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Obras na ponte 25 de Abril afetam 150 mil veículos por dia

20/12/2018

Próximos meses vão ser de obras na principal via que liga Lisboa a Almada.

A Infraestruturas de Portugal procedeu esta quarta-feira à consignação da empreitada de reparação e conservação da ponte 25 de Abril ao consórcio formado pela Somague, SMM e STAP. O momento ditou o início formal da obra, orçamentada em 12,6 milhões de euros, cuja conclusão está prevista para 2020. A intervenção provocará constrangimentos à circulação de automóveis e comboios durante as madrugadas e aos fins de semana. Em 2019, em quatro dias de maio e em quatro de outubro haverá corte total de faixa num dos sentidos. A ponte é atravessada diariamente por 150 000 veículos, servindo mais de 100 milhões de utilizadores por ano.

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Acidente na ponte 25 de abril faz sete feridos

29-07-2017
Choque de viaturas aconteceu na zona do Pragal, em Almada. Trânsito para Lisboa condicionado

Um acidente que envolveu várias viaturas na zona das portagens da Ponte 25 de Abril fez sete feridos ao início da tarde deste sábado. O sinistro aconteceu na zona do Pragal, não havendo, indicação de feridos graves. O choque deu-se no sentido Sul-Norte e está a provocar constrangimentos no trânsito da Margem Sul para Lisboa.

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Ligar Barreiro e Seixal custa 4 milhões de euros

Obra deverá estar concluída até ao final de 2018.

Os concelhos do Barreiro e do Seixal vão voltar a ligar-se através de uma ponte, quando a ligação pedonal e ciclável ficar concluída em 2018. O protocolo para a construção foi assinado ontem, no âmbito do 1º Festival Náutico da Baía do Seixal, e prevê um investimento de 4 milhões de euros. Atualmente é necessário percorrer 16 quilómetros, depois será menos de um.

“Vai permitir que populações muito próximas de coração e geograficamente possam estar também próximas em termos de acessos”, disse ao CM Joaquim Santos, presidente da Câmara do Seixal. “É uma mais-valia para comércio, educação, serviços e turismo. É essencial e vem enriquecer os concelhos”, disse o autarca do Barreiro, Carlos Humberto.

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Ponte rodoviária entre o Seixal e o Barreiro aprovada em julho

Ponte viabilizará futura extensão do Metro Sul do Tejo ao Seixal e ao Barreiro.

A construção da ponte rodoviária Seixal-Barreiro vai ser aprovada em Conselho de Ministros já no próximo mês. A garantia é do próprio primeiro-ministro, António Costa, que esta segunda-feira visitou o Barreiro para anunciar um conjunto de investimentos para a Península de Setúbal. A obra irá unir os dois concelhos entre os terrenos da Siderurgia (Seixal) e a Quinta da Lomba (Barreiro). A sua conclusão permitirá encurtar a distância de carro entre as duas cidades, de 16 para 5 quilómetros.

No futuro, a ponte poderá servir de canal para o Metro Sul do Tejo, caso se verifique uma extensão da linha de Corroios até ao Seixal e Barreiro. A sua construção já estava prevista, no âmbito da construção da ponte Vasco da Gama, no sentido de retirar trânsito da ponte 25 de Abril. Com a possibilidade de instalação de um novo aeroporto no Montijo, permitirá também tornar mais curta a distância entre o aeroporto e os concelhos do Seixal e de Almada.
O anúncio da construção ocorre depois de as duas autarquias terem assinado este domingo um protocolo para a construção de uma outra ponte, destinada a peões e bicicletas. Numa extensão de 800 metros, a infraestrutura será construída junto da antiga estação ferroviária do Barreiro (hoje abandonada) e do centro de estágios do Benfica, do lado do Seixal. No sentido da reabilitação do Arco Ribeirinho, que abrange os concelhos de Almada, Seixal e Barreiro, o primeiro-ministro avançou que será fomentada a revitalização dos 900 hectares, antes ocupados pela Quimiparque (Barreiro), Siderurgia (Seixal) e Lisnave/Margueira (Almada). Este último terreno será retirado do domínio público para ser vendido. Uma das possibilidades é albergar empresas que deixem o Reino Unido, após a conclusão da saída do país da União Europeia.

