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Barreiro – Lisbon South Bay Promove Portugal Connection Event

Os concelhos de Almada Barreiro e Seixal estiveram em destaque, assim como os ativos da Baía do Tejo nestes territórios. Foram dados a conhecer de forma diferenciada, em função dos targets de cada um dos eventos desenvolvidos nesta iniciativa, os Parques Empresariais do Barreiro e do Seixal e o projeto Cidade da Água em Almada.

Organizado pela Câmara de Comércio Portugal Holanda e com o envolvimento direto do corpo diplomático português, decorreu em Amsterdão o Portugal Conection Event com o objetivo de dar a conhecer os territórios Lisbon South Bay e as oportunidades de investimento que os mesmos oferecem.
Os concelhos de Almada Barreiro e Seixal estiveram em destaque, assim como os ativos da Baía do Tejo nestes territórios. Foram dados a conhecer de forma diferenciada, em função dos targets de cada um dos eventos desenvolvidos nesta iniciativa, os Parques Empresariais do Barreiro e do Seixal e o projeto Cidade da Água em Almada.
As apresentações mais formais e com conteúdos a atender às especificidades técnicas dos ativos promovidos e das tipologias de investimento que os mesmos estão aptos para acolher decorreram no evento Investors Afternnon Amsterdam. Este momento destinou-se a empresas Holandesas com interesse em Portugal e juntou também quadros de empresas portuguesas sediadas na Holanda.
Este último target foi considerado relevante nesta iniciativa. Os quadros portugueses e os representantes das instituições nacionais representadas no evento passaram a conhecer os ativos e os territórios que preenchem a margem esquerda do Tejo frente a Lisboa. Estão agora munidos de informação que lhes permite serem embaixadores destes territórios e das suas mais-valias junto das suas organizações e de todas as outras entidades com as quais mantêm relações
Para além da participação de todo o Conselho de Administração da Baía do Tejo, marcaram presença a Embaixadora Portuguesa em Amsterdão, Rosa Batoréu, que esteve na sessão de abertura do evento, e o representante da AICEP em Haia, Miguel Porfírio.

A iniciativa contou ainda com um momento mais informal, mas que despertou muito interesse junto do setor empresarial desta cidade holandesa e da comunidade académica deste país, o Portuguese Connection Amsterdam.
Tratou-se de uma sessão de Informal Networking com mais de 50 representantes de entidades diversas que, assim, conheceram melhor a realidade portuguesa neste momento e puderam estreitar relações entre si.
Muito apreciados por todos foram ainda as sessões de Experience Design, cujos conteúdos pretenderam dar a todos ferramentas de “Como melhorar a experiência do cliente” e de Visual Thinking, técnicas que, aplicadas à comunicação empresarial, permitem passar melhor as ideias e facilitar o relacionamento profissional entre entidades.
Esta ação de promoção agora realizada em Amsterdão decorreu na sequência de uma visita aos ativos da Baía do Tejo nos territórios Lisbon South Bay pelos responsáveis da Câmara de Comércio Portugal Holanda, altura em que as afinidades e a manifestação de interesse crescente que o mercado holandês em Portugal foi identificado.

Os ativos Lisbon South Bay, enquanto territórios de excelência e de elevado potencial, junto de uma das mais efervescentes capitais da Europa: Lisboa, realizaram na Holanda mais uma iniciativa premium com o objetivo de sinalizar os territórios e de lhes dar um maior nível de reconhecimento e notoriedade.

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Barreiro – Seixal – Almada Lisbon South Bay marca presença na Expo Real

25 de Outubro 2017

NO ANO EM QUE O SALÃO DE MUNIQUE BATE TODOS OS RECORDS

O projeto Lisbon South Bay, que a Baía do Tejo desenvolve em conjunto com os municípios de Almada, Barreiro e Seixal, marcou presença na Expo Real, em Munique.

O projeto LIsbon South Bay esteve em destaque num dos fóruns de debate sob o tema INVEST IN THE FAST GROWTH EUROPE – IBERIA! (Portugal and Spain).

O projeto Lisbon South Bay, que a Baía do Tejo desenvolve em conjunto com os municípios de Almada, Barreiro e Seixal, marcou presença na Expo Real, em Munique.

