Tag: palmela

Comissão faz queixa contra trabalhador da Autoeuropa

31/01/2018

Ação disciplinar em curso para despedir contestatário.

Um processo disciplinar, com vista a despedimento por justa causa, aberto a um funcionário, desencadeado por uma queixa da Comissão de Trabalhadores (CT), está a incendiar o clima na Auroeuropa, já envolta em conflitos por causa do trabalho aos sábados. Ao que apurou o CM, uma troca de palavras mais acesas com um trabalhador – que disse ter-se sentido “enganado” pela CT – levou aquela comissão a fazer queixa aos recursos humanos da fábrica de Palmela, que abriu um processo disciplinar. A CT nega, no entanto, ter feito qualquer queixa contra algum trabalhador da empresa. A atitude da equipa liderada por Fernando Gonçalves poderá levar a retirar da gaveta um abaixo-assinado, que esteve a circular em dezembro, com vista à destituição da Comissão de Trabalhadores. Ao que apurou o CM, os trabalhadores estão revoltados com a CT, recordando que nunca as discordâncias deram origem a queixas à administração. Entretanto, o coordenador do SITESUL, sindicato mais representativo na Autoeuropa, afirmou esta terça-feira que não foi emitido o pré-aviso de greve para 2 e 3 de fevereiro “para não prejudicar as negociações”.

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Caso Autoeuropa. Afinal, há ou não creches ao sábado?

25/01/2018

Responsáveis do setor social explicam que o complemento de horário não serve para abrir creches ao sábado, mas para mais horas nos dias úteis. Governo contradiz-se e não explica o que está a ser feito


A polémica começou com a informação de que a Segurança Social vai financiar a creche ao sábado para os trabalhadores da Autoeuropa

A polémica em torno do financiamento das creches ao sábado pela Segurança Social para quem trabalha por turnos ou ao fim de semana está cheia de omissões e de confusões. Depois de se saber que o Governo está a apoiar a Autoeuropa a encontrar soluções para as dezenas de trabalhadores que passam a trabalhar aos sábados a partir do próximo mês, as críticas à medida obrigaram o gabinete do ministro Vieira da Silva a justificar que este não é um apoio novo nem exclusivo para aquela empresa, sublinhando que se trata do chamado “complemento de horário de creche”, já atribuído a 953 creches portuguesas.

Mas, segundo concluiu o Observador junto de vários responsáveis do setor social, este complemento não inclui o funcionamento aos sábados — um dos grandes problemas para os trabalhadores da Autoeuropa. Aliás, os casos de creches que abrem ao sábado são raros e todos regulamentados por acordos ‘atípicos’, negociados caso a caso. Nas explicações públicas sobre o caso, porém, o Governo tem omitido se planeia ou não usar aquele complemento para garantir o funcionamento das creches ao sábado. Veja as quatro perguntas que estão a marcar a polémica.

O complemento de horário também abrange os sábados?

O complemento de horário de creche é o mecanismo de financiamento adicional das instituições que têm acordo de cooperação com a Segurança Social e que precisam de funcionar em horários mais alargados do que o habitual. Contudo, este apoio não serve para financiar o abertura das creches ao fim de semana, explicaram ao Observador vários responsáveis do setor social. O complemento apenas cobre o funcionamento durante os dias de semana, quando as instituições precisam de trabalhar mais de 11 horas por dia.
A polémica começou na última terça-feira, quando se soube que a Segurança Social tinha identificado vagas em creches de IPSS, onde os trabalhadores da Autoeuropa poderão deixar os filhos nos sábados de trabalho (o novo horário laboral da empresa entra em vigor já a partir do início do próximo mês), garantindo o pagamento das creches nesses dias de fim de semana.

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Ministro do Trabalho diz que na Autoeuropa “já estão a encontrar solução”

Vieira da Silva afirmou que é fundamental preservar o “diálogo social” na unidade construtora automóvel da Volkswagen, em Palmela.

O ministro do Trabalho, Vieira da Silva, disse esta quarta-feira que a administração e os trabalhadores da fábrica da Autoeuropa “já estão a encontrar solução” para o diferendo que os tem oposto nos últimos meses sobre novos horários de trabalho. “Acredito que trabalhadores e administração da Autoeuropa vão encontrar solução e já estão a encontrar solução”, afirmou o governante no Parlamento, na audição na Comissão de Trabalho e Segurança Social. O ministro afirmou que é fundamental preservar o “diálogo social” na unidade construtora automóvel da Volkswagen, em Palmela. Os trabalhadores da Autoeuropa, unidade da construtora automóvel Volkswagen, em Palmela, aprovaram em dezembro uma proposta para uma greve de dois dias, em 02 e 03 fevereiro, por discordarem dos horários de laboração impostos pela administração para responder ao aumento de fabrico de carros. A CT da empresa e a administração têm novas reuniões marcadas para esta semana.