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Ponte pedonal e ciclável que ligará Bareiro – Seixal Assinatura de Protocolo entre os municípios

A assinatura do Protocolo entre os municípios do Barreiro e Seixal, referente à ponte pedonal e ciclável que ligará os dois concelhos, irá realizar-se no próximo dia 28 de junho, Dia da Cidade, pelas 12h30, no Clube Naval Barreirense.

Recordes-se que a ligação pedonal e ciclável do Barreiro ao Seixal, foi objecto de uma candidatura no âmbito do PAMUS, plano na área da mobilidade a intervenção aponta para a ampliação da rede ciclável do concelho, nomeadamente com a criação da ligação pedonal e ciclável do Barreiro ao Seixal.

A candidatura será de 1.900.000 euros.

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Seixal e Barreiro exigem ponte para 400 metros

Estrutura irá permitir encurtar percurso que atualmente é de 16 quilómetros.

As autarquias do Seixal e do Barreiro exigem ao Governo a construção de uma ponte rodoviária que ligue os dois concelhos. De acordo com os autarcas, a infraestrutura permitiria uma travessia de 400 metros entre os dois concelhos, em vez dos 16 quilómetros que têm de ser percorridos atualmente sem a existência da ponte. Além da facilidade rodoviária, o presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto, adianta outras vantagens: “A infraestrutura permitirá aproximar os dois concelhos, facilitar a circulação das suas populações, bem como garantir as ligações de atividades económicas à rede local, regional, nacional e internacional.”

Os dois autarcas estiveram ontem presentes numa iniciativa junto à EN378-1, no Alto do Brejo, no Seixal, para alertar o Governo para a urgência da construção e pedir que passe à ação. “Apesar de esta ponte estar contemplada na Estrada Regional 10, em decreto-lei e em vários planos e projetos, até ao momento não foi concretizada, pelo que as autarquias exigem que sejam tomadas todas as medidas necessárias para que este acesso seja concluído”, disse, ao Correio da Manhã, Joaquim Santos, presidente da autarquia do Seixal. “Tem havido diálogo, mas precisamos de mais do que isso. Precisamos de concretizar”, acrescentou o autarca do Barreiro. Há cerca de 50 anos, os dois concelhos já estiveram unidos por uma ponte ferroviária, tendo o primeiro comboio partido do Barreiro, com destino ao Seixal, em 1923. Em 1969, após a colisão de um navio, a ponte ficou danificada e nunca mais voltou a ser recuperada.

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Mulher tenta atravessar ponte 25 de Abril em pijama

<ponteh2> Terá entrado a pé por Almada e foi travada por elementos da PSP

Uma mulher tentou ontem atravessar a ponte 25 de Abril a pé e de pijama. O Correio da Manhã avança que a mulher, uma advogada de 33 anos, o fez completamente nua, mas o comando metropolitano de Lisboa da PSP esclareceu o DN que esta estava de pijama.

O incidente deu-se às 4:00 de domingo e a mulher foi travada por elementos da PSP em pleno tabuleiro.

A mulher terá entrado na ponte, a pé, a partir de Almada, no acesso junto ao Cristo-Rei, tendo conseguido chegar ao tabuleiro sem que ninguém se desse conta.

As autoridades intercetaram a mulher e perceberam, segundo o CM, que esta estava perturbada, confusa e com frio.

A mulher foi encaminhada para o Hospital de Santa Maria, Lisboa, onde ficou internada devido a transtornos psiquiátricos, diz o jornal.

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Ele é o “dono” da Ponte 25 de Abril

pintor

Apelidado de “dono” da Ponte 25 de Abril, António Rosa Lopes dedicou uma vida à construção e manutenção do desejado “sonho português”. Já reformado, continua a não tirar os olhos da infraestrutura, preocupando-se com o atual estado de conservação.

