Tag: Península de Setúbal

Censos 2021: Península de Setúbal com mais 29 mil e Litoral Alentejano perde pouco em dez anos

PorLusa29/07/2021

O Barreiro foi o único concelho a perder população residente na Península de Setúbal, e Moita e Almada crescem muito pouco. No geral, a península regista um aumento da população de 3,8% (mais 29 290 habitantes), passando de 779 99 residentes em 2011 para 808 689 residentes em 2021.

Palmela é o concelho da península que registou maior aumento da população residente

De acordo com os dados dos Censos de 2021 divulgados ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o Barreiro tem menos 462 residentes (-0,5%) do que há dez anos, passando de um total de 78 764 pessoas em 2011 para os actuais 78 362 residentes naquele concelho da zona ribeirinha do Tejo.

Segundo os dados sobre a Variação da População Residente nos últimos dez anos, entre 2011 e 2021, no polo oposto, com maior aumento da população residente, de cerca de 9%, estão os municípios de Alcochete, do Montijo e de Palmela.

Alcochete teve um aumento de 1 579 residentes (9%), passando de uma população de 17 569 pessoas, em 2011, para as actuais 19 148, tal como o município do Montijo, que passou de 51 222 residentes para 55 732, o que significa que tem mais 4 510 pessoas (aumento de 8,8%) face aos censos de 2011.

Palmela foi o concelho da Península de Setúbal que registou o maior aumento da população residente nos últimos dez anos, passando de 62 831 residentes em 2011 para agora 68 879, o que representa um acréscimo de mais 6 048 habitantes (9,6%).

Acima do aumento médio nos nove municípios da Península de Setúbal, que foi de 3,8%, estão também os municípios do Seixal, com um aumento da população residente de 6%, e de Sesimbra, com 5,3%.

Veja mais em ::::>o Setúbalense

Empresas da Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve podem receber ajudas estatais

peninsula-de-setubal

As empresas da Grande Lisboa, de toda a Península de Setúbal e do Algarve podem receber ajudas estatais com finalidade regional a partir de junho e até 2020, disse hoje à agência Lusa fonte governamental. O plano dos apoios para Portugal, aprovado na semana passada pela Comissão Europeia, que entra em vigor já a 01 de junho e prolonga-se até 31 de dezembro de 2020, define quais as regiões do país elegíveis para ajudas ao investimento regional, no quadro das regras de ajudas estatais da União Europeia, e estabelece os níveis máximos de ajuda para as empresas nas regiões elegíveis. Segundo informação prestada pela secretaria de Estado do Desenvolvimento Regional à agência Lusa, o novo mapa dos auxílios estatais define que as empresas dos concelhos de Loures, Mafra, Vila Franca de Xira e de toda a Península de Setúbal (Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal) “passam a poder receber ajudas do Estado”. Às empresas destes concelhos juntam-se ainda as da união de freguesias de São João das Lampas e Terrugem, no concelho de Sintra, e toda a região do Algarve, área onde “Portugal conseguiu ainda manter os apoios”. A secretaria de Estado assegura que será dada “prioridade máxima” às pequenas e médias empresas (PME), defendendo que “são elas que constituem a base do tecido económico do país”.

Ler mais em: :::> Correio da Manhã

Seo wordpress plugin by www.seowizard.org.