Vieira da Silva falou também sobre a situação da Têxtil Gramax, fábrica da antiga Triumph, em Loures, que está em processo de insolvência, dizendo que enquanto existirem “hipóteses de investimento” essas serão “exploradas até ao limite” para tentar manter a fábrica em laboração. Contudo, acrescentou que entidades públicas como o IEFP – Instituto do Emprego e Formação Profissional estiveram na fábrica para “estabelecer já todos os cenários possíveis em caso de impossibilidade” de recuperação da empresa. A fábrica da antiga Triumph (de roupa interior feminina), sediada na freguesia de Sacavém, no concelho de Loures, foi adquirida no início de 2016 pela Têxtil Gramax Internacional e emprega atualmente cerca de 400 trabalhadores.

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Trabalhadores de fornecedores da Autoeuropa temem degradação da paz social

5 de Janeiro 2018

Conflito sobre a adoção de novos turnos de trabalho traz instabilidade a parque industrial de Palmela.

Trabalhadores das empresas fornecedoras da Autoeuropa querem evitar conflitos sobre horários de trabalho, mas receiam uma degradação da paz social face ao início do trabalho aos sábados na Autoeuropa em fevereiro, admitiu esta sexta-feira o representante das comissões de trabalhadores. “Há empresas do parque industrial que estão a sentir os trabalhadores a pressionarem porque não querem ter o mesmo conflito que está a existir na Autoeuropa, querem que as coisas se resolvam rapidamente”, disse à agência Lusa o coordenador das Comissões de Trabalhadores do Parque industrial da Autoeuropa, Daniel Bernardino. No mês de fevereiro “vamos começar já a ter os sábados em produção, como estava anunciado Autoeuropa, e temos que nos organizar até lá. Falta muito pouco tempo. No parque industrial ainda estamos com alguma estabilidade, em termos de diálogo social, mas acreditamos que este mês esse diálogo social pode começar a ficar fragilizado”, disse, lembrando a necessidade de as empresas fornecedoras da Autoeuropa também se prepararem devidamente para dar resposta aos planos de produção apresentados pela Autoeuropa.

A par da preocupação com os novos horários de trabalho e com as exigências de produção para o novo veículo T-Roc na fábrica de automóveis da Volkswagen, em Palmela, os trabalhadores do parque industrial da Autoeuropa, onde estão instaladas 19 empresas com um total de cerca de 3.000 trabalhadores (que se juntam aos cerca de 5.000 trabalhadores da própria Autoeuropa), também estão preocupados com a eventual perda de influência da Comissão de Trabalhadores da empresa do grupo Volkswagen. “Esperamos que haja alguma estabilidade e paz social, porque estamos num momento de crescimento do parque industrial e da Autoeuropa. Nunca tivemos os volumes de produção que já estamos a ter no dia de hoje – e isso é mais emprego, e obviamente mais rendimento para s trabalhadores. É desse rendimento que os trabalhadores também estão à procura através deste conflito que criaram dentro da Autoeuropa. Mas o que nos preocupa é que a organização dos trabalhadores está a deteriorar-se, começa a haver um pouco de anarquismo entre os trabalhadores da Autoeuropa. Preocupa-nos que esta organização fique fragilizada deste modo”, acrescentou. O diferendo na Autoeuropa não preocupa apenas as empresas fornecedoras e trabalhadores do parque industrial, mas também os municípios da região de setúbal e, particularmente, o concelho de Palmela.

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Palmela Comissão de Trabalhadores confiante no futuro da Autoeuropa apesar do diferendo sobre novos horários


O coordenador da Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa afirmou hoje que não receia pelo futuro da fábrica, apesar do diferendo com a administração sobre novos horários, num dia em que estão previstas várias reuniões plenárias na fábrica de Palmela. “Não receio pelo futuro da fábrica”, disse à agência Lusa Fernando Gonçalves, que justificou a confiança demonstrada com as informações recolhidas numa recente deslocação que fez à casa mãe da Volkswagen, na Alemanha, mas que se escusou a revelar antes dos plenários previstos para esta quarta-feira. Quanto às propostas do caderno reivindicativo da Comissão de Trabalhadores que deverão hoje ser discutidas nas diversas reuniões plenárias, Fernando Gonçalves também remeteu eventuais esclarecimentos para a próxima quinta-feira.

