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Mais bónus pelo sábado na Autoeuropa

Administração deverá subir compensação.

As negociações na Autoeuropa deverão ser retomadas em breve com a eleição da nova Comissão de Trabalhadores, que ontem esteve a votos. O diferendo sobre o prolongamento do horário de trabalho para os sábados, que opõe administração e trabalhadores, deverá passar pelo aumento da compensação extraordinária. As eleições para a escolha da representação dos trabalhadores decorreram ontem e pela primeira vez apresentaram-se seis listas. A lista E, liderada por Fernando Gonçalves, venceu as eleições para a comissão de trabalhadores, elegendo quatro membros. O grande derrotado foi Fernando Sequeira, ligado ao BE e que se tinha demitido do cargo. A lista C, encabeçada por José Carlos Silva, membro do sindicato SITE Sul, afeto à CGTP, elegeu três elementos. Mesmo número alcançado pela lista D, de Fausto Dionísio. A lista A, que inclui administrativos, elegeu uma pessoa. Estão agora reunidas condições para que as negociações sejam retomadas. A construção do novo T-Roc exigiu alterações nos horários.

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Autoeuropa produziu 18 vezes mais em agosto

Fábrica de Palmela produziu 6.241 automóveis no mês passado.

A fábrica da Autoeuropa, em Palmela, produziu 6.241 automóveis em agosto, aproximadamente 18 vezes mais (+1.683,1%) do que no mesmo mês de 2016, segundo a Associação do Comércio Automóvel de Portugal (ACAP). No mês marcado pelo início da produção do novo modelo, o T-Roc, e de uma greve a 30 de agosto, a fábrica do grupo Volkswagen produziu 6.241 ligeiros de passageiros , o que representou 72,5% do total da produção automóvel em Portugal. Em agosto de 2016 foram produzidos 350 veículos, numa altura de paragem de verão. Este ano, a paragem decorreu na última semana de junho e na primeira de julho. A ACAP divulgou hoje terem sido produzidos 8.610 unidades totais em agosto, num crescimento homólogo de 211%. No acumulado de janeiro a agosto, a fábrica de Palmela tem um registo de 59.296 viaturas produzidas, o que traduz um crescimento de 3,5%. O acumulado da indústria automóvel nacional é de 102.314, numa subida de 5,3%. Por marcas e no segmento da produção de ligeiros de passageiros, em agosto, a Volkswagen somou 4.480 viaturas (+1.983,7%), a Citroen 207 (-14,8%), a Seat 1.761 unidades (+1.204,4%) e a Peugeot 349 (-24,6%).

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Autoeuropa já está a rever horários

Garantia dada pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins.

A administração da Autoeuropa está a tentar reduzir o número de sábados que cada trabalhador terá de fazer para cumprir os níveis de produção previstos para o novo veículo T-Roc, disse hoje à agência Lusa fonte sindical. “Dizia-se que a Autoeuropa não ia rever os horários mas os responsáveis da empresa já estão a trabalhar nesse sentido”, disse à agência Lusa o secretário-geral do SIMA, Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins, José António Simões, após uma reunião efetuada hoje à tarde com responsáveis da fábrica de automóveis de Palmela, no distrito de Setúbal. De acordo com o sindicalista, que classificou a reunião como “séria e produtiva”, a administração da Autoeuropa também manifestou disponibilidade para acautelar a situação dos casais que trabalham na empresa, para poderem conciliar o trabalho com a vida familiar. Questionado pela Lusa, o dirigente do SIMA desvalorizou o facto de a Autoeuropa ter manifestado a intenção de só assinar um novo acordo sobre os horários de trabalho com a futura Comissão de Trabalhadores, que será eleita dia 03 de outubro, porque, diz, a empresa também está a ter uma posição correta e a dialogar com os sindicatos. Na quinta-feira, os responsáveis da Autoeuropa já tinham recebido uma delegação do SITESUL, Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul, o mais representativo na empresa, que classificou a reunião como “muito produtiva”. Em comunicado divulgado hoje, o SITESUL refere que “a administração da empresa reconheceu que o modelo de horário apresentado continha aspetos negativos para a vida dos trabalhadores, do ponto de vista social, familiar e económico”. O documento salienta ainda o facto de a proposta de novos horários já ter sido rejeitada em quatro plenários de trabalhadores e de ter levado à greve realizada no dia 30 de agosto, a primeira por razões laborais na Autoeuropa. Com os novos horários que a administração da Autoeuropa pretendia colocar em prática a partir de novembro, os trabalhadores passariam a ter uma folga fixa ao domingo e uma folga rotativa nos outros dias da semana, pelo que só poderiam gozar dois dias de folga consecutivos quando a rotativa fosse ao sábado ou à segunda-feira.

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Sindicalista diz que reunião com administração da Autoeuropa foi “muito produtiva”

07/09/2017
O coordenador do Sitesul – Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul afirmou esta quinta-feira que a reunião com a administração da Autoeuropa realizada hoje “foi muito produtiva”.

