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Regata une Lisboa à Moita

8 de Outubro 2017

Espetáculo “único no Tejo” acontece desde 1845 e conta com a participação de dezenas de embarcações.

Dezenas de embarcações engalanadas cumpriram ontem a 172ª edição da Real Regata de Canoas, no rio Tejo. A prova, organizada pela associação Marinha do Tejo, teve como ponto de partida a zona da antiga praia de Pedrouços, na frente ribeirinha de Lisboa, e terminou no cais da Moita. Este espetáculo “único no Tejo” acontece desde 1845 e conta com a participação de dezenas de embarcações, como canoas, catraios, varinos, faluas e botes de fragata. Nesta prova, as embarcações podem optar por participar na competição ou percorrer o rio a passeio. Este ano, foram realizados rastreios visuais na zona de chegada.

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“Tarde do Fogareiro” junta 10 mil pessoas na Moita

A “Tarde do Fogareiro”, que decorreu no dia 15 de Setembro, à tarde, juntou 10 mil pessoas, sendo um dos momentos altos das Festas em Honra de Nossa Senhora da Boa Viagem, na Moita.


A seguir à largada, assim que são recolhidos os touros, a avenida Dr. Teófilo Braga, transforma-se num enorme espaço de convívio e animação: as mesas são montadas, os fogareiros acesos, os amigos chegam e a animação começa com comes e bebes. O Grupo de Bombos de Santa Maria de Jazente de Amarante, a Charanga Musical Huga-Huga, do Rosário, e o “Fogareiro Eléctrico”, com Nélio Pinto, completaram esta tarde de convívio e boa disposição.

Para o presidente da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia, a “Tarde do Fogareiro”, decorreu “bem, com uma boa participação, como é habitual, com a avenida repleta de gente um ambiente agradável”. “Faço um balanço positivo, tornou-se um símbolo das Festas da Moita com gente que vem de outros municípios, com uma grande massa de pessoas a participar”, concluiu o edil.

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Forcado Fernando Quintela morre após uma colhida de um touro na Moita

16/09/2017

O forcado dos Amadores de Alcochete Fernando Quintela, de 26 anos, morreu na madrugada de hoje no hospital de São José, em Lisboa, na sequência de uma colhida de um touro.

O jovem, que pegava de caras na sexta-feira à noite, na Praça de Touros Daniel Nascimento, no decorrer de uma corrida foi ferido com gravidade por um touro pertencente à ganadaria de Prudêncio, com 530 quilos.

Fernando Quintela foi imediatamente assistido na enfermaria da Praça de Touros tendo mesmo sido socorrido pela equipa da VMER (Veículo de Emergência do INEM) e transportado para a unidade hospital de Lisboa, onde não resistiu às fortes hemorragias internas.

O acidente que vitimou o forcado ocorreu na última corrida de toiros inserida na Feira Taurina da Moita, a maior do país, num concurso de ganadarias onde foram lidados toiros de Murteira Grave, Ascensão Vaz, Prudêncio, António Silva, Fernandes de Castro e Veiga Teixeira.

Nessa noite, em praça estiveram os cavaleiros João Moura Jr., João Telles Jr. e Francisco Palha, bem como os forcados de Évora e Alcochete.

À família e ao grupo de forcado de Amadores de Alcochete o DIÁRIO DA REGIÃO apresenta as suas mais sentidas condolências.

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Moita-Antiga Fábrica do Sal Vai nascer uma superficie comercial

Nas instalações da antiga Fábrica do Sal e da empresa FIAT, na freguesia da Baixa da Banheira, concelho da Moita, segundo informação que obtivemos vai nascer uma nova superficie comercial

As antigas instalações da Fábfica do Sal, que muitos referem como sendo do Lavradio, ficam localizadas na freguesia da Baixa da Banheira, concelho da Moita.

Durante alguns anos aquele equipamento esteve ao abandono, entretanto estão a decorrer obras, e, por essa razão diversos leitores têm questionado sobre o que ali vai nascer.

Segundo contacto que estabelecemos com Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, naquele local vai ser instalada uma loja do grupo Continente e também uma loja de venda de produrtos chineses.

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Costa defende arco ribeirinho do sul do Tejo como novo motor da Península de Setúbal


O primeiro-ministro defendeu hoje que o arco ribeirinho na margem sul do Tejo, englobando os municípios do Barreiro, Seixal e Almada, deve ser reabilitado economicamente e ambientalmente para se assumir como novo motor da Península de Setúbal. Esta posição foi assumida por António Costa no final de uma reunião de trabalho com os presidentes das câmaras do Barreiro, Carlos Humberto de Carvalho, do Seixal, Joaquim Santos, e de Almada, Joaquim Judas – todos eleitos pela CDU -, na qual também participaram em representação do Governo os ministros do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, e do Mar, Ana Paula Vitorino. A manhã de António Costa e da comitiva do Governo começou com uma curta viagem de barco entre a estação portuária do Terreiro do Paço e a do Barreiro, tendo-se seguido uma reunião com os autarcas do chamado arco ribeirinho do Tejo, zona em que nas décadas de 60 e 70 do século passado floresceram grandes unidades industriais, mas cujos terrenos se encontram agora abandonados e, parte deles, contaminados.