A edição deste ano da Expo Real, que se confirma como uma das mais importantes feiras internacionais de imobiliário e onde são promovidos os mais interessantes projetos do sector, bateu todos os recordes ao atingir os números impressionantes de :
. 2003 expositores
. + de 41.500 visitantes de todo o mundo

“Os números recorde da EXPO REAL 2017 reafirmaram a posição do certame como a maior reunião do setor na Europa: 2.003 expositores significam um aumento de 13 por cento em relação ao ano passado. E mais de 41.500 participantes é um aumento de cerca de 6,1 por cento ” referiu fonte oficial da feira.

A ExpoReal reune países, cidades, promotores e investidores de todas as geografias e onde se dá nota do estado da arte e dos projetos em destaque neste setor a nível global. São também aqui analisados os mercados em destaque e as tendências de investimento.

Este ano estiveram em foco temas que refletem “O Boom imobiliário em curso” e “A transformação do imobiliário com a crescente digitalização do setor”. Tendências que os players têm necessariamente de acompanhar para cumprirem os requisitos de gestão e de promoção que são cada vez mais os standards impostos pelo setor.

Ativos Baía do Tejo destacam-se na conferência ibérica da feira alemã

O projeto LIsbon South Bay esteve em destaque num dos fóruns de debate sob o tema INVEST IN THE FAST GROWTH EUROPE – IBERIA! (Portugal and Spain). Onde se deu conta da península Ibérica como uma das zonas de maior crescimento na europa e onde os projetos dos territórios Lisbon South Bay sobressaem como de grande potencial de investimento. A SAREB e a JLL de Espanha acompanharam a Square Asset Management e o projeto LSB, pelo lado nacional, num debate que foi moderado pelo António Gil Machado da Iberian Property.

Os ativos Lisbon South Bay, enquanto territórios de excelência e de elevado potencial, junto de uma das mais efervescentes capitais da Europa: Lisboa, não poderiam deixar de estar presentes. Trata-se de uma oportunidade premium de sinalizar os territórios e de lhes dar um maior nível de reconhecimento e notoriedade, permitindo-lhes competir com outros projetos e territórios a nível global pela atração de investimento.

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O Cais do Ginjal do futuro vai ter casas, lojas, jardins e restaurantes

O Cais do Ginjal do futuro vai ter casas, lojas, jardins e restaurantes

Banhado pelo rio, na margem esquerda do Tejo, o Cais do Ginjal tem, provavelmente, a melhor vista sobre Lisboa e tornou-se um ponto de paragem obrigatória para os turistas que chegam a Cacilhas e que ignoram os avisos de perigo repetidos ao longo de um quilómetro. Mas a degradação do Ginjal está com os dias contados. Os velhos edifícios que se estendem entre o terminal fluvial e o Jardim do Rio vão dar lugar a casas, lojas, restaurantes, espaços culturais e jardins.

A proposta de Plano de Pormenor para o Cais do Ginjal vai entrar, em breve, num período de 120 dias de discussão pública e a obra avançará “assim que aprovado e publicado o Plano e concluídos os projetos de infraestruturas”, respondeu fonte oficial da Câmara Municipal de Almada ao Observador, acrescentando que não há prazo para a sua conclusão.

A ideia é aproveitar o “clima económico favorável ao investimento e que se traduz em Almada numa procura crescente por parte de investidores interessados nesta área” para reabilitar o cais ribeirinho, com cerca de 80 mil metros quadrados, e criar habitação, hotelaria, comércio, serviços, estacionamento, miradouros, apartamentos turísticos e espaços públicos, como mercados das artes e diversos equipamentos de apoio.

Nas palavras do Presidente da Câmara de Almada, Joaquim Judas, este projeto permitirá aumentar o espaço público e a segurança, manter a memória histórica daquele local e consolidar a arriba, “ao mesmo tempo que valoriza o território e o bem-estar de quem cá vive e trabalha, através da criação de mais postos de trabalho, conseguindo-se também uma maior atratividade para o concelho e para a região”.

Quanto aos dois únicos restaurantes que existem no Cais do Ginjal — o Atira-te ao Rio e o Ponto Final — não terão de fechar portas quando as obras começarem porque “na área dos dois restaurantes a intervenção a realizar, após publicação do Plano e concluídos os projetos de infraestruturas, será essencialmente nas traseiras para permitir um acesso ao Jardim do Rio e na frente para a consolidação do cais existente”, garantiu a mesma fonte da autarquia ao Observador.

