O Hospital Garcia de Orta, em Almada, é o primeiro hospital em Portugal a ter uma unidade de hospitalização domiciliária, um modelo usado em vários países e que traz vantagens como evitar infeções hospitalares multirresistentes ou reduzir os custos de internamento. A diretora do Serviço de Medicina e responsável pela Unidade de Hospitalização Domiciliária do Garcia de Orta, Francisca Delerue, explicou à agência Lusa que os doentes têm de aceitar este tipo de solução — que geralmente recebem com agrado –, é forçoso que tenham um cuidador e determinadas condições na habitação.

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2016 Seixal Governo lança projetos do Hospital

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O Governo vai avançar no próximo ano com o lançamento dos projetos dos hospitais de Lisboa Oriental, de Évora e do Seixal, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2017.

No capítulo do documento dedicado à Saúde, refere-se que, em articulação com o Ministério das Finanças, serão lançados os projetos dos três hospitais.

Ainda no que respeita ao investimento em equipamentos e infraestruturas, o Governo afirma que vai dar continuidade à reabilitação de unidades de saúde, quer nos cuidados primários quer nos hospitalares.

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Almada desvia grávidas para hospitais de Lisboa

Atendimento foi garantido apenas aos casos emergentes
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As grávidas que procuraram atendimento no Serviço de Urgência do Hospital Garcia de Orta, em Almada, foram encaminhadas desde segunda-feira para outras unidades, designadamente para os hospitais de Lisboa. Ao CM, o gabinete de comunicação daquela unidade explicou que as “grávidas menos urgentes” foram encaminhadas para outras unidades, tendo sido garantido o atendimento apenas aos casos emergentes. A falta de capacidade de resposta da Urgência de Obstetrícia do Garcia de Orta deveu-se à “ausência, imprevista, por motivo de baixa, de um dos médicos escalados”. O hospital disse esperar que a situação seja regularizada “ainda durante o dia de hoje [esta terça-feira]”. Esta não é a única situação de grávidas desviadas para outros hospitais. O Hospital Amadora-Sintra está a encaminhar, este mês, as grávidas menos urgentes para o Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, devido à falta de obstetras, em especial no período noturno, das 20h00 às 08h00. A situação complicou-se com a recusa de duas médicas em fazerem mais horas extras. O CM sabe que a unidade precisa de mais dois obstetras.

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Construção do novo hospital do Seixal deve arrancar ainda nesta legislatura

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Manuel Delgado inclui unidade do Seixal entre as três prioridades do Governo para novos hospitais – a par do novo hospital de Évora e do Hospital de Todos os Santos, em Lisboa – e explica que hospital do Seixal vai funcionar como “tampão”, para reduzir pressão sobre o Garcia de Orta

As obras de construção do novo hospital do Seixal devem arrancar ainda durante a actual legislatura – que termina em 2019 – afirmou ontem o Secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, em Azeitão.

O governante inclui os hospital do Seixal entre as “três prioridades” do Governo, quanto à construção de novas unidades hospitalares, a par do Hospital de Todos os Santos, em Lisboa – que vai substituir todos os actuais hospitais civis da capital – e do hospital de Évora.

“Não quero arriscar, mas num horizonte temporal de cinco/seis anos, penso que poderemos ter os três hospitais a funcionar. Nunca será uma obra para fazer nesta legislatura, mas é seguramente para arrancar nesta legislatura.”, disse Manuel Delgado.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, o futuro hospital do Seixal vai funcionar como “tampão”, para aliviar a pressão sobre os hospitais já existentes.

“A ideia, para o Seixal, não é fazer um hospital para todas as valência e muito complexo. A ideia é funcionar como um hospital tampão, na área do ambulatório, fundamentalmente ambulatório, para evitar a procura excessiva que estamos a sentir nos hospitais da região, designadamente em Almada.”, explicou.

“Ou seja, o hospital do Seixal vai funcionar como um hospital âncora para travar a ida aos hospitais mais diferenciados, designadamente na área das consultas, cirurgia de ambulatório e actividades similares”, acrescentou o governante.

Quanto ao arranque das obras, Manuel delgado precisa que “os três hospitais estão numa grelha de partida muito similar, ou seja, o objectivo é não deixar nenhum para trás e fazer todo este processo em simultâneo, num horizonte temporal de 5 ou seis anos”, e reiterou que se trata de obras para “arrancar nesta legislatura”.
Centros de Saúde da Baixa da Banheira e Corroios são para avançar

Questionado sobre o DIÁRIO DA REGIÃO, sobre a construção de novos centros de saúde da Baixa da Banheira e Corroios, o secretário de Estado afirmou que são projectos para avançar.

“Quer um quer outro [processos] estão já no nosso caderno de encargos, vamos dizer assim, e estão sob o nosso foco e controlo para fazermos a substituição, a construção”, disse Manuel Delgado, que remeteu mais explicações para a presidente da Administração Regional de Saúde e Vale do Texto (ARS-LVT).

Rosa Valente de Matos revelou que o processo de Corroios está mais adiantado.

“Para Corroios vamos assinar o protocolo com a Câmara Municipal [do seixal] ainda até ao final do ano, o processo está a andar, e espero que ainda este ano tenhamos boas notícias sobre o concurso; relativamente à Baixa da Banheira, será um projecto para 2017”, disse a responsável da ARS-LVT, acrescentando que “Corroios vai, em principio, arrancar mais cedo – estamos a preparar tudo para que isso seja feito até ao final do ano – e Baixa da Banheira também já estamos a trabalhar com a autarquia [Câmara da Moita] para que seja uma realidade em 2017.

Rosa Valente conclui, no entanto, que “não se trata de uma competição”, e que até pode acontecer que a obra da Baixa da Banheira possa começar antes da obra de Corroios.

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