Tag: Municipal

As novas caras da Câmara de Almada

28 de Outubro 2017

Eleitos para a Câmara Municipal

1. Inês de Medeiros PS
2 Joaquim Judas CDU
3. Francisca Parreira PS
4. Jose Gonçalves CDU
5. Nuno Matias PSD
6. Joao Couvaneiro PS
7. Amelia Pardal CDU
8. Joana Mortagua BE
9. Teodolinda Silveira PS
10. António Matos CDU
11. Miguel Salvado PSD

Palmela – Composição do Executivo Municipal e Distribuição de Pelouros

26 de Outubro 2017

A Câmara Municipal informa que, no Mandato 2017-2021, os Pelouros e a composição do Executivo Municipal são os seguintes:

Álvaro Manuel Balseiro Amaro (Presidente)
– Coordenação Geral
– Cooperação Internacional
– Planeamento e Desenvolvimento Estratégico
– Proteção Civil e Segurança
– Participação e Ação Local
– Igualdade de Género
– Projetos e Obras Públicas
– Informação e Comunicação

Adilo Oliveira Costa (Vereador/Vice-Presidente)
– Educação
– Ação Social e Saúde
– Habitação Social
– Recursos Humanos, Gestão e Qualificação
– Saúde Ocupacional
– Sistemas de Informação e Modernização Administrativa
– Logística, Transportes e Conservação

Luís Miguel Reisinho de Oliveira Calha (Vereador)
– Desenvolvimento Económico
– Turismo
– Mercado e Feiras
– Metrologia
– Defesa do Consumidor
– Cultura
– Desporto
– Juventude
– Administração, Finanças e Serviços Jurídicos
– Atendimento

Fernanda Manuela Almeida Pésinho (Vereadora)
– Gestão e Planeamento Urbanístico
– Ambiente
– Autoridade Veterinária e Bem-estar Animal
– Habitação – Reabilitação Urbana
– Águas e Resíduos Sólidos Urbanos
– Centro Histórico
– Gestão do Espaço Público

Pedro Gonçalo da Ponte Marques Taleço (Vereador)
– Iluminação Pública e Eficiência Energética
– Cemitérios
– Toponímia
– Limpeza Urbana e Manutenção de Parques e Jardins
– Fiscalização Municipal

Mara Rebelo (Vereadora)
Sem Pelouros

Raul Cristóvão (Vereador)
Sem Pelouros

Paulo Ribeiro (Vereador)
Sem Pelouros

José Calado (Vereador)
Sem Pelouros
Veja mais em ::::> CM Palmela

2017 Tomada de Posse da Câmara do Montijo (Vídeo)

20 de Outubro 2017

Click na Imagem para ver as fotos

Reportagem Diário da Região

Novos órgãos municipais instalados. Presidente da Câmara “elegeu” investimento da tutela como âncora para estratégia de acção nos próximos quatro anos. Cerimónia ficou ainda marcada por despedida de Maria Amélia Antunes

do Governo, está no “centro do radar” da estratégia de investimentos que o novo executivo camarário, presidido por Nuno Canta, defende para os próximos quatro anos no concelho. Da implantação do novo aeroporto, que aguarda por luz verde do Governo para se fazer à pista no Montijo, derivará muito da acção autárquica da nova maioria socialista (agora absoluta) para o futuro próximo do território, conforme deixou antever o discurso do presidente reeleito, durante a cerimónia de instalação da Câmara Municipal, realizada esta sexta-feira, no salão nobre dos Paços do Concelho.

“O novo mandato ficará marcado pela construção de novas infra-estruturas. Falo-vos do novo aeroporto no Montijo, no Seixalinho. É um processo sem paralelo no resto do País e que constitui uma verdadeira transformação no Montijo e na região de Setúbal”, disse Nuno Canta, lembrando que essa transformação suscita “oportunidades e desafios”, gera “esperanças e angústias, motiva expectativas e cria problemas”, o que obriga a uma gestão do processo com “ambição, lucidez e, ao mesmo tempo, serenidade”.
Todo o processo do aeroporto, adiantou, será desenvolvido em “permanente diálogo com todos” e com total garantia de “segurança ambiental”, salvaguardando a “defesa dos interesses do Montijo”.

