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Acidente com avião que matou duas pessoas na praia origina recomendação de segurança

Lusa25 Jan, 2018, 16:22

O acidente com uma aeronave que aterrou numa praia da Costa de Caparica, Almada, matando duas pessoas, levou o organismo que investiga acidentes aéreos a recomendar à NAV que os aviões possam voar nessa zona a uma altitude superior.

A 2 de Agosto do ano passado, um avião ligeiro, bilugar, modelo Cessna 152, descolou do Aeródromo de Cascais com destino a Évora, para um voo de instrução, mas depois de reportar à torre de controlo uma falha de motor, cerca de cinco minutos após a descolagem, fez uma aterragem de emergência na praia de São João, durante a qual atingiu mortalmente uma menina de 8 anos e um homem de 56.

“Que a NAV Portugal (entidade responsável pela gestão do tráfego aéreo) avalie e, caso não haja inconvenientes para a segurança operacional que o desaconselhem, implemente o mais rapidamente possível o aumento da altitude superior dos `túneis` VFR (Visual Flight Rules – Regras de Voo Visual), nomeadamente nos dois segmentos de rota entre a Fonte da Telha e a Cova do Vapor/Bugio”, refere o Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF), em resposta escrita enviada hoje à agência Lusa.

Este organismo sublinha que esta recomendação de segurança visa permitir aos pilotos que descolem ou que pretendam aterrar no Aeródromo Municipal de Cascais, tenham mais margem de manobra em situações de emergência.

“Esta recomendação foi feita após consulta às principais entidades interessadas e tem como objetivo que as aeronaves que utilizam o `túnel` sobre o rio Tejo, em que a aeronave acidentada seguia, (e o seu recíproco) passem a voar a uma altitude superior para que, em caso de avaria, os pilotos tenham mais tempo de ação e maior leque de escolhas para decisão em caso de ser necessário proceder a uma aterragem de emergência”, justifica o GPIAAF.

A recomendação “foi feita sem prejuízo de outras que eventualmente possam vir a ser feitas no relatório da investigação”, esclarece o GPIAAF, acrescentando que a NAV Portugal tem até março (90 dias) para reportar ao GPIAAF “a sequência que entende dar à recomendação formulada”.

Quanto à investigação do acidente, o GPIAAF estima que a mesma esteja concluída até julho deste ano.

“Este é um processo de análise iterativo e, por vezes, demorado em que os achados da análise frequentemente suscitam a necessidade de recolha de informação adicional até à clarificação de todos os fatores envolvidos no acidente, alguns bastante complexos. O GPIAAF estima que o relatório final seja publicado até ao final do primeiro semestre do corrente ano”, refere este organismo independente, tutelado pelo Ministério das Infraestruturas.

Além da investigação do GPIAAF, o Ministério Público também abriu um inquérito com vista a apurar eventuais responsabilidades criminais dos dois tripulantes.

O instrutor, de 56 anos, e o aluno foram ouvidos no dia seguinte (3 de Agosto de 2017) ao acidente por uma procuradora do Ministério Público, no Tribunal de Almada, na qualidade de arguidos, tendo ficado ambos sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência.

Os dois tripulantes “incorrem na eventual prática de crime de homicídio por negligência”, anunciou, nesse dia, a Procuradoria-Geral da República.

A aterragem de emergência do Cessna 152 no areal da praia de São João, Costa de Caparica, Almada, provocou a morte a uma menina de 8 anos e a um homem, de 56 anos, e ferimentos ligeiros no braço de uma mulher, de 45 anos.

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Limpeza da Praia Fonte da Telha (fotos)

21/01/2018

Amigos ecológicos juntam-se para limpar a praia

BioSeixal
“Fomos convidados por um grupo como o nosso para participar nesta limpeza na Fonte da Telha! Decidi aceitar o convite pois vai se muito bom juntar dois grupos para fazer esta iniciativa”
















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Galapinhos recebe título de melhor praia europeia

Turistas portugueses e estrangeiros elogiam ‘paraíso à beira-mar plantado’.

