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Joana Mortágua contesta declarações de Inês de Medeiros

16 de Março 2018

A vereadora do Bloco exige uma tomada de posição sobre serviço público de transporte fluvial, contestando as declarações da Presidente da Câmara de Almada sobre a abertura do Tejo aos privados.

Em comunicado enviado à imprensa, Joana Mortágua, vereadora do Bloco de Esquerda na Câmara Municipal de Almada, diz considerar preocupantes as recentes declarações da Presidente da Câmara, Inês de Medeiros, que declarou que a Câmara Municipal tem recebido propostas de operadores privados para atividades no Tejo, tanto turísticas como de transporte de passageiros, acrescentando que não vê “razão para que isso não possa acontecer”.

“A presidente tem de esclarecer o que quer dizer com abrir o Tejo aos privados. Se está a falar de desporto, turismo e comércio, isso já existe. Se está a falar de privatizar o único transporte público de passageiros acessível às populações de Almada, poderá contar com a oposição do Bloco de Esquerda.”, afirma Mortágua, considerando que “o transporte flucial é essencial para meio milhão de pessoas que vivem na margem sul”.

A vereadora e deputada afirma que “com o desinvestimento dos últimos anos, têm sido frequentes as falhas e a degradação no serviço”, dizendo ainda que é “público que a maior parte dos navios está parada na Doca 13 da Lisnave, com avarias e sem certificado de navegabilidade”. Contudo, afirma, “o transporte fluvial também é o único transporte coletivo acessível aos concelhos ribeirinhos do Tejo que ainda não foi concessionado ou privatizado”.

Estas são as razões pelas quais, segundo a vereadora, “ é tão importante exigir um serviço público de transporte fluvial de qualidade”. Assim, a “solução não é abrir o transporte de passageiros a mais uma concessão, mais uma privatização. Degradar para privatizar é um velho truque que não serve as populações. A solução é mais investimento público na Transtejo/Soflusa”.

Na próxima reunião de Câmara, Joana Mortágua irá questionar a Presidente de Almada sobre as suas declarações e exigir uma tomada de posição sobre serviço público de transporte fluvial.

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As novas caras da Câmara de Almada

28 de Outubro 2017

Eleitos para a Câmara Municipal

1. Inês de Medeiros PS
2 Joaquim Judas CDU
3. Francisca Parreira PS
4. Jose Gonçalves CDU
5. Nuno Matias PSD
6. Joao Couvaneiro PS
7. Amelia Pardal CDU
8. Joana Mortagua BE
9. Teodolinda Silveira PS
10. António Matos CDU
11. Miguel Salvado PSD

Autarquicas 2013 – Debate em Almada – vídeos

Debate organizado pelo Setúbal na Rede e Jornal da Região

Almada – 18 de setembro, 21 horas, Teatro Municipal Joaquim Benite
CDU – Joaquim Judas
PS – Joaquim Barbosa
PSD – António Neves
BE – Joana Mortágua
CDS – Fernando Sousa da Pena
PCTP/MRPP – Domingos Bulhão
PAN – Sofia Silva

Vídeo 1

Vídeo 2

Vídeo 3

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Autarquicas 2013 – Debate em Almada – Fotos

Almada – 18 de setembro, 21 horas, Teatro Municipal Joaquim Benite
Debate promovido pelo Setúbal na Rede e Diário da Região
com a presença de :

CDU – Joaquim Judas
PS – Joaquim Barbosa
PSD – António Neves
BE – Joana Mortágua
CDS – Fernando Sousa da Pena
PCTP/MRPP – Domingos Bulhão
PAN – Sofia Silva

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Candidatos à câmara de Almada defendem extinção da Ecalma

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Os candidatos do BE, PCTP/MRPP e PSD à Câmara Municipal de Almada defendem a extinção da Empresa Municipal de Estacionamento e Circulação de Almada. “A Ecalma tem uma política de caça à multa e não desempenha devidamente a sua função, no entanto, é preciso assegurar previamente os postos de trabalho dos funcionários antes de extinguir a empresa”, afirma Joana Mortágua, candidata do BE. Domingos Bulhão, candidato do PCTP/MRPP considera necessário “extinguir algumas empresas municipais para desenvolver o concelho, nomeadamente a Ecalma, que não contribui para o progresso da cidade”. O candidato do PSD, António Neves, aponta os problemas de estacionamento, o Metro Sul do Tejo e a construção do Almada Fórum como “os responsáveis pela fraca atividade comercial no centro da cidade” e considera a possibilidade de “extinguir a companhia que gere os transportes”.

Também Fernando Sousa da Pena critica a construção do Almada Fórum, considerando que “destruiu o comércio local”. Relativamente à situação financeira, o candidato da CDU, Joaquim Judas, afirma que a Câmara Municipal de Almada “paga as suas dívidas a tempo e horas, pelo que apresenta contas certas”. Joaquim Judas admite que “as receitas previsíveis sofreram uma significativa redução”, no entanto, realça o facto de a autarquia beneficiar de uma “almofada financeira” que lhe dá algum “conforto”. “As boas contas são amigas das famílias, pelo que a prioridade do PS é reduzir a carga fiscal, uma vez que situação financeira da autarquia tem folga suficiente para isso”, adianta Joaquim Barbosa, candidato do PS. Por sua vez, António Neves, demonstra “preocupações de carácter social, pois Almada é um concelho pobre que enfrenta uma situação complicada nesse campo”.

Joana Mortágua concorda que Almada “é um concelho pobre, mas com boas finanças”. “Essa saúde financeira advém da expansão imobiliária que decorreu ao longo de décadas e da gestão muito própria do município”, prossegue a candidata do BE, que realça também a necessidade de baixar o IMI, “pois os dias difíceis já chegaram e é tempo de investir e utilizar os recursos para diminuir a austeridade”. Por sua vez, Sofia Silva, candidata do PAN, considera possível “aproveitar os espaços devolutos da câmara municipal para criar empresas e escritórios”. Fernando Sousa da Pena, candidato do CDS, relembra que o concelho tem “taxas muito elevadas” e, nesse sentido, “quem paga a sua saúde financeira é a população e as empresas”. “Não adianta ter contas muito certinhas e um concelho pouco desenvolvido, pelo que é preferível ter dívidas controladas e um concelho mais desenvolvido”, acrescenta Domingos Bulhão.

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