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Galapinhos recebe título de melhor praia europeia

Turistas portugueses e estrangeiros elogiam ‘paraíso à beira-mar plantado’.

Em maio, o site de viagens European Best Destinations brindou Portugal com mais um galardão do turismo. Amanhã, vai entregá-lo. A visada foi a praia dos Galapinhos, em Setúbal, considerada pelo site “a melhor praia da Europa, a praia perfeita numa natureza intocada”. A cerimónia de entrega do galardão realiza-–se amanhã, no Forte de S. Filipe, também em Setúbal. O caminho até aos Galapinhos pode ser algo tortuoso, mas quem lá vai volta sempre e garante que vale a pena. “Enganei-me no caminho e tudo. É difícil, mas vale muito a pena. Isto é um paraíso à beira-mar plantado”, garante Erundina Silva. A praia de Galapinhos situa-se em pleno coração da Serra da Arrábida, entre a praia de Galapos e a praia dos Coelhos. É conhecida e apreciada pela água cristalina e pela natureza selvagem, comparada por muitos às mais tropicais praias do mundo. “Sou brasileira e tenho os parâmetros de exigência elevados no que toca a praias, mas Galapinhos não fica a dever nada às praias do Brasil. É tranquilo e muito bonito”, explica Adriane Duarte. Na competição pelo prémio de melhor praia da Europa estavam 15 destinos baleares de vários países europeus, como Espanha, Itália, França, Grécia e Croácia, mas foi Galapinhos que reuniu consenso e conquistou o primeiro lugar do pódio que, desde então, tem levado milhares de banhistas àquele areal. “Desde a eleição, muito mais gente procura Galapinhos. Por vezes é difícil haver espaço”, garante André Fontes, nadador-salvador. Em março, o mesmo site elegeu a cidade do Porto como melhor destino europeu 2017.

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Nudistas pedem praias a norte

Federação de Naturismo pretende sensibilizar os autarcas.

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Foram 80 os participantes, este sábado, na III Edição da Légua Internacional Nudista da praia do Meco (Sesimbra), com o objetivo de promover a prática do naturismo em Portugal. A iniciativa tem por mentor o atleta amador José Sousa, das Lebres do Sado. “É pena a prova não decorrer entre 15 de junho e 15 de julho. A Capitania do Porto de Setúbal considera que não é possível realizar a prova em qualquer das datas do período balnear”, refere.
Uma posição partilhada pelo presidente da Federação Portuguesa de Naturismo, Rui Elvas, que defende a necessidade de ser realizado um trabalho junto dos autarcas a norte do rio Tejo para a criação de mais praias oficiais de naturismo. “As pessoas querem praias onde possam estar tranquilas e não estejam dependentes da boa vontade dos que usam fato de banho”, explica.

Há oito praias onde é permitido o nudismo: Bela Vista e Adiça (Almada), Meco (Sesimbra), Salto (Sines), Alteirinhos (Odemira), Adegas (Aljezur), Deserta (Faro) e Barril (Tavira). Na prova deste sábado, os vencedores foram David Fernandes e Isabel Maria Pereira.

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Costa da Caparica – Mãe que teve bebé na praia diz que foi “o local certo”

Uma grávida deu à luz na praia da Mata, na Costa da Caparica, no concelho de Almada, no sábado à tarde, com auxílio dos nadadores salvadores e médicos que estavam no areal. Foi “em minutos”, garante quem assistiu.

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Foi há precisamente uma semana que Maria do Mar surpreendeu todos e veio ao Mundo em pleno areal da praia da Mata, na Costa da Caparica, Almada. A bebé está de boa saúde e já engordou 80 gramas.
Quando Catarina, de 37 anos, em final do tempo de gravidez, foi à praia apanhar sol, nunca esperou sair de lá com a filha Maria nos braços. Mas saiu. Às 18.05 horas de sábado, na praia da Mata, Costa da Caparica (Almada), Catarina deu à luz em poucos minutos, sem ter tempo de ser levada para o hospital. No areal, quem presenciou o parto recebeu a bebé com uma salva de palmas.
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COSTA DA CAPARICA TEM NOVA PRAIA DE NATURISMO

>h2>A Praia da Adiça, na Costa da Caparica, passou a ser oficialmente, desde o passado mês de junho, uma praia naturista. A decisão, sobre o processo iniciado em setembro de 2014, foi tomada na Assembleia Municipal de Almada de 26 de junho, com votos favoráveis da maioria dos deputados.

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A Praia da Adiça é assim a segunda praia naturista do concelho, ao juntar-se à Praia da Bela Vista, onde a prática do nudismo é permitida há cerca de trinta anos.

A Câmara Municipal de Almada justifica a proposta como uma necessidade de corresponder à procura dessa prática nas praias, que tem ganho “cada vez mais adeptos a nível mundial”.

A legalização do naturismo na praia da Costa da Caparica, solicitada pela Federação Portuguesa de Naturismo (FPN), faz de Almada o único concelho com duas praias naturistas oficiais, num total de oito praias em Portugal.

