Tag: Meco

Correr uma légua como veio ao mundo

A Légua nudista do Meco disputa-se já no próximo dia 16 deste mês.

Um evento sui generis que tem vindo a cativar participantes de ano para ano. O desafio é o de sempre: ‘Corre ou caminha como vieste ao Mundo’. É como quem diz: Todo nu. A corrida da praia do Meco, em Sesimbra, é a única no género. Diferente de todas as outras, por os atletas correrem pelados. Não é, certamente, para todas as mentalidades, mas é uma prova aberta a todos. E tem vindo a aumentar de participantes de ano para ano. Não há muita publicidade e a maioria dos participantes são naturalistas. Começam a surgir alguns atletas, mas a verdade é que a componente competitiva está relegada para segundo plano, embora haja troféus para os primeiros classificados. A proposta é passar uma manhã na praia nudista do Meco. É uma manhã animada e até permite aos atletas tomarem um banhinho de mar antes da partida, apesar do frio que se possa fazer sentir no dia 16, pelas 10h00. Independentemente de participar a correr ou a caminhar, as corridas na praia obrigam sempre a cuidados suplementares. Correr descalço não é uma solução. Ou, melhor, é uma má opção. A organização permite a utilização de meias, ténis e chapéus. Cobrir a cabeça pode mesmo ser importante em caso de um dia de calor. Curioso é o regulamento permitir ‘apenas’ o uso de fraldas a crianças de colo. As senhoras que se sintam incomodadas com o balançar dos seios também podem utilizar um sutiã. De resto, tudo nu. E isso obriga à utilização de protetor solar, principalmente nas partes do corpo que habitualmente estão tapadas… É que basta um pouco de sol para apanhar um escaldão. A organização assegura um local para guardar a roupa e os atletas não têm de se preocupar com o local do dorsal. Este foi substituído por uma pulseira que terá o nome. São 5 km na areia e é preciso treinar… Bons treinos!

Ler mais em: Correio da Manhã

71 atletas correm despidos no Meco

meco
Os preconceitos foram a primeira coisa a ser ‘enterrada’ na areia. Para trás ficou também a roupa, porque a 4ª Légua Nudista Internacional da Praia do Meco, em Sesimbra, corre-se ou caminha-se “como se veio ao Mundo”. Ontem, 71 atletas percorreram os cinco quilómetros da prova, voltando a quebrar o recorde de participação.

O evento distingue-se por não impor idade mínima, juntando pais e filhos, mas também por não ser uma atividade exclusiva dos praticantes de nudismo. “A maioria dos participantes não faz naturismo, são colegas meus de corrida. Fazem todo o tipo de provas e esta é só mais uma, ao natural”, explicou ao CM José Sousa, de 44 anos, responsável pela organização da prova, criada em 2013. Para 2017, o objetivo já está traçado: esperam conseguir pôr 100 pessoas a correr nuas no areal do Meco. Este ano, o vencedor cumpriu a prova em menos de 25 minutos. À meta chegou também Carlos Marques, de 78 anos, sendo o participante mais velho da prova. “É a segunda edição em que participo e para mim é normal. Também já fiz dez maratonas”, remata, sem desculpas.

Ler mais em: Correio da Manhã

Nudistas pedem praias a norte

Federação de Naturismo pretende sensibilizar os autarcas.

nudistas
Foram 80 os participantes, este sábado, na III Edição da Légua Internacional Nudista da praia do Meco (Sesimbra), com o objetivo de promover a prática do naturismo em Portugal. A iniciativa tem por mentor o atleta amador José Sousa, das Lebres do Sado. “É pena a prova não decorrer entre 15 de junho e 15 de julho. A Capitania do Porto de Setúbal considera que não é possível realizar a prova em qualquer das datas do período balnear”, refere.
Uma posição partilhada pelo presidente da Federação Portuguesa de Naturismo, Rui Elvas, que defende a necessidade de ser realizado um trabalho junto dos autarcas a norte do rio Tejo para a criação de mais praias oficiais de naturismo. “As pessoas querem praias onde possam estar tranquilas e não estejam dependentes da boa vontade dos que usam fato de banho”, explica.

Há oito praias onde é permitido o nudismo: Bela Vista e Adiça (Almada), Meco (Sesimbra), Salto (Sines), Alteirinhos (Odemira), Adegas (Aljezur), Deserta (Faro) e Barril (Tavira). Na prova deste sábado, os vencedores foram David Fernandes e Isabel Maria Pereira.