“Eu olho para a ponte e vejo que parece uma vaca. Está toda malhada. Está toda esquisita. A ponte nunca esteve assim”, frisou Rosa Lopes, que foi pintor da Ponte Sobre o Tejo – mais conhecida por Ponte 25 de Abril e que liga Lisboa e Almada – desde o início dos trabalhos em 1962, quando tinha 23 anos, até se reformar, em 2005.

Habituado a percorrer os cabos de aço da ponte, de uma ponta à outra, a uma altitude máxima de quase 200 metros do nível das águas do rio, o antigo pintor conhece a ponte melhor do que ninguém. Antigamente, começava numa ponta a pintar, percorria toda a estrutura e voltava ao ponto de partida para repetir o trabalho, garantindo que a cor do gigante de aço se mantivesse uniforme.

“Zelei sempre por fazer o melhor na ponte”, afirmou Rosa Lopes à agência Lusa, acrescentando que era ele quem mandava na infraestrutura e foi daí que surgiu a alcunha de “dono da ponte”.

Além de pintor, Rosa Lopes assumiu as funções de encarregado de obra no Gabinete da Ponte Sobre o Tejo, controlando a entrada dos trabalhadores. Tinha de haver muita segurança – não permitia que alguém, mesmo se fosse engenheiro, entrasse na obra sem capacete, sem luvas e sem calçado apropriado.

“Trabalhava-se de noite e dia. Era muito intenso e era trabalho duro”, recordou o antigo operário, lembrando que, às vezes, chegava a passar ali quase 20 horas diárias.

A ponte foi como uma segunda casa, na qual depositou muito empenho. Os mais de 40 anos dedicados à ponte continuam bem conservados na memória do pintor, que guarda ainda algumas ferramentas utilizadas na obra, como uma trincha, bem como algumas medalhas atribuídas por ter participado na concretização do “sonho português”.

A construção da ponte, adjudicada à empresa norte-americana United States Steel Export Company, envolveu “muitos trabalhadores”, a maioria portugueses, em vários turnos, com “os ordenados maiores que havia no país” para a época, na ordem dos 90 escudos por dia.

Ao salário normal, Rosa Lopes somava uma gratificação, que vinha sempre num envelope ao fim do mês com quase outro ordenado a mais, contou o antigo funcionário, expressando que “foi muito bom” trabalhar para uma empresa norte-americana.

“Os americanos trabalhavam muito bem”, mas também tiveram “boas ajudas” dos operários portugueses, sustentou o pintor.

“O português não era inferior aos americanos para trabalho. Não era inferior e portámo-nos muito bem”, comentou, referindo que não eram então exigidas habilitações profissionais aos operários, mas provou-se que existiam técnicos à altura para a obra.

Prova do desempenho dos trabalhadores, a Ponte 25 de Abril ficou concluída antes do prazo previsto.

“Qualquer obra que se faça hoje em Portugal ou fica naquele prazo ou passa sempre do prazo. Esta não. Acabou-se com alguns seis meses de antecedência”, sublinhou.

Para o pintor, que morou sempre na margem sul do Tejo, a ponte foi “uma grande obra”, que facilitou as deslocações até Lisboa e vice-versa, uma vez que antes só era possível através dos cacilheiros.

Sobre a verdadeira denominação da ponte, Rosa Lopes garante que o nome é Ponte Sobre o Tejo, acrescentando que os títulos de Ponte Salazar e Ponte 25 de Abril não lhe dizem nada.

Entre novas amizades e muitas vidas salvas de gatos, cães e pessoas, o antigo funcionário do Gabinete da Ponte Sobre o Tejo faz um balanço positivo dos anos em que lá trabalhou.

“Os donos dela agora são outros”, referiu Rosa Lopes, sustentando que o “abandono e o desprezo” que foi dado à Ponte 25 de Abril não se justifica, tendo em conta a receita das portagens.

