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PCP faz contra-ataque a PS de Almada

5 DE jANEIRO 2019

Campanha contra “geringonça” de direita. Comunistas não perdoam perda de um dos seus bastiões e dizem que Inês de Medeiros “não está preparada”

Foto : José Fernandes

In Expresso – Rosa Pedroso Limada

Os cartazes estão nas ruas de Almada e deixam clara a mensagem que a CDU quer passar:
“Um ano de retrocesso. Com o PS o concelho de Almada perde!”.
Joaquim Judas, o ex-presidente da Câmara de uma das históricas autarquias que o PCP perdeu nas últimas eleições para as mãos dos socialistas, não poupa na sua sucessora.
Inês de Medeiros “não está preparada” e, pior ainda, depois de um ano à frente dos destinos da autarquia “não tem condições para compreender o que se está a passar”, afirma.
“A tensão política cresceu”, afirma o ex-autarca comunista.
Uma afirmação que, na verdade, só fica a pecar por defeito.
Basta analisar o conjunto de cartazes, panfletos e posts na página do Facebook produzidos pela delegação concelhia para perceber que o clima é de guerra aberta.
“O IMI já podia ter baixado para 0,34%, diz um dos cartazes.
Outro contraria a devolução de 0,5% do IRS de 2019, por apenas beneficiar “poucos” e ser, por isso, “o Robin dos Bosques ao contrário”.
Há ainda críticas às falhas na recolha do lixo, ao apoio à cultura e às artes e até no desenvolvimento em projectos das escolas do concelho.
“O Carnaval das escolas, a semana verde ou as marchas populares das crianças foram vítimas de uma visão elitista e arrogante que levou, em última análise, à sua não realização”, aponta a CDU de Almada.
Os comunistas, que desde a revolução democrática lideraram a autarquia de Almada, viram, no ano passado, a Câmara cair para as mãos do PS por escassos 413 votos de diferença.
Ainda por cima, a vitória da noite eleitoral foi para uma estreante absoluta das lides camarárias, Inês de Medeiros, que conseguiu um acordo com o PSD para viabilizar a gestão de Almada.
Os quatro mandatos de vereação obtidos pela CDU (tantos quantos os obtidos pelo PS) condenaram-nos, assim, a um inesperado estatuto de oposição.
Nas hostes comunistas a hora chegou para passar ao ataque.

Lamentar “profundamente”

Se a “geringonça” nacional funciona, em Almada o cenário é bem diferente.
Joaquim Judas deixou a cadeira de presidente para um lugar não executivo no governo camarário e assume as críticas diretas à nova autarca.
“O PS fez uma política de terra queimada, lançando suspeição infundadas sobre a gestão anterior e afastando quadros camarários com provas dadas”, diz ao EXPRESSO.
Para ele, o “afastamento de todos os directores municipais” tratou-se de um “saneamento inaceitável”, baseado “na suspeita de que seriam correias de transmissão da CDU”.
“Os dirigentes foram todos sujeitos a concurso”, alega Joaquim Judas.

Cartazes, sessões de esclarecimento e acções de rua. O PCP quer recuperar Almada e já começou a fazer campanha

“Lamentamos profundamente”, diz, desafiando Inês de Medeiros a cumprir a “obrigação de comunicar à vereação os resultados da auditoria instaurada à gestão camarária”.
O executivo socialista abriu um inquérito ao trabalho realizado pelos antecessores.
Joaquim Judas garante que havia “uma auditoria da Inspeção-Geral de Finanças que estava a decorrer no mandato da CDU” que já terá sido apresentada à presidente da Câmara.
“Esperemos que cumpra o seu dever de informação”.
A troca de críticas tem um objectivo político.
A direcção comunista acredita que com a gestão do PS “ houve uma paralisia” do trabalho da autarquia e até “uma redução de dois milhões de euros de receita”.
“Como o fogo de artifício, ainda há luzes no ar, mas a carga toda já explodiu”, conclui.
Mas, o alvo fica mais longe:
“Há a expectativa de recuperar a Câmara de Almada”, assume Joaquim Judas.
“Temos aqui responsabilidades que assumimos há mais de 40 anos, temos um profundo conhecimento da zona e somos quem está nas melhores condições”, diz.
A mobilização começa já. As eleições só ocorrem mesmo em 2021.
Até ao fecho desta edição (EXPRESSO) não foi possível contactar Inês de Medeiros, a autarca socialista de Almada.
rlima@expresso.impresa.pt