“Ficaram abertos os canais de diálogo com vista a uma solução para os novos horários de laboração contínua que agrade a todas as partes”, disse à agência Lusa Eduardo Florindo, escusando-se a revelar mais pormenores sobre o encontro. A administração da Autoeuropa recebeu hoje os sindicatos naquela que foi a primeira reunião depois da greve de 30 de agosto contra o trabalho ao sábado, a primeira por razões laborais na fábrica de automóveis de Palmela, distrito de Setúbal. Na sexta-feira, pelas 15h00, a administração da empresa reúne-se com o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins (SIMA), no âmbito das reuniões, em separado, que acedeu fazer com os diferentes estruturas sindicais que representam os trabalhadores da Autoeuropa.

Apesar do otimismo manifestado no final da reunião de hoje pelo coordenador do Sitesul, o sindicato que representa maior número de trabalhadores na Autoeuropa, a administração só deverá negociar um novo acordo após a eleição da nova Comissão de Trabalhadores, que terá lugar no dia 3 de outubro. Os trabalhadores da Autoeuropa contestam a obrigatoriedade de trabalhar ao sábado após a implementação do novo horário de laboração contínua, com três turnos diários de segunda a sábado.

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Administração da Autoeuropa pode ceder

Depois de uma greve massiva no passado dia 30, a Comissão Sindical do SITE Sul informou que, na reunião realizada com a administração esta quinta-feira, as estruturas sindicais reafirmaram aquilo que é a posição dos trabalhadores e que a empresa se mostrou disponível para encontrar outra solução.

Piquete de greve no dia 30 de Agosto à entrada da Autoeuropa, com mais de um milhar de trabalhadores presentesCréditos / SITE Sul

Um comunicado distribuído pela Comissão Sindical do Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Sul (SITE Sul/CGTP-IN) aos trabalhadores, informou, acerca da reunião realizada ontem com a administração da Autoeuropa, que «as estruturas sindicais envolvidas (SITE Sul e Fiequimetal) reafirmaram a sua posição, em consonância com a exigência dos trabalhadores» de rejeição do modelo de horário que a empresa tenta impor.

O comunicado acrescenta que «administração reconheceu que o modelo de horário apresentado continha aspectos negativos para a vida dos trabalhadores, do ponto de vista social, familiar, económico, etc.», mostrando-se «disponível para encontrar outra solução».

A Comissão Sindical entende que «estão criadas condições para o diálogo», tendo ficado acordado a realização de uma nova reunião nos próximos dias, com data a agendar. Também informa que, no passado dia 6, reuniram com responsáveis do IG Metall, Sindicato Industrial dos Metarlurgicos, da Alemanha, que se mostraram «solidários e disponíveis para estar ao lado dos trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa».

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“Se não me tivesse reformado, esta greve estava desconvocada”

António Chora avisa que a CGTP tem poucas hipóteses de conseguir resolver o conflito na empresa.

O homem que esteve à frente das lutas laborais na fábrica de Palmela durante 20 anos afirma que, se ainda estivesse à frente dos representantes dos operários, a greve teria sido desconvocada, considerando que representar os trabalhadores numa multinacional requer uma sensibilidade especial.

António Chora considera que a experiência mostra que uma comissão de trabalhadores dominada pela CGTP tem poucas hipóteses de conduzir o barco a bom porto na empresa.

O antigo coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa reformou-se no início do ano e diz que se não estivesse a trabalhar não fazia greve por uma razão simples… teria desconvocado a paralisação.

Ainda assim, Chora está convencido que pode haver um acordo até ao final do ano, desde que haja uma nova comissão que tenha carisma. O sindicalista manifesta preferência por uma lista independente.

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“Não se produziu um único automóvel”. Sindicato contesta administração da Autoeuropa nos números de adesão à greve

Lígia Simões
19:02

Administração da empresa diz que greve teve adesão de menos de metade dos trabalhadores. Sindicato reage a números da adesão à greve avançados pela Volkswagen Autoeuropa: “comunicado da empresa não merece qualquer credibilidade”. E garante que é “uma empresa que produz automóveis e que durante 24 horas não produziu um único automóvel”.

A administração da Volkswagen Autoeuropa avança que a paralisação da fábrica, que se iniciou nesta terça-feira, 29 de agosto, às 23h30 e que termina às 00h00 de quinta-feira, “teve uma adesão de 41% dos colaboradores”. Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Sul (SITE Sul) reage: “comunicado da empresa não merece qualquer credibilidade”, frisando que “uma empresa que produz automóveis e que durante 24 horas não produz um único automóvel, está tudo dito”.

Segundo a administração da empresa, “a paralisação que se registou hoje na Volkswagen Autoeuropa teve uma

adesão de 41% do total dos colaboradores”. Em comunicado, realça que “apesar do impacto negativo desta paralisação, a empresa continua empenhada em encontrar um compromisso com os trabalhadores que crie, mantenha e assegure o emprego”. E acrescenta que “este compromisso deverá também garantir as encomendas dos nossos clientes para o novo modelo, que requer a laboração contínua em 18 turnos por semana”.

