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Sesimbra – Pescadores e empresários em guerra

Obras para o cais de descarga só serão iniciadas quando ficar tudo vago.

sesimbra
Por João Saramago

Os pescadores de Setúbal reclamam o uso em exclusivo da doca que lhes foi atribuída pela administração do Porto de Setúbal e Sesimbra (APSS). A decisão não é, contudo, recebida com agrado por parte dos responsáveis pelas empresas associadas às atividades marítimo-turísticas.

Os empresários que promovem passeios pelo estuário do Sado – entre eles os que permitem o avistamento de golfinhos – alegam que as autoridades estão a desconsiderá-los, não lhes reconhecendo a importância que alegam ter para a região.

“Já fomos corridos da Doca de Recreio das Fontainhas. Mandaram-nos para a Doca dos Pescadores e agora querem correr connosco daqui para fora outra vez”, acusa Jorge Sacramento, um dos operadores turísticos na zona, proprietário de uma embarcação.

No lado oposto estão os pescadores de Setúbal, que exigem a saída imediata dos operadores turísticos da Doca dos Pescadores. “A saída das 14 embarcações marítimo-turísticas torna-se agora prioritária”, afirmou Carlos Pratas, dirigente da associação de pesca artesanal Setúbal Pesca. Os pescadores pretendem que o local, onde estão as embarcações para o turismo, seja ocupado por um passadiço que permita a retirada do pescado para a doca. “Atrasar a colocação do passadiço, que vai aumentar a nossa segurança, é uma irresponsabilidade”, defendem.

Os empresários de recreio recusam, porém, a opção que lhes foi dada. “Querem colocar-nos no molhe exterior. Esse espaço não oferece condições de segurança. Perante forte agitação marítima, as embarcações podem ficar destruídas e estamos a falar de possíveis prejuízos de 50 a 100 mil euros”, referiu Jorge Sacramento. “Se a administração do porto assinar um termo de responsabilidade, então nós saímos”, acrescentou.

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Polícia Marítima e Estação Salva-vidas de Sesimbra resgatam 14 pescadores

H3>Equipas da Polícia Marítima e da Estação Salva-vidas de Sesimbra resgataram 14 pescadores de embarcação naufragada

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A embarcação Segredos do Mar naufragou na madrugada desta sexta-feira a três milhas de Sesimbra, tendo o capitão do porto e comandante local da Polícia Marítima ativado meios policiais e da Estação Salva-vidas local.

Esta informação consta do site da Autoridade Marítima Nacional (AMN) na Internet, a qual acrescenta que oito dos tripulantes resgatados foram recolhidos pela embarcação da Estação Salva-vidas, quatro por embarcações da Polícia Marítima e outros dois pela embarcação de pesca Luís Adrião.

“Do sucesso da operação, destaca-se a importância do facto de todos os tripulantes terem envergado os meios individuais de salvação, aliada à elevada prontidão demonstrada pelas embarcações de salvamento da Autoridade Marítima ativadas pelo capitão do Porto” de Sesimbra, adiantou a AMN.

A Marinha apoiou a operação através do Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa, que recebeu o alerta cerca das 02:00 da manhã e informou a capitania do porto de Sesimbra, entidade com competência exclusiva nesta operação de resgate.

Note-se que a Lusa citou o porta-voz da Marinha – entidade sem competência legal na operação – para noticiar que foi o ramo das Forças Armadas quem “resgatou esta madrugada” os pescadores naufragados.