A proposta, aprovada em Assembleia Municipal, destaca a prática naturista como “uma forma de viver em harmonia com a natureza caracterizada pela prática da nudez coletiva, com o propósito de favorecer a auto estima, o respeito pelo outros e pelo ambiente”.
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Hasteada bandeira azul na Figueirinha

Situação foi “um caso pontual”.

O vereador do Ambiente na Câmara Municipal de Setúbal, Manuel Pisco, afirmou esta quarta-feira na cerimónia de hastear da bandeira azul na praia da Figueirinha que a interdição daquela zona balnear no passado fim de semana “foi um caso pontual”.

“Houve alguma ocorrência pontual, que não conseguimos identificar, mas estamos todos convencidos de que foi mesmo pontual e que não se vai repetir. A Figueirinha tem a qualidade da água que sempre tem tido e que dá para ir ao banho descansado”, disse o autarca.

“A qualidade da água da Figueirinha, desde há dez anos, tem sido boa ou excelente. E nos últimos anos tem sido sempre excelente”, lembrou o vereador da Câmara de Setúbal, salientando que se trata de uma praia que, pela qualidade da água, também mereceu a distinção de ‘praia de ouro’, atribuída pela Quercus (Associação para a Conservação da Natureza).

A praia da Figueirinha esteve interdita a banhos no passado fim de semana por terem sido detetados valores anormais da bactéria ‘E. coli’ nas análises à qualidade da água, mas os resultados da contra-análise, conhecidos no domingo, já revelavam valores normais da bactéria, o que permitiu o levantamento imediato da proibição de banhos.

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Inaugurado memorial com nomes das vítimas do Meco

Um bloco de mármore em bruto sobre outro trabalhado, com seis nomes gravados, perpetua, a partir deste domingo, na praia do Meco, Sesimbra, a memória dos seis jovens que morreram no local, em 2013.

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O memorial, da autoria do escultor João Cutileiro, foi colocado nas dunas, na mesma zona de praia onde, a 15 de dezembro de 2013, os seis jovens morreram afogados, depois de se terem deslocado para a praia durante a noite, no âmbito de um fim de semana para debater as praxes académicas.

Os seis, com outro jovem que se salvou, eram estudantes universitários e pertenciam à comissão de praxes. Os pais levaram o caso à justiça e sempre consideraram que as reais circunstâncias da morte nunca foram esclarecidas.

Este domingo, na sequência de um pedido dos pais de construção de um memorial, que a Câmara apoiou, fez-se a cerimónia de inauguração, com familiares e amigos das vítimas no local, e muitas flores colocadas junto do monumento, na areia.

O presidente da Câmara de Sesimbra, Augusto Pólvora, em breves palavras, lembrou a noite em que, por razões desconhecidas e “até hoje não esclarecidas”, os jovens foram para a praia e os dias de busca que se seguiram.

Meses depois, disse, foi contactado pelos pais para a construção do memorial, um apelo a que não podia ficar indiferente, ele que também perdeu o pai no mar, contou.

A obra, disse, é uma homenagem aos jovens que morreram mas também à perseverança dos pais e aos que, de todas as idades, “o mar levou a vida”.

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“Dux” João Gouveia faltou ao debate instrutório sobre tragédia do Meco

O “dux” da Universidade Lusófona, João Gouveia, faltou, esta segunda-feira, ao debate instrutório sobre a morte de seis jovens na praia do Meco, que decorre no Tribunal de Setúbal. Pai do único sobrevivente da tragédia, justifica ausência do filho, que diz ser “o mais interessado em esclarecer a verdade”.

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O único arguido do processo, João Gouveia, é também o único sobrevivente da tragédia que causou a morte dos seis jovens, dois do sexo masculino e quatro do sexo feminino, na praia do Meco, concelho de Sesimbra, no distrito de Setúbal.

João Gouveia, pai do “dux” João Miguel Gouveia, confirmou aos jornalistas que o filho não iria estar presente na audiência, mas não revelou o motivo que levou o filho a faltar ao debate instrutório, esta segunda-feira, no Tribunal de Setúbal. “Não foi ele que tomou essa decisão. Mais para ao final da audiência ficarão a saber porquê, disse, recusando a ideia de haver uma estratégia de silêncio.

“A estratégia foi sempre prestar todos os contributos para o apuramento da verdade, no lugar certo e junto das pessoas competentes”, disse. “O apuramento da verdade é o que mais interessa ao João e à família e também aos familiares dos jovens que morreram”, disse o pai do jovem.

“Durante meses a fio, sem invocar ser arguido, o meu filho disponibilizou-se para prestar todos os esclarecimentos possíveis”, disse João Gouveia, pai. Fê-lo através da irmã, “num momento em que ainda estava bastante fragilizado”, mas “depois isso deixou de ser possível”, em face das acusações públicas e condenações na praça pública.

