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Faleceu o Professor Silva Marques

08 de Novembro 2018

Almada perde um educador

O Funeral é amanhã 6ª Feira ás 10.00 horas e sairá da Igreja Paroquial de São Tiago em Almada para o Cemitério de Vale de Flores.
Esta noite tem lugar o velório a partir das 18 horas


António José A. F. e Silva Marques
Licenciado em Educação Física.
Leccionou na Emídio Navarro entre os anos lectivos de 1966/67 e 1980/81, com duas interrupções para comissões de serviço na Direcção-Geral do Ensino Básico e na Direcção-Geral do Desporto.

Em 2005, no âmbito das comemorações do Cinquentenário da Escola Emídio Navarro, foi homenageado pela Escola, tendo sido atribuído o seu nome à sala do Ginásio.
Foi também professor de ginástica no Ginásio Clube do Sul.

Veja mais em ::::> Antigos Alunos da Escola Emídio Navarro

O nosso professor partiu

“Lecionou Educação Física na Emídio Navarro, de Almada. Professor de ginástica e outras modalidades em diversos clubes de Almada e da região.
Marcou gerações de estudantes de Almada, fez amizades para toda a vida, fez campeões em várias modalidades, foi um exemplar professor e promotor do desenvolvimento da atividade física e desportiva escolar.
A toda a sua família, expresso as minhas mais sentidas condolências. Haverá uma cidade educadora e desportiva inteira que expressará os seus pêsames à família enlutada.
Partiu um professor marcante. Também um amigo enorme.
Almada está mais pobre.
Ficará o seu exemplo.”
António Matos – vereador da CM Almada

2006 Almada Alexandre Castanheira

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Alexandre Castanheira, militante do MUDJ e depois do PCP , funcionário do partido, representante do PCP em França, e membro do CC desde meados dos anos cinquenta até ao fim da década de sessenta, altura em que se afastou da militância partidária activa, publicou uma autobiografia com o título Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim, Porto, Companhia das Letras, 2003.

Alexandre Castanheira tem o curso de Histórico-Filosóficas da Faculdade de Letras de Lisboa. Poeta, desde sempre se interessou pela divulgação da poesia, fazendo recitais em escolas, colectividades, festas em todo o País. Exilado em França, licenciou-se em Literatura Moderna e alarga a divulgação da poesia moderna e contemporânea aos círculos de portugueses imigrados em França. Regressado a Portugal, começa finalmente a publicar a sua obra, em que se destacam, em poesia, os volumes Poesia… sem Distanciação e Desilusão Optimista a par de outros livros como teatro, crónicas, ensaio e contos. Com o ensaio “Camões, Nosso Contemporâneo” ganha o Concurso Literário do IV Centenário de Camões, promovido pela Câmara Municipal de Almada, por decisão de um júri presidido pelo Prof. Doutor Óscar Lopes. Multiplicam-se em seguida os recitais de poesia não só em Portugal como na Galiza (Vigo, Baiona, Universidade de Santiago de Compostela) e as conferências-recital dedicadas a Antero de Quental, Guerra Junqueiro, Mário Sá-Carneiro, Manuel da Fonseca, Sidónio Muralha, Fernando Pessoa, entre outros. Professor na Escola Superior de Educação Jean Piaget, de Almada, cidade de onde é natural, nos vários cursos do Básico 2.º Ciclo e no de Animadores Socioculturais, participou com comunicações em quase todos os encontros e congressos organizados pelo Instituto Piaget. São algumas delas que a Editorial Piaget tem o prazer de editar agora, cônscia de que é uma boa contribuição que assim dá à divulgação da Poesia no seu relacionamento com a vida e o Homem do nosso tempo, a que Alexandre Castanheira dá tanta importância. ALEXANDRE CASTANHEIRA é professor jubilado do Instituto Piaget, tendo leccionado na Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada, onde continua ligado ao cancioneiro e à Unidade de Investigação em Antropologia.

2006 Almada Alexandre Castanheira

2006 Alexandre Castanheira no Jean Piaget

1989 – SFUAP Conferencia 100 anos de actividade

Nada e tudo
Parti numa hora de loucura
e agora longe de ti
vivo arrastado
o desejo da ausente
que vislumbro
e sinto no fundo de mim
presente
resultado do silêncio
disseminado em ondas de calor
inundando este vazio pleno
Entre o nada e o tudo
o que me falta e o que contenho
e o que pressinto de ti
a cada momento te amo
mais e mais e mais
e mais repito ainda
que te direi uma vez mais
como te amo
A sombra deste sol abrasador
fermenta o nosso amor
num cosmos azul profundo
onde te direi
envolta em nuvens de prazer
e felicidade
no momento extraordinariamente preciso
de te apertar enfeitiçado
e magnético
nos braços ávidos de carícias
COMO TE AMO

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