Tag: mau tempo

Comunicado CDU sobre consequências do temporal no 2º Torrão e Cova do Vapor

3 de Março 2018
CDU ALMADA


NOTA DE IMPRENSA

Proteger a Orla Costeira e as Pessoas
A propósito das consequências do temporal no 2º Torrão e Cova do Vapor (Almada)

Face às consequências do temporal que se tem feito sentir em todo o país e em especial na área do Bairro do 2º Torrão e da Cova do Vapor (Trafaria e Costa da Caparica, Almada), a CDU Almada expressa toda a solidariedade às famílias e populações mais diretamente afetadas.

A situação de emergência atualmente vivida pelas populações residentes no 2º Torrão e na Cova do Vapor eram previsíveis, pelo que a CDU Almada reitera a exigência de urgente intervenção no sentido do reforço da protecção costeira nas praias no cordão ribeirinho junto do Governo e das entidades públicas diretamente responsáveis, que sucessivamente vem afirmando desde há longo tempo.

Importando avaliar as consequências da intempérie e acompanhar nos locais mais afetados pela inclemência atmosférica as ações de auxílio, é fundamental também trazer para o terreno soluções materiais de engenharia que ajudem a remediar as consequências negativas já vividas pelos cidadãos, e possibilitem a prevenção de eventuais danos futuros, que podem esperar-se pela manutenção do estado de alerta relativamente a condições atmosféricas adversas.

Desde sempre a CDU defendeu, e continua a defender, a urgência na adoção de medidas concretas e eficazes de proteção física da orla costeira do Concelho de Almada, e de pessoas e bens que se concentram naquela área do Concelho.

A CDU Almada lamenta, igualmente, que as opções da atual maioria PS/PSD que governa o Município não tenham considerado a imperiosa necessidade de exigência de adoção de medidas concretas no terreno por parte do Governo, e reafirma a posição assumida no recente debate em torno das Grandes Opções do Plano e Orçamento do Município para 2018, defendendo que a Câmara Municipal de Almada deve assumir como prioridade primeira a reivindicação junto do Governo da República relativa à necessidade de intervenção naquela área do Concelho de Almada, designadamente no que respeita ao prosseguimento do processo de enchimento artificial de areias nas praias da Costa da Caparica e à reabilitação do paredão que protege as áreas ribeirinhas habitadas, e ao desenvolvimento dos programas de realojamento e qualificação do espaço público.

Almada, 3 de março de 2018
Os Vereadores Eleitos pela CDU na Câmara Municipal de Almada
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Inês de Medeiros visita estragos do mau tempo

4 de Março 2018

“Manhã de visita às zonas mais afectadas pelo mau tempo e a força do mar. Apesar dos esforços para minimizar os danos, sabemos que durante estes dias mais criticos, tudo o que fizermos será apenas um remendo precário. Mas necessário. Quero aqui agradecer aos vereadores Francisca Parreira, Teodolinda Silveira e Miguel Salvado, que têm estado permanentemente no terreno. E um agradecimento muito muito especial aos trabalhadores da câmara – proteção civil, salubridade, serviços sociais, e smas que têm sido incansáveis. E que apesar de terem consciência que o seu esforço pode ser destruído pela nova maré, não hesitam em recomeçar no dia seguinte, com o mesmo empenho, pois sabem que se não o fizessem o acumular de estragos seria ainda pior. Uma palavra também para os presidentes de junta da Caparica-trafaria e da Costa da Caparica, sempre atentos, presentes, disponíveis. Todos estamos a fazer o nosso dever, mas a forma como se faz também faz a diferença. Por fim, como não podia deixar de ser, às populações, às associações de moradores, pela sua força, coragem e resiliência.
Se hoje a prioridade é enfrentar e resolver as urgências, é evidente que as soluções mais solidas, coerentes, sustentáveis têm de ser construídas em conjunto. E devem ser pensada desde já.
ET: Acrescento ainda um vivo agradecimento aos Bombeiros, em particular aos bombeiros voluntários da Trafaria, mas também à GNR, à APA e à APL, que têm estado igualmente sempre presentes e empenhados em ajudar, facilitar, dar respostas rápidas e eficazes a todas as situações.”