João Gouveia disse “respeitar demasiado a dor dos pais e a morte dos jovens para entrar em polémicas” e garantiu, ao contrário do que dizem alguns familiares das vítimas, que o filho esteve sempre disposto a falar. “Pouco depois da tragédia, falou com a mãe de uma das vítimas”, revelou o pai de João Miguel Gouveia.

“Parece-me que a investigação de oito meses foi tão exaustiva e que, com clareza, ilibou completamente qualquer tipo de situação menos adequada. Para além do drama moral, psicológico, que é ver partir os seus amigos, poder ele também ter partido, e agora ao fim deste tempo assistir a este tipo de situação”, disse o pai de João Gouveia.
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Familiares assinalam primeiro aniversário da morte de seis jovens na praia do Meco

Familiares dos jovens que morreram a 15 de dezembro de 2013 na praia do Meco assinalam segunda-feira o primeiro aniversário da tragédia com uma missa e uma visita ao local para colocação de placas com o nome das vítimas.

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António Soares, pai de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Universidade Lusófona que morreu na praia do Meco, disse à Lusa que o desaparecimento dos seis jovens será assinalado no próximo dia 15, pelas 15 horas, com a celebração de uma missa na capela de Alfarim.

A cerimónia religiosa terá lugar no dia em que se completa um ano sobre a morte dos seis jovens, que, de acordo com o único sobrevivente da tragédia, terão sido arrastados por uma onda de grandes dimensões quando se encontravam perto da linha de água, na praia do Meco, concelho de Sesimbra, no distrito de Setúbal.

No mesmo dia, os familiares dos jovens vão colocar placas de madeira com o nome dos seis jovens levados pelo mar a poucos metros do local onde ocorreu a tragédia. No mesmo local, em data a anunciar, deverá ser também colocado um memorial do escultor João Cutileiro.

Os familiares dos seis jovens e o advogado que os representa, Vítor Parente Ribeiro, continuam, entretanto, a aguardar pela decisão do Tribunal da Relação de Évora sobre o incidente de recusa do juiz de instrução do processo.

O inquérito instaurado na sequência da morte dos seis alunos da Universidade Lusófona de Lisboa tinha sido arquivado pelo procurador do Ministério Público do Tribunal da Almada.

Inconformado com o arquivamento, o advogado que representa as famílias decidiu pedir a abertura de instrução, pretensão que foi acolhida por um juiz do Tribunal de Setúbal.

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Famílias dos jovens que morreram na praia do Meco pediram abertura de instrução

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As famílias dos seis jovens que morreram na praia do Meco a 15 de dezembro do ano passado entregaram esta segunda-feira o pedido de abertura da instrução do processo, no Tribunal de Almada, disseram à Lusa familiares das vítimas.

“Esperamos que haja julgamento e que o João Gouveia – único sobrevivente da tragédia que ocorreu na praia do Meco, em Sesimbra -, nos esclareça todas as dúvidas em tribunal”, disse à Lusa Fernanda Cristóvão, mãe de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Universidade Lusófona que morreu na praia do Meco.

“Os familiares dos seis jovens estão unidos e convictos de que a investigação realizada ficou pela rama e que há muito por contar. Hoje [segunda-feira] vieram aqui ao Tribunal de Almada familiares de todas a vítimas, com exceção dos familiares da Andreia, que residem no Algarve, na esperança de que o caso seja analisado por um juiz”, acrescentou Fernanda Cristóvão.
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Meco: Pedras nos pés eram, afinal, bolas de natal

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O despacho de arquivamento do Ministério Público de Almada relativo à morte de seis estudantes na praia do Meco dá conta de que, afinal, não houve excesso de álcool na noite de 15 de dezembro de 2013 e que os estudantes não tinham pedras atadas aos pés.~
O Expresso teve acesso ao despacho de arquivamento do caso do Meco e dá conta, na sua edição diária, que não há indícios da prática de crime pelo jovem João Gouveia.

Inquérito à tragédia do Meco arquivado por se tratar de “acidente”
O Ministério Público (MP) arquivou o inquérito à morte de seis jovens na praia do Meco, concluindo ter sido um acidente, foi hoje noticiado, mas o pai de uma das vítimas disse à Lusa que ainda não foi notificado.

O jornal Correio da Manhã avança na sua edição de hoje que o caso foi arquivado pelo MP na quinta-feira, enquanto o Diário de Notícias refere que o MP de Almada concluiu que foi um acidente e que não pode ser imputada qualquer responsabilidade criminal ao único sobrevivente da tragédia, João Gouveia, devendo o despacho de arquivamento ser divulgado nos próximos dias.

Fonte policial disse recentemente à agência Lusa que o processo de investigação já tinha sido entregue pela Polícia Juddiciária ao MP “há alguns dias”, sem que tivessem sido encontrados indícios de qualquer crime, mas ressalvou a possibilidade de o procurador titular do processo vir a entender serem necessárias mais diligências.

Contactado na madrugada de hoje pela Lusa, António Soares, pai de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Lusófona que morreu na praia do Meco, disse que não ter sido notificado ou ter conhecimento de qualquer decisão do MP relativamente ao arquivamento.

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