Tag: moradores

Moradores vão debater renovação da Sobreda

Programa prevê comparticipação dos custos das obras nas habitações por parte da câmara.

A sessão pública promovida pela autarquia visa divulgar a Operação de Reabilitação Urbana da Sobreda e fazer um ponto da situação sobre a legalização das áreas urbanas de génese ilegal. A renovação do pequeno núcleo urbano será a oitava intervenção deste tipo realizada pela autarquia e terá um período de vigência de dez anos, prorrogáveis por mais cinco anos. A intervenção ocorre numa área do concelho de ruas estreitas e marcadas pelo uso intenso do automóvel. Para 67% dos moradores da Sobreda a deslocação casa/trabalho é feita de carro. E 55% das crianças da Sobreda deslocam-se para a escola também em transporte individual. A reabilitação das casas será da responsabilidade dos proprietários, contudo, a autarquia a exemplo de anteriores operações de reabilitação pretende comparticipar os trabalhos até 20% do orçamento da obra em imóveis em regime de arrendamento, até um montante máximo de 2500 euros no caso de edifícios anteriores a 1951. A reabilitação dos imóveis promove a obtenção de benefícios fiscais, mas está também previsto o agravamento dos impostos referentes a casas devolutas ou em ruínas. Entre fevereiro de 2011 e fevereiro de 2017, nas sete operações em vigor no concelho, foram intervencionados 391 fogos, dos quais 152 estavam devolutos.

Ler mais em: Correio da manhã

Explosão de multibanco afetou segurança de prédio no Seixal

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A segurança do prédio do Seixal afetado na madrugada de sexta-feira por uma explosão numa caixa multibanco vai ser avaliado por peritos, para decidir se os moradores podem regressar a casa.

Leia mais: Explosão de multibanco afetou segurança de prédio no Seixal http://www.jn.pt/justica/galerias/interior/explosao-de-multibanco-afetou-seguranca-de-predio-no-seixal-5104832.html#ixzz4GfJHHvTd
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Meco. Habitantes contra o monumento de Cutileiro às vítimas

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Inauguração do memorial às vítimas do Meco não conta com o apoio dos moradores.

João Lovacich é um dos que se opõe à escolha do local para culto das vítimas. “Estão a associar a praia a uma desgraça, se houvesse um monumento por cada pessoa que morre aqui ou noutro lado, ou qualquer pescador que perde a vida, a praia estava cheia de monumentos”, afirmou, ouvido pela SIC Notícias.

E conta a dualidade de critérios aceites pela edilidade local. “Qualquer pessoa que ande aqui de mota paga uma multa, agora andam com retro-escavadoras nas dunas…”, atira, deixando uma sugestão.

“Ponham o monumento na Lusófona, como acção preventiva.”

O presidente da Câmara de Sesimbra mostra-se intransigente com os pedidos de remoção da estátua. E discorda desta opinião.

Augusto Pólvora diz que foram pedidos os necessários pareceres e a obra é conciliável. “Essa discussão é um absurdo total, senão não podia haver nada de turismo…”.

Foi há um ano e três meses que a tragédia aconteceu. Agora, o luto deu lugar à inauguração de um memorial que perpetua os nomes das seis vítimas – Ana Catarina, Andreia, Carina, Joana, Pedro e Tiago – que naquela noite foram levados pelo mar. Presentes estiveram familiares, amigos, antigos colegas.
João Cutileiro, claro, esteve presente. E justificou a obra brutal, duas pedras grotescas enfiadas na areia, oposto de algo mais delicado. “[Esta morte] Foi muito mais brutal que o normal das mortes, por isso não quis uma obra delicadinha”, disse o artista à SIC Notícias.

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