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Marcelo Rebelo de Sousa apela a clima de paz social na Autoeuropa

>02-12-2017

Empresa admitiu esta quarta-feira avançar com novo horário para garantir volume de produção do T-Roc.

Correio da Manhã

Município de Palmela promove hábitos alimentares saudáveis

Uma refeição vegetariana por mês nos refeitórios escolares

30 Novembro 2017
Câmara Municipal de PALMELA

Em resposta a uma alegada “indignação de encarregados de educação” dos estabelecimentos de ensino pré-escolar e básico da rede pública do concelho, a propósito do fornecimento de uma ementa vegetariana mensal, sem opção, aos seus educandos, a Câmara Municipal esclarece que:

1- 2017/18 é o segundo ano lectivo em que a alimentação vegetariana consta do caderno de encargos para fornecimento das refeições servidas nos refeitórios da rede pública do pré-escolar e 1º CEB do concelho de Palmela, que contempla as orientações dos Ministérios da Educação e da Saúde;

2- Os referidos cadernos de encargos foram submetidos, sob proposta, à aprovação da Câmara Municipal, em reuniões públicas e aprovados por unanimidade;

3- A opção vegetariana consta das ementas diárias, em alternativa ao prato de carne ou de peixe que, por sua vez, são servidos alternadamente, sendo que o peixe tem, até, duas ofertas de confecção;

4- A opção vegetariana diária nas escolas surgiu por imposição legal (Lei Nº 11/2017, de 17 de abril), aplicada a todos os refeitórios da Administração Pública.

5- Uma vez por mês, é, de facto, servida uma ementa vegetariana, sem outra opção. O dia com ementa vegetariana que existe nas escolas do concelho, por decisão da Autarquia, visa aumentar a variedade da dieta das crianças, contribui para a redução do consumo da proteína animal (comprovadamente excessivo, na maioria dos casos) e o aumento do consumo de vegetais. Esta medida contribui, ainda, para dar a conhecer às crianças uma opção diversa de refeição, alargando o seu horizonte e gosto alimentar.

6- O prato vegetariano surge também, na sequência das comemorações do Dia Mundial da Alimentação, em outubro de 2016, subordinado ao tema – “O clima está a mudar. A alimentação e a agricultura também” – e do apelo da Organização Mundial de Saúde para a diversificação da dieta – “Faça um almoço totalmente vegetariano, incluindo leguminosas, em substituição de uma refeição de carne, uma vez por semana. Desperdice menos alimentos, coma menos carne e coma mais leguminosas”.

7- O Município tem conhecimento de uma dezena de reclamações de encarregados de educação descontentes com a disponibilização de uma refeição vegetariana mensal;

8- A Direção Geral de Saúde, em sintonia com as preocupações da Autarquia, emitiu um documento orientador sobre o assunto (Alimentação Vegetariana em Idade Escolar – 2016), e complementar a outro, também de relevante importância, sobre Planeamento de Refeições Vegetarianas em Restauração Coletiva – Princípios Base –2016. Ambos são, obviamente, tidos em devida conta, no que diz respeito às refeições vegetarianas servidas nas escolas do Município de Palmela.

9- A Autarquia não impõe nenhuma ementa, vegetariana ou não – o dia vegetariano é mensal, é uma refeição principal entre as 60 que cada criança faz num mês.

10- A Câmara Municipal de Palmela assume todas as suas responsabilidades em matéria de Educação, tendo em conta o superior interesse das crianças, em todos os domínios da sua vida escolar. Neste caso, a oferta, tecnicamente fundamentada, de uma alimentação adequada, saudável e enriquecedora para todas as crianças, vegetarianas ou não, é, também uma questão pedagógica. A saúde e a alimentação são bases essenciais para o seu desenvolvimento equilibrado e sucesso educativo.

