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O dia em que um jovem autarca comunista resolveu aliciar o grande capital

4de Outubro 2018

Nuno Botelho


Quer ver no seu território gruas a construir hotéis, marinas, habitação de luxo e, mais ao largo, empresas de serviços e algumas da área industrial. Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal, promete ainda casas 40% mais baratas que em Lisboa.

Ou o mundo já não é o que era, ou é o que é e chama-se ‘vamos fazer negócio’ – neste caso, negócio imobiliário – independentemente do que a ideologia ditar, pois pode fica lá fora à porta, o tempo que for preciso.

Foi isso mesmo que aconteceu ontem, faltavam poucos minutos para as 13h00, no auditório do PT Meeting Center da FIL, em Lisboa, quando o jovem autarca comunista do Seixal, Joaquim Santos, 41 anos – natural de Beja, mas a residir em Fernão Ferro -, apelou descomplexadamente ao capital, entre perto de duas centenas de investidores, promotores e mediadores imobiliários, que representavam milhares de milhões de euros.

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Seixal reclama soluções para problemas ambientais do concelho

JoaquimSantos_Seixal
A Câmara Municipal do Seixal exigiu hoje a resolução urgente dos problemas ambientais do concelho, que passam pela contaminação dos solos por hidrocarbonetos e por problemas de controlo da qualidade do ar.
A autarquia informou que o presidente da Câmara, Joaquim Santos (PCP), reuniu com o secretário de estado do Ambiente, Paulo Lemos, para expor os problemas e procurar soluções.
“O objetivo foi analisar os problemas de controlo da qualidade do ar em Paio Pires e no concelho e a contaminação dos solos por hidrocarbonetos, passivo ambiental que se arrasta há mais de uma década”, segundo um comunicado da Câmara Municipal.
Segundo o documento, o secretário de Estado do Ambiente terá assegurado que irão ser diligenciadas medidas para a “urgente reparação” da única estação de medição da qualidade do ar localizada em Paio Pires.
Em relação ao problema que afeta as populações da zona envolvente à Siderurgia Nacional, a Câmara Municipal do Seixal propôs a criação urgente de um grupo de trabalho constituído por técnicos da autarquia, Agência Portuguesa de Ambiente, Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo e Ministério da Economia, para avaliar os impactos da poluição das indústrias situadas no local.
Um dos passivos que mais preocupa a autarquia é a contaminação de solos proveniente da deposição de materiais tóxicos e hidrocarbonetos, que se encontram nos antigos areeiros em Vale de Milhaços e em Sta. Marta do Pinhal, os terrenos da SPEL e o poço do Talaminho.
“Foram avaliadas as oportunidades de cofinanciamento ao abrigo do próximo quadro comunitário, assim como possíveis modelos para a intervenção em parceria entre os setores público e privado, na recuperação destas zonas”, acrescenta o comunicado.
Ficou agendada uma reunião no Seixal, com deslocação aos locais contaminados de uma equipa da Agência Portuguesa de Ambiente, para o dia 21 de outubro.

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