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Barreiro – Embaixador da Dinamarca visita ativos Baía do Tejo numa iniciativa conjunta de promoção Lisbon South Bay

A iniciativa consistiu numa visita e apresentação dos ativos da Baía do Tejo localizados nos territórios Lisbon South Bay ao Embaixador da Dinamarca em Portugal, Michael Suhr.

Não é a primeira vez que o embaixador se desloca aos territórios Lisbon South Bay, nomeadamente ao Barreiro, uma vez que empresas dinamarquesas têm manifestado interesse no processo do futuro terminal de contentores de Lisboa que mantém perspetiva de se vir a desenvolver no Barreiro.
Para além deste equipamento, cujo estudo de impacto ambiental se encontra em consulta pública, a visita pretendeu transmitir informação promocional sobre um conjunto alargado de ativos disponíveis nos Concelhos de Almada, Barreiro e Seixal.
Deu-se igualmente nota das capacidades e potencial de atração de investimento e da capacidade de acolhimento de empresas de diferentes áreas e setores de investimento.
A comitiva dinamarquesa foi acompanhada por representantes dos três municípios que constituem o projeto Lisbon South Bay, Almada, Barreiro e Seixal, nomeadamente pelo edil barreirense, Carlos Humberto, e pela administração da Baía do Tejo.
O programa constou de uma visita aos territórios e aos ativos que constituem o Projeto Arco Ribeirinho Sul / Lisbon South Bay (denominação para investidores e ações de captação de investimento no exterior) e incluiu visita o espaço designado para o projeto Water City, em Cacilhas, Almada, e aos Parques Empresariais da Baía do Tejo no Barreiro e no Seixal, onde, em conjunto laboram mais de 200 empresas.
Para além das abordagens aos ativos Baía do Tejo, houve também oportunidade para dar a conhecer o contexto específico e potencial de cada um dos concelhos envolvidos neste projeto de promoção comum que se desenvolveu entre a Baía do Tejo e os municípios de Almada, Barreiro e Seixal.

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Lisbon South Bay em destaque no MIPIM

Baía do Tejo e os municípios de Almada, Barreiro e Seixal, representados ao mais alto nível, promovem os ativos e os territórios Lisbon South Bay no MIPIM, em Cannes, no certame que decorre até 17 de Março.

Baía do Tejo e os municípios de Almada, Barreiro e Seixal, representados ao mais alto nível, promovem os ativos e os territórios Lisbon South Bay no MIPIM, em Cannes, no certame que decorre até 17 de Março.

O MIPIM é uma das mais importantes feiras do setor imobiliário e de atração de investimento a nível mundial e na sua edição de 2017 coloca em destaque Lisboa enquanto cidade-região, bem como todos os ativos do projeto Lisbon South Bay.

Pela primeira vez, a região de Lisboa preenche uma das conferências do programa oficial do MIPIM, facto que confirma a capital portuguesa como uma das cidades-região mais efervescentes do momento e capaz de confirmar todo o potencial turístico, imobiliário e capacidade de atrair investimentos, projetos e eventos de referência a nível global.

A conferência realiza-se no próximo dia 16 de março, às 11h, com o tema: Is Lisbon the next tech city investment hot-spot ? Os organizadores do MIPIM reconhecem no lançamento desta conferência que “a Grande Lisboa se está a reinventar a afirmar-se como um “hub” atlântico que concentra novas e relevantes oportunidades de investimento”. Neste debate vão participar consultores imobiliários e gestores de investimento de referência da B.Prime, da Square Asset Management e da Merlin Properties, bem como o Dr. Fernando Medina, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e o Arq. Sérgio Saraiva, administrador da Baía do Tejo e representante do projeto Lisbon South Bay.

Consagrando a parceria com a Invest Lisboa, no sentido de se trabalhar definitivamente no conceito de Lisboa como “cidade das duas margens”, esta será a comitiva portuguesa mais robusta de sempre no MIPIM.

A marca Lisbon South Bay vem responder aos desafios impostos pela promoção externa num contexto de disputa de investimento à escala global, onde individualmente os territórios de Almada, Barreiro e Seixal teriam dificuldade em afirmar-se e em gerar interesse dos investidores internacionais.

Acompanham a comitiva Lisbon South Bay ao MIPIM os produtos de excelência da Casa Ermelinda Freitas e da STEC/Raporal, que vão permitir aos visitantes do stand provar vinhos e enchidos da nossa região.

