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Sesimbra ganha Parque Augusto Pólvora

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O Parque Augusto Pólvora, na Maçã, concelho de Sesimbra, abriu portas, prestando homenagem ao antigo presidente da câmara, falecido recentemente, visto ter sido o grande impulsionador deste projecto.

Este espaço verde, com cerca de 5,5 hectares, surgiu num terreno municipal que esteve vários anos concessionado como parque de campismo. Terminado o período de concessão, a Câmara Municipal de Sesimbra decidiu transformar o recinto num espaço de recreio, convívio e lazer e disponibilizá-lo ao público, aproveitando a sua excelente localização, junto a várias escolas e com uma vista privilegiada para a Serra da Arrábida.

O parque é composto por zonas de descanso, contemplação e lazer, ligadas por um percurso pedonal acompanhado por bancos, iluminação, pontos de água e sanitários. Para além disso, tem um conjunto de equipamentos com várias finalidades, que diversificam a oferta e vão atrair públicos com interesses muito distintos.

Pela sua forma e dimensão, destaca-se o Skate Parque, que está ao nível dos melhores de Portugal, e que vai colocar Sesimbra na rota desta popular modalidade. Na mesma zona existe um centro de apoio a actividades de ar livre, denominado de Ecotrilhos, que é outra das novidades do equipamento. Trata-se de uma instalação que pretende dar apoio, sobretudo, a praticantes de trail e bicicletas de todo o terreno (BTT), duas actividades que nos últimos anos têm tido uma enorme procura no concelho, devido às condições naturais para a sua prática. O EcoTrilhos disponibilizará informação, balneários e um ponto de lavagem de bicicletas.
O antigo polidesportivo existente no parque foi também renovado e tem excelentes condições para a prática de actividades desportivas, como futebol ou basquetebol. A estação fitness é outro dos pontos que sobressai no espaço, pela sua dimensão e polivalência. Trata-se de uma estrutura bastante completa que permite desenvolver uma série de exercícios, e que vai contribuir para o incentivo da actividade física.

Para os mais novos, o espaço conta com um parque infantil, criado com motivos marítimos e um EcoParque, construído com diversos materiais naturais da região, que pretendem estimular as crianças e jovens para as formas e texturas da natureza.

A vertente de encontro e convívio foi um dos pressupostos do parque, e como tal existem duas zonas de piquenique com mesas, churrasqueiras e pontos de água que podem ser usadas pelo público. Haverá ainda um espaço preparado para receber feiras temáticas, que será mais uma forma da autarquia apoiar a economia local.

De referir que no local estará instalado o serviço de espaços verdes da autarquia, o que permitirá fazer uma correta gestão do recinto e zelar pela sua segurança.

O parque vai funcionar entre as 7 e as 22 horas no período de Verão, e entre as 7 e as 20 horas durante o Inverno. Em determinados períodos poderá ser necessário encerrar o recinto temporariamente para trabalhos de manutenção. A entrada é gratuita.

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1974 SFUAP ganha Parque de Campismo

O momento em que o Presidente da SFUAP , Fernando Trindade Valverde, assinava o contrato de arrendamento do Parque de Campismo na Costa da Caparica.

 

Estiveram presentes no acto várias entidades oficiais, o Presidente da Federação Portuguesa de Campismo, Sr. Joaquim Campino e António Borginho, Nini, Mário Martins como representantes da Secção de Campismo.

 

 

 

A Direção da SFUAP contava agora com um “inesperado” meio de sobrevivência, já que a sua situação financeira era muito preocupante.

 

 

 

Mário Martins cumpre promessa feita

O grande impulsionador da cedência do Parque de Campismo tinha prometido cortar as barbas no dia em que a SFUAP fosse dona do Parque de Campismo

 

A partir de Janeiro de 1974 os ventos vão mudar e a secção de campismo é dissolvida pela Assembleia Geral, e o parque de Campismo passa a funcionar como uma entidade autónoma.

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Muitos destes homens e mulheres que tornaram este sonho possível, nunca viriam a usufruir do espaço como lugar de laser.

Outros permaneceram no Parque durante anos sem qualquer contacto com a sua Direcção apenas dando sol ás varizes e ás saudades de outros tempos.

O colectivismo e a força de acreditar num sonho para o bem comum tinha agora novas regras que a pouco e pouco desvaneceram no tempo os feitos de um punhado de Piedenses de uma Secção de Campismo que ousaram querer um Parque de Campismo.

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O Movimento Campista da SFUAP entre anos 50 e 80 do Sec. XX

É fundamental a criação do Parque Natural da Costa da Caparica

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Na preocupação pelas questões da paisagem e ambiente que desde sempre o CDS-PP em Almada não negligenciou, a concelhia reuniu com a directora do Departamento de Conservação da Natureza e Florestas de Lisboa e Vale no Tejo nas suas instalações da Fonte da Telha.

O CDS-PP Almada fez questão de se inteirar quer das dificuldades quer do trabalho que tem vindo a ser realizado pelo ICNF neste caso, na zona que fica dentro das áreas delimitadas no concelho tal como o que tem vindo a ser implementado e conduzido para a concretização dos objectivos dentro das competências da alçada do instituto. Assim, os maiores entraves, as preocupações mais pertinentes e as dificuldades com que se deparam no seu dia-a-dia, foram alvo de discussão entre a responsável pela entidade e o CDS-PP Almada.

Para o ICNF, a promoção e divulgação da Arriba Fóssil da Costa da Caparica, é fulcral não só para a protecção, como também para a continuidade do projecto que tem toda a viabilidade não só para manter, como para aumentar a sua área de actuação e de intervenção.

No que respeita a dificuldades propriamente ditas, apesar da reestruturação que tem vindo a ser concretizada ao longo dos últimos anos e que conseguiu dar escala quer na (re)utilização quer na coordenação das várias equipas de trabalho, a renovação de recursos humanos tem sido feita lentamente tal como os recursos materiais de uso diário e no terreno, necessitam também aí, de renovação tal é o seu enorme desgaste, como é o caso dos veículos usados na prossecução dos objectivos traçados.

Ainda nas mais valias concluídas neste encontro o CDS-PP Almada teve conhecimento que tem, felizmente, havido uma considerável abertura e consciencialização por parte das empresas e restantes organizações para as questões que digam respeito ao Ambiente e Natureza, não só na realização e promoção de eventos ou espaços de “re-educação” ao nível do uso do espaço natural, como também, na consciencialização da defesa e protecção do mesmo espaço.

De salientar e de louvar as inciativas de voluntariado quer das mesmas empresas e diversas organizações, como também por parte das escolas e universidades, e mesmo da autarquia que, contudo, fica muito aquém do que se poderia esperar.

No muito que ainda há por concretizar nunca é demais deixar de aproveitar e de investir neste recurso natural e paisagístico de excelência com que a natureza brindou o concelho de Almada, onde se misturam e convivem a natureza animal com a natureza humana numa simbiose de harmonia onde todos ficam a ganhar quando implementadas políticas que consigam salvaguardar os interesses das partes envolvidas.

A deficiente ou mesmo desleixada limpeza do espaço, as construções clandestinas e que violam a lei, os abusos por parte da intervenção humana sem um plano adequado ao local de intervenção, a falta de conhecimento muitas das vezes por parte de quem tem de tomar decisões, tal como o uso desenfreado e massivo do betão são entre outras, as maiores preocupações com que se depara quem tenha como função a protecção da natureza e do ambiente, e do bem-estar dos seres que dela fazem parte.
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