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Setúbal / Barreiro -PSD considera «inqualificável e vergonhosa» situação da Soflusa e quer devolução do dinheiro dos passes aos utentes

O deputado do PSD do distrito de Setúbal, Bruno Vitorino, classifica de “inqualificável e vergonhoso” o que se está a passar nas horas de ponta na travessia Barreiro-Lisboa devido à anulação de carreiras por parte da Soflusa, considerando que os utentes devem receber o dinheiro do passe de volta.

“Todos sabem que é impensável fazer este serviço com apenas quatro navios. É inconcebível que a empresa e o governo deixem chegar a situação a este ponto. Já era mau para os utentes a supressão de carreiras em hora de ponta decididas pela administração, ao que agora se junta este problema”, refere.

Para o social-democrata, os utentes deste serviço estão a ser “gravemente prejudicados, tendo em conta que são “supressões atrás de supressões”.

“Neste momento, são muitos os problemas que esta situação causa aos milhares de pessoas que têm que chegar a horas aos seus emprego e às aulas”, acrescenta.

Bruno Vitorino mostra-se ainda incrédulo por a empresa apelar aos utentes que não viajem entre as 08:00h e as 09:00h, “como se os trabalhadores ou estudantes pudessem alterar os horários do trabalho ou das aulas”.

“É uma falta de respeito pelas pessoas, ainda para mais quando não são criadas redes de transporte alternativo. O utente paga o passe, sem poder usufruir do serviço”, sublinha

O deputado do PSD diz ainda ser “inaceitável” que o Governo, uma vez que se trata de uma empresa do estado, está “impávido e sereno” a assistir a esta situação sem na prática nada fazer.

“Como já se percebeu, os anúncios de milhões para a reparação de embarcações das Transtejo/Soflusa, feitas três meses antes do ato eleitoral autárquico pelo primeiro-ministro António Costa, não passaram de meras promessas para atirar areias aos olhos da pessoas, como se comprova”, acrescenta.

Bruno Vitorino exige que o governo resolva esta situação o mais rapidamente possível, pois “o tempo passa e os problemas agudizam-se”, relembrando que António Costa já governa há dois anos”, conclui.

Fonte – PSD

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Rui Rio junta barões numa reunião em Azeitão

02.10.2017

Futuro candidato à liderança do PSD reúne grupo que inclui Manuela Ferreira Leite, Morais Sarmento e Ângelo Correia. Rio não avança sem Passos abrir o jogo, mas já está em contactos com os dirigentes da máquina laranja

Luis Costa Carvalho POR031009LCC-Rui Rio


Rui Rio rumou a sul esta segunda-feira, para uma reunião de alto nível dos barões com quem se tem aconselhado na preparação da sua candidatura à liderança do PSD. Ao que o Expresso apurou, o ex-autarca convidou para um encontro numa quinta de Azeitão um conjunto de conselheiros onde se contam Ângelo Correia, Nuno Morais Sarmento, Manuela Ferreira Leite, Feliciano Barreiras Duarte e José Eduardo Martins.

A agenda do encontro tem um ponto único: analisar a situação do PSD depois dos resultados de domingo e preparar todos os cenários para a candidatura de Rio à presidência do PSD. Conforme o Expresso noticiou em primeira mão, Rio já tem um núcleo-duro a trabalhar na sua candidatura há algum tempo, já tem um site pronto para a campanha interna e o anúncio de que é candidato está apenas à espera que Pedro Passos Coelho abra o jogo. Não está em causa se será ou não candidato – essa decisão já estava tomada antes das eleições autárquicas, mas o modo e o timing em que irá assumir a sua posição.
Anúncio de Passos surpreendeu

O antigo presidente da Invicta preparou o seu avanço no pressuposto de que iria enfrentar Passos Coelho, e no domingo foi surpreendido pela reação do ainda líder do PSD. Entre os colaboradores que Rio já havia na semana passada quem colocasse a hipótese de o resultado ser tão mau que Passos saísse do jogo, mas no domingo nem foi isso que aconteceu. Tanto quanto se sabe, o líder do PSD está ainda em reflexão sobre o seu futuro político (a reflexão “vai bem”, disse Passos esta segunda-feira). Depois deste anúncio, os colaboradores de Rio consideram previsível que Passos não se recandidate, mas qualquer que seja o cenário, a bola está do lado do ainda presidente. Só depois de Passos resolver o seu tabu Rio falará.