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Moita – Jerónimo afirma que mulheres não podem descansar nas boas vontades do poder legislativo

Secretário-geral do PCP considera que têm que lutar para alcançarem o “objetivo justo da igualdade”.

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou hoje que as mulheres não podem “descansar nas boas vontades do poder legislativo”, referindo que têm que lutar para alcançarem o “objetivo justo da igualdade”. “As mulheres portuguesas não podem descansar nas boas vontades do poder legislativo ou executivo. Têm que participar e lutar muito para conseguir esse grande objetivo, justo, da igualdade no trabalho, na família e na sociedade”, disse Jerónimo de Sousa. O secretário-geral do PCP participou hoje num almoço da célula do PCP na Câmara Municipal da Moita comemorativo do Dia Internacional da Mulher, no Clube Recreativo do Penteado, no concelho da Moita. O Governo vai apresentar “em breve” uma proposta, na concertação social, com vista à igualdade salarial entre homens e mulheres, anunciou hoje o primeiro-ministro, António Costa, no debate quinzenal no parlamento. “Este anúncio precisa de ser explicitado e concretizado. Hoje, a relação laboral e as malfeitorias introduzidas, a própria meça de caducidade dos contratos coletivos, a ser concretizada, afeta homens e mulheres e acentuará essa discriminação que existe em relação às mulheres portuguesas”, defendeu o secretário-geral do PCP. Jerónimo de Sousa referiu que as questões laborais, salariais e a criação de condições para que a mulher possa responder no “seu trabalho, à sua vida e à sua família” são fundamentais, mesmo que “tenham que haver discriminações positivas”. “Falamos muito em igualdade, mas no concreto isso muitas vezes traduz-se em sobrecarga para as mulheres, mesmo que seja em coisas pequenas, como a disponibilidade para a família ou no trabalho, onde ainda são olhadas de forma preconceituosa”, salientou. O secretário-geral do PCP defendeu que a igualdade “está longe de ser uma realidade” e aproveitou ainda a oportunidade para apelar à participação na manifestação do Movimento Democrático da Mulheres (MDM) que vai ocorrer no sábado, em Lisboa.

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Moita – Plano e o Orçamento 2017 no valor de 31 667 726 euros

Câmara aprova Plano e Orçamento/2017 e redução do IMI

moita

A Câmara Municipal da Moita aprovou, por maioria, a 28 de outubro, as Grandes Opções do Plano e o Orçamento para 2017, no valor de 31 667 726 euros, bem como a redução do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) para 0,38%, para os prédios urbanos novos, transmitidos e reavaliados no domínio da vigência do Código do Imposto Municipal sobre Imóveis, o que se traduz num alívio da carga fiscal para os munícipes.

Cabe aos municípios, conforme estabelecido por lei, definir anualmente a taxa aplicável aos prédios urbanos (entre os 0,3% e os 0,45%) que, após aprovação pela Assembleia Municipal, é comunicada à Autoridade Tributária, a qual procede à aplicação e cobrança da taxa. Note-se que, apesar da receita decorrente da liquidação de IMI se revestir de primordial importância para a gestão orçamental e financeira do município, a Câmara da Moita tem mantido uma taxa inferior à máxima aplicável, mesmo durante os períodos mais difíceis do ponto de vista financeiro.

Aprovadas Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2017

As Grandes Opções do Plano para 2017 perspetivam alguns investimentos futuros que passam, essencialmente, pelas candidaturas apresentadas no âmbito do Portugal 2020, além da manutenção da prestação dos serviços públicos essenciais nas mais diversas áreas, como espaços verdes, salubridade e ambiente, abastecimento de água, saneamento e energia, repavimentação e arruamentos, território, assuntos sociais, educação, cultura e desporto.
Destaca-se, no âmbito destas candidaturas, na área da mobilidade urbana sustentável, a criação de um passeio pedonal ciclável entre a Rua D. Manuel I e a Escola Profissional, na Moita; no âmbito do Programa Municipal de Reabilitação Urbana, na freguesia de Alhos Vedros, a revitalização do Largo do Descarregador e a remodelação do Mercado de Alhos Vedros, como estrutura de apoio ao Movimento Associativo e a projetos de criação artística; a requalificação e modernização do parque escolar, nas freguesias da Baixa da Banheira, Moita e Vale da Amoreira; a Valorização do Património Ribeirinho e Promoção do Cluster da Náutica de Recreio, no qual se inscreve a instalação do ancoradouro do Cais da Moita; a intervenção em Comunidades Desfavorecidas, na freguesia do Vale da Amoreira, com intervenções ao nível da reabilitação do Parque Municipal Habitacional e da requalificação do espaço público. Alguns destes projetos já se encontram em curso, outros serão implementados em 2018 e 2019, com conclusão no ano de 2020.
O lançamento de derrama, a participação do Município no IRS e o mapa de pessoal para o ano de 2017 estiveram também em discussão na ordem do dia. As propostas, aprovadas nesta reunião, por maioria, vão ser agora submetidas à aprovação da Assembleia Municipal, cuja sessão terá lugar a 25 de novembro, pelas 21:00h, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, na Moita.