“O novo aeroporto é uma oportunidade de excelência e os objectivos de um crescimento inteligente, inclusivo e sustentável são as linhas inspiradores que assumimos no desenvolvimento deste processo”, admitiu, sublinhando que o novo equipamento trará “novas exclusões, geradas pelo desenvolvimento”, que vão exigir “prioridade” às políticas de coesão. “Há que mobilizar as forças vivas, parceiros sociais, empresas e agentes de desenvolvimento local. O Montijo deverá dinamizar a constituição de uma aliança, que permita uma estratégia de desenvolvimento justo e sustentável, que promova a competitividade, o emprego e a coesão de todos os montijenses”, considerou, antes de sublinhar a política de proximidade aprofundada nos últimos quatro anos.

Veja Mais em::::> Diário da Região

Foi com gosto que representei o povo do Barreiro sublinha Carlos Humberto, em carta dirigida ao Movimento Associativo

“Termino este período da minha vida com o sentimento de dever cumprido, que é diferente de afirmar que fiz tudo bem”, refere Carlos Humberto, numa Carta dirigida ao Movimento Associativo, no final do seu mandato como Presidente da Câmara Municipal do Barreiro.


Amigos

Passaram 12 anos desde que assumi a presidência da Câmara Municipal do Barreiro. Chegou a hora de me despedir destas funções e de me despedir de vós.

Foi com gosto que representei o povo do Barreiro. Foi com enorme esforço que cumpri estes mandatos, mas foi também, com sentido de uma responsabilidade imensa.
Termino este período da minha vida com o sentimento de dever cumprido, que é diferente de afirmar que fiz tudo bem.

Sempre considerei e continuo a considerar que o movimento associativo, as IPSS são um pilar muito importante do desenvolvimento passado, presente e futuro do Barreiro.
Sempre considerei e continuo a considerar que o movimento associativo, as IPSS têm autonomia dos poderes que é necessário respeitar, preservar e aprofundar.

A cooperação e a proximidade que mantive com a generalidade do movimento associativo e das IPSS enquanto presidente de Câmara é para mim sinónimo de satisfação pessoal.
Quero, em meu nome, agradecer a forma como criámos e desenvolvemos relações institucionais e com muitos dos intervenientes, relações pessoais.

Foi um prazer ter criado e mantido uma estreita relação que em minha opinião, foi frutuosa para cada uma das entidades e para o concelho.
Nas novas funções que irei exercer, estarei sempre á vossa disposição.

Um abraço.
Carlos Humberto de Carvalho

Veja mais em ::::> rOSTOS

MONTIJO | Catarina Marcelino cai do Governo no mesmo dia em que assume Assembleia Municipal

MÁRIO RUI SOBRAL

A nova presidente da Assembleia Municipal do Montijo poderá retomar as funções de deputada à Assembleia da República, o que implica, desde logo, a saída de Francisca Parreira (autarca em Almada) do hemiciclo. Ana Sofia Araújo (autarca em Sines) poderá levar a mais uma alteração na composição do elenco do PS eleito pelo círculo de Setúbal

À hora da cerimónia de instalação dos órgãos autárquicos, Câmara e Assembleia Municipal, no Montijo, estava já definido que Catarina Marcelino não seria reconduzida como secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.

Horas antes do início da cerimónia, realizada ontem nos Paços do Concelho, a decisão já estava tomada, apurou o DIÁRIO DA REGIÃO junto de fonte socialista.

Rosa Lopes Monteiro – que vinha exercendo funções, na área da Igualdade, desde 2016, no gabinete de Eduardo Cabrita (então ministro Adjunto do primeiro-ministro, agora ministro da Administração Interna) – sabia que iria substituir Catarina Marcelino na secretaria de Estado para a Cidadania e a Igualdade, que passou a ser tutelada pela ministra da Presidência, Maria Manuel Leitão Marques.

Catarina Marcelino tomava posse como membro da Assembleia Municipal do Montijo pouco depois das 15h30 (sendo eleita, logo após a cerimónia, presidente deste órgão municipal) e por essa hora já deveria também ter conhecimento de que estaria de saída da secretaria de Estado. O anúncio da substituição foi feito ao final da tarde na página da Presidência da República e pelas 21h20 a montijense reagiu na página pessoal que administra na rede social Facebook.

“Tenho por hábito dizer que estou de Secretária de Estado. Estamos e a qualquer momento podemos deixar de estar. Foi o que aconteceu hoje comigo. Não saio por vontade própria, mas porque a Ministra que vai tutelar a pasta entendeu, no seu pleno direito, escolher outra pessoa”, disse a nova presidente da Assembleia Municipal do Montijo, deixando agradecimentos a todos os que lhe manifestaram apoio pelo trabalho desenvolvido como secretária de Estado.

