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Montijo prevê novos investimentos ao abrigo do Portugal 2020

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O presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, aproveitou a presença dos órgãos de comunicação social no Montijo para dar conta do panorama de investimentos em execução e/ou previstos para o concelho.

Numa visita in loco à Estrada da Vara Longa, o autarca explicou a importância desta obra que irá criar melhores condições de acesso ao Bairro da Bela Colónia. A empreitada de pavimentação iniciou-se no mês de outubro, estando prevista a sua conclusão para o primeiro trimestre de 2017. Um investimento de 95 105,68 euros (mais iva).

O presidente deu, ainda, aos jornalistas uma perspetiva geral dos investimentos previstos para o concelho ao abrigo do Portugal 2020, assim que os avisos de candidaturas forem abertos pelas entidades responsáveis.

Assegurando que a Câmara Municipal do Montijo está totalmente empenhada neste processo, desenvolvendo todos os procedimentos necessários para a sua concretização, Nuno Canta indicou alguns dos investimentos previstos para os próximos anos.

O investimento mais emblemático, na ordem dos 2 milhões de euros, será a Casa da Música Jorge Peixinho e o Jardim do Pocinho das Nascentes. Um projeto muito importante para o Montijo, localizado nos terrenos da antiga Quinta São Pedro das Nascentes, e que permitirá coser a malha urbana entre os bairros antigos e os bairros novos da cidade, com um espaço público de qualidade ao serviço do ambiente e da cultura.

Outro investimento estruturante será a requalificação dos edifícios e do espaço público dos bairros sociais da Caneira e do Afonsoeiro. No total, a previsão de investimento é superior a 2 milhões de euros e permitirá a melhoria das condições de habitabilidade e de integração social dos moradores destes dois bairros do Montijo.

Na área da educação, a prioridade das prioridades do Município do Montijo são as obras de requalificação da Escola Luís de Camões e da Escola Joaquim de Almeida, no valor total de 670 mil euros. Foi, ainda, projetado e contemplado nos investimentos na Escola Pública do concelho, a concretização do CRIA – Centro de Recursos para a Infância e Adolescência, que além de combater o abandono e insucesso escolar tem como objetivo principal a promoção da democratização do sucesso educativo dos alunos.

Entre outros projetos, as intenções de candidaturas apresentadas pela câmara ao Portugal 2020 incluem, ainda, o projeto Montijo Ciclável, que consubstancia um investimento de 870 mil euros na construção de uma ciclovia entre o Montijo e o Pinhal Novo; a requalificação das Piscinas Municipais; a continuação da pedonização da Rua Miguel Pais; a conversão de um pavilhão na Montiagri para instalação dos serviços operários municipais; e a requalificação da Ermida de Santo António.

O presidente Nuno Canta garantiu aos jornalistas que, numa primeira fase, esteve empenhado na estabilidade e na consolidação da situação financeira da câmara e que, agora, há condições para iniciar um novo ciclo de importantes investimentos para o concelho, que será suportado pelo Portugal 2020 e pelo município.

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Almada , Seixal e Barreiro esperam investimentos

23 Novembro 2016

Governo abre a porta a investimentos na Baía do Tejo

Almada quer aprovar Cidade da Água em 2017

Almada quer aprovar Cidade da Água em 2017

Os autarcas de Almada, Barreiro e Seixal reuniram, este mês, com o primeiro-ministro António Costa e os ministros do Mar, Infra-estruturas e Ambiente sobre o avanço de projectos que consideram estruturantes nos antigos terrenos da Lisnave, Quimiparque e Siderurgia Nacional. Investimentos como a Cidade da Água, na Margueira, em Almada, o novo terminal de contentores do Barreiro ou a instalação de novas indústrias no Seixal “dependem ainda de questões administrativas, decisões políticas e resolução de passivos ambientais”, escreve o Jornal de Negócios. Carlos Humberto, presidente da Câmara do Barreiro, sublinhou que esta primeira reunião com o primeiro-ministro foi “um bom sinal”.
De acordo com o Jornal de Negócios, de António Costa, os autarcas do distrito de Setúbal obtiveram garantias do empenho do Governo para concretizar os projectos, promovidos agora sob a marca Lisbon South Bay pela Baía do Tejo, empresa do universo Parpública.
O Executivo, adiantou Carlos Humberto, considera o projecto “de interesse nacional”, entende que “deve ser visto como um todo” e reconhece a sua importância “como dinamizador regional”.
Os três autarcas têm reclamado maior celeridade, até por estarem em causa investimentos que, no total, podem ultrapassar os 1,7 mil milhões de euros na região e para os quais já há interessados. As razões para a demora diferem em cada um dos concelhos.

Barreiro quer terminal de contentores
No Barreiro, Carlos Humberto também espera que sejam dados passos no próximo ano relativamente ao novo terminal de contentores. A ministra do Mar tem feito depender o projecto da conclusão dos estudos que viabilizem a infra-estrutura, assim como da existência de investidores interessados. Neste momento, falta que a Administração do Porto de Lisboa (APL) entregue os estudos à Agência Portuguesa do Ambiente para esta se pronuncie.
Além da Maersk, à autarquia e à APL já chegaram outras manifestações de interesse no projecto, que exigirá um investimento da ordem dos 500 milhões, mas “pode arrastar mais”, frisa o autarca. O terminal, que será instalado em terrenos conquistados ao rio, funcionará como investimento âncora para que outras empresas se possam instalar nos 300 hectares de terreno da Baía do Tejo na antiga CUF. “Apenas falta a decisão política suportada no estudo de impacto ambiental”, sublinha Carlos Humberto, para quem “no primeiro semestre de 2017 podia ser tomada a decisão”.

Cidade da Água nasce em Almada
No caso de Almada, o projecto Cidade da Água, nos terrenos da antiga Lisnave, está aprovado desde 2009 e representará um investimento da ordem dos 1,2 mil milhões de euros. Três investidores – um americano, um chinês e um britânico – já fizeram mesmo chegar cartas de intenção à Baía do Tejo. No entanto, problemas administrativos, designadamente quanto à titularidade dos terrenos, que está há três anos por resolver, têm atrasado o processo.
Joaquim Judas, presidente da Câmara de Almada, adiantou ao Jornal de Negócios que já haverá “acordo de princípio para passar para a Baía do Tejo até ao final deste ano”. Depois deste passo, faltará apenas definir o modelo e lançar o concurso, o que acredita que acontecerá em 2017.

Seixal quer descontaminação de terrenos
No Seixal, o grande problema é a descontaminação. Joaquim Santos, presidente da autarquia, diz que são precisos 50 milhões de euros para resolver o passivo ambiental em terra (mais 40 milhões na água). “Já foram executados 13 milhões e em 2017 serão mais seis – faltam 30 milhões”, afirma o autarca, sublinhando que “ainda não se chegou a metade do caminho”.
O presidente da Câmara do Seixal revelou ainda que da parte do Ministério do Ambiente “há disponibilidade para avançar com mais candidaturas a fundos europeus” para resolver o problema, em que a comparticipação nacional é de 15 por cento. O autarca garante que há interessados nacionais, na área da logística e indústria, na zona que já está descontaminada.

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