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Almada cria observatório e centro de investigação para “passar à prática” nas alterações climáticas

Almada, o concelho apontado como o mais afectado pela prevista subida do mar nos próximos anos

Público
Francisco Alves Rito 30 de Outubro de 2019, 18:5

Almada, o concelho apontado pelo Plano de Combate às Alterações Climáticas na Área Metropolitana de Lisboa como o mais afectado pela prevista subida do mar nos próximos anos, vai criar um observatório e um centro de estudos de avaliação de riscos costeiros, para “passar à prática” na adaptação que os cientistas apontam como cada vez mais urgente.

O Observatório de Avaliação de Riscos Costeiros e um Centro de Estudos de Avaliação e Gestão de Risco Ambiental e Protecção Civil, em comunidades costeiras foram formalmente criados nesta quarta-feira por acordo entre a Câmara Municipal de Almada, a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL), o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o TRYP Lisboa Caparica Mar Hotel.

Na prática vai ser instalada uma câmara de vigilância no topo do hotel de oito andares, na primeira linha de praia da Costa da Caparica para monitorizar em permanência os comportamentos do mar naquela zona de costa e permitir assim aos investigadores do centro de estudo, da FCT e do LNEC, avaliarem os galgamentos e respectivos impactes em terra.

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Os primeiros ténis Adidas feitos com lixo do mar e impressora 3-D

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No oceano há peixes, plantas marinhas e … lixo. Um monte de lixo. Assim que se acumula em uma taxa surpreendente em grandes redemoinhos, conhecidos como “spins”.
No Pacífico Norte, por exemplo, é o Great Pacific Garbage Patch que, se estendeu sobre a superfície, que ocupam uma área de cerca de duas vezes os EUA.
A Adidas em colaboração com Parley para os oceanos, desenhou alguns sapatos inovadores de plásticos recolhidos do mar.
Parley para os oceanos é uma organização que aumenta a consciência sobre o estado dos oceanos e colaborar em projetos que podem proteger e preservá-los.
Os sapatos são feitos inteiramente de lã e filamentos obtidos e oceano resíduos e redes de pesca ilegais em águas profundas reciclado.
Eles são os primeiros sapatos feitos de 100% de material reciclado do mar.

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Os ténis, que foram impressas em 3D,são ainda um protótipo. Com a colaboração de Parley, no entanto, ele conseguiu projetar um reciclado sem perder o estilo do produto de marca.

A criação destes sapatos coincidiu com a cop21, a cúpula mundial sobre as alterações climáticas que teve lugar este ano em Paris.
Eric Liedtke, mimbro conselho executivo Adidas e responsável pela Global Brands, acredita-se líderes mundiais “maravilhoso” chegar a acordos sobre esta questão, mas acredita que “a indústria não deve esperar para que os políticos concordam para agir. ”

“A indústria não pode dar ao luxo de esperar quaisquer indicações mais longas. Junto com Parley, nós já começaram a empreender uma acção sustentável e inovadora”, explicou Liedtke.

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Este novo design é um lembrete de que lançamos o plástico não é biodegradável mar. Se segue o seu caminho para o oceano, ele permanecerá lá por um tempo extremamente longo. Os sacos de plástico levar até 20 anos para se decompor, enquanto uma garrafa de plástico demora até 450 anos

Fonte ::::> IFL Science

Caparica Primavera Surf Fest vai juntar música aos desportos de mar

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A Costa de Caparica, em Almada, vai receber, em março, ao longo de dez dias, o Caparica Primavera Surf Fest, um evento que vai juntar a música e vários desportos de mar.

“Vão ser dez dias de festival, entre os dias 17 e 26 de março. Vamos juntar o desporto e a música. As pessoas, depois de um dia em que podem assistir a diversas competições ou até experimentar [as diferentes modalidades], vão ter festas de ‘sunset’ e depois os concertos na tenda grande do evento”, disse à Lusa António Miguel Guimarães, da organização do evento.