Veja mais em :::> Correio da Manhã

Papa: “Vou continuar a rezar por vocês”

Pais das vítimas do Meco reuniram esta quarta-feira com Francisco.

mecopapa
No meio da multidão que ontem gritava pelo papa na audiência geral na Praça de S. Pedro, no Vaticano, estava um grupo cujas lágrimas teimam em cair há já ano e meio. Eram os pais dos seis jovens que morreram na praia do Meco. A tragédia que os fez pedir ao Vaticano um encontro com o papa. O santo padre deu a mão aos pais dos seis jovens que morreram em dezembro de 2013. “Vou continuar a rezar por vocês”, prometeu o papa Francisco.
Palavras que deixaram os pais comovidos. “Senti uma força enorme para continuar a nossa luta. Acho que nos recebeu muito bem. O amor de mãe é maior do que a mentira. Vamos daqui com muita força. Senti o conforto que precisava. Ela [a filha Carina Sanchez] fazia o mesmo por mim se cá estivesse. O papa olhou para a fotografia da minha filha e disse que ela era linda”, contou ao Correio da Manhã Conceição Horta, mãe de Carina Sanchez.
Às dez da manhã de ontem, o papa Francisco saudou a multidão no papa móvel e a seguir proferiu a homilia cujo tema foi dedicado à família. Não demorou mais de 15 minutos. Dirigiu-se aos pais como sendo as famílias de Sesimbra.
No regresso, Fernanda Cristóvão, mãe de Catarina Soares, sente-se com tem mais força. “O papa disse que ia rezar por nós. Continuo a dizer que não vou desistir. Vim ao Vaticano para me fortalecer e saio mais forte”, frisou poucos minutos depois de ter cumprimentado o santo padre. Fernanda Cristóvão mostrou, à semelhança dos restantes pais, as fotografias da filha. Todos levaram os retratos e as camisolas com os nomes dos filhos. Para já, travam uma nova luta na Justiça. Esperam agora a decisão do Tribunal da Relação – apresentaram recurso após o processo ter sido arquivado pela segunda vez.
“Tudo isto é um misto de sentimentos. O nosso objetivo é ver se conseguimos ter alguma serenidade e paz. Sei que vai ser difícil. Porque apesar disto continuamos a não ter resposta para as nossas perguntas”, concluiu Fátima Negrão. O marido, Humberto Negrão, também falou ao CM. “Apesar de sabermos que íamos estar com o papa, nunca pensámos que íamos sentir a sua força. Infelizmente, estamos aqui pelos piores motivos”, referiu.
António Soares, pai de Catarina, ficou emocionado: “Tivemos muitas pessoas que nos perguntaram o que estávamos a fazer e eu falei-lhes dos nossos filhos. Prometeram rezar pela nossa causa.”

Veja mais em :::> Correio da Manhã

Meco. Habitantes contra o monumento de Cutileiro às vítimas

meco3

Inauguração do memorial às vítimas do Meco não conta com o apoio dos moradores.

João Lovacich é um dos que se opõe à escolha do local para culto das vítimas. “Estão a associar a praia a uma desgraça, se houvesse um monumento por cada pessoa que morre aqui ou noutro lado, ou qualquer pescador que perde a vida, a praia estava cheia de monumentos”, afirmou, ouvido pela SIC Notícias.

E conta a dualidade de critérios aceites pela edilidade local. “Qualquer pessoa que ande aqui de mota paga uma multa, agora andam com retro-escavadoras nas dunas…”, atira, deixando uma sugestão.

“Ponham o monumento na Lusófona, como acção preventiva.”

O presidente da Câmara de Sesimbra mostra-se intransigente com os pedidos de remoção da estátua. E discorda desta opinião.

Augusto Pólvora diz que foram pedidos os necessários pareceres e a obra é conciliável. “Essa discussão é um absurdo total, senão não podia haver nada de turismo…”.

Foi há um ano e três meses que a tragédia aconteceu. Agora, o luto deu lugar à inauguração de um memorial que perpetua os nomes das seis vítimas – Ana Catarina, Andreia, Carina, Joana, Pedro e Tiago – que naquela noite foram levados pelo mar. Presentes estiveram familiares, amigos, antigos colegas.
João Cutileiro, claro, esteve presente. E justificou a obra brutal, duas pedras grotescas enfiadas na areia, oposto de algo mais delicado. “[Esta morte] Foi muito mais brutal que o normal das mortes, por isso não quis uma obra delicadinha”, disse o artista à SIC Notícias.

