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Misericórdia de Almada contesta medidas assistencialistas do governo

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O número de famílias que, diariamente, depende das cantinas sociais para se alimentar está a aumentar, o que implica mais protocolos firmados entre as instituições de solidariedade com a Segurança Social e mais custos para este organismo do Estado.

Um sistema que começa a ser visto como uma espiral de assistencialismo que não conduz quem está em grave carência financeira à reinserção no mercado de trabalho, nem na sociedade. Isto “roça o assistencialismo, e o resultado é as pessoas deixarem de acreditar nestas medidas”, comenta o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Almada (SCMA).

Joaquim Barbosa afirma ao Cidade Informação Regional que a SCMA teve de “aumentar o número de protocolos com a Segurança Social”, para dar resposta às mais famílias que procuram a sua cantina social. “A emergência social começou no ano passado”, diz. Neste momento, “servimos 165 refeições diariamente”.

Para o provedor esta medida alimentar pode ter boas intenções, mas tem muitas dúvidas que a mesma funcione, quer para ajudar as pessoas, quer para as próprias contas do Estado. “É importante que as famílias muito carenciadas tenham alimentação garantida, mas também têm de ser criados programas de integração social”.

Através do protocolo com a Segurança Social, a SCMA “recebe 2,5 euros por refeição”. Tendo como referência que o agregado das famílias que procuram a cantina social é de quatro pessoas, e cada pessoa consome duas refeições por dia, o Estado tem uma conta de 600 euros por mês com cada família.

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Tomada de posse da Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Almada

Teatro Municipal
18 de Outubro 2013

António José Seguro foi a Almada em ação de apoio ao candidato socialista, Joaquim Barbosa

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Para o líder do PS, a solução para o equilíbrio das contas públicas passa pela adoção de “um programa credível que concilie rigor orçamental e políticas amigas do crescimento económico”

O secretário-geral do PS afirmou hoje que o primeiro-ministro tem de parar de “enganar” os portugueses e desafiou-o a não se refugiar entre o carro e os palcos em campana, ouvindo antes os portugueses.

No final de uma arruada na Praça do Movimento das Forças Armadas, em Almada, durante uma ação de apoio ao candidato socialista, Joaquim Barbosa, António José Seguro foi confrontado com o teor do discurso feito na véspera, em Alcobaça, pelo presidente do PSD, segundo o qual a economia portuguesa já começa a dar a volta à situação de crise.

“Acho que o primeiro-ministro tem de parar de enganar os portugueses, porque só um primeiro-ministro que desconhece o país e o sofrimento por que passam os portugueses é que pode dizer uma coisa dessas”, respondeu imediatamente o líder socialista.

Seguro fez depois um repto a Pedro Passos Coelho em relação à forma como tem atuado ao longo desta campanha para as eleições autárquicas.

“Ele que não se refugie no carro e a entrar diretamente para os palcos, e depois dos palcos diretamente para os carros. Ouça os portugueses, como eu faço, para perceber que há muita gente a sofrer, muita gente a passar dificuldades e muita gente a viver abaixo do limiar mínimo da dignidade”, afirmou o secretário-geral do PS.

Nas respostas que deu aos jornalistas, o líder socialista voltou a insistir na necessidade de haver uma mutualização de parte da dívida de Portugal e criticou a atuação dual do Fundo Monetário Internacional (FMI), depois de esta instituição ter de novo defendido a necessidade de uma maior flexibilização das metas do défice no país.

“Trata-se de palavras. Quando eu proponho isso, a ‘troika’ (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia), tal como o Governo, responde que não convém aliviar [as metas do défice]“, justificou.

Para o líder do PS, a solução para o equilíbrio das contas públicas passa pela adoção de “um programa credível que concilie rigor orçamental e políticas amigas do crescimento económico”.

Neste contexto, António José Seguro retomou a conclusão de um recente estudo do FMI, que defende uma solução de mutualização da dívida superior a 60 por cento entre os Estados-membros da União Europeia.

“Cá está mais uma proposta que faço há mais de ano e meio. Atendendo ao nosso perfil da dívida, é necessário que haja essa mutualização. Não é para os outros pagarem a nossa dívida, mas para permitir que se verifiquem taxas de juro mais baixas – o que significa que o país pagará menos pelo serviço da dívida e o défice reduz-se”, sustentou o secretário-geral do PS.