Mexidas no xadrez dos deputados do PS eleitos por Setúbal

O PS, recorde-se, elegeu nas Legislativas de 2015 sete deputados pelo círculo de Setúbal à Assembleia da República: Ana Catarina Mendes; Eduardo Cabrita; Eurídice Pereira; Paulo Trigo Pereira; Catarina Marcelino; Ricardo Mourinho Félix; e Inês de Medeiros.

Com as saídas de Eduardo Cabrita, Catarina Marcelino e Ricardo Mourinho Félix para funções governativas e de Inês de Medeiros para vogal do INATEL (entretanto eleita presidente da Câmara de Almada), subiram a deputados do hemiciclo em regime de substituição Ivan Gonçalves (líder da JS nacional), Ana Sofia Araújo (eleita agora vereadora na Câmara de Sines), André Pinotes Batista (também eleito a 1 de Outubro para a Assembleia Municipal do Barreiro) e Francisca Parreira (ex-presidente da Junta da Trafaria e igualmente eleita nas últimas Autárquicas para a vereação da Câmara de Almada).

Catarina Marcelino pode agora retomar as funções de deputada parlamentar, o que implicará desde logo a saída de Francisca Parreira do hemiciclo, de acordo com o estipulado no número 2 do artigo 6.º do Estatuto do Deputado que determina que “com a retoma pelo deputado do exercício do mandato, cessam automaticamente todos os poderes do último deputado da respectiva lista que nessa data esteja a exercer o mandato”.

As mexidas no xadrez dos parlamentares eleitos pelo círculo de Setúbal poderão não ficar por aqui. Até porque, segundo a alínea g) do estatuto atrás referido “são incompatíveis com o exercício do mandato de deputado à Assembleia da República” os cargos ou funções de “vereador a tempo inteiro ou em regime de meio tempo das câmaras municipais”.

Ora, neste particular, há ainda a observar que Ana Sofia Araújo já foi empossada como vereadora da Câmara Municipal de Sines, sendo que a autarca terá de optar por se manter como deputada à Assembleia da República, em regime de substituição, até 2019, ou por assumir as funções com pelouros na vereação de Sines, até 2021. Caso Ana Sofia Araújo opte pela última hipótese, Pedro Filipe Ruas – que foi cabeça-de-lista pelo PS à Assembleia Municipal de Grândola – será o senhor que se segue entre os deputados do círculo de Setúbal no parlamento.

Veja mais em ::::> Diário da Região

Inês de Medeiros: “Assustada não diria, mas é uma tarefa grande”

4 de Outubro 2017

Na noite eleitoral, o presidente cessante, Joaquim Judas, telefonou-lhe duas vezes mas não falaram sobre o futuro. Essa conversa começa agora, com todas as forças eleitas.

A presidente eleita está a resolver as últimas coisas no Inatel e no Teatro da Trindade, mas sabe que quer trabalhar em articulação com os outros concelhos da Área Metropolitana de Lisboa porque sem isso não há soluções para questões essenciais como a mobilidade. Gosta de cacilheiros, sim, “esse é o transporte mais rápido, eficaz e limpo entre as duas margens”.

Não está assustada com a tarefa gigante que tem entre mãos?

ssustada não diria, porque sou uma otimista, mas estou consciente de que é uma tarefa grande. Todos nós que nos apresentamos a eleições temos de ter consciência de que representamos mais do que nós próprios e a nossa força partidária. O tempo da disputa política, que é saudável e desejável em democracia, acabou. Agora é trabalhar por aquilo que todos queremos, o bem do território e das populações.

Vai trabalhar com os eleitos dos outros partidos? Como vai organizar o executivo?

Ainda temos de conversar todos. Para já está tudo em aberto. Não é um caso único, há muitas câmaras onde não há maioria. Independentemente de qualquer tipo de acordo que venha a ser criado, ou não, o importante para Almada é termos sempre a noção de abertura, de diálogo e do envolvimento de todos para aproveitar a oportunidade que Almada tem neste momento, até pelo contexto que o país está a viver. Vai ser precisa a mobilização de todos.

Vai mesmo viajar todos os dias de cacilheiro entre Lisboa e Almada?

Acho que não me vão deixar, mas gosto muito de andar de cacilheiro, e é certamente o transporte mais rápido, eficaz e limpo entre as duas margens.

Quais são os projetos mais urgentes?