Para atingir este objetivo, recorda a empresa, “é essencial dar continuidade ao processo de diálogo com uma comissão de trabalhadores eleita, à semelhança das boas práticas laborais da Volkswagen Autoeuropa e do Grupo Volkswagen”.

A empresa adianta que a eleição da nova comissão de trabalhadores terá lugar no próximo dia 3 de outubro. Mas garante que “até lá, serão ouvidas as partes envolvidas neste processo”.

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Autoeuropa diz que greve teve uma adesão de 41%

A greve convocada para hoje na fábrica da Volkswagen Autoeuropa, em Palmela, teve uma “adesão de 41% do total dos trabalhadores”, revelou a empresa em comunicado

A Autoeuropa refere ainda que, “apesar do impacto negativo desta paralisação, a empresa continua empenhada em encontrar um compromisso com os trabalhadores que crie, mantenha e assegure o emprego”.

“Este compromisso deverá também garantir as encomendas dos nossos clientes para o novo modelo, que requer a laboração contínua em 18 turnos por semana”, acrescenta o comunicado.

A empresa frisa ainda a importância de dialogar com uma Comissão de Trabalhadores eleita, “à semelhança das boas práticas da Volkswagen Autoeuropa e do grupo Volkswagen. Até lá, serão ouvidas as partes envolvidas neste processo“.

A eleição da nova Comissão de Trabalhadores está agendada para 3 de outubro.

A greve foi marcada após a rejeição de um pré-acordo entre a administração e a Comissão de Trabalhadores (que apresentou a demissão em julho), devido à obrigatoriedade dos funcionários trabalharem ao sábado, como está previsto nos novos horários de laboração contínua que serão implementados a partir do próximo mês de novembro.

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Autoeuropa só negoceia com Comissão de Trabalhadores

30.08.2017 18h38
A Autoeuropa disse esta quarta-feira que só negoceia com a Comissão de Trabalhadores, que vai ser eleita apenas a 3 de outubro. A notícia não vai ao encontro daquilo que os sindicatos disseram esta tarde: de que a reunião estava marcada para a próxima semana.

A greve convocada para esta quarta-feira na fábrica da Volkswagen Autoeuropa, em Palmela, teve uma “adesão de 41% do total dos trabalhadores”, revelou a empresa em comunicado.

A Autoeuropa refere ainda que, “apesar do impacto negativo desta paralisação, a empresa contínua empenhada em encontrar um compromisso com os trabalhadores que crie, mantenha e assegure o emprego”.

“Este compromisso deverá também garantir as encomendas dos nossos clientes para o novo modelo, que requer a laboração contínua em 18 turnos por semana”, acrescenta o comunicado.

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A Festa das Vindimas está a chegar

Palmela celebra tradição vitivinícola entre 31 de agosto e 5 de setembro

É já entre 31 de agosto e 5 de setembro que Palmela vive a 55.ª edição da Festa das Vindimas, preparando-se para receber muitos milhares de visitantes. Esta é a grande celebração da cultura da vinha e do vinho desta região, profundamente enraizada na sua identidade. A eleição da Rainha das Vindimas (que acontece no dia 30 de agosto), o Cortejo dos Camponeses, a Pisa da Uva e Bênção do 1.º Mosto e o Cortejo Alegórico são alguns dos momentos mais simbólicos desta festa, que se orgulha de conjugar tradição e modernidade.

Um dos locais mais apetecíveis do recinto será o espaço Adegas Wine Lounge, no Largo de S. João, onde as/os visitantes podem provar e adquirir os melhores vinhos produzidos pelas várias adegas da região. Ao início da tarde de domingo, às 16h00, neste local, a Associação de Municípios Portugueses do Vinho apresenta o livro “Territórios Vinhateiros de Portugal” e terá lugar, também, a entrega de prémios do Concurso Internacional de Vinhos “La Selezione del Sindaco” 2017, onde os vinhos de Palmela voltaram a estar em destaque, sendo o Município português mais medalhado.

A gastronomia e os produtos locais, o desporto, a cultura, o movimento associativo, a feira e a animação infantil são mais alguns dos motivos para uma visita ao evento, promovido pela Associação de Festas de Palmela – Festa das Vindimas, com o apoio da Câmara Municipal de Palmela.

Além da presença incontornável do movimento associativo, o cartaz musical aposta em nomes como Cuca Roseta, Amor Electro, Quim Barreiros, Átoa, David Antunes, Miguel Azevedo, Diana Lima ou Los Cavakitos, entre muitos outros.

No dia 30 de agosto, quarta-feira, o espetáculo de Eleição da Rainha das Vindimas 2017 será apresentado pelo humorista Diogo Faro e contará com a participação do músico Miguel Gameiro e dos FunParra.

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