Em maio, o site de viagens European Best Destinations brindou Portugal com mais um galardão do turismo. Amanhã, vai entregá-lo. A visada foi a praia dos Galapinhos, em Setúbal, considerada pelo site “a melhor praia da Europa, a praia perfeita numa natureza intocada”. A cerimónia de entrega do galardão realiza-–se amanhã, no Forte de S. Filipe, também em Setúbal. O caminho até aos Galapinhos pode ser algo tortuoso, mas quem lá vai volta sempre e garante que vale a pena. “Enganei-me no caminho e tudo. É difícil, mas vale muito a pena. Isto é um paraíso à beira-mar plantado”, garante Erundina Silva. A praia de Galapinhos situa-se em pleno coração da Serra da Arrábida, entre a praia de Galapos e a praia dos Coelhos. É conhecida e apreciada pela água cristalina e pela natureza selvagem, comparada por muitos às mais tropicais praias do mundo. “Sou brasileira e tenho os parâmetros de exigência elevados no que toca a praias, mas Galapinhos não fica a dever nada às praias do Brasil. É tranquilo e muito bonito”, explica Adriane Duarte. Na competição pelo prémio de melhor praia da Europa estavam 15 destinos baleares de vários países europeus, como Espanha, Itália, França, Grécia e Croácia, mas foi Galapinhos que reuniu consenso e conquistou o primeiro lugar do pódio que, desde então, tem levado milhares de banhistas àquele areal. “Desde a eleição, muito mais gente procura Galapinhos. Por vezes é difícil haver espaço”, garante André Fontes, nadador-salvador. Em março, o mesmo site elegeu a cidade do Porto como melhor destino europeu 2017.

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Nudistas pedem praias a norte

Federação de Naturismo pretende sensibilizar os autarcas.

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Foram 80 os participantes, este sábado, na III Edição da Légua Internacional Nudista da praia do Meco (Sesimbra), com o objetivo de promover a prática do naturismo em Portugal. A iniciativa tem por mentor o atleta amador José Sousa, das Lebres do Sado. “É pena a prova não decorrer entre 15 de junho e 15 de julho. A Capitania do Porto de Setúbal considera que não é possível realizar a prova em qualquer das datas do período balnear”, refere.
Uma posição partilhada pelo presidente da Federação Portuguesa de Naturismo, Rui Elvas, que defende a necessidade de ser realizado um trabalho junto dos autarcas a norte do rio Tejo para a criação de mais praias oficiais de naturismo. “As pessoas querem praias onde possam estar tranquilas e não estejam dependentes da boa vontade dos que usam fato de banho”, explica.

Há oito praias onde é permitido o nudismo: Bela Vista e Adiça (Almada), Meco (Sesimbra), Salto (Sines), Alteirinhos (Odemira), Adegas (Aljezur), Deserta (Faro) e Barril (Tavira). Na prova deste sábado, os vencedores foram David Fernandes e Isabel Maria Pereira.

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Costa da Caparica – Mãe que teve bebé na praia diz que foi “o local certo”

Uma grávida deu à luz na praia da Mata, na Costa da Caparica, no concelho de Almada, no sábado à tarde, com auxílio dos nadadores salvadores e médicos que estavam no areal. Foi “em minutos”, garante quem assistiu.

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Foi há precisamente uma semana que Maria do Mar surpreendeu todos e veio ao Mundo em pleno areal da praia da Mata, na Costa da Caparica, Almada. A bebé está de boa saúde e já engordou 80 gramas.
Quando Catarina, de 37 anos, em final do tempo de gravidez, foi à praia apanhar sol, nunca esperou sair de lá com a filha Maria nos braços. Mas saiu. Às 18.05 horas de sábado, na praia da Mata, Costa da Caparica (Almada), Catarina deu à luz em poucos minutos, sem ter tempo de ser levada para o hospital. No areal, quem presenciou o parto recebeu a bebé com uma salva de palmas.
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COSTA DA CAPARICA TEM NOVA PRAIA DE NATURISMO

>h2>A Praia da Adiça, na Costa da Caparica, passou a ser oficialmente, desde o passado mês de junho, uma praia naturista. A decisão, sobre o processo iniciado em setembro de 2014, foi tomada na Assembleia Municipal de Almada de 26 de junho, com votos favoráveis da maioria dos deputados.