Zoomonline

Pesca de milhões na margem do Tejo

Terrenos da Lisnave, Quimigal e Siderurgia Nacional estão a ser vendidos no estrangeiro. Mas reabilitar não será fácil.

lisnave

Após a presença no MIPIM, certame de imobiliário em Cannes (França) aonde foram os presidentes das câmaras de Almada, Barreiro e Seixal , em que o Lisbon South Bay atraiu investidores do Reino Unido, Marrocos e Hong Kong, seguem-se agora apresentações no Brasil.

Lisbon South Bay: A “porta atlântica” que quer conquistar o Brasil

Projeto de dinamização económica da cidade de Lisboa e da Margem Sul ruma ao Brasil
Este mês, a empresa Baía do Tejo ruma ao Brasil para apresentar um dos mais inovadores projetos empresariais portugueses e que visa dinamizar a zona económica de Lisboa e da Margem Sul.
O Lisbon South Bay foca-se na requalificação de três zonas situadas nas margens do rio Tejo: Lisboa, Barreiro, Seixal e Almada. Lembrando que estas foram zonas que sempre contribuíram para a dinamização económica da cidade e do país, o projeto, da autoria da empresa Baía do Tejo, quer atrair mais investimento estrangeiro.

O projeto inclui também espaço para habitação, tornando a zona mais atrativa não só para os de fora, mas para os que já moram nestas zonas. Criar mais emprego é outra das finalidades do projeto que se quer tornar numa referência a nível nacional.

Para que isso aconteça, vai começar a ser apresentado lá fora. Depois de Cannes, o Brasil é o próximo território a conhecer melhor esta iniciativa, que quer mostrar que estas zonas possuem as condições para qualquer tipo de negócios, indicou fonte da Baía do Tejo ao Notícias ao Minuto. O arquiteto Sérgio Saraiva será o responsável pela apresentação.

“Em coordenação com a Invest Lisboa, a Lisbon South Bay vai estar presente num roadshow por 4 cidades brasileiras, onde serão efetuadas diversas palestras sobre as oportunidades, vantagens e incentivos da região de Lisboa para investimentos, empresas e empreendedores brasileiros”, conta o também administrador executivo da Baía do Tejo.

Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro serão as cidades onde o projeto será apresentado. “Os eventos terão lugar nas várias embaixadas e consulados e certamente contarão com a presença de empresas brasileiras interessadas em garantir a sua presença em Portugal”, diz o arquiteto.

O objetivo, esclarece, “é conseguir contactar com empresários e sinalizar os territórios geridos pela empresa como excelentes oportunidades”, provando que Lisboa é a melhor “porta atlântica para as empresas brasileiras entrarem no mercado europeu”.

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Notícias ao minuto

Margem sul na mão de chineses

O projecto está orçado em 1.200 milhões de euros. A comercialização está a ser feita pela empresa pública Baía do Tejo, presidida por Jacinto Pereira

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O projecto de construção da primeira marina da margem sul do Tejo, em Almada, está agora nas mãos de chineses. Segundo o SOL apurou, os terrenos da antiga Lisnave, para onde a Câmara Municipal de Almada aprovou aquela obra, estão prestes a ser vendidos a um consórcio internacional, que tudo indica ser o Wanda Group, liderado por Wang Jianlin, apontado em 2013 pela revista Forbes como o homem mais rico da China.

O processo de venda está a ser conduzido pela Baía do Tejo (empresa detida pela Parpública, holding do Estado), que no mês passado enviou mesmo uma delegação àquele país asiático para concluir o mais rapidamente possível o processo de venda.

“Estivemos de facto em Pequim, em Outubro, a falar com os investidores” – avança ao SOL o presidente da Baía do Tejo, Jacinto Pereira, confirmando também que no Verão passado representantes do grupo de Wang Jianlin estiveram em Portugal, a visitar o local para onde existe um plano de urbanização aprovado desde 2009.

Este plano prevê uma mini-cidade para mais de 10 mil habitantes, semelhante à Expo de Lisboa, e tem como pólo central uma marina com lugar para 500 embarcações. Está ainda prevista a transferência do terminal fluvial de Cacilhas para a doca 13 e uma área bruta de 630 mil metros quadrados para construção – entre habitações, comércio, hotéis e um centro de ciência e tecnologia, entre outras infra-estruturas.