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“A pressão imobiliária sobre Lisboa pode aumentar os bairros de lata em Almada”

3 de Janeiro 2019

Em entrevista à Renascença e ao “Público”, Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada, critica a herança que recebeu da CDU: “Permanecer muito tempo no poder dá sempre mau resultado.”

O Governo até tem muitos ministros da Margem Sul, mas não está a perceber a urgência com que é preciso resolver a ligação a Lisboa, diz a presidente da Câmara de Almada em entrevista à Renascença e ao “Público”. Além dos transportes, Inês de Medeiros olha para a habitação e para a erradicação das barracas como um problema em que também é preciso que o Governo se envolva.

Diz que Almada tem problemas endémicos, mas Almada foi governada durante 40 anos pelo mesmo partido. O que a surpreendeu nessa herança?
Houve questões ideológicas que fizeram com que Almada perdesse uma série de oportunidades e de comboios. Uma das questões mais flagrantes tem a ver com a habitação. A CDU sempre considerou que a habitação era um problema central e só acessoriamente era municipal. Havia um descartar de responsabilidades ou porque era do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) ou do Porto de Lisboa ou do Governo central. Havia uma tentação de limitar aquilo que eram as responsabilidades municipais. Vê-se a dificuldade do PCP relativamente ao diploma da descentralização.

Essa tentativa de desresponsabilização sucessiva criou problemas. No caso da habitação, não havia um regulamento de atribuição municipal, não havia um levantamento sólido de quem são aquelas pessoas, não havia nenhum tipo de fiscalização. O PER foi cumprido a 60%. Almada nunca conseguiu acabar com as suas barracas e não sei até que ponto houve um empenhamento real nisso. Neste momento, temos mais do que tínhamos nos anos 90.

Como vai resolver o problema do bairro de lata Segundo Torrão?
Não é só no Segundo Torrão, mas também nas terras da Costa – e a pressão imobiliária sobre Lisboa faz com que corramos o risco de ver aumentados os bairros de lata. Não é um problema que Almada possa resolver sozinha. Vamos ter que a certa altura construir novos programas com a secretaria de Estado da Habitação. Vamos finalizar a estratégia a cinco anos que temos que apresentar ao Governo, vamos possibilitar que privados que tenham habitações em más condições possam eles próprios candidatar-se e temos que arranjar programas de renda acessível como em Lisboa.

Falou do problema da pressão imobiliária de Lisboa. Almada já sente esses efeitos?
Já. O IMT aumentou imenso. Houve um grande movimento de reabilitação e novas transações. Depois, vê-se que, por exemplo, Cacilhas tem muitos novos habitantes. Felizmente estamos mais com alugueres de longa duração e aquisição mas não quer dizer que não venhamos a ter mais Airbnb, mas deve ficar concentrado nas zonas mais junto ao rio. Sente-se também no aumento de preços de venda e arrendamento.

Como acompanha o problema da falta de oferta dos barcos da Transtejo?
Com grande preocupação. Tenho falado com a empresa e com o Governo. Vão ser lançados concursos para a compra de novos barcos mas são processos longos. Nós temos um problema imediato. Não faz sentido continuar a adiar um investimento prioritário. É preciso arranjar uma solução alternativa, seja aluguer de barcos.

A administração central não está a olhar para a Margem Sul?
Tem olhado. Há vários ministros da Margem Sul (risos). Não estão a perceber talvez a urgência até porque a ponte 25 de Abril vai entrar em obras de manutenção.