Fonte – CMM

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Cibersul – Informação Regional da Península de Setúbal

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Providência cautelar tenta travar Transportes do Barreiro na Moita

A empresa Transportes Sul do Tejo (TST) avançou com uma providência cautelar para travar o alargamento dos Transportes Coletivos do Barreiro (TCB) ao concelho da Moita, disse hoje à Lusa fonte oficial da empresa.

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“A TST, por entender que se trata de uma situação ilegal e não tendo sido ainda corrigida pelo município do Barreiro, viu-se forçada a apresentar uma providência cautelar, para salvaguarda dos seus direitos”, disse à Lusa fonte oficial da empresa.

A Transportes Coletivos do Barreiro é um serviço municipalizado da Câmara do Barreiro, que efetua carreiras rodoviárias em todo o concelho. As duas autarquias assinaram um protocolo que prevê que os Transportes Coletivos do Barreiro possam efetuar carreiras no concelho vizinho da Moita

Os TCB vão passar a servir a Baixa da Banheira, zona central de Alhos Vedros e Vale da Amoreira, incluindo a zona da escola, com duas carreiras em circulação.

“A contestação da TST baseia-se no facto de a empresa entender que os seus legítimos interesses são gravemente afetados pela extensão ilegal e não autorizada pela Entidade Reguladora ao concelho da Moita das carreiras dos TCB”, acrescentou a mesma fonte.

Rui Lopo, vereador da Câmara do Barreiro com responsabilidades nos TCB, confirmou que a autarquia já foi notificada da providência cautelar e explicou que os municípios de Barreiro e Moita vão responder.

“Já fomos notificados. A providência cautelar tem um caráter suspensivo do ato praticado até ao momento, que foi a assinatura do protocolo. Em conjunto com a autarquia da Moita, estamos a preparar a resposta”, disse em declarações à Lusa.

O autarca referiu que as autarquias estão confiantes que têm razão, explicando que o novo regime jurídico dos transportes possibilita o alargamento.

“Temos a garantia dos nossos consultores jurídicos que temos razão, mas vamos responder e depois esperar pela decisão do tribunal. Mesmo que o caráter suspensivo seja levantado, vamos depois aguardar pela entrada da ação principal e só depois dar os próximos passo”, referiu.

Rui Lopo admitiu que a ação dos TST pode atrasar a entrada em funcionamento das carreiras dos TCB no concelho vizinho da Moita, que estavam previstas ainda para o mês de dezembro, mas acredita que tal possa acontecer no início de 2016.

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Câmara da Moita vai criar hortas no Vale da Amoreira

Parque hortícola terá 81 parcelas, que serão atribuídas a residentes no concelho até ao final do ano. Três vão para associações locais.

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A Câmara da Moita está a preparar a criação do parque hortícola no Vale da Amoreira, projecto orçado em cerca de 95 mil euros e que vai criar 81 parcelas de terreno, informou fonte da autarquia nesta quinta-feira.

“O Parque Hortícola do Vale da Amoreira está em fase de construção e prevê-se a atribuição das parcelas até ao final de 2015. Três destas parcelas de 100 metros quadrados, destinam-se a associações locais com as quais foram estabelecidas parcerias para garantir a dinamização de actividades complementares à actividade de cultivo”, disse à Lusa Miguel Canudo, vereador na Câmara da Moita.

O autarca frisou que o investimento total neste projecto é de cerca de 95 mil euros e adiantou que já foram efectuados trabalhos no local, como a “limpeza do terreno, remoção de materiais diversos, instalação de contentores marítimos para uso colectivo, colocação de tampa de protecção aos poços e colocação de uma vedação, para delimitar a área de intervenção”.

O projecto contempla uma área ampla de cerca de 23.000 metros quadrados, localizada entre o cemitério e o Campo Municipal de Futebol do Vale da Amoreira, dispondo de 81 parcelas com áreas de 50, 100, 150 e 200 metros quadrados. “Este projecto irá dispor de 78 parcelas para o mesmo número de agregados familiares e três parcelas para associações. No total, estima-se que haverá cerca de 580 beneficiários directos. A maioria são residentes no concelho da Moita, nomeadamente no Vale da Amoreira, havendo também uma pequena parte que reside no concelho do Barreiro”, afirmou.

No âmbito do projecto, a autarquia avançou também com uma candidatura à EDP Solidária, de modo a conseguir um parceiro que investisse no Parque Hortícola do Vale da Amoreira. “Prevê-se que em meados de 2016 deverá haver colheitas de vários produtos. Espera-se, ainda, o envolvimento dos utilizadores e da comunidade em actividades que têm como fim último a valorização do trabalho realizado nas hortas, num contexto de promoção da coesão social”, concluiu.

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