Crise dos ‘vistos gold’ pode afectar projecto

Jacinto Pereira diz que a venda dos terrenos está “para muito breve”, garantindo que não se trata de uma mera operação financeira de especulação imobiliária, mas de uma aposta no desenvolvimento da zona. “Temos como missão a promoção dos terrenos para encontrar investidores, o que herdámos da extinta sociedade Arco Ribeirinho Sul, em relação aos terrenos da Lisnave, mas também do Seixal (Siderurgia Nacional) e do Barreiro” (Quimiparque), explica o gestor, lembrando que em causa está um projecto de 1.200 milhões de euros.

Jacinto Pereira recusa confirmar o nome dos investidores, referindo apenas que surgiram na sequência da visita à China, em Maio deste ano, do Presidente da República, Cavaco Silva. Mas o SOL sabe que, de todos os possíveis investidores, incluindo outros chineses, o Wanda Group foi o que revelou maior interesse. A visita de responsáveis deste grupo aos terrenos de Almada foi acompanhada por elementos da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal).

Certo é que uma das apostas do futuro comprador, segundo fontes do sector, será no mercado imobiliário internacional, nomeadamente destinado aos chineses. “Como Portugal está em crise, a ideia é vender casas a chineses e outros estrangeiros”, diz uma fonte ligada ao processo, notando que a actual polémica em torno dos vistos gold – que serão um chamariz para a compra de imóveis de luxo nesta nova mini-cidade – pode afectar o projecto.

Jacinto Pereira admite que o futuro consórcio deverá apostar no mercado estrangeiro para conseguir vender imóveis para habitações e para fins comerciais.

FIL da margem sul por decidir

O plano de urbanização para a zona de Almada Nascente – que contempla esta mini-cidade e que obriga qualquer investidor a cumpri-lo – está aprovado pela autarquia desde 2009. No entanto, o prazo de validade foi já ultrapassado (era de três anos), o que permite ao investidor revê-lo e fazer alterações.

Qualquer projecto, porém, terá de ter luz verde das autoridades locais. “É preciso sempre licença da Câmara”, confirma ao SOL o presidente da autarquia de Almada, Joaquim Judas, que não esconde a desilusão por os antigos terrenos da Lisnave estarem neste momento sem uso. “Estão a ficar degradados”, avisa, esclarecendo que há algum tempo que a Câmara pediu autorização para, enquanto não se concretiza a venda, converter um mega-armazém ali existente numa espécie de FIL (Feira Internacional de Lisboa) da margem sul.

“Gostávamos de criar ali um espaço que promovesse a cultura desta região”, explica Joaquim Judas, acrescentando que a ideia está dependente de autorização do proprietário (o Governo) para avançar. “Está previsto na lei que se façam usos transitórios dos terrenos, o que implica usar por um certo período de tempo determinado espaço sem alterar nada, para não comprometer o plano de urbanização já aprovado”, acrescenta o autarca, frisando que o facto de ali nada se poder fazer está a ter “custos incalculáveis”.

Jacinto Pereira adianta que a Baía do Tejo esteve a avaliar o pedido da autarquia para accionar o uso transitório, tendo chegado à conclusão de que seria mais adequado ser o novo investidor a decidir. “Se não tivéssemos perspectivas de ter um investidor a curto ou médio prazo, podia fazer sentido avançar”, revela o responsável. Ou seja, a concretizar-se o negócio em vista, caberá ao grupo chinês decidir se, enquanto constrói a mini-cidade, permite que a Câmara ponha a funcionar a FIL da margem sul.

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Nasce o Lisbon South Bay para atrair investidores estrangeiros para Almada, Barreiro e Seixal

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A Baía do Tejo (BT), empresa do setor empresarial do Estado, e os municípios de Almada, Barreiro e Seixal uniram-se para atrair investidores estrangeiros e promover alguns dos terrenos que integram o projeto Arco Ribeirinho Sul. Nesse sentido, e após um estudo no qual foram realizadas mais de mil entrevistas, foi criado o “naming” Lisbon South Bay, que “vai levar a uma nova marca, que será agora trabalhada”, disse Jacinto Pereira, presidente do Conselho de Administração da BT.

De acordo com o responsável, que falava com o idealista/news à margem da apresentação do Plano de Marketing Territorial para o Arco Ribeirinho Sul, “o próximo passo é criar tudo aquilo que envolve a criação de uma marca”. ”Esta é uma marca forte, com base neste ‘naming’, com o objetvo de delinear um plano a nível de estratégia de marketing na promoção a nível nacional, mas sobretudo internacional. O objetivo é captar investimento”, contou.