Continua a faltar a terceira ponte.
A terceira travessia. Não sei se é ponte ou túnel. No imediato, entre a ponte e o túnel é o barco. É preciso que a Transtejo arranje navios. É preciso garantir um aumento significativo das travessias e é preciso pensar algumas travessias. Belém (que faz ligação a Trafaria e Porto Brandão), por exemplo, é o sítio menos prático que existe. Era importante ligação a Cais do Sodré ou Alcântara ou até Algés, que fosse parar a um interface.

A ponte 25 de Abril vai entrar em obras. Foram previstas alternativas?
As obras serão feitas em período nocturno e aos fins-de-semana. No Verão, arrisca-se a ser um bocadinho mais complicado. O período muito longo para as obras deve-se ao facto de os períodos em que se pode trabalhar serem muito reduzidos. Independentemente das obras, a ponte chegou a um limite. Não dá para aumentar. A prioridade é investir nos barcos e encontrar uma resposta rápida que passa por mais navios e por repensar as rotas das ligações fluviais. A estrutura para o túnel do lado de Almada já foi toda feita, como do lado de Algés. Só falta o túnel. Já que a estrutura está feita vamos aproveitar para fazer a ligação por barco.

O presídio da Trafaria foi uma prisão política no tempo do salazarismo. Quer lá fazer um grande Instituto de Artes e Tecnologia. Esse projecto conta com o apoio das restantes forças políticas? Qual a melhor maneira de preservar a memória?

O PCP não pode falar de preservar a memória. Convido-a a ir visitar a Celas. Com o estado de degradação em que está é um bocado irónico ter o PCP preocupado com a memória. As celas têm graffitis, ratos Mickeys. Inscrições de presos, já não há nem uma. Estamos em conversações com a Universidade Nova, sendo que a parte das celas continuará sob domínio da câmara e será reabilitado. Se há uma força política que não pode vir com essa preocupação da história, dado o estado absolutamente deplorável a que deixaram chegar o presídio é o PCP.

No balanço de um ano de mandato, disse que a CDU é “mau patrão” e que encontrou “um clima de medo”. De que forma?

Fiquei muito impressionada, de facto, com as condições de trabalho dos nossos trabalhadores. Falo de coisas tão básicas como o facto de os balneários femininos, no caso dos viveiros, nem sequer terem uma cortina. Noutros locais, há trabalhadores em contentores. É uma situação que me chocou muito. Eu faço parte da geração das crianças de Abril. Tenho um imenso respeito pelo PCP e pelo seu papel. Para mim, nem sequer é muito fácil ter este discurso, mas que é um discurso de verdade, e que eu nem estava à espera de encontrar. Estava à espera de encontrar aquele lado mais conservador, uma coisa muito organizada. Permanecer muito tempo no poder perverte sempre o sistema democrático, as prioridades políticas. Não é tanto a questão do PCP ou da CDU. Felizmente agora há limitação de mandatos. Este permanecer no poder durante tanto tempo dá sempre mau resultado.

Daí o clima de medo de que fala?
Penso que sim. Isto atrai uma grande informalidade e não é só a vereação que se mantém no poder mas os próprios dirigentes e depois relações muito próximas e um domínio com um sistema de apoios públicos que não era condizente com a boa gestão pública.

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Prémio Literário Cidade de Almada

07/11/2018

Júri premeia duas obras desafiantes de vivências nem sempre fáceis

Carla Pais e Ana Pessoa venceram os concursos literários promovidos por Almada. Dois desafios em estilos de escrita diferentes; um sobre as complexas relações entre homens e mulheres, e o outro sobre emoções, dilemas e incertezas da adolescência

Carla Pais em prosa e Ana Pessoa na categoria literatura juvenil viram as suas obras reconhecidas este ano pelo júri que, em Almada, premiou a sua produção literária.

O romance “Um cão deitado à fossa” de Carla Pais, venceu a 30.ª edição do Prémio Literário Cidade de Almada, enquanto o original “Aqui é um bom lugar” de Ana Pessoa foi distinguido na 13.ª edição Prémio Literário Maria Rosa Colaço.