Pelo palco vão passar nomes como Márcia, Capicua, Black Mamba, Boss AC, Orelha Negra ou Carlão, com os preços a variarem entre os 30 euros, para todo o festival, e os dez euros, para cada dia.

“Acredito que vai correr bem. Temos uma lotação limitada a 2500 ou 3000 pessoas, na tenda grande, mas o paredão pode acolher muitas pessoas para várias iniciativas, desde que o tempo ajude. Vamos também instalar bancadas na praia do Paraíso, para que as pessoas possam assistir às competições”, explicou.

Miguel Inácio, responsável pelas competições desportivas, referiu que o programa permite que as pessoas cheguem de manhã e possam estar todo o dia no festival, passando pelo desporto e pela música.

“São dez dias com uma programação muito intensa. Ao nível do desporto, o principal atrativo é a prova do World Surf League, mas vamos também ter outras provas, como o nacional de ‘body board’ ou ‘long board'”, explicou.

O responsável referiu ainda que as pessoas que se deslocarem à Costa de Caparica vão ter oportunidade de assistir a varias demonstrações e também experimentar várias modalidades.

“Todos os dias vão existir aulas para que as pessoas possam experimentar. Queremos que as pessoas venham e conheçam o que de bom se faz no concelho. Esta aliança entre a música e o surf tem tudo para funcionar”, concluiu.

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Sistema de alerta para avanços do mar tem Caparica como exemplo

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A Costa da Caparica vai servir de exemplo num sistema de alerta para situações de agitação marítima em que o mar possa avançar pela costa, levando a ações de prevenção, revelou hoje um especialista em erosão do litoral.

“Há um projeto que tem como objetivo criar um sistema de alerta, uma rotina de alerta, para este tipo de costa, usando a Costa da Caparica, como exemplo, e para portos”, utilizando um dos Açores igualmente como exemplo”, disse hoje à agência Lusa José Carlos Ferreira, docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade Nova de Lisboa.

Com base no conhecimento recolhido com o estudo da erosão na costa portuguesa nos últimos anos, os mapas de risco definidos e a informação recebida de vários organismos internacionais, nomeadamente de meteorologia, sempre que se gerarem condições de agitação marítima, “pretende-se identificar áreas onde podem ocorrer galgamentos, onde a água pode entrar, e lançar um alerta, numa ação de prevenção, direcionado para as autoridades competentes, como a proteção civil”, relatou.

José Carlos Ferreira, que participou no grupo de estudo do litoral, criado pelo Ministério do Ambiente, falava à agência Lusa a propósito da conferência “Vulnerabilidade e Gestão do Risco Costeiro — que soluções para a Costa da Caparica?”, que se realiza ao final do dia de hoje, e vai juntar vários técnicos para debater as bases da nova “Estratégia para a Zona Costeira de Portugal em Cenários de Alterações Climáticas”.
O investigador, que se dedica a estudar as formas de erosão na Costa da Caparica, explicou que, com base na análise das últimas tempestades de 1996, de 2007, de 2010 e de 2014, os especialistas conseguem perceber a forma como o litoral foi afetado.
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A Costa da Caparica “está numa zona de risco, embora de risco controlado”, e poderá beneficiar da abordagem da nova estratégia que “contempla uma mudança de paradigma”, apostando “mais na engenharia natural, nos enchimentos de praia, no restauro dunar, que parecem ser mais eficientes do que as obras de defesa pesada”, como os paredões, mais seguidas nos últimos anos, salientou José Carlos Ferreira.

Os estudiosos, explicou, perceberam que a Costa da Caparica está em erosão “sobretudo por falta de sedimentos para repor o sistema, por isso é que desaparecem as praias e a costa recua, [além de que] as pessoas ocuparam áreas que habitualmente eram amortecedores quando o mar entrava: as dunas e as praias”.

Para enfrentar o avanço do mar e a erosão, “ou não se faz nada e as pessoas vão ter de recuar, ou se aposta numa ação de ajuda ao sistema a repor as suas defesas”, resumiu o docente da FCT, esclarecendo, contudo, que “isto não quer dizer que seja mais barato”, à partida.