Muita coisa em Almada é urgente. A mobilidade é obviamente uma urgência. Com os candidatos do Partido Socialista, assinei um compromisso para o de­senvolvimento sustentável, sobretudo ao nível da mobilidade, que tem de ser vista dentro da Área Metropolitana de Lisboa. Outra questão primordial é a da eficácia da limpeza. Há dois grandes projetos para Almada que têm de avançar rapidamente, até porque têm um tempo de execução que é longo – os projetos da Margueira/Lisnave e do Ginjal. Ambos são essencialmente investimentos privados, mas importa que a câmara tenha uma visão a médio prazo. O projeto da Lisnave vai criar uma nova centralidade e os serviços têm de estar preparados. Há dois grandes contratos de concessão – dos TST e da Fertagus – que têm de estar finalizados até finais de 2019 e têm de ter em conta essa evolução. Nada disto pode ser tratado de forma isolada, mas sim ao nível de um plano integrado que junte a mobilidade, a reabilitação e os novos investimentos.

O desemprego continua a ser muito pesado no concelho?

Almada está com os piores resultados de Lisboa e Vale do Tejo na descida do desemprego, o que é incompreensível dada a situação geográfica. No último ano, tem piores resultados na retoma económica e do emprego do que o próprio Seixal, embora tenha mais potencialidades.

Tem 20 quilómetros de praias. Vai apostar no turismo?

Propomos o programa Costa Todo o Ano. O turismo massificado já não é solução, queremos apostar num turismo de qualidade e diversificado, desde a praia ao turismo desportivo e religioso. O Cristo Rei é o segundo monumento religioso mais visitado do país, mas isso não tem reflexos em Almada. Há que aplicar medidas, umas complicadas, outras simples, como o ordenamento do espaço, a sinalética, a reorganização de serviços eficazes e próximos.

Grande parte da população de Almada trabalha fora do concelho.

Muitos jovens disseram-nos que gostam de viver e estudar aqui, querem continuar mas não conseguem emprego. Não basta dizer que se apoia o empreendedorismo ou fazer startups. Tem de haver apostas específicas. Já existe o Madan Parque, ligado à FCT e que inclui as câmaras de Almada e do Seixal, um ninho de empresas ligadas à tecnologia. Agora queremos investir na responsabilidade social, que passa pelo desenvolvimento sustentável e pelo serviço a pessoas, com novos serviços que estão a surgir.

Vai apostar nos dois grandes festivais – o de teatro e o Sol da Caparica?

Claro. Almada tem o maior festival de teatro do país, uma referência – o Festival Internacional de Teatro de Almada. Não pondo em causa a sua ótima matriz artística, gostaria que invadisse as ruas e mobilizasse todo o concelho, tornando-o central nas festas de Almada, que poderá ser a grande cidade criativa das artes performativas. A aposta na cultura, mesmo ao nível das políticas sociais, é muitíssimo importante. Mas há ainda uma medida proposta pela Juventude Socialista que gosto de salientar. Há um problema com a instalação dos estudantes do polo universitário e há um problema de envelhecimento e de isolamento da população. A ideia é apoiar um arrendamento intergeracional.

Jovens a alugar quartos em casas de pessoas idosas?

Exatamente. Gosto que tenha sido proposto pelos jovens, conscientes de que isto é cada vez mais importante: tentar resolver uma questão de habitação e ter também efeitos benéficos no combate ao isolamento e pelo envelhecimento ativo.

Veja mais em ::::> Diário de Notícias

2016 Seixal Câmara Municipal distingue Modeste Mendes com Medalha de Bons Serviços Municipais

seixal
Esta medalha, em prata, é atribuída aos munícipes ou entidades que, no exercício das suas funções profissionais ou extraprofissionais, tenham contribuído pelos seus conhecimentos, interesse ou dedicação, para a melhoria e eficiência dos serviços prestados à população.

Modeste Mendes nasceu no dia 20 de fevereiro de 1993, na Guiné Bissau, veio viver para o Seixal ainda em criança, concelho onde continua a residir. É técnico de energias renováveis de nível 4, formação que completou na Escola Secundária Dr. José Afonso, bombeiro voluntário nos Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal desde 2014 e tripulante de ambulância e transporte. No entanto, é pela sua ligação ao xadrez que é mais conhecido e reconhecido entre a juventude. Experimentou a modalidade pela primeira vez aos 11 anos e desde então nunca mais parou.

O interesse começou no Clube Recreativo e Desportivo das Cavaquinhas e aos 14 anos já era atleta federado pelo Grupo Desportivo do Cavadas. A existência da Secção de Xadrez do Independente Futebol Clube Torrense deve-se em grande parte à paixão e iniciativa de Modeste. Foi ele que atraiu os 8 alunos da Escola Básica Nun’Alvares que deram início à secção, que hoje conta com meia centena de xadrezistas. Graças ao seu trabalho, como atleta e como professor, o IFCT tem alcançado excelentes resultados em diversas competições regionais e nacionais. Leva a paixão do xadrez a escolas do concelho e de Lisboa, onde ensina alunos de todas as idades.