O júri do Prémio Literário Cidade de Almada considerou o romance “Um cão deitado à fossa” foi escrito num registo gráfico e literário “totalmente diferente” que, através de uma “forma de comentário estilisticamente muito cativante mas de grande contundência”, apresenta “uma espécie de libelo acusatório desse universo tipificado por homens egoístas e mulheres submissas”.

No caso do original “Aqui é um bom lugar”, a apreciação do júri do Prémio Literário Maria Rosa Colaço considerou este registo autobiográfico de uma jovem em passagem da escola secundária para a universidade como “verosímil e forte” que envolve “facilmente” o leitor levando-o a “identificar-se não apenas com as vivências partilhadas mas também com a linguagem e o estilo, muito contemporâneos, que distinguem o relato”.

Nas edições deste ano participaram cerca de meia centena de obras originais, tendo a Câmara de Almada atribuído a cada uma das autoras premiadas um prémio monetário no valor de cinco mil euros.

Lançado pela Câmara Municipal de Almada, o Prémio Literário Cidade de Almada é considerado uma referência nacional na área da literatura e na promoção da criação literária em língua portuguesa. Quanto ao Prémio Literário Maria Rosa Colaço, também organizado pela autarquia, pretende homenagear a ilustre escritora e incentivar a criatividade literária de autores portugueses, nos domínios da literatura infantil e juvenil.

Humberto Lameiras

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PS de Almada Comemora 1.º ano de gestão socialista na Câmara Municipal


PS Almada 29 de Outubro 2018
“Está comemoração foi também a comemoração de 40 anos de luta dos socialistas Almadenses pela conquista da sua câmara municipal.
O PS travou aqui em Almada uma enorme luta democrática pelo seu projecto político, pelos seus valores.
Foram centenas de autarcas que ao nível das juntas de freguesia, das diversas assembleias de freguesia e municipais deram o seu melhor, foram muitos anos de militância numa luta sempre desigual contra um poder instalado.
Está comemoração é também uma homenagem sincera a todos os militantes, a todos os autarcas que , ao longo destes 40 anos fizeram este caminho até ao dia de hoje.
Uma palavra de saudade e reconhecimento para todos aqueles que embora já tenham partido permanecem na nossa memória e nos nossos corações.
A vitória do PS em Almada foi especial , épica , mas acima de tudo foi uma vitória de afirmação , uma lufada de ar fresco na política caduca de um poder instalado no nosso concelho durante 40 anos
Com o ps Almada pode , pode e vai mudar.
ALMADA TEM FUTURO E ESSE FUTURO COMEÇOU A SER TRAÇADO A UM ANO ATRÁS #

Foto João Couvaneiro

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Assembleia Municipal de Almada 13/9/2018 (12)

Inês de Medeiros (PS) – Presidente da Câmara Municipal

“Quero deixar isto muito claro a Câmara Municipal de Almada, por parte do seu executivo não vai propor nenhuma aceitação sem uma avaliação total e absoluta das condições em que essas transferências vão ser passadas …. Não há aceitação em bloco…. O que os Senhores vão votar é a recusa em bloco sem conhecerem, mas se esta proposta chumbar não significa a aceitação em bloco sem conhecerem, nem o executivo aceitaria uma condição dessas, nem a Associação Nacional de Municípios. …. Todas as Entidades envolvidas disseram claramente que os Municípios não têm de se pronunciar porque o prazo não foi cumprido”

E o Sol da Caparica começou em cheio, com grande cartaz

17 de Agosto 2018
Inês de Medeiros Presidente da Câmara Municipal de Almada
“Não consigo esconder a emoção de ouvir o Jorge Palma sozinho naquele palco imenso com o seu piano.
PS: Por princípio não respondo a boatos por mais absurdos que sejam mas fui tantas vezes interpelada hoje que aqui vai a declaração oficial: não está, nem nunca esteve previsto, nem isso nunca passou pela cabeça de nenhum de nós, passar o Sol da Caparica para o parque da Paz em Almada. É uma genuína, absoluta e primorosa « fake news »
Eu chego a admirar a imaginação para quem nada mais faz do que espalhar ideias absurdas na net.”