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Prazo limite da negociação na Autoeuropa chegou ao fim

O sucesso no arranque da produção do T-Roc é decisivo para a Volkswagen e poderia ser um catalizador para o fabrico de outros novos modelos na Autoeuropa, além de implicar a contratação de mais 400 trabalhadores em 2018
Nuno Botelho

O segundo “chumbo” nas negociações laborais da Autoeuropa poderá resultar na deslocalização de parte da produção do novo modelo da fábrica de Palmela. A Volkswagen não comenta e diz que está a avaliar a situação

Os trabalhadores da Autoeuropa chumbaram esta quarta-feira, em referendo, com 63,22% de votos contra, e pela segunda vez, uma solução que viabilizaria um novo modelo de produção de automóveis na fábrica de Palmela – introduzindo a laboração contínua, com três turnos diários, de segunda-feira a sábado. Esta quinta-feira já começam a surgir, em contactos informais, cenários alternativos destinados a garantir que a marca alemã Volkswagen (VW) consiga dispor de 240 mil unidades do novo modelo T-Roc durante todo o ano de 2018, para responder às encomendas formalizadas. Só que isso pressuporia produzir parte deles na Alemanha.

Apesar da administração da fábrica de Palmela não comentar a existência destes cenários alternativos e de os representantes dos trabalhadores recordarem a declaração que o presidente executivo da marca VW, Herbert Diess, fez a jornalistas portugueses – de não querer transferir a produção total ou parcial do T-Roc para outras fábricas -, a verdade é que já foi esgotado o prazo limite para negociar um acordo laboral em Portugal. A VW na Alemanha admitiu que o acordo fosse alcançado entre outubro e novembro.
O indesejado “Plano B”

É neste enquadramento que começaram a ser feitas alusões – durante contactos informais mantidos pelo Expresso com fontes do sector automóvel – à necessidade da marca VW equacionar um “Plano B” que não é desejado pelos trabalhadores e gestores portugueses, mas que permitiria fabricar fora de Portugal a quantidade de unidades do modelo T-Roc que eventualmente não consigam vir a ser produzidas na Autoeuropa, atendendo às dificuldades em negociar a produção ao sábado sem pagamento de horas extraordinárias.
Osnabrück será solução ou “cobaia”?

Há alusões à fábrica alemã de Osnabrück, indicada como uma das linhas de produção da VW que poderia produzir unidades do T-Roc em complemento à produção de Palmela. Chegou mesmo a ser referida na imprensa como uma fábrica que poderia produzir a versão descapotável do T-Roc. No entanto, a VW não confirma a viabilidade de produção desta variante do T-Roc. O que não quer dizer que a fábrica de Osnabrück não possa vir a fabricar o próprio T-Roc. Mas ainda haveria outras alternativas de produção nas unidades fabris alemãs da marca que atualmente laboram com volumes de produção abaixo da respetiva capacidade instalada. Como o T-Roc é produzido com base numa plataforma modular, torna-se fácil adaptar outras fábricas à sua produção. E é possível operacionalizar uma decisão deste tipo em poucos meses.

Autoeuropa avalia implicações do “chumbo”

Por enquanto, a administração da Autoeuropa ainda está a avaliar todas as implicações do “chumbo” do pré-acordo sobre o novo modelo de produção da fábrica de Palmela. Mas isso será feito depressa. O coordenador da Comissão de Trabalhadores, Fernando Gonçalves, também sabe que será necessário reiniciar rapidamente a negociação de um novo pré-acordo. Tanto a administração da Autoeuropa quanto a Comissão de Trabalhadores estão conscientes que o tempo urge. E terão de tentar soluções ainda mais criativas que a que foi proposta no último pré-acordo chumbado. Esta última solução contemplava um período transitório de teste ao funcionamento dos três turnos diários. Só a partir de agosto, no regresso de férias de verão, é que os trabalhadores iriam iniciar a laboração contínua, de segunda-feira a sábado, apoiados pelo recrutamento de mais 400 trabalhadores, que reforçariam o trabalho aos sábados para aligeirarem a carga da equipa “principal”.
Palmela sob pressão

A fábrica de Palmela é agora confrontada com um futuro que pode não ser rigorosamente como o que tinha sido traçado pelo seu diretor-geral, Miguel Sanches, que é atualmente quem estará a ser mais pressionado para cumprir os objetivos de produção do T-Roc fixados para o final de 2017 e para todo o ano de 2018.

Para tornar tudo ainda mais complicado, o T-Roc que foi atribuído à fábrica de Palmela é um carro decisivo para impulsionar o crescimento de vendas da VW, depois desta marca ter sido fortemente afetada pelo escândalo da manipulação das informações sobre emissões poluentes.
Por isso, a produção do T-Roc não poderia enfrentar problemas no seu arranque, nem os seus custos de produção poderiam ser agravados em relação às previsões iniciais feitas pela marca alemã.