“Estudos que temos estado a fazer mostram que não é assim tão barato, mas é mais eficiente”, salientou o especialista, acrescentando que o resultado final “não será mais caro” porque as soluções adotadas têm sido obras “muito pesadas que têm de ser mantidas” e reconstruídas depois de cada temporal, exigindo investimentos elevados e contínuos.

Recordou dados que apontam para investimentos totais de 196 milhões de euros gastos entre 1995 e 2014, sendo quase 20% para Almada, seguindo-se os municípios de Ovar e Espinho, com 11% e 9%, respetivamente.

Depois dos últimos temporais, a Câmara Municipal de Almada avançou com trabalhos de reposição de areia em praias da Costa da Caparica, ajudando o sistema marítimo a retomar o ciclo natural de defesa litoral, e o especialista realçou que os resultados já são visíveis.

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Fechado o paredão da Costa de Caparica

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Durante a manhã, muitas pessoas estiveram na Costa de Caparica na zona junto ao paredão onde esta noite as ondas voltaram a fazer estragos. Mas esta tarde já não o vão poder fazer porque as autoridades decidiram voltar a encerrar aquele local.

Veja o Vídeo em:::> RTP

Câmara de Almada exige «resposta imediata» aos prejuízos na Caparica

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A autarquia de Almada exige «respostas imediatas» do Governo aos danos causados pelo mau tempo na Costa da Caparica e critica «o vazio» de responsabilidade deixado com a extinção da sociedade Costapolis.
Em declarações à Lusa, Rui Jorge Martins, vereador da Câmara Municipal de Almada com o pelouro da Proteção Civil, adiantou que a autarquia vai “intervir junto do Governo para que resolva” os problemas causados pelo mau tempo na Costa de Caparica.

Independentemente de ser ou não decretado o estado de calamidade, os responsáveis locais exigem “uma resposta cabal e imediata” do Governo.

O vereador fez estas declarações após uma reunião promovida ontem pelo presidente da autarquia, que convidou juntas de freguesia, bombeiros e forças de segurança, concessionários e população para debaterem “toda a destruição que o mar tem vindo a fazer” na Costa de Caparica, “no sentido de encontrar respostas”.

Na madrugada de sábado, o mar galgou o paredão e voltou a causar inundações em bares e restaurantes.

“É necessário encontrar soluções para o apoio a que os concessionários tenham condições dignas para exercer a sua atividade”, sublinhou Rui Jorge Martins, recordado que os concessionários “pagam um arrendamento a uma sociedade, Costapolis, que está em extinção”.

O vereador sustenta que “tem que haver alguém que assuma as responsabilidades”, após a extinção da Costapolis, sociedade para o desenvolvimento do Programa Polis na Costa de Caparica. A autarquia não aceita “o vazio” e exige que “seja determinado rapidamente” quem pode dar respostas aos problemas.

“Pelo menos [a Costapolis] era um local que tinha a responsabilidade da execução de um plano de intervenção para a Costa de Caparica”, independentemente de ser o plano “mais correto”, destacou.

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Paredão da Costa de Caparica interdito de novo

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O posto da Costa de Caparica está a acompanhar a evolução das marés e a controlar as condições climatéricas
A situação na Costa de Caparica, Almada, voltou a piorar, com o mar a galagar o paredão junto à praia, pelo que a zona está interdita ao público, disse hoje à agência Lusa fonte da Polícia Marítima.

A mesma fonte acrescentou que, até ao momento, não há estragos a registar, mas como a preia-mar ocorre às 16:18 o paredão foi já interdito.

Hoje de manhã, a zona das praias esteve acessível ao público, já que a agitação do mar esteve mais calma, mas com o aproximar da preia-mar as ondas voltaram a galgar o paredão junto à praia do CDS, onde os cafés e restaurantes foram inundados na madrugada de sábado pelas ondas, referiu a fonte da Polícia Marítima.

O posto da Costa de Caparica está a acompanhar a evolução das marés e a controlar as condições climatéricas.