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Três casas inundadas e um carro arrastado pelo mar na Trafaria

ONTEM 1 de Março 2018

Três casas do Bairro do Segundo Torrão, na Trafaria, concelho de Almada, ficaram esta quinta-feira inundadas e um carro foi arrastado pela ondulação forte, disse fonte da Autoridade Nacional de Proteção Civil. “Cerca das 15h00, registou-se um pico da maré na Trafaria. O mar galgou, foram afetadas três habitações e um veículo foi arrastado pela água e, entretanto, já foi recuperado”, disse a mesma fonte, acrescentando que não há vítimas a registar.

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Agitação marítima na Trafaria

01 de Março 2018

Autoridades permanecem vigilantes em Almada devido a nova preia-mar


A vereadora da Proteção Civil de Almada afirmou esta quinta-feira que as autoridades vão permanecer vigilantes na aldeia da Cova do Vapor e no Bairro do Segundo Torrão, na Trafaria, já que se prevê nova preia-mar durante a madrugada.

“Permanecemos durante todo o dia de hoje e vamos continuar durante o período da noite. Prevê-se forte agitação marítima também durante a noite de hoje, mas já não será tão forte como o pico que aconteceu cerca das 15:00. O vento está a acalmar”, disse Francisca Parreira, em declarações à agência Lusa.

O mar transpôs hoje o molhe que protege as casas da Cova do Vapor, inundando quatro imóveis e cortando o acesso principal à aldeia, constatou a Lusa no local.

De acordo com a responsável da autarquia do distrito de Setúbal, tanto na aldeia da Cova do Vapor como no Bairro do Segundo Torrão – onde outras três casas ficaram inundadas e um carro foi arrastado e entretanto recuperado – estiveram 15 viaturas e 38 operacionais, entre agentes locais da proteção civil, autoridade marítima, bombeiros, funcionários da União de Freguesias da Caparica e Trafaria.

O contingente irá manter-se a monitorizar o território.

A vereadora acrescentou ainda que na Costa da Caparica “não houve registo de ocorrências”.

Segundo Francisca Parreira, a Administração do Porto de Lisboa também esteve nos locais afetados, estando a fazer uma avaliação “dos rombos em toda a pedra na frente ribeirinha e naquelas que foram deslocalizadas com as inundações”.

A responsável disse ainda “não haver confirmação de desalojados”, mas apenas “alguns prejuízos que se estão a avaliar em bens pessoais e habitações”.

Em relação ao Bairro do Segundo Torrão, Francisca Parreira avançou que duas casas “ficaram com um palmo de água”, lembrando que se trata de um bairro com “problemáticas sociais associadas” e que algumas casas “estão construídas em zona de risco”.

Já na Cova do Vapor, segundo Eduardo Ferreira, da Associação de Moradores da Cova do Vapor, “há mais de 30 anos que a aldeia não era fustigada desta maneira”.

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Proteção Civil alerta para possíveis fenómenos extremos de vento e inundações em especial no sul do país

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A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou hoje para a possibilidade de fenómenos extremos de vento e inundações devido à chuva e trovoada prevista para as próximas 24 horas.

O alerta da ANPC surge após o contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que prevê a partir de hoje à tarde um agravamento das condições meteorológicas nos distritos de Faro, Beja e Setúbal devido à possibilidade de precipitação forte e fenómenos extremos de vento.

Segundo o IPMA, a chuva poderá atingir valores de 10 e 20 milímetros por hora nos distritos de Faro, Beja e Setúbal, em particular na tarde de sexta-feira.

Também no distrito de Faro, as ondas podem atingir os dois metros, além de se registar na sexta-feira às 17:02 a preia-mar.

Neste sentido, a Proteção Civil alerta para a possibilidade de inundações nas zonas historicamente vulneráveis, piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água, cheias rápidas em meio urbano e possíveis acidentes na orla costeira.

No aviso à população, a ANPC recomenda a adoção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água, e a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento.