Veja mais em :::> Jornal i

Inaugurado memorial com nomes das vítimas do Meco

Um bloco de mármore em bruto sobre outro trabalhado, com seis nomes gravados, perpetua, a partir deste domingo, na praia do Meco, Sesimbra, a memória dos seis jovens que morreram no local, em 2013.

meco
O memorial, da autoria do escultor João Cutileiro, foi colocado nas dunas, na mesma zona de praia onde, a 15 de dezembro de 2013, os seis jovens morreram afogados, depois de se terem deslocado para a praia durante a noite, no âmbito de um fim de semana para debater as praxes académicas.

Os seis, com outro jovem que se salvou, eram estudantes universitários e pertenciam à comissão de praxes. Os pais levaram o caso à justiça e sempre consideraram que as reais circunstâncias da morte nunca foram esclarecidas.

Este domingo, na sequência de um pedido dos pais de construção de um memorial, que a Câmara apoiou, fez-se a cerimónia de inauguração, com familiares e amigos das vítimas no local, e muitas flores colocadas junto do monumento, na areia.

O presidente da Câmara de Sesimbra, Augusto Pólvora, em breves palavras, lembrou a noite em que, por razões desconhecidas e “até hoje não esclarecidas”, os jovens foram para a praia e os dias de busca que se seguiram.

Meses depois, disse, foi contactado pelos pais para a construção do memorial, um apelo a que não podia ficar indiferente, ele que também perdeu o pai no mar, contou.

A obra, disse, é uma homenagem aos jovens que morreram mas também à perseverança dos pais e aos que, de todas as idades, “o mar levou a vida”.

Veja mais em ::::> Jornal de Notícias

“Dux” João Gouveia faltou ao debate instrutório sobre tragédia do Meco

O “dux” da Universidade Lusófona, João Gouveia, faltou, esta segunda-feira, ao debate instrutório sobre a morte de seis jovens na praia do Meco, que decorre no Tribunal de Setúbal. Pai do único sobrevivente da tragédia, justifica ausência do filho, que diz ser “o mais interessado em esclarecer a verdade”.

meco

O único arguido do processo, João Gouveia, é também o único sobrevivente da tragédia que causou a morte dos seis jovens, dois do sexo masculino e quatro do sexo feminino, na praia do Meco, concelho de Sesimbra, no distrito de Setúbal.

João Gouveia, pai do “dux” João Miguel Gouveia, confirmou aos jornalistas que o filho não iria estar presente na audiência, mas não revelou o motivo que levou o filho a faltar ao debate instrutório, esta segunda-feira, no Tribunal de Setúbal. “Não foi ele que tomou essa decisão. Mais para ao final da audiência ficarão a saber porquê, disse, recusando a ideia de haver uma estratégia de silêncio.

“A estratégia foi sempre prestar todos os contributos para o apuramento da verdade, no lugar certo e junto das pessoas competentes”, disse. “O apuramento da verdade é o que mais interessa ao João e à família e também aos familiares dos jovens que morreram”, disse o pai do jovem.

“Durante meses a fio, sem invocar ser arguido, o meu filho disponibilizou-se para prestar todos os esclarecimentos possíveis”, disse João Gouveia, pai. Fê-lo através da irmã, “num momento em que ainda estava bastante fragilizado”, mas “depois isso deixou de ser possível”, em face das acusações públicas e condenações na praça pública.

João Gouveia disse “respeitar demasiado a dor dos pais e a morte dos jovens para entrar em polémicas” e garantiu, ao contrário do que dizem alguns familiares das vítimas, que o filho esteve sempre disposto a falar. “Pouco depois da tragédia, falou com a mãe de uma das vítimas”, revelou o pai de João Miguel Gouveia.

“Parece-me que a investigação de oito meses foi tão exaustiva e que, com clareza, ilibou completamente qualquer tipo de situação menos adequada. Para além do drama moral, psicológico, que é ver partir os seus amigos, poder ele também ter partido, e agora ao fim deste tempo assistir a este tipo de situação”, disse o pai de João Gouveia.
Veja mais em :::> Jornal de Notícias

Familiares assinalam primeiro aniversário da morte de seis jovens na praia do Meco

Familiares dos jovens que morreram a 15 de dezembro de 2013 na praia do Meco assinalam segunda-feira o primeiro aniversário da tragédia com uma missa e uma visita ao local para colocação de placas com o nome das vítimas.

meco
António Soares, pai de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Universidade Lusófona que morreu na praia do Meco, disse à Lusa que o desaparecimento dos seis jovens será assinalado no próximo dia 15, pelas 15 horas, com a celebração de uma missa na capela de Alfarim.