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Quando questionado sobre se este era o timing ideal para lançar este novo “naming”, já que Lisboa é considerada uma cidade que está na moda, Jacinto Pereira referiu que os terrenos do projeto do Arco Ribeirinho Sul também estão na capital, mas “do outro lado do rio”. “O timing é ideal. O aumento muito grande da força da marca Lisboa obviamente que valoriza esta nova estratégia”, explicou.

Durante o evento, que se realizou no Museu Industrial Baía do Tejo, no Parque Empresarial do Barreiro, o presidente da BT disse que o projeto Arco Ribeirinho Sul “está vivo e com muita saúde”, tendo agora “uma nova dinâmica e uma nova realidade”. O objetivo é construir e promover “uma região de referência à escala internacional”, sublinhou.

“Há que potenciar estes territórios”

Carlos Humberto, presidente da Câmara Municipal do Barreiro, considera que foi dado “mais um passo importante no caminho de projeção destes territórios para o país e para a Área Metropolitana de Lisboa” e que o “naming” escolhido dá “força à estratégia” pretendida no futuro. “É preciso potenciar estes territórios, aproveitá-los e reabilitá-los. Queremos atrair mais investidores e mais investimento”.

“Governo devia estar aqui”

Já Joaquim Judas, presidente da Câmara Municipal de Almada, lamentou a inexistência de um membro do Executivo na cerimónia. “O Governo devia estar aqui”, argumentou, sublinhado que o objetivo é “ir para a liga mundial”, numa alusão à qualidade dos terrenos em causa e à grandeza de investimento que pode ser feito pelos futuros interessados.

Entre os terrenos do Arco Ribeirinho Sul que são vistos como tendo grande potencial estão os que em tempos albergaram a Siderurgia Nacional, a Lisnave e a Quimiparque. Poderá ser no Barreiro, por exemplo, que funcionará o futuro terminal de contentores de Lisboa. Já em Almada, nos terrenos da antiga Margueira, está projetada a Cidade da Água.

Clica neste link para saberes mais informações sobre o Plano de Marketing Territorial para o Arco Ribeirinho Sul e sobre o Lisbon South Bay.::::> Idealista

Almada, Seixal e Barreiro transformam-se em Lisbon South Bay

A designação escolhida “está como o Paracetamol para o Ben-u-ron, o Arco Ribeirinho Sul será sempre o nosso paracetamol”, explicou o autarca de Almada.

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Lisbon South Bay é o novo nome adoptado para os territórios da margem sul do Tejo, geridos pela Baía do Tejo, empresa pública do universo Parpública, e integrados no Arco Ribeirinho Sul.

O nome, apresentado esta quinta-feira pela administração da empresa e pelos presidentes das três câmaras municipais (CDU), resulta de um estudo de marketing em que foram realizadas mais de mil entrevistas, a entidades e pessoas da região, e tem como objectivo, segundo o presidente da Baía do Tejo, facilitar a promoção internacional dos parques industriais do Barreiro e Seixal, e a Cidade da Água projectada para os terrenos da antiga Margueira, em Almada.

A opção por uma designação em língua inglesa foi justificada por Jacinto Pereira com a necessidade de um “posicionamento global” da estratégia que pretende “construir uma região de referência à escala internacional” e “atrair investimento e emprego”.

Os autarcas de Almada, Seixal e Barreiro, questionados pelo PÚBLICO, dizem não recear qualquer falta de identificação das populações destes concelhos com o nome em inglês. “Isto está como o Paracetamol para o Ben-u-ron, o Arco Ribeirinho Sul será sempre o nosso paracetamol”, disse Joaquim Judas, presidente da Câmara de Almada. Carlos Humberto, do Barreiro, acrescentou que “aquilo que interessa às populações é que se consiga atrair investimento, o que as pessoas querem é emprego”.

A designação Lisbon South Bay envolve apenas três dos seis municípios que integram o projecto Arco Ribeirinho Sul, por serem aqueles em que a Baía do Tejo detém territórios, e foi seleccionada entre 70 hipóteses iniciais por mostrar facilmente a localização geográfica. “É fácil, para qualquer investidor, encontrar Lisboa, o sul do Tejo e a baía”, defende Joaquim Judas.

O autarca do Seixal, Joaquim Santos, diz esperar que, com o novo plano de promoção, de que o nome é apenas o “primeiro passo”, a margem sul do Tejo passe a ser vista “não como um deserto, como se dizia há uns anos, mas como um oásis para investimento”.

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