A ANPC aconselha ainda a população a não atravessar em zonas inundadas e ter especial cuidado ao circular junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas.

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Dezenas de quedas de árvores no Alentejo e em Setúbal

Devido ao vento forte e à chuva que caiu durante a manhã de este sábado

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O vento forte e a chuva que caiu durante a manhã de este sábado no Alentejo e no distrito de Setúbal provocaram dezenas de ocorrências, a maioria quedas de árvores e de estruturas, disseram fontes dos bombeiros.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja indicou à agência Lusa, que até cerca das 12h30, foram registadas 16 quedas de árvores no distrito, duas inundações em habitações, em Beja e Vidigueira, e três quedas de estruturas em Beja, Ourique e Vidigueira.

No distrito de Évora, segundo o CDOS, registaram-se até às 12h30, 14 quedas de árvores em vários concelhos, enquanto no distrito de Portalegre, também de acordo com o Comando Distrital, até à mesma hora não havia qualquer ocorrência provocada pelo mau tempo.

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Almada – Autarquia exige esclarecimentos ao Governo

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Na sequência da intempérie registada na Costa da Caparica, a Câmara Municipal solicitou esclarecimentos ao ministro do Ambiente. A autarquia vai realizar uma sessão com a população no dia 15 de fevereiro, às 18h, na Costa da Caparica..

Na sequência dos avultados danos em infraestruturas e equipamentos instalados na frente de praias da Costa da Caparica, que se voltaram a registar no fim de semana de 1 e 2 de fevereiro, consequência da forte intempérie, a autarquia insiste na obtenção junto das instâncias responsáveis de todas as garantias de reparação dos danos causados, de modo a permitir que os agentes económicos e as populações possam ver ressarcidos os avultados prejuízos que sofreram.

A autarquia irá ainda realizar no dia 15 de fevereiro, às 18h, uma sessão pública sobre esta questão, no Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental, na Costa da Caparica.

Joaquim Judas, presidente da Câmara Municipal de Almada, reafirma a “imperativa necessidade de adoção de medidas de proteção da orla costeira na zona da Costa da Caparica, lamentando que o Governo e o Ministro do Ambiente os quais, sublinha-se, são os responsáveis pela gestão da frente atlântica do Concelho de Almada, insistam em não responder aos pedidos de intervenção que lhes foram dirigidos, em particular no que respeita ao cumprimento dos programas e calendários das medidas de proteção da orla costeira, anteriormente acordados”.

Recorde-se que, a 10 de janeiro de 2014, na sequência da intempérie registada no início do ano, o Presidente da Câmara Municipal havia solicitado ao Ministro do Ambiente informações precisas relativamente às intenções de intervenção do Governo no sentido de serem concretizadas as necessárias obras que permitam prevenir situações como as registadas, pedido de informação que embora reiterado no passado dia 30 de janeiro, permanece até ao momento sem qualquer resposta.
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Hércules deixa marcas e prejuízos na Costa da Caparica

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Os restaurantes das praias da Caparica foram dos mais prejudicados pelo mau tempo dos últimos dias, quer devido à água que entrou nos estabelecimentos devido à forte ondulação, quer pela impossibilidade de estarem a funcionar.

“Tive prejuízos provocados pela entrada de água no restaurante, que nos deixou sem energia elétrica, e vou ter ainda mais prejuízos porque estamos impedidos de trabalhar nestes dias”, disse à Lusa António Ramos, proprietário do restaurante “Barbas”, na Costa da Caparica.

António Ramos disse à agência Lusa que não tem ainda “uma estimativa dos prejuízos”, mas calculou que são “significativos”, não só pela água que entrou no restaurante mas também pelo facto de estarmos impedidos de trabalhar, são prejuízos significativos”, acrescentou.

Apesar das previsões favoráveis, António Ramos não vislumbra nenhuma melhoria no estado do mar nas últimas horas e receia um agravamento da situação.

“Estou há 48 anos na Costa da Caparica e nunca vi uma coisa igual. Estive aqui toda a noite e não estou a ver que isto vá para melhor. Não noto melhorias nenhumas no estado do mar, apesar das previsões”, disse.

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