Veja mais em ::::> Inês de Medeiros

Câmara de Almada oferece vales de 500 euros a funcionários

Por Débora Carvalho|10.07.18

Autarquia gasta mais de 17 mil euros na compra de vouchers a agência de viagens.

A Câmara Municipal de Almada vai oferecer vouchers utilizáveis em viagens aos 40 funcionários que atingem este ano os 25 anos de serviço. Durante anos os trabalhadores foram presenteados com relógios de ouro, mas o executivo socialista, liderado pela atriz Inês de Medeiros, optou este ano por dar uma ajuda nas férias, através da oferta de ‘vales’ de 500 euros. Trata-se de um negócio de 17 mil euros, no qual a câmara contou com um ‘desconto’ da operadora (cada voucher saiu a 450 euros). O contrato, feito por ajuste direto e publicado na página dos contratos públicos no dia 4 deste mês, tem um valor global de 17 550 euros, já com IVA incluído. “Os vouchers respeitam à oferta simbólica que é atribuída anualmente pela câmara em forma de homenagem aos trabalhadores que completam 25 anos de serviço à autarquia, por ocasião do Dia da Cidade, 24 de junho”, referiu ao CM fonte oficial da autarquia. O gabinete de Inês de Medeiros justificou ainda a decisão de acabar com a atribuição de um relógio de ouro. “O objetivo é proporcionar uma experiência mais estimulante, de bem-estar e lazer, procurando contribuir assim para a sua valorização pessoal e permanente”, explicou a mesma fonte. Para além da oferta de um voucher, os trabalhadores vão receber uma medalha.

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45 dias depois… Almada sem precários

15 de Fevereiro 2018
Sindicato dos Trabalhadores do Concelho de Almada

CÂMARA DE ALMADA
PRESIDENTE INÊS DE MEDEIROS ACABA COM TRABALHADORES PRECÁRIOS

No seguimento da convocatória (publicação do dia 14/02/2018) da Sra. Vereadora Teodolinda Silveira para reunir com o Sindicato dos Trabalhadores do Concelho de Almada, para apresentar a lista dos precários e sua solução.

O Sindicato comunicado a todos os associados e interessados o resultado da reunião:

Com a publicação da Lei n.º 112/2017 de 29 de dezembro que Estabelece o programa de regularização extraordinária dos vínculos precários a Presidente da Câmara Municipal de Almada Inês de Medeiros de imediato deu ordens aos serviços dos recursos humanos para proceder ao levantamento de todos os trabalhadores em situação precária.

O processo, foi supervisionado pela Sra. Vereadora Teodolinda Silveira responsável pelos recursos humanos da autarquia.

Feito o levantamento pelos serviços do DRH foi elaborada uma lista, dos precários existentes na Câmara Municipal de Almada distribuídos pelas Carreiras Gerais de AO – assistentes operacionais; AT – assistentes técnicos; TS – técnicos Superiores e CPS – contrato de prestação de serviços, distribuídos por diversos sectores da Câmara, alguns deles á quase uma década, num total de 48 trabalhadores.

O sector onde existia mais precários era o da educação/escolas.

A regularização extraordinária dos vínculos precários na Câmara Municipal de Almada demorou 45 dias a ser resolvida.

O Sindicato dos Trabalhadores do Concelhio de Almada por dever de confidencialidade, não pode divulgar mais detalhes sobre a lista apurada, mas reconhece e valoriza a intervenção do atual executivo na resolução da situação laboral dos trabalhadores em situação precária.

Esta atuação do atual executivo enquadra-se na forma como o Sindicato interpreta as relações laborais, “quando existem problemas laborais eles devem ser resolvidos o mais célere possível para o bem da paz social dentro da autarquia de Almada”.

Nota: A Sra. Vereadora Teodolinda Silveira informou que nos SMAS de Almada não foi detetado nenhum trabalhador em situação precária.

