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Jerónimo critica Câmara de Almada por acabar com almoço do Dia da Mulher

8/3/2019, 16:55

O líder do PCP critica Almada por ter posto fim a uma iniciativa com mais de 30 anos. No mesmo evento, Jerónimo aproveitou para criticar a direita, por alimentar discriminação das mulheres

O secretário-geral do PCP criticou esta sexta-feira o executivo da Câmara de Almada, liderado por Inês de Medeiros (PS), por ter acabado com o almoço comemorativo do Dia da Mulher, uma iniciativa que se realizava há mais de 30 anos.
Este almoço do PCP é, para Jerónimo de Sousa, “uma atitude que contrasta com o PS, que assumiu como uma das primeiras decisões do seu mandato a anulação de uma iniciativa que, desde Abril, a instituição do poder local realizava: o almoço de 8 de março onde se prestava a devida homenagem aos trabalhadores da autarquia e, em particular, às mulheres trabalhadoras”, afirmou Jerónimo de Sousa.

O líder comunista discursava na Academia Almadense, em Almada, no distrito de Setúbal, onde o PCP organizou um almoço comemorativo do Dia Internacional da Mulher tendo referido que o fim da iniciativa organizada pelo município é um “retrocesso”.

“Este é um exemplo indissociável dos retrocessos registados neste mandato no plano autárquico em que temos usado a expressão ‘Com o PS Almada Perde’. Perdem as mulheres no apoio às suas lutas específicas, num concelho de tão profundas tradições democráticas e progressistas. Perdem os trabalhadores nos seus direitos sindicais, no despedimento de 51 trabalhadores da higiene e limpeza. Perde a população do concelho”, defendeu.

O almoço comemorativo do Dia da Mulher era dinamizado pelos executivos da CDU e foi suspenso no início do mandato de Inês de Medeiros (PS). Para Jerónimo de Sousa, o facto de ter sido uma mulher a ter colocado termo ao evento é um exemplo de que “não é por haver mais mulheres neste ou naquele cargo que se altera a política” e que a questão central é “que política se decide seguir”.

No evento, o secretário-geral do PCP saudou todas as mulheres do concelho, mas em especial as trabalhadoras da câmara municipal, pela luta que travaram na “defesa das 35 horas de trabalho e pela recuperação do subsídio de Natal por inteiro ao fim de seis anos de corte”. Ainda assim, afirmou, o PCP vai continuar a apoiar a luta pela “valorização dos salários e carreiras” e por “uma vida melhor”.

“Reafirmamos o nosso empenho em lutar por uma Almada de progresso, que honre as suas tradições democráticas e de luta, em não admitir recuos na qualidade de serviço público”, frisou.

Jerónimo acusa política de direita de alimentar discriminação das mulheres
O secretário-geral do PCP acusou esta sexta-feira os governos de direita de alimentarem mecanismos de discriminação das mulheres, tanto na vida social, profissional ou política, fomentando “falsas políticas de igualdade”.

“A natureza das opções económicas e sociais de sucessivos governos da política de direita e de integração de Portugal na União Europeia têm invertido o rumo de Abril, já que alimentam e reproduzem mecanismos de dupla exploração, desigualdade e de discriminação das mulheres no trabalho, na família, na vida social e política”, defendeu Jerónimo de Sousa.

Contudo, na visão de Jerónimo de Sousa, na atualidade é preciso continuar a lutar, até porque o PS, PSD e CDS têm vindo a fomentar “falsas políticas de igualdade”, ocultando que o sistema capitalista proclamou “a inferioridade das mulheres na lei e na vida”.

Além disso, referiu que os partidos de direita não têm cumprido as promessas em relação à conciliação da vida profissional com a vida familiar das mulheres, à natalidade, à promoção da igualdade salarial, nem ao combate à violência doméstica.

Por este motivo, o secretário-geral do PCP lembrou que, este ano, se assinala o 45.º aniversário da Revolução de Abril e que só através de uma “nova política de esquerda” será possível lutar pelos direitos das mulheres e dar “um novo rumo ao país”.

“A efetivação dos direitos das mulheres só se concretiza com uma nova política enraizada nos valores e conquistas da Revolução de Abril. O PCP é portador de soluções de futuro ancoradas na política patriótica e de esquerda, cujos eixos centrais permitem combater a exploração, as desigualdades e a violência sobre as mulheres. É dela que emerge uma nova política de igualdade assente no cumprimento dos direitos das mulheres numa sociedade mais justa para todos”, defendeu.

No discurso, o líder comunista apelou também à participação na Manifestação Nacional de Mulheres, promovida pelo Movimento Democrático de Mulheres, que se realiza no sábado, pelas 14h30, entre os Restauradores e a Ribeira das Naus, em Lisboa.

