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Meco: testemunha fotografa corpo com fita adesiva

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Famílias garantem que há imagens que provam ritual

Os pais de Pedro Negrão e de Ana Catarina Soares estiveram ontem no Tribunal de Almada

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Familiares dos jovens que morreram no Meco decidiram constituir-se assistentes no processo

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As famílias dos jovens que morreram no Meco decidiram constituir-se assistentes no processo que corre no Tribunal de Almada. Em comunicado, explicam que querem colaborar com a investigação, para apurar o que aconteceu na madrugada de 15 de dezembro.Este fim de semana, os familiares das vítimas criaram um email para receber informações sobre o caso. Até agora, já receberam cerca de 300 mensagens, a maioria de apoio, mas algumas também com informações que consideram “da maior relevância” e que estão a ser analisadas.

As famílias dos seis jovens estão também a recolher dados sobre situações semelhantes, junto de familiares de vítimas de casos como o do Meco. Querem contribuir para que situações destas não voltem a acontecer.

No comunicado enviado à SIC, garantem que nada os move contra qualquer pessoa ou instituição. Reforçam mais uma vez o apelo ao jovem sobrevivente, para que se junte às famílias dos outros estudantes, no apuramento da verdade.

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Pais das vítimas do Meco receberam “cerca de 70 mensagens” no email

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Os pais dos seis jovens que perderam a vida no mar do Meco, Sesimbra, já receberam “cerca de 70 mensagens, algumas de muito interesse” no endereço eletrónico criado para obter informações sobre o que se passou na noite da tragédia. Estão surpreendidos com o impacto do email tragedia.meco@gmail.com, criado sábado.

O”No espaço de horas, tínhamos já muitos emails”, adiantou ao JN Fátima Negrão. “As pessoas estão a aderir bastante. Estamos a receber muita informação”, revelou a mãe de Pedro Negrão, um dos jovens que faleceram.

A tragédia de 15 de dezembro envolveu sete membros da Comissão Oficial de Praxes Académicas (COPA) da Universidade Lusófona. Apenas o chefe máximo, João Miguel Gouveia, escapou com vida. Os estudantes caminharam cinco quilómetros até ao areal desde a Aiana de Cima, onde estavam a passar o fim de semana numa casa arrendada.

Os vizinhos garantem ter assistido a praxes, deixando os pais perplexos. Foi o caso de António Soares. Sabia que a filha, de 22 anos, pertencia à COPA e que ia preparar praxes, mas desconhecia que Catarina também seria praxada. “Inicialmente, pensámos que tivesse sido um acidente, mas agora começa-se a aferir outras situações degradantes”, realçou ao JN, antes de se reunir com os outros pais, mostrando-se indignado com os episódios relatados pelos vizinhos que dizem ter visto os jovens a rastejar com pedras presas nos tornozelos. “É de uma baixeza enorme. Não me cabe na cabeça esta humilhação”, frisa António. A TVI adiantou ontem que vários membros da COPA desistiram das praxes antes da

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Meco: Famílias de jovens admitem contratar detective

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Há cada vez mais dúvidas sobre a noite da tragédia. Famílias dos seis jovens dizem que foram submetidos a “prova de fogo” e admitem contratar detective. PJ vai fazer a reconstituição do que sucedeu.
A Polícia Judiciária de Setúbal vai dentro de dias fazer a reconstituição das últimas horas de vida dos estudantes da Universidade Lusófona arrastados por uma onda na praia do Meco, na madrugada de 15 de Dezembro. As autoridades querem reconstituir todos os passos que levaram ao areal Catarina Soares, Joana Barroso, Carina Sanchez, Tiago Campos, Andreia Revez, Pedro Negrão e João Miguel Gouveia, o único sobrevivente da tragédia. Também as famílias admitem recorrer “a um detective privado para saber exactamente o que se passou naquela madrugada”, explicou ao SOL Fátima Negrão, mãe de Pedro.

Os inspectores da PJ vão fazer aquela diligência para perceber se há, entre todos os factos que vierem a ser apurados, a prática de algum crime – o que pode ajudar a responder às muitas perguntas colocadas pelas famílias das vítimas, que estão convencidas que nesse dia os estudantes, que integravam o governo da Comissão Oficial da Praxe Académica (COPA) se sujeitaram “a uma prova de fogo” imposta pelo líder, o dux João Miguel Gouveia, o único a escapar com vida.

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