Tag: Poluição

Movimento de cidadãos do Seixal apresentou queixa na UE contra poluição da Siderurgia Nacional

23/01/2018

O movimento de cidadãos “Os Contaminados” enviou uma queixa à União Europeia contra a poluição da Siderurgia Nacional. O grupo apela à intervenção internacional para resolver o problema.

O movimento de cidadãos ‘Os Contaminados’, criado no concelho do Seixal, apresentou uma queixa na União Europeia a denunciar problemas ambientais relacionados com a Siderurgia Nacional e a apelar à intervenção internacional para a sua resolução.

Na petição, que aguarda agora uma resposta de Bruxelas se é assunto para análise interna do Estado (Portugal) ou da União Europeia, o movimento explica que “são inúmeras as queixas apresentadas pelos habitantes da Aldeia de Paio Pires, concelho do Seixal, sobre os efeitos nefastos da laboração da Siderurgia Nacional.

O movimento pede que seja realizada, com a máxima urgência, uma avaliação dos impactos resultantes da poluição atmosférica e sonora produzida pela empresa siderúrgica SN-Seixal, SA, na saúde da população residente na localidade de Aldeia de Paio Pires, bem como nas populações das localidades vizinhas, designadamente no concelho do Barreiro.

No texto, o grupo de cidadãos apela ainda a Bruxelas que sejam definidos e implementados os meios técnicos de monitorização da poluição atmosférica e sonora, que permitam avaliar, em permanência, com rigor e independência, os níveis reais das cargas poluentes emanadas da fábrica e que sejam criadas ou alteradas as diretivas consideradas adequadas para a salvaguarda da saúde pública e do meio ambiente.

“No respeito pelo Princípio da Prevenção/Precaução que a UE adota em questões desta natureza, se faça o necessário, e com a máxima urgência, para defender a saúde de uma população sujeita, em permanência, a descargas poluentes que ninguém, até hoje, conseguiu garantir que não afetam o maior bem de qualquer ser humano: a saúde”, refere o movimento na petição.

A empresa começou a funcionar em 1961, foi nacionalizada em 1975 e em 1995 foi privatizada, sendo hoje propriedade do grupo espanhol MEGASA, denominando-se “SN — Seixal, SA”.

O movimento queixa-se que as entidades nacionais não dão resposta, que “existe uma enorme condescendência da Agência Portuguesa do Ambiente porque renovou a licença ambiental à Siderurgia sem estudos epidemiológicos feitos a uma comunidade onde se sucedem os casos de carcinoma de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crónica”.

“São mais de 15 mil seres humanos obrigados a respirar um ar que ninguém ainda lhes garantiu ser respirável”, refere o movimento na queixa.

Consideram os cidadãos em causa que “estão hoje perfeitamente identificados os malefícios para a saúde pública e para o meio ambiente resultantes da atividade de uma empresa siderúrgica, razão pela qual a fábrica não poderia ser licenciada, na atualidade, neste local”, perto de um núcleo urbano.

“O ar é frequentemente irrespirável, o pó acumula-se em tudo o que está exposto aos elementos, e o barulho da fábrica é audível a vários quilómetros de distância. Apesar disso, e não obstante os contínuos protestos da população, a licença ambiental da fábrica foi renovada em abril deste ano”, refere o movimento de cidadãos na queixa enviada ao Parlamento Europeu.

Uma fábrica desta natureza, explicam, emite para a atmosfera no processo de fabrico furanos, dioxinas, óxidos de nitrogénio, de enxofre e de carbono, compostos orgânicos voláteis e metais pesados.

O movimento queixa-se que nunca foram realizados quaisquer estudos epidemiológicos ou quaisquer tipos de rastreios junto da população residente junto à fábrica.

“Torna-se ainda mais assustadora e incompreensível quanto é certo que, na linha dos ventos dominantes (Norte/Sul), encontram-se, nessa trajetória, em relação à fábrica – e mesmo debaixo da sua «linha de fogo» — praticamente todos os equipamentos de ensino básico e pré-escolar, incluindo várias creches e infantários”, escreve o movimento na petição enviada a Bruxelas.

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Moita alerta para aves e peixes mortos no rio

23 de Outubro 2017

Habitantes denunciam mais mortes de animais. Primeiro caso detetado em julho.