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Macas nos corredores do Hospital do Barreiro PSD preocupado com «excessivo número»


Em visita efetuada ontem, juntamente com o vice-presidente da bancada Parlamentar do PSD, Miguel Santos, os social-democratas reuniram com a administração do hospital do Barreiro para se inteirarem das medidas que foram tomadas para impedir que as situações recentes de caos nas urgências se repitam.

Os deputados do PSD do distrito de Setúbal estão preocupados com o excessivo número de macas encostadas nos corredores, no Serviço de Urgências do Hospital do Barreiro.

Em visita efetuada ontem, juntamente com o vice-presidente da bancada Parlamentar do PSD, Miguel Santos, os social-democratas reuniram com a administração do hospital do Barreiro para se inteirarem das medidas que foram tomadas para impedir que as situações recentes de caos nas urgências se repitam.

O deputado e presidente da Distrital de Setúbal do PSD, Bruno Vitorino, destacou as obras realizadas no SO, no tempo do anterior Governo, que permitiram triplicar o número de camas, dando assim maior resposta aos utentes, mostrando ainda satisfação por este Conselho de Administração querer continuar a apostar no melhoramento das infraestruturas da urgência.

“Apesar do plano de contingência decidido pelo hospital, que reconhecemos ser positivo, e da dedicação de todos os profissionais de saúde, os problemas mantêm-se e podemos assistir a dezenas de doentes em macas nos corredores do serviço de urgência”, aponta.

Para Miguel Santos, o problema do hospital do Barreiro é o reflexo do que se passa nas unidades hospitalares do país.

“O Governo em 2016 gastou muito mais em médicos tarefeiros para resolver o problema das urgências do que em 2015. O que se passa é que a situação financeira está-se a tornar insustentável e o nível de assistência aos utentes continua a piorar”, realça.

Fonte – PSD

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PS fugiu ao debate sobre Arsenal do Alfeite

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Os candidatos pela Coligação Portugal à Frente pelo círculo de Setúbal, Bruno Vitorino e Nuno Magalhães, acusam o Partido Socialista de ter fugido ao debate sobre o Arsenal do Alfeite, realizado há uma semana, «evitando ser confrontado sobre as políticas que levaram à descapitalização e ao desinvestimento naquela empresa, bem como à política ruinosa do PS na área da reparação e construção naval, nomeadamente em Viana do Castelo».

Neste debate, organizado pela Casa de Pessoal do Arsenal do Alfeite, Bruno Vitorino e Nuno Magalhães lamentam que, numa altura que deveria servir para clarificar ideias e esclarecer os pontos de vista de cada força política, o PS «tenha fugido deliberadamente do confronto de ideias».

Segundo os candidatos, o governo PSD/CDS-PP está a reverter a situação deixada pelos governos do PS, reinvestindo na modernização do Arsenal do Alfeite.

«O PS em 2010 desviou 17 milhões do Arsenal do Alfeite para aos estaleiros navais de Viana do Castelo. Com isto descapitalizou o Arsenal e não resolveu os problemas em Viana do Castelo, cujos prejuízos acumulados eram a superiores a 250 milhões de euros», recorda Bruno Vitorino.

Nuno Magalhães sublinha que «este governo definiu uma estratégia através do estudo do professor Augusto Mateus, tendo já devolvido 3,2 milhões de euros ao Arsenal do Alfeite, que vão permitir iniciar um conjunto de investimentos de modernização para tornar a empresa mais competitiva».

«A formação vai ser retomada e já foi autorizada a contratação de 63 novos trabalhadores para que não se perca a excelência do know-how dos trabalhadores do Alfeite», reforça Bruno Vitorino.