A emancipação é obra da própria mulher, mas não se dividam, juntos é que conseguimos essa emancipação”, frisou

No almoço também esteve presente o cabeça de lista às eleições europeias, João Ferreira, que referiu que a igualdade de género é um assunto que “tem transportado para a intervenção no parlamento europeu”.

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Moita – Jerónimo afirma que mulheres não podem descansar nas boas vontades do poder legislativo

Secretário-geral do PCP considera que têm que lutar para alcançarem o “objetivo justo da igualdade”.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou hoje que as mulheres não podem “descansar nas boas vontades do poder legislativo”, referindo que têm que lutar para alcançarem o “objetivo justo da igualdade”. “As mulheres portuguesas não podem descansar nas boas vontades do poder legislativo ou executivo. Têm que participar e lutar muito para conseguir esse grande objetivo, justo, da igualdade no trabalho, na família e na sociedade”, disse Jerónimo de Sousa. O secretário-geral do PCP participou hoje num almoço da célula do PCP na Câmara Municipal da Moita comemorativo do Dia Internacional da Mulher, no Clube Recreativo do Penteado, no concelho da Moita. O Governo vai apresentar “em breve” uma proposta, na concertação social, com vista à igualdade salarial entre homens e mulheres, anunciou hoje o primeiro-ministro, António Costa, no debate quinzenal no parlamento. “Este anúncio precisa de ser explicitado e concretizado. Hoje, a relação laboral e as malfeitorias introduzidas, a própria meça de caducidade dos contratos coletivos, a ser concretizada, afeta homens e mulheres e acentuará essa discriminação que existe em relação às mulheres portuguesas”, defendeu o secretário-geral do PCP. Jerónimo de Sousa referiu que as questões laborais, salariais e a criação de condições para que a mulher possa responder no “seu trabalho, à sua vida e à sua família” são fundamentais, mesmo que “tenham que haver discriminações positivas”. “Falamos muito em igualdade, mas no concreto isso muitas vezes traduz-se em sobrecarga para as mulheres, mesmo que seja em coisas pequenas, como a disponibilidade para a família ou no trabalho, onde ainda são olhadas de forma preconceituosa”, salientou. O secretário-geral do PCP defendeu que a igualdade “está longe de ser uma realidade” e aproveitou ainda a oportunidade para apelar à participação na manifestação do Movimento Democrático da Mulheres (MDM) que vai ocorrer no sábado, em Lisboa.

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Jerónimo de Sousa ataca PS

Jerónimo não fecha a porta a apoio para viabilizar esquerda.

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Jerónimo de Sousa usou ontem a ironia para responder às críticas de Passos Coelho, que acusou os socialistas de quererem formar um “governo extremista” com a CDU e o BE. “É uma ingratidão perante o PS, que sempre alinhou com a política de direita e exploração”, disse o secretário-geral do PCP.

“Não, camaradas, não somos nós que os juntamos [PS, PSD e CDS-PP], são eles que passam a vida juntos e, como se vê, juntos querem continuar”, afirmou Jerónimo de Sousa, no complexo municipal dos desportos de Almada, com cerca de três mil pessoas.

Perante o cenário de que será necessário o apoio comunista para viabilizar um governo de esquerda, o líder da CDU não disse que sim, mas também não fechou totalmente a porta. “Estamos em condições de assumir quaisquer responsabilidades governativas, mas não abdicamos das conceções que temos e do nosso programa para servir o PS”, sustentou Jerónimo de Sousa, já numa arruada pelas ruas de Alcochete.

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Sesimbra – Jerónimo de Sousa lamenta ausência de quatro anos do PS

CDU em campanha Sesimbra.

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O líder da Coligação Democrática Unitária (CDU), Jerónimo de Sousa, lamentou nesta quinta-feira que o PS tenha estado “ausente” do combate à “política de direita” na última legislatura, ao comentar o debate televisivo da véspera frente ao líder socialista.

Durante uma visita à comunidade piscatória de Sesimbra, Jerónimo de Sousa reiterou ainda as diferenças de opções programáticas sobre a Segurança Social com o homólogo do PS, António Costa, e condenou a “imposição draconiana” de quotas de pesca por parte dos responsáveis de Bruxelas.

“Obviamente, não fui para ali terçar armas. Gastei mais tempo na fundamentação das propostas de uma política patriótica e de esquerda que a CDU defende, numa visão construtiva e não nos limitarmos ali à crispação e à conflitualidade verbal”, disse o secretário-geral comunista, depois de ouvir muitos lamentos por parte de pescadores, ocupados nos trabalhos de preparação de redes e anzóis.