A população da Moita voltou a alertar para a morte de aves e peixes na confluência do rio com a Caldeira da Moita, precisamente o mesmo local onde em julho um grande número de animais morreu repentinamente. Na altura, o Ministério da Agricultura garantiu ao Correio da Manhã que enviou amostras de aves para análise e, posteriormente, a autarquia da Moita apontou o botulismo como estando na origem das mortes. Confrontada com a nova denúncia, a Câmara Municipal da Moita garantiu não ter conhecimento de mais casos e afiançou que tem analisado as águas do rio com frequência, sem resultados preocupantes. “Os serviços têm vindo a acompanhar a situação, em contacto permanente com as entidades ambientais responsáveis, mantendo-se os resultados das análises realizadas à água da Caldeira da Moita sem qualquer indício de contaminação que ameace a vida das aves ou outros animais”, garante fonte da autarquia. Durante a primeira vaga de mortes de aves e peixes naquela Caldeira, a Quercus chegou a ponderar descargas ilegais de poluentes ou envenenamento como causas possíveis para explicar o fenómeno. “Há que perceber se foi uma descarga ilegal de alguma fábrica, se foi envenenamento”, afirmou ao CM Paulo do Carmo, dirigente da associação ambientalista. No entanto, semanas depois, os resultados das análises peddidas pela Câmara Municipal da Moita viriam a confirmar botulismo, uma intoxicação alimentar rara como a causa da mortandade de aves e peixes na Caldeira da Moita, junto ao largo da Feira.

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Azeitão – Governo confrontado com queixas de poluição

23 de Outubro 2017

Partido Ecologista Os Verdes questionou o Executivo sobre caso que dura há anos.

A luta da população de Brejos de Azeitão, em Setúbal, pela deslocalização da empresa Carmona, que se dedica à gestão de resíduos perigosos, subiu de tom. Ontem, o grupo parlamentar do Partido Ecologista Os Verdes (PEV) fez chegar à Assembleia da República questões para o Governo sobre a polémica, que se arrasta há já vários anos, em torno da emissão de poluentes tóxicos numa zona habitacional. No documento, dirigido ao Executivo liderado por António Costa, o PEV exige saber qual o ponto de situação do processo de transferência desta empresa para o Parque Empresarial da Sapec Bay, na Mitrena, também em Setúbal. O grupo parlamentar espera uma resposta do Governo no prazo de 30 dias. Quem ainda não obteve reposta foram os moradores que acreditam que o atraso na deslocalização da empresa para a zona industrial está a ser provocado pela tutela do Ambiente. “A empresa quer sair daqui. O inimigo é o ministério, que embarga o processo de mudança e diz que não há poluição. A medição de poluição é feita quando lhes convém”, afirma João Inácio, presidente da Associação Respirar, que foi constituída pela população. No mês passado, o CM esteve no local e os moradores garantem que, desde então, nada mudou. “Desde essa reportagem, já houve dias em que era impossível andar na rua com o cheiro. Era sair do carro e entrar em casa. Apresentamos queixas, mas ninguém faz nada”, critica também Cristina Ganhão, moradora.
O CM solicitou ontem esclarecimentos à Carmona, mas apesar dos pedidos não obteve qualquer resposta.

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Coberta de poluição, China transmite nascer do Sol por telas de led

logo Os moradores de Pequim acordaram esta semana com uma visão diferente na Praça Tiananmen. O nascer do sol foi transmitido por uma grande tela de LED. Por conta da poluição, é quase impossível ver o céu na cidade.

Na tela também foi exibida a frase “proteger a atmosfera é responsabilidade de todos”. A poluição é um grande problema nas metrópoles chinesas. É comum que os moradores andem de máscaras pela rua e quando a situação fica mais crítica o governo pode emitir alertas de fumaça para avisar os moradores da situação.

Para ver o arquivo 2012 e 2013 click em :::>FOTOMUNDO FACEBOOK

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GOVERNO DIZ QUE CUIDAR DA ATMOSFERA É DEVER DE TODOS (FOTO: CHINAFOTOPRESS VIA GETTY IMAGES)

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Movimento proTEJO lança petição contra poluição no rio e seus afluentes

O Movimento pelo Tejo (proTEJO) lançou hoje uma petição contra a poluição do Tejo e seus afluentes, estando a apelar às populações que assinem este documento para ser entregue na Assembleia da República.
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Em declarações à agência Lusa, Paulo Constantino, porta-voz do proTEJO, disse que a petição tem como finalidade solicitar à Assembleia da República que “legisle e recomende ações ao Governo Português, para que este atue junto das instâncias europeias para terminar com uma contínua e crescente vaga de poluição no rio Tejo e seus afluentes, que mata os peixes e envenena o ambiente e as pessoas”.