A cerimónia religiosa terá lugar no dia em que se completa um ano sobre a morte dos seis jovens, que, de acordo com o único sobrevivente da tragédia, terão sido arrastados por uma onda de grandes dimensões quando se encontravam perto da linha de água, na praia do Meco, concelho de Sesimbra, no distrito de Setúbal.

No mesmo dia, os familiares dos jovens vão colocar placas de madeira com o nome dos seis jovens levados pelo mar a poucos metros do local onde ocorreu a tragédia. No mesmo local, em data a anunciar, deverá ser também colocado um memorial do escultor João Cutileiro.

Os familiares dos seis jovens e o advogado que os representa, Vítor Parente Ribeiro, continuam, entretanto, a aguardar pela decisão do Tribunal da Relação de Évora sobre o incidente de recusa do juiz de instrução do processo.

O inquérito instaurado na sequência da morte dos seis alunos da Universidade Lusófona de Lisboa tinha sido arquivado pelo procurador do Ministério Público do Tribunal da Almada.

Inconformado com o arquivamento, o advogado que representa as famílias decidiu pedir a abertura de instrução, pretensão que foi acolhida por um juiz do Tribunal de Setúbal.

veja mais em ::::> Jornal de Notícias

Famílias dos jovens que morreram na praia do Meco pediram abertura de instrução

meco1
As famílias dos seis jovens que morreram na praia do Meco a 15 de dezembro do ano passado entregaram esta segunda-feira o pedido de abertura da instrução do processo, no Tribunal de Almada, disseram à Lusa familiares das vítimas.

“Esperamos que haja julgamento e que o João Gouveia – único sobrevivente da tragédia que ocorreu na praia do Meco, em Sesimbra -, nos esclareça todas as dúvidas em tribunal”, disse à Lusa Fernanda Cristóvão, mãe de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Universidade Lusófona que morreu na praia do Meco.

“Os familiares dos seis jovens estão unidos e convictos de que a investigação realizada ficou pela rama e que há muito por contar. Hoje [segunda-feira] vieram aqui ao Tribunal de Almada familiares de todas a vítimas, com exceção dos familiares da Andreia, que residem no Algarve, na esperança de que o caso seja analisado por um juiz”, acrescentou Fernanda Cristóvão.
Veja mais em:::> Correio da Manhã

Super Bock Super Rock – AMARSUL enviou para reciclagem cerca de 25.000 copos

meco3

A iniciativa, denominada “Amarsul Eco Sound”, manteve a mecânica do ano anterior, ou seja, a atribuição de brindes por troca de copos de plástico. No final verificou-se um aumento de eficácia da campanha, com o envio para reciclagem de cerca de 25.000 copos, face a 2013 onde foram recolhidos cerca de 20.000 unidades.

A AMARSUL, empresa responsável pela Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos da Margem Sul do Tejo voltou a estar presente, no 20º Festival Super Bock Super Bock, que decorreu nos dias 17, 18 e 19 de julho com uma ação de sensibilização.
A iniciativa, denominada “Amarsul Eco Sound”, manteve a mecânica do ano anterior, ou seja, a atribuição de brindes por troca de copos de plástico. No final verificou-se um aumento de eficácia da campanha, com o envio para reciclagem de cerca de 25.000 copos, face a 2013 onde foram recolhidos cerca de 20.000 unidades.
Mais uma vez, este projeto foi desenvolvido em articulação com a Câmara Municipal de Sesimbra, cujo objetivo comum foi a recuperação de resíduos de embalagem de plástico, para valorização, bem como evitar a propagação de resíduos no recinto do festival.
O “Amarsul Eco Sound” é mais um dos conceitos de comunicação que a Amarsul tem desenvolvido nos últimos anos e que consiste em ações de sensibilização direcionadas para segmentos específicos, da população. Recorde-se que dos conceitos “Amarsul Eco”, destaca-se o “Amarsul Eco Fashion”, evento premiado e cujo objetivo é a demonstração de reaproveitamento de materiais a partir da conceção de coleções de moda.

Veja mais em ROSTOS

Seo wordpress plugin by www.seowizard.org.