Monte de Caparica 15 de fevereiro de 2018
A CE – comissão executiva
SINDICALISMO DE UTILIDADE

FAÇA-SE SÓCIO, solicite a sua ficha de filiação sindical para: ostalmada@sapo.pt

Monte de Caparica 15 de Fevereiro de 2018
DIS – departamento de informação sindical

SINDICALISMO DE UTILIDADE
O SINDICATO DO CONCELHO DE ALMADA

Sede: Rua Alfredo Cunha nº28, 1º andar loja nº20
2825-052 Monte de Caparica

Inês de Medeiros “A limpeza é de facto uma das nossas grandes prioridades”

Assembleia Municipal de Almada
8 de Fevereiro 2018
Charneca de Caparica

Inês de Medeiros Presidente da Câmara Municipal de Almada:

“A limpeza é de facto uma das nossas grandes prioridades, dizemos isso desde o início e temos feito um grande esforço é bom já ver efeitos mas é evidente que estamos a fazer com aquilo que ainda está e com os meios e organização que temos e é nossa intenção não só continuar mas até redobrar de eficácia reorganizando e investindo em material para que Almada passe a ser conhecida pela sua limpeza de Almada e não pelo contrário.”

“Relativamente à preocupação do traçado da estrada 377, quero confirmar que estamos em conversações com a REN por causa do enterramento das linhas .
O famoso traçado que o anterior executivo dizia estar fixado, nunca foi aceite pela REN.
A Câmara tinha vontade num traçado mas a REN não concordava com o mesmo.
Portanto o impasse era esse mesmo, a REN não concordava com o traçado que a então Câmara Municipal queria.
Estamos em conversações para um novo traçado que vai abranger a 377.
Esse traçado, quando houver uma resposta definida, será apresentado em sede de Poder Local Democrático ou seja em reunião de Câmara.
E é nestas instâncias que se avalia a vontade das populações .
Nós não temos a convicção de saber antecipadamente qual é a opinião das populações.”

Plano de Pormenor do Cais do Ginjal agora em exposição

O projecto que vai mudar o cartão de apresentação de Cacilhas vai estar exposto no Fórum Municipal Romeu Correia até ao final deste mês.

06/02/2018
Francisca Parreira Vereadora da CM Almada no Facebook
“Hoje à tarde, na Inauguração da exposição relativa ao Plano de Pormenor do Cais do Ginjal, com a apresentação do arquiteto responsável, Samuel Torres de Carvalho, e a presença da Sra. Presidente da Câmara Inês de Medeiros. Lisboa vai ter a melhor vista sobre o Tejo em Almada.”

Olhar hoje para o Cais do Ginjal a partir do Cais do Sodré não é muito impressionante. Mas no ano passado Almada embarcou no projecto de reabilitação do cais de Cacilhas, uma ideia que tem vindo a ser mastigada desde 2009. A partir desta terça-feira e até ao final de Fevereiro, o Plano de Pormenor para o Cais do Ginjal estará em exposição no átrio do Fórum Municipal Romeu Correia.

É a fachada de Almada para quem a quer admirar a partir de Lisboa. Mas o cartão de apresentação do vizinho do sul anda há muito a precisar que lhe dêem mais atenção. A exposição inclui a maqueta do plano desenhado pelo arquitecto projectista Samuel Torres de Carvalho e realiza-se no âmbito do período de discussão pública, que decorre até 19 de Fevereiro.

O aumento do espaço público, a aproximação ao rio Tejo com segurança, a manutenção da memória histórica do território e a consolidação da arriba são as linhas gerais do plano destinado àquele quilómetro entre o terminal fluvial de Cacilhas e o Jardim do Rio.

Em concreto, a requalificação prevê a criação de uma praia e jardim do Ginjal, de um miradouro ao cimo da Rua Trindade Coelho, a construção de um silo automóvel com 600 lugares para acolher os fãs do futuro Ginjal, a instalação da Escola Internacional das Artes na antiga Fábrica de Óleo de Fígado de Bacalhau e do Centro de Indústrias Criativas do Ginjal, e a relocalização da Casa da Juventude e do Centro Paroquial de Almada. Ainda na manga do projecto estão actividades económicas ligadas ao património e ao turismo, espaços culturais, espaços de restauração e promoção da habitação para os mais jovens.

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Vídeo Câmara Municipal de Almada

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