A ponte é como “uma vaca leiteira, em que o leite nunca acaba”, rematou.

Ainda sem saber se vai ser convidado para as comemorações dos 50 anos da ponte, António Rosa Lopes afirmou: “Se não me convidarem, eu venho à mesma. Venho ali acima à entrada da ponte com uma garrafa de champanhe e ver a celebração”.

A ponte foi inaugurada a 6 de agosto de 1966.

Fonte :::> Bom Dia

Cacilhas mostra veleiros nas comemorações dos 50 anos da Ponte 25 de abril

SAM_1484Por ocasião das comemorações dos 50 anos da Ponte 25 de abril que ocorre amanhã dia 6 de agosto encontram-se em visita em Almada nos cais de Cacilhas com visita grátis a Caravela Vera Cruz, Veleiro Crioula, Fragata D.Fernando II e Glória e o Veleiro Gulden Leeuw , holandês.

Fonte :::> http://quintaisisa.blogspot.pt/?view=sidebar

Forte buzinão contra as portagens na ponte 25 de Abril

buzinão

A ponte 25 de Abril registou, esta quinta-feira de manhã, um forte buzinão de protesto contra o pagamento de portagens durante o mês de agosto.

A Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul organizou o buzinão pela reposição da isenção das portagens na ponte 25 de Abril durante o mês de agosto e promete novas ações de protesto.

“Isto deve ter impacto na Assembleia da República. Com certeza que os deputados não são cegos nem surdos, sobretudo os eleitos pelo distrito de Setúbal deviam também tomar posição”, disse à Lusa Luísa Ramos, da Comissão de Utentes, que vai agora analisar futuras “ações de protesto”.

“Somos os únicos portugueses que pagam portagens para passar um rio”

O buzinão teve início pelas 8 horas e prolongou-se durante quase três horas, tal como previsto pelos organizadores, que colocaram cartazes a apelar ao protesto nos pontos de acesso à praça das portagens, em Almada.

Os automobilistas, sobretudo os que circulavam no sentido sul-norte, aderiram ao protesto buzinando desde a passagem sob o viaduto do Pragal até ao tabuleiro da ponte, sem que se tivessem registado incidentes.

“Correu muito bem. Aliás, estava previsto para as 8 horas mas os automobilistas mal nos viram por aqui começaram logo a buzinar. Pensamos que atingimos ou ultrapassamos os objetivos”, referiu a responsável pela comissão, que lamentou a falta de diálogo por parte do Governo sobre a questão das portagens, nomeadamente sobre a isenção do pagamento durante o mês de agosto.

“Nós mandamos um ofício a sugerir a medida, mas o ministro não se dignou a responder”, lamentou, acrescentando que hoje, pelo menos, o barulho das buzinas vai ser ouvido pelo responsável pelo Ministério do Planeamento e das Infra Estruturas, Pedro Marques.

Estamos numa região muito mal servida de transportes públicos

Segundo Luísa Ramos, a questão das portagens nas pontes 25 de abril e Vasco da Gama “é grave”, afeta milhares de cidadãos e deve ser reequacionada com urgência pelo atual Executivo.

“Somos os únicos portugueses que pagam portagens para passar um rio. Por outro lado, estamos numa região muito mal servida de transportes públicos. Os TST são uma desgraça: cortam carreiras e não cumprem horários, a Fertagus e o Metro Sul do Tejo estão fora do sistema do passe social intermodal o que faz com que as pessoas fiquem cada vez mais do carro para cumprirem o direito à mobilidade”, comentou a manifestante.

Para a Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul, o primeiro passo devia ser a precisamente a reposição da isenção em agosto, que foi retirada pelo anterior governo (PSP/CDS), em 2011.

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http://www.jn.pt/local/noticias/setubal/almada/interior/forte-buzinao-contra-as-portagens-na-ponte-25-de-abril-5297246.html#ixzz4F32MoAzS

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