Ainda de acordo com o líder socialista, a mutualização da dívida europeia permitirá a Portugal enfrentar os mercados de um modo “mais robusto”.

“Isso seria uma boa notícia para a Europa e para Portugal”, acrescentou.

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Autarquicas 2013 – Debate em Almada – vídeos

Debate organizado pelo Setúbal na Rede e Jornal da Região

Almada – 18 de setembro, 21 horas, Teatro Municipal Joaquim Benite
CDU – Joaquim Judas
PS – Joaquim Barbosa
PSD – António Neves
BE – Joana Mortágua
CDS – Fernando Sousa da Pena
PCTP/MRPP – Domingos Bulhão
PAN – Sofia Silva

Vídeo 1

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Autarquicas 2013 – Debate em Almada – Fotos

Almada – 18 de setembro, 21 horas, Teatro Municipal Joaquim Benite
Debate promovido pelo Setúbal na Rede e Diário da Região
com a presença de :

CDU – Joaquim Judas
PS – Joaquim Barbosa
PSD – António Neves
BE – Joana Mortágua
CDS – Fernando Sousa da Pena
PCTP/MRPP – Domingos Bulhão
PAN – Sofia Silva

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Candidatos à câmara de Almada defendem extinção da Ecalma

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Os candidatos do BE, PCTP/MRPP e PSD à Câmara Municipal de Almada defendem a extinção da Empresa Municipal de Estacionamento e Circulação de Almada. “A Ecalma tem uma política de caça à multa e não desempenha devidamente a sua função, no entanto, é preciso assegurar previamente os postos de trabalho dos funcionários antes de extinguir a empresa”, afirma Joana Mortágua, candidata do BE. Domingos Bulhão, candidato do PCTP/MRPP considera necessário “extinguir algumas empresas municipais para desenvolver o concelho, nomeadamente a Ecalma, que não contribui para o progresso da cidade”. O candidato do PSD, António Neves, aponta os problemas de estacionamento, o Metro Sul do Tejo e a construção do Almada Fórum como “os responsáveis pela fraca atividade comercial no centro da cidade” e considera a possibilidade de “extinguir a companhia que gere os transportes”.

Também Fernando Sousa da Pena critica a construção do Almada Fórum, considerando que “destruiu o comércio local”. Relativamente à situação financeira, o candidato da CDU, Joaquim Judas, afirma que a Câmara Municipal de Almada “paga as suas dívidas a tempo e horas, pelo que apresenta contas certas”. Joaquim Judas admite que “as receitas previsíveis sofreram uma significativa redução”, no entanto, realça o facto de a autarquia beneficiar de uma “almofada financeira” que lhe dá algum “conforto”. “As boas contas são amigas das famílias, pelo que a prioridade do PS é reduzir a carga fiscal, uma vez que situação financeira da autarquia tem folga suficiente para isso”, adianta Joaquim Barbosa, candidato do PS. Por sua vez, António Neves, demonstra “preocupações de carácter social, pois Almada é um concelho pobre que enfrenta uma situação complicada nesse campo”.

Joana Mortágua concorda que Almada “é um concelho pobre, mas com boas finanças”. “Essa saúde financeira advém da expansão imobiliária que decorreu ao longo de décadas e da gestão muito própria do município”, prossegue a candidata do BE, que realça também a necessidade de baixar o IMI, “pois os dias difíceis já chegaram e é tempo de investir e utilizar os recursos para diminuir a austeridade”. Por sua vez, Sofia Silva, candidata do PAN, considera possível “aproveitar os espaços devolutos da câmara municipal para criar empresas e escritórios”. Fernando Sousa da Pena, candidato do CDS, relembra que o concelho tem “taxas muito elevadas” e, nesse sentido, “quem paga a sua saúde financeira é a população e as empresas”. “Não adianta ter contas muito certinhas e um concelho pouco desenvolvido, pelo que é preferível ter dívidas controladas e um concelho mais desenvolvido”, acrescenta Domingos Bulhão.

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