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Palmela – Composição do Executivo Municipal e Distribuição de Pelouros

26 de Outubro 2017

A Câmara Municipal informa que, no Mandato 2017-2021, os Pelouros e a composição do Executivo Municipal são os seguintes:

Álvaro Manuel Balseiro Amaro (Presidente)
– Coordenação Geral
– Cooperação Internacional
– Planeamento e Desenvolvimento Estratégico
– Proteção Civil e Segurança
– Participação e Ação Local
– Igualdade de Género
– Projetos e Obras Públicas
– Informação e Comunicação

Adilo Oliveira Costa (Vereador/Vice-Presidente)
– Educação
– Ação Social e Saúde
– Habitação Social
– Recursos Humanos, Gestão e Qualificação
– Saúde Ocupacional
– Sistemas de Informação e Modernização Administrativa
– Logística, Transportes e Conservação

Luís Miguel Reisinho de Oliveira Calha (Vereador)
– Desenvolvimento Económico
– Turismo
– Mercado e Feiras
– Metrologia
– Defesa do Consumidor
– Cultura
– Desporto
– Juventude
– Administração, Finanças e Serviços Jurídicos
– Atendimento

Fernanda Manuela Almeida Pésinho (Vereadora)
– Gestão e Planeamento Urbanístico
– Ambiente
– Autoridade Veterinária e Bem-estar Animal
– Habitação – Reabilitação Urbana
– Águas e Resíduos Sólidos Urbanos
– Centro Histórico
– Gestão do Espaço Público

Pedro Gonçalo da Ponte Marques Taleço (Vereador)
– Iluminação Pública e Eficiência Energética
– Cemitérios
– Toponímia
– Limpeza Urbana e Manutenção de Parques e Jardins
– Fiscalização Municipal

Mara Rebelo (Vereadora)
Sem Pelouros

Raul Cristóvão (Vereador)
Sem Pelouros

Paulo Ribeiro (Vereador)
Sem Pelouros

José Calado (Vereador)
Sem Pelouros
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Quinta do Anjo prepara-se para celebrar Festas de Todos os Santos

24 de Outubro 2017

Festividades já levam mais de dois séculos e meio de existência. Arrancam na sexta-feira e estendem-se até 1 de Novembro. Tradições religiosas, cavalhadas à antiga portuguesa, animações musicais e gastronomia marcam a programação

A freguesia da Quinta do Anjo, no concelho de Palmela, prepara-se para dar cumprimento a uma tradição que celebra há mais de dois séculos e meio. A vertente religiosa alia-se à profana para, durante seis dias, entre a próxima sexta-feira, 27, e 1 de Novembro, dar corpo às Festas de Todos os Santos, comemorações que se aprestam a entrar na sua 261.ª edição.

Tradições religiosas, cavalhadas à antiga portuguesa, animações musicais e gastronomia, bem como um espectáculo de fogo-de-artíficio, marcam a programação de uma das mais antigas e tradicionais festividades do concelho de Palmela.

Paco Bandeira, Herman José, Jorge Nice, Edu Miranda Trio e o European Woodwind Classical Ensemble são alguns dos artistas que vão actuar nas festas. Mas os espectáculos artísticos não se ficam por aí: haverá ainda actuações musicais a cargo de Desenfado, Box Band & The Funk Project, Dixie Gang, Ma Belle, Mama Mia (tributo aos ABBA), além do projeto Não Há 2 Sem 3.

A inauguração oficial da festa, que, lembra a Câmara Municipal de Palmela, “evoca a promessa feita em virtude da protecção da aldeia de Quinta do Anjo, na sequência do terramoto de 1755”, tem início agendado para as 20h30 da próxima sexta-feira, seguindo-se a actuação da Banda da Sociedade de Instrução Musical. Às 22h15, é a vez da Orquestra Ligeira subir ao palco daquela sociedade. A partir das 00h15, o palco da Sociedade de Instrução Musical recebe uma noite dos anos 80, 90 e ano 2000, a cargo do dj Tó Patronilho.

A 261.ª edição das Festas de Todos os Santos inclui vários bares e tasquinhas, nos quais não faltam petiscos e bebidas. As honras de encerramento do certame, a 1 de Novembro, cabem ao cantor Paco Bandeira, seguindo-se o habitual espectáculo de fogo-de-artifício.

O certame é promovido pela Associação de Festas de Quinta do Anjo, em parceria com a Câmara Municipal de Palmela – que este ano concedeu um apoio financeiro de 3.500 euros, além dos apoios logísticos, técnicos e de comunicação –, e conta com forte envolvimento da população e das associações locais.

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