Além da petição, que contava com 70 assinaturas ‘online’ ao princípio da noite de hoje, o proTEJO vai solicitar uma audiência à Comissão Parlamentar do Ambiente, disse Paulo Constantino à Lusa, apontando para os três principais problemas que estão hoje a afetar o maior rio ibérico: “Poluição, a falta de caudais e a conetividade fluvial, com o Tejo minado de diques, travessões e obstáculos que impedem a normal circulação de espécies piscícolas e de embarcações”.

Segundo o dirigente ambientalista, “nunca o rio Tejo e seus afluentes registaram tão elevado grau de poluição, de abandono e falta de respeito, por parte de uma minoria que tudo destrói, perante a complacência das autoridades”, tendo atribuído a gravidade desta poluição das águas do rio Tejo aos “caudais cada vez mais reduzidos que afluem de Espanha”, diminuindo a capacidade de depuração natural do rio Tejo.

A poluição, em território nacional, aponta Constantino, “provém da agricultura, indústria, nomeadamente, da pasta de papel e alimentar, suinicultura, águas residuais urbanas e outras descargas de efluentes não tratados”, tendo destacado “inúmeras situaçãoes em desrespeito pelas leis em vigor, e sem a competente ação de vigilância, controlo e punição pelas autoridades responsáveis, valendo a ação de denúncia das organizações ecologistas e dos cidadãos, por diversas formas, nomeadamente, através das redes sociais e da comunicação social”.

O dirigente do proTEJO observou ainda que “a catastrófica situação do rio Tejo e seus afluentes tem graves implicações na qualidade das águas para as regas dos campos, para a pesca, para a saúde das pessoas e impede o aproveitamento do potencial da região ribeirinha para práticas de lazer, de turismo fluvial e desportos náuticos”, em respeito para com a natureza e a saúde ambiental da bacia hidrográfica do Tejo.

“Não estão em causa as atividades realizadas por empresas e outras organizações na bacia hidrográfica do Tejo, o que se saúda e deseja, porém tal deve ocorrer de acordo com as práticas adequadas à salvaguarda do bem comum que o rio Tejo e seus afluentes constituem para os seus ecossistemas aquáticos e para as populações ribeirinhas”, observou Paulo Constantino.

O Movimento pelo Tejo defende a rápida aplicação de cinco medidas para travar os problemas com que o rio Tejo hoje se confronta, tendo Constantino destacado “o cumprimento da Diretiva Quadro da Água, ou seja, a garantia de um bom estado ecológico das águas do Tejo, e o estabelecimento e quantificação de um regime de caudais ecológicos, diários, semanais e mensais, refletidos nos Planos da Bacia Hidrológica do Tejo, em Espanha e em Portugal, e na Convenção de Albufeira”.

O proTEJO defende ainda “uma ação rigorosa e consequente da fiscalização ambiental contra a poluição, crescente e contínua, que cada vez mais devasta o rio Tejo e os seus afluentes, a intervenção junto do governo espanhol com vista ao encerramento da Central Nuclear de Almaraz, eliminando a contaminação radiológica do rio Tejo e o risco de acidente nuclear, e, por fim, a realização de ações para restaurar o sistema fluvial natural e o seu ambiente, nomeadamente, a reposição da conetividade fluvial”

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Seixal é a cidade mais poluída de Portugal

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Nove em cada dez habitantes das cidades de todo o mundo estão expostos a níveis de poluição acima dos limites considerados seguros para a saúde pública, e Portugal não foge a esta infeliz regra.

Segundo os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), citados pelo jornal i, 13 das 15 cidades portuguesas monitorizadas ultrapassam os limites de poluição considerados aceitáveis. Assim, apenas Braga e Vila Franca de Xira respeitam as recomendações da OMS: concentração de pequenas partículas até 10 milésimos de milímetro de diâmetro (PM 10) que não ultrapasse 20 microgramas por metro cúbico de ar, numa média anual.

A cidade do Seixal é onde pior se respira, com quase o dobro (39 microgramas) das concentrações de partículas acima dos valores-limite. Seguem-se Paredes, Valongo, Porto e Matosinhos, Funchal, Lisboa e Almada.

