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Montijo – Nuno Canta, defende diálogo democrático

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Perante o voto dos Vereadores da CDU e do PSD contra o Plano e Orçamento Municipal, Nuno Canta, Presidente da Câmara Municipal de Montijo, salienta que – “tomou a iniciativa de voltar a dialogar com a oposição por forma a encontrar um novo consenso político que viabilize os documentos previsionais para o próximo ano”.

Nota de Esclarecimento da Presidência

O Gabinete da Presidência vem esclarecer todos os montijenses que, em resultado do voto dos senhores Vereadores da CDU e do PSD contra o Plano e Orçamento Municipal, tomou a iniciativa de voltar a dialogar com a oposição por forma a encontrar um novo consenso político que viabilize os documentos previsionais para o próximo ano.
Os montijenses sabem que o Presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, tem as contas em dia, pagou na integra o PAEL, não deve nada a ninguém, que reduziu o prazo médio de pagamentos a fornecedores e empreiteiros a 42 dias, que continua a realizar investimentos no Mercado Municipal, no Pré-escolar do Alto-Estanqueiro/Jardia, que continua a redução dos impostos municipais, que valoriza as festas populares, as refeições escolares, o património, a cultura, e que isso é, hoje, um fator de confiança para a cidade.
O Presidente da Câmara, Nuno Canta, assegura a todos os montijenses que continua a defender convictamente o diálogo democrático, a convivência democrática e a busca do consenso, não só nas palavras mas sobretudo nos atos.
O Presidente da Câmara Municipal do Montijo, Nuno Canta, assegura que vai continuar a lutar por melhores condições para os montijenses e trabalhar para que a cidade do Montijo seja uma terra desenvolvida, moderna, de progresso.
O Gabinete do Presidente da Câmara Municipal do Montijo
Nuno Canta

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Câmara do Seixal aprova orçamento sem apoio da oposição

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As Grandes Opções do Plano e o orçamento da Câmara Municipal do Seixal para o ano de 2015 foram aprovados na última reunião de câmara extraordinária. Para o presidente da autarquia trata-se do “orçamento possível” resultado, das “graves políticas de austeridade impostas à população” e ao “país”. Joaquim Santos acrescenta que este orçamento deve-se também “ao novo” e “penalizante regime de finanças locais”, que “impõe o Fundo de Apoio Municipal”, que “vai retirar à população, mais de 3,6 milhões de euros”, e ao “incumprimento sucessivo da Lei das Finanças Locais” que, desde “2010 não transferiu mais de 22 milhões de euros” para as autarquias.

O edil considera que este é um orçamento que concretiza “um projeto diferenciador, de serviço público de qualidade”, com “baixos custos para a população”. Joaquim Santos entende que esta situação “não teria sido possível, se a câmara municipal tivesse recorrido ao Plano de Apoio à Economia Local” conforme “intenção das outras forças políticas”, que iria obrigar “à aplicação de taxas máximas”, por exemplo no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) de 0,5 por cento, que significaria uma “penalização acrescida para os munícipes”, ou a “subida exponencial das tarifas na água” para “valores máximos”, quando neste momento são “30 por cento abaixo da média da Área Metropolitana de Lisboa”.

O orçamento da câmara para 2015 vai ser de cerca de 80 milhões de euros e apesar da redução de cinco milhões em relação ao ano passado, a gestão comunista considera-o como “ambicioso”, mas “realista”, que equilibra “mais serviço público com racionalização da despesa”, através da “focalização do investimento em projetos” e “iniciativas de grande impacto na qualidade de vida da população”, a par de uma “necessária adequação da estrutura de custos”, princípios estes que têm estado na “base da evolução positiva dos principais indicadores económico-financeiros da autarquia”.

O autarca entende que se trata de um “orçamento que investe na educação, juventude” e na “cultura” mais de “7,5 milhões de euros, cerca de 10% do orçamento”, sendo o “projeto de maior destaque o início da construção da EB 1 e JI de Santa Marta do Pinhal”, apesar de suportar o custo do IVA, pela “taxa máxima nas refeições” e “transportes escolares” que, em 2014, “significou 310 mil euros”.

Este orçamento vai ser realizado no ano da implementação do novo Plano Diretor Municipal, que, de acordo com o executivo, “traça os principais eixos de desenvolvimento para os próximos 10 anos da vida do município”, refletindo uma “estratégia de intervenção no território” que consagra uma “aposta clara na fixação da indústria, logística” e “serviços, potenciando o reforço” e a “criação de novas áreas de desenvolvimento económico”.

Para o presidente da câmara, tudo isto contrasta com o “desinvestimento do Governo que continua a não contemplar projetos determinantes para o desenvolvimento da Área Metropolitana de Lisboa”, como a “terceira travessia do Tejo”, a “construção da ligação Seixal Barreiro” e o “novo Aeroporto de Lisboa”.

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