Para Jerónimo de Sousa, o “adversário principal nesta campanha é a política de direita”, sem esquecer a divergência profunda sobre o “plafonamento” das contribuições para a Segurança Social, aprovado ainda no tempo do ex-primeiro-ministro socialista José Sócrates, e agora as propostas do PS de “baixa da Taxa Social Única” (TSU) ou as “reformas congeladas”.

“Quando nos dizem que criticamos muito o PS e que não fazemos tanta crítica ao PSD e CDS é caso para perguntar onde andou o PS durante quatro anos, quem combateu a política de direita executada pelo PSD e CDS no Governo? O PS esteve ausente. Deixou-nos sozinhos com os trabalhadores, as populações, muitos trabalhadores socialistas, que lutaram em torno da defesa dos direitos do trabalho, serviços públicos, centros de saúde, tribunais, tanta área”, afirmou.

O líder da coligação que junta PCP e “Os Verdes” defendeu a necessidade de aposta no setor pesqueiro, apesar de “a sua comparticipação para o PIB [Produto Interno Bruto] não ter um peso de grande dimensão”.

“Mas precisamos de desenvolver e apoiar os pescadores e a pesca. Sendo o povo e o país que somos, é inseparável da nossa vida coletiva, da nossa história e do nosso próprio futuro”, apelou.

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Almada – Jerónimo diz que CDU serve para impedir maiorias absolutas

O secretário-geral do PCP afirmou que o voto na CDU, que inclui “Os Verdes”, serve “para impedir as maiorias absolutas que alguns querem para prosseguir e aprofundar a política de exploração, empobrecimento e declínio nacionais”.

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Em Almada, Jerónimo de Sousa assinalou o último dia do prazo para entrega das listas de candidatos a deputados nas legislativas de 4 de outubro salientando que o elenco da Coligação Democrática Unitária (CDU) conta com uma maioria de elementos com menos de 50 anos, oito cabeças de lista do género feminino (36,4%) e 36 independentes (14%).
“O voto na CDU é o voto numa candidatura com provas dadas, assente numa política de verdade, trabalho, honestidade e competência, num projeto de futuro, o voto que contribui para impor uma das maiores derrotas de sempre a PSD/CDS-PP e penalizar, em conjunto, PS, PSD e CDS, os partidos responsáveis pela degradação da situação do povo e do país, para impedir as maiorias absolutas que alguns querem para prosseguir e aprofundar a política de exploração, empobrecimento e declínio nacionais”, declarou.

O líder comunista vincou o apelo à adesão às propostas da CDU “para eleger mais deputados à Assembleia da República que dirão não a todas as malfeitorias contra trabalhadores e povo e que apresentarão e dirão sim às soluções necessárias à melhoria dos direitos e das condições de vida, base da rutura com a política de direita”.

“Quando uns e outros tentam, através de avaliações quantitativas dos seus falsos programas, credibilizar uma política que falhou rotundamente e arruinou o país”, insistiu, referindo-se a socialistas, sociais-democratas e democratas-cristãos, a CDU corresponde “ao compromisso de uma força política que faz o que diz e diz o que faz”.

Jerónimo de Sousa elencou diversos aspetos de regressão na vida dos portugueses nos últimos anos de governações da direita e do PS e anteviu um “pacote de aprofundamento” da mesma política, “após as eleições legislativas, caso tenham votos para isso”.

“Quando tudo isto é a verdade da realidade do país, que se opõe à encenação dos partidos responsáveis pela atual situação, a CDU assume a necessidade da rutura com o rumo de declínio nacional e aponta a solução: uma política alternativa, patriótica e de esquerda, vinculada aos valores de Abril, dando expressão e força ao projeto consagrado na Constituição da República”, prometeu.
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Jerónimo de Sousa encoraja à luta por Salário Mínimo de 515 euros

Governo vai discutir o aumento do Salário Mínimo Nacional para 500 euros.
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O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, defendeu este sábado a necessidade de se lutar pelo aumento imediato do Salário Mínimo Nacional (SMN) para os 515 euros, com a perspetiva de se chegar aos 600 euros a médio prazo.

“É preciso lutar pelo aumento imediato do SMN para os 515 euros, com a perpectiva de alcançar os 600 euros”, disse o líder comunista na quinta da Atalaia, no Seixal.

Jerónimo de Sousa deslocou-se ao recinto da Festa do Avante! para saudar os cerca de mil militantes que ali estão a trabalhar, de forma voluntária, para montar as estruturas necessárias à realização da festa, no próximo fim de semana.

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