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Sardinha gera conflito

Pescadores do sul são contra a distribuição de quotas por barco e por organização de pesca.

sardinha

Os pescadores do sul do País estão contra a atual distribuição de quotas de sardinha por barco e por organização de pescadores, que dizem apenas favorecer os pescadores do norte. As organizações de pesca queixam-se de discriminação nas capturas e apelam a uma repartição nacional da quota. O Governo distribuiu as cerca de quatro mil toneladas de quota de sardinha disponível entre 1 de março e 31 de maio por dez organizações de produtores, mas a repartição não agrada a todos. No Algarve, os pescadores defendem um limite de captura diário. “Nós estamos a fazer uma contenção diária e é assim que todos deviam fazer, com o acompanhamento da federação”, defende Mário Galhardo, da organização algarvia Barlapescas. Outras organizações do sul do País têm posição semelhante. “A quota deve ser nacional e devia ser estabelecido um limite diário de pesca em função da dimensão das embarcações, para que todos estejam em igualdade de circunstâncias”, referiu Carlos Macedo, da Artesanal Pesca e que representa ainda organizações do Algarve, Sines, Setúbal, Sesimbra e Costa da Caparica. Carlos Macedo alerta ainda que a situação vai “gerar conflitos muito difíceis de gerir”. O secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, admitiu ontem rever a distribuição de quotas a partir de julho.

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Corpo recuperado no Tejo é de mariscador desaparecido

Cadáver foi identificado “positivamente”

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Por Lusa
A Polícia Marítima informou esta sexta-feira que o corpo retirado na quinta-feira do rio Tejo na Ponta dos Corvos, no concelho do Seixal, é de um dos três homens desaparecidos a 20 de dezembro quando apanhavam amêijoa. Fonte da Polícia Marítima adiantou à agência Lusa que o corpo, encontrado na quinta-feira na Ponta dos Corvos, foi enviado para o Hospital Garcia de Orta e “identificado positivamente como sendo um dos mariscadores desaparecidos no dia 20”, quando apanhavam amêijoa no Tejo. O corpo foi encontrado “praticamente no mesmo sítio” onde há cerca de duas semanas foi recuperado o primeiro cadáver de um dos três desaparecidos, faltando encontrar um mariscador. O alerta para os desaparecimentos foi dado pelas 12h30 de 20 de dezembro por um pescador lúdico que se encontrava na zona. O primeiro corpo foi encontrado cerca das 17h30 do próprio dia, avistado por um helicóptero da Força Aérea, envolvido nas buscas.

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Dois mariscadores continuam desaparecidos após uma semana de buscas no Tejo

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A área de intervenção das equipas é cada vez maior, abrangendo zonas do Tejo desde o município de Vila Franca de Xira (Alhandra) até Almada.

As buscas para encontrar dois mariscadores que desapareceram no rio Tejo no sábado passado, quando apanhavam amêijoa, continuam sem qualquer resultado, disse hoje à agência Lusa fonte da Polícia Marítima.

Tanto a Polícia Marítima, como o Centro Coordenador de Busca e Salvamento Marítimos, referiram à agência Lusa que ao fim de sete dias de buscas, a área de intervenção das equipas é cada vez maior, abrangendo zonas do Tejo desde o município de Vila Franca de Xira (Alhandra) até Almada.

No sábado passado, por volta das 12:30 horas, foi dado o alerta do desaparecimento de três mariscadores no Rio Tejo, tendo o corpo de um deles sido encontrado já sem vida, a meio da tarde desse mesmo dia.

Segundo fonte da PSP, o corpo desse mariscador foi avistado na Ponta dos Corvos, concelho do Seixal, por um helicóptero da Força Aérea que esteve envolvido nas buscas.

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Centenas arriscam a vida no Tejo

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Ganham entre 50 e cem euros por dia. Amêijoa há com fartura e com a crise surgiram mariscadores sem ligação ao rio e que desconhecem os perigos.

Ao início da noite um dos mariscadores apareceu cadáver na Ponta dos Corvos, em frente ao Seixal.

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Lula de seis metros capturada perto de Sesimbra

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O animal foi apanhado por uma dupla de pescadores e é o maior alguma vez pescado na região.

O molusco, que costuma viver nas profundezas, foi pescado a cerca de 500 metros da costa.

Nunca um molusco tão grande tinha sido pescado nos mares de Sesimbra

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Lula gigante apanhada nas redes do barco “Mano Chum”, de Armindo Silva, na baía de Sesimbra.

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