Para as partículas muito finas, de 2,5 milésimos de milímetro de diâmetro (PM 2,5), há dez cidades portuguesas a ultrapassar o limite de 10 microgramas por metro cúbico: Seixal – que volta a liderar a tabela – Lisboa, Paredes e Valongo. As cidades de Faro, Amadora, Braga, Vila Franca de Xira e o Porto, por outro lado, estão nos valores permitidos.

Recorde-se que a cidade de Nova Deli, na Índia, foi considerada a mais poluída do mundo, neste mesmo estudo. Pela primeira vez, a OMS avaliou 1.600 cidades de 91 países – a última análise, desenvolvida em 2011, tinha monitorizado 1.100 cidades.

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Levantadas restrições a banhos nas praias da margem sul

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SIC 20/07/2012 15.00 Horas

Já se pode tomar banho nas praias da Costa de Caparica. Depois de um dia sem queixas de alergias por parte dos banhistas, a Capitania do porto de Lisboa decidiu hastear a bandeira verde.

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RTP
20 Jul, 2013, 08:47 / atualizado em 20 Jul, 2013, 08:47

Restrições a banhos mantêm-se na Costa da Caparica

Alergias nas praias são um mistério

Alergias nas praias são um mistério
163 pessoas queixaram-se de comichões e irritação na pele, desde dia 10. Banhos continuam desaconselhados

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A causa para as alergias na pele sentidas por 163 banhistas das praias da Costa da Caparica (Almada) e linha de Cascais, desde o dia 10, é ainda um mistério e, por isso, os banhos continuam desaconselhados. Só na quarta-feira foram registadas 80 queixas nas praias da Margem Sul e 12 na praia de S. Pedro do Estoril, devido a comichões e irritações na pele. As várias entidades vão continuar a monitorizar a situação, através de novas análises e introdução de “novas variáveis no estudo”.

Com a bandeira amarela e os avisos, na manhã de ontem, muitos dos banhistas da Costa da Caparica optaram por ficar apenas pelo areal. “Ouvimos os avisos e preferimos não arriscar, até porque o tempo não ajuda muito”, explicavam. Ainda assim, os chuveiros da praia de São João do Estoril permitiram, a alguns, uma ida ao mar: “Vamos ao mar e depois, para prevenir, passamos por água doce”, referiram alguns banhistas, cumprindo a recomendação da APA. Mas o ‘truque’ não foi seguido por todos aqueles que não desperdiçaram uma ida ao mar, apesar de ser desaconselhável.

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Por: tvi24 / PO | 2013-07-17 23:36
Banhos desaconselhados nas praias da Caparica e Linha do Estoril
Interdição foi levantada na segunda-feira pela Agência Portuguesa de Ambiente

A prática de banhos está desaconselhada em todas as praias da margem Sul, da Costa da Caparica até ao Cabo Espichel, e na linha do Estoril, em São Pedro do Estoril, segundo fonte da Autoridade Marítima Nacional.

Em declarações à agência Lusa, a mesma fonte acrescentou que os banhos voltaram a ser desaconselhados, apesar de a interdição ter sido levantada na segunda-feira pela Agência Portuguesa de Ambiente (APA), por terem surgido hoje novas queixas de irritação cutânea entre alguns banhistas.

A APA decidiu levantar a interdição por não ter estabelecido uma relação causal entre as situações de comichão relatadas por várias pessoas e a presença de microalgas nas águas.

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Almada e Oeiras passam valores de concentração de ozono

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O valor de concentração do ozono foi ultrapassado, esta quinta-feira, no Laranjeiro, Almada, e na Quinta do Marquês, Oeiras, para valores considerados poluentes, indicou a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT) à Lusa.

No Laranjeiro, o valor de concentração do ozono atingiu os 182 microgramas por metro cúbico entre as 15h00 e as 16h00, tendo o mesmo valor sido registado na Quinta do Marquês entre as 14h00 e as 16h00.

O limite estipulado é de 180 microgramas por metro cúbico.

“Para os valores de concentração observados, o ozono pode provocar alguns efeitos na saúde humana, especialmente em grupos da população mais sensíveis tais como crianças, idosos, asmáticos e indivíduos com outras doenças respiratórias ou cardíacas”, indica a CCDRLVT.

A exposição a este poluente afeta principalmente “as mucosas oculares e respiratórias, podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações nos olhos”.

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