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A Praia da Adiça é assim a segunda praia naturista do concelho, ao juntar-se à Praia da Bela Vista, onde a prática do nudismo é permitida há cerca de trinta anos.

A Câmara Municipal de Almada justifica a proposta como uma necessidade de corresponder à procura dessa prática nas praias, que tem ganho “cada vez mais adeptos a nível mundial”.

A legalização do naturismo na praia da Costa da Caparica, solicitada pela Federação Portuguesa de Naturismo (FPN), faz de Almada o único concelho com duas praias naturistas oficiais, num total de oito praias em Portugal.

A proposta, aprovada em Assembleia Municipal, destaca a prática naturista como “uma forma de viver em harmonia com a natureza caracterizada pela prática da nudez coletiva, com o propósito de favorecer a auto estima, o respeito pelo outros e pelo ambiente”.
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Hasteada bandeira azul na Figueirinha

Situação foi “um caso pontual”.

O vereador do Ambiente na Câmara Municipal de Setúbal, Manuel Pisco, afirmou esta quarta-feira na cerimónia de hastear da bandeira azul na praia da Figueirinha que a interdição daquela zona balnear no passado fim de semana “foi um caso pontual”.

“Houve alguma ocorrência pontual, que não conseguimos identificar, mas estamos todos convencidos de que foi mesmo pontual e que não se vai repetir. A Figueirinha tem a qualidade da água que sempre tem tido e que dá para ir ao banho descansado”, disse o autarca.

“A qualidade da água da Figueirinha, desde há dez anos, tem sido boa ou excelente. E nos últimos anos tem sido sempre excelente”, lembrou o vereador da Câmara de Setúbal, salientando que se trata de uma praia que, pela qualidade da água, também mereceu a distinção de ‘praia de ouro’, atribuída pela Quercus (Associação para a Conservação da Natureza).

A praia da Figueirinha esteve interdita a banhos no passado fim de semana por terem sido detetados valores anormais da bactéria ‘E. coli’ nas análises à qualidade da água, mas os resultados da contra-análise, conhecidos no domingo, já revelavam valores normais da bactéria, o que permitiu o levantamento imediato da proibição de banhos.

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Inaugurado memorial com nomes das vítimas do Meco

Um bloco de mármore em bruto sobre outro trabalhado, com seis nomes gravados, perpetua, a partir deste domingo, na praia do Meco, Sesimbra, a memória dos seis jovens que morreram no local, em 2013.

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O memorial, da autoria do escultor João Cutileiro, foi colocado nas dunas, na mesma zona de praia onde, a 15 de dezembro de 2013, os seis jovens morreram afogados, depois de se terem deslocado para a praia durante a noite, no âmbito de um fim de semana para debater as praxes académicas.

Os seis, com outro jovem que se salvou, eram estudantes universitários e pertenciam à comissão de praxes. Os pais levaram o caso à justiça e sempre consideraram que as reais circunstâncias da morte nunca foram esclarecidas.

Este domingo, na sequência de um pedido dos pais de construção de um memorial, que a Câmara apoiou, fez-se a cerimónia de inauguração, com familiares e amigos das vítimas no local, e muitas flores colocadas junto do monumento, na areia.

O presidente da Câmara de Sesimbra, Augusto Pólvora, em breves palavras, lembrou a noite em que, por razões desconhecidas e “até hoje não esclarecidas”, os jovens foram para a praia e os dias de busca que se seguiram.

Meses depois, disse, foi contactado pelos pais para a construção do memorial, um apelo a que não podia ficar indiferente, ele que também perdeu o pai no mar, contou.

A obra, disse, é uma homenagem aos jovens que morreram mas também à perseverança dos pais e aos que, de todas as idades, “o mar levou a vida”.