Na madrugada de sábado, as ondas galgaram o paredão inundando os estabelecimentos comercias da zona e arrastando areia e pedras para o paredão e parque de estacionamento.

A situação voltou a repetir-se, com menos intensidade, à hora do almoço de sábado e novamente esta madrugada (por volta das quatro da manhã de domingo).

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Almada – Autarquia exige esclarecimentos ao Governo

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Na sequência da intempérie registada na Costa da Caparica, a Câmara Municipal solicitou esclarecimentos ao ministro do Ambiente. A autarquia vai realizar uma sessão com a população no dia 15 de fevereiro, às 18h, na Costa da Caparica..

Na sequência dos avultados danos em infraestruturas e equipamentos instalados na frente de praias da Costa da Caparica, que se voltaram a registar no fim de semana de 1 e 2 de fevereiro, consequência da forte intempérie, a autarquia insiste na obtenção junto das instâncias responsáveis de todas as garantias de reparação dos danos causados, de modo a permitir que os agentes económicos e as populações possam ver ressarcidos os avultados prejuízos que sofreram.

A autarquia irá ainda realizar no dia 15 de fevereiro, às 18h, uma sessão pública sobre esta questão, no Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental, na Costa da Caparica.

Joaquim Judas, presidente da Câmara Municipal de Almada, reafirma a “imperativa necessidade de adoção de medidas de proteção da orla costeira na zona da Costa da Caparica, lamentando que o Governo e o Ministro do Ambiente os quais, sublinha-se, são os responsáveis pela gestão da frente atlântica do Concelho de Almada, insistam em não responder aos pedidos de intervenção que lhes foram dirigidos, em particular no que respeita ao cumprimento dos programas e calendários das medidas de proteção da orla costeira, anteriormente acordados”.

Recorde-se que, a 10 de janeiro de 2014, na sequência da intempérie registada no início do ano, o Presidente da Câmara Municipal havia solicitado ao Ministro do Ambiente informações precisas relativamente às intenções de intervenção do Governo no sentido de serem concretizadas as necessárias obras que permitam prevenir situações como as registadas, pedido de informação que embora reiterado no passado dia 30 de janeiro, permanece até ao momento sem qualquer resposta.
Veja mais em ::::: > CM Almada

Concessionários da Costa da Caparica exigem respostas das autoridades

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Concessionários dos apoios de praia, bares e restaurantes da Costa da Caparica exigiram hoje uma intervenção urgente das entidades competentes na recuperação de infraestruturas e estabelecimentos destruídos pelo mar nas últimas semanas, e poderão adoptar outras medidas na quinta-feira. “Decidimos reunir esta quarta-feira para falarmos a uma só voz, na esperança de que as entidades responsáveis nos oiçam. E amanhã (quinta-feira) vamos fazer nova reunião para decidirmos o que fazer”, disse Patrícia Clington, lembrando que o mau tempo que se fez sentir a 6 de janeiro e no passado fim-de-semana provocou prejuízos avultados em bares e restaurantes da frente urbana da Caparica, concelho de Almada.

“Exigimos uma resposta urgente da CostaPólis, da APA (Agência Portuguesa do Ambiente) e da Câmara Municipal de Almada, porque o pontão da praia do norte está vedado por falta de segurança e há bares e restaurantes com prejuízos elevados que têm de ser ressarcidos”, acrescentou.

Patrícia Clington falava à Lusa após uma reunião da Associação dos Apoios de Praia da Frente Urbana da Costa da Caparica (AAPFUCC), que representa um total de 22 associados, no restaurante Sentido do Mar, um dos mais afetados pelo mau tempo.

“Desde o passado dia 6 de janeiro que tentamos obter uma resposta positiva de alguma das três entidades – CostaPólis, APA e Câmara de Almada -, mas até agora só temos tido o apoio da autarquia, através dos serviços de Proteção Civil”, disse, lembrando que os concessionários não só investiram no equipamento e recheio dos apoios de praia como pagam uma renda mensal à CostaPólis.

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Almada entre o Rio e o Mar

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