No xadrez, Modeste Mendes é praticante premiado, professor credenciado, árbitro certificado e dirigente de méritos reconhecidos. A excelência do seu trabalho é reconhecida pela Federação Portuguesa de Xadrez que, em 2016, o distinguiu pelo trabalho realizado como treinador. É atualmente Vice-Presidente da Direção da Associação de Xadrez do Distrito de Setúbal.

Entregou a medalha a vereadora Elizabete Adrião, na cerimónia do 180º aniversário do Municipio do Seixal, dia 5 de novembro 2016.

Veja mais em ::::> IFC Torrense

Almada – Salgueiro Maia em cena no Teatro Municipal Joaquim Benite

Memória dos acontecimentos que abriram caminho à Revolução de Abril

salgueiromaia
24A74 – Salgueiro Maia, a partir do livro Capitão de Abril – Histórias da guerra do Ultramar e do 25 de Abril, de Salgueiro Maia, com dramaturgia e encenação de Ricardo Simões, estará em cena na sala experimental do Teatro Municipal Joaquim Benite, em Almada, Sábado, 23 de Abril, às 21h30, e Domingo, 24 de Abril, às 16h00. O espectáculo é uma produção do Teatro do Noroeste – Centro Dramático de Viana.

Salgueiro Maia sobe ao palco para partilhar com os espectadores a memória dos acontecimentos que abriram caminho à Revolução de Abril. A Guerra do Ultramar está no topo da lista: “No Natal de 1968 chego ao continente, vindo directamente da zona de operações. Ao desembarcar em Lisboa, quase morro de frio, a que já não estou habituado. Mas, pior do que isso, é o alheamento das pessoas ao sofrimento da guerra”. Neste espectáculo, acompanhamo-lo até à madrugada do dia 25 de Abril de 1974, quando convenceu 240 homens a saírem da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, dispostos a negociarem a rendição de Marcello Caetano: “Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado: os Estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos. Ora, nesta noite solene, vamos acabar com o estado a que chegámos!”.

Veja mais em ::::> Rostos

Município de Almada encerra 2015 com realização orçamental de 87,5% Ausência total de dívidas a fornecedores

almada

O Município de Almada – Câmara Municipal e Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) – fechou hoje, dia 30 de dezembro, pelas 17h, as Contas do Exercício de 2015 com uma taxa de execução orçamental de cerca de 87,5%.

Em 2015, o Município efetuou pagamentos na ordem dos 108 milhões de euros, cerca de 11 milhões de euros mais do que no final do ano anterior, representando um aumento superior a 11%.

No total, a receita do Município atingiu uma execução de 103% e a despesa uma execução de 87,5%.

Tal como em anos anteriores, o Município transitou de ano com saldo positivo e sem qualquer dívida vencida a fornecedores e/ou empreiteiros.

Estes resultados foram apurados num quadro desfavorável aos municípios portugueses, tendo em conta o contexto de crise económica e as políticas governamentais impostas às autarquias.

Os números são assim reflexo da dedicação e brio dos trabalhadores da Administração Pública Local e de uma gestão pública exigente, rigorosa e responsável, assegurando-se o apoio social às populações e a defesa do interesse público.

Fonte – CMA

Almada celebra Dia Municipal para a Igualdade

Ser-Igual-Almada

No próximo dia 24 de outubro, a partir das 16h30m, a Câmara Municipal de Almada assinala, pela primeira vez, o Dia Municipal para a Igualdade, no Museu da Cidade, situado na Cova da Piedade.

Nesta sessão pública serão apresentados o Plano Municipal para a Igualdade de Género (PMIG), em desenvolvimento pela Câmara Municipal de Almada e o Manifesto Almada – Terra de Igualdade de Género. Será também assinado o protocolo de constituição do Fórum Municipal para a Igualdade de Género com várias entidades locais, um espaço de participação onde se pretende refletir sobre as questões da igualdade de género e promover ações.

O objetivo é sensibilizar e promover a Igualdade de Género no concelho nas áreas da educação, da juventude, da cultura, do desporto, da intervenção social, da informação e comunicação, do planeamento, urbanismo e do desenvolvimento económico, entre outras.

Seo wordpress plugin by www.seowizard.org.