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“Dux” João Gouveia faltou ao debate instrutório sobre tragédia do Meco

O “dux” da Universidade Lusófona, João Gouveia, faltou, esta segunda-feira, ao debate instrutório sobre a morte de seis jovens na praia do Meco, que decorre no Tribunal de Setúbal. Pai do único sobrevivente da tragédia, justifica ausência do filho, que diz ser “o mais interessado em esclarecer a verdade”.

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O único arguido do processo, João Gouveia, é também o único sobrevivente da tragédia que causou a morte dos seis jovens, dois do sexo masculino e quatro do sexo feminino, na praia do Meco, concelho de Sesimbra, no distrito de Setúbal.

João Gouveia, pai do “dux” João Miguel Gouveia, confirmou aos jornalistas que o filho não iria estar presente na audiência, mas não revelou o motivo que levou o filho a faltar ao debate instrutório, esta segunda-feira, no Tribunal de Setúbal. “Não foi ele que tomou essa decisão. Mais para ao final da audiência ficarão a saber porquê, disse, recusando a ideia de haver uma estratégia de silêncio.

“A estratégia foi sempre prestar todos os contributos para o apuramento da verdade, no lugar certo e junto das pessoas competentes”, disse. “O apuramento da verdade é o que mais interessa ao João e à família e também aos familiares dos jovens que morreram”, disse o pai do jovem.

“Durante meses a fio, sem invocar ser arguido, o meu filho disponibilizou-se para prestar todos os esclarecimentos possíveis”, disse João Gouveia, pai. Fê-lo através da irmã, “num momento em que ainda estava bastante fragilizado”, mas “depois isso deixou de ser possível”, em face das acusações públicas e condenações na praça pública.

João Gouveia disse “respeitar demasiado a dor dos pais e a morte dos jovens para entrar em polémicas” e garantiu, ao contrário do que dizem alguns familiares das vítimas, que o filho esteve sempre disposto a falar. “Pouco depois da tragédia, falou com a mãe de uma das vítimas”, revelou o pai de João Miguel Gouveia.

“Parece-me que a investigação de oito meses foi tão exaustiva e que, com clareza, ilibou completamente qualquer tipo de situação menos adequada. Para além do drama moral, psicológico, que é ver partir os seus amigos, poder ele também ter partido, e agora ao fim deste tempo assistir a este tipo de situação”, disse o pai de João Gouveia.
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Familiares assinalam primeiro aniversário da morte de seis jovens na praia do Meco

Familiares dos jovens que morreram a 15 de dezembro de 2013 na praia do Meco assinalam segunda-feira o primeiro aniversário da tragédia com uma missa e uma visita ao local para colocação de placas com o nome das vítimas.

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António Soares, pai de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Universidade Lusófona que morreu na praia do Meco, disse à Lusa que o desaparecimento dos seis jovens será assinalado no próximo dia 15, pelas 15 horas, com a celebração de uma missa na capela de Alfarim.

A cerimónia religiosa terá lugar no dia em que se completa um ano sobre a morte dos seis jovens, que, de acordo com o único sobrevivente da tragédia, terão sido arrastados por uma onda de grandes dimensões quando se encontravam perto da linha de água, na praia do Meco, concelho de Sesimbra, no distrito de Setúbal.

No mesmo dia, os familiares dos jovens vão colocar placas de madeira com o nome dos seis jovens levados pelo mar a poucos metros do local onde ocorreu a tragédia. No mesmo local, em data a anunciar, deverá ser também colocado um memorial do escultor João Cutileiro.

Os familiares dos seis jovens e o advogado que os representa, Vítor Parente Ribeiro, continuam, entretanto, a aguardar pela decisão do Tribunal da Relação de Évora sobre o incidente de recusa do juiz de instrução do processo.

O inquérito instaurado na sequência da morte dos seis alunos da Universidade Lusófona de Lisboa tinha sido arquivado pelo procurador do Ministério Público do Tribunal da Almada.

Inconformado com o arquivamento, o advogado que representa as famílias decidiu pedir a abertura de instrução, pretensão que foi acolhida por um juiz do Tribunal de Setúbal.

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