De salientar que na semana passada Pedro Passos Coelho visitou as instalações do Arsenal do Alfeite, reiterando a importância que o estaleiro tem para o sector e para os interesses estratégicos nacionais.

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PSD espera que Governo “não trave” desenvolvimento do Arsenal do Alfeite

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Os deputados do PSD entregaram na Assembleia da República um Projeto de Resolução sobre Arsenal do Alfeite, onde defendem que o actual Governo não pode travar o desenvolvimento da empresa.

Bruno Vitorino recorda que de 2009 a 2011, assistiu-se à “descapitalização e ao desinvestimento do Arsenal devido às políticas do Governo socialista de José Sócrates”, que tiveram também graves repercussões na área da reparação e construção naval.

“Em 2010, o Governo de então desviou 17 milhões do Arsenal do Alfeite para aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo. Com isto descapitalizou o Arsenal e não resolveu os problemas em Viana do Castelo, cujos prejuízos acumulados eram superiores a 250 milhões de euros”, sublinha.

O deputado do PSD do distrito de Setúbal destaca que o Governo PSD/CDS-PP reverteu a situação deixada pelo PS, tendo definido uma estratégia para o Arsenal que permitiu apostar na sua modernização e internacionalização.

“A devolução de 4 milhões de euros pelo Governo anterior foi o início de um processo de devolução total da verba retirado pelo governo socialista ao Arsenal do Alfeite, mas que já permitiu iniciar um conjunto de investimentos, com vista à modernização das instalações, tornando a empresa mais competitiva”, explica.

“Comunistas e bloquistas andaram durante quatro anos a envenenar a opinião pública, afirmando que o objectivo do Governo PSD/CDS era desmantelar e privatizar o Alfeite, ameaçando sempre com despedimentos de trabalhadores”, acusa.

Bruno Vitorino refere, ao contrário do que foi dito, o Governo anterior “definiu uma estratégia, garantiu contratos com a Marinha Portuguesa, internacionalizou o estaleiro, deu início ao processo de devolução da verba que o PS tinha retirado, começou os necessários investimentos na sua modernização e contratou novos trabalhadores, para além de apresentar resultados financeiros positivos”.

O PSD espera agora que “o Governo socialista apoiado pelo BE e PCP continue a devolução da verba ao Arsenal do Alfeite, único processo que permite a modernização dos estaleiros e o aumento da sua competitividade, e que não trave o processo em curso de contratação de novos trabalhadores”.

Actualmente, o Arsenal do Alfeite emprega perto de 600 trabalhadores, com grande peso na vida económica e social no concelho de Almada, na Península de Setúbal e no país.

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PSD Almada aposta forte nas autárquicas de 2017

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O PSD de Almada está decidido a conseguir um forte resultado nas eleições autárquicas de 2017 no concelho, e tem já em preparação um Plano Estratégico que será apresentado na Assembleia de Secção agendada para meados de junho.

Quanto ao nome que irá encabeçar a lista do PSD por Almada só será revelado no último trimestre deste ano, mas tudo aponta que será alguém bem relacionado com o distrito de Setúbal e com ligações ao concelho almadense.

“O PSD Almada vai reforçar a aposta nas áreas da coordenação e estratégia autárquica, organização e comunicação para dar a conhecer à população as suas propostas para um concelho mais moderno e desenvolvido, que atraia mais investimento e garanta uma melhor qualidade de vida”, revela o presidente da Comissão Política local, Miguel Salvado.

Reeleito em abril para a liderança da estrutura social-democrata de Almada, Miguel Salvado aponta que o partido, a nível local, passou a ter “melhores condições de trabalho” desde que tem sede própria.

Inaugurado em abril, este novo espaço permite “um envolvimento crescente com os militantes e simpatizantes, que são fundamentais para mantermos uma forte ligação com as populações e atingirmos os nossos objectivos eleitorais”, afirma.

A estrutura do partido “acredita num crescimento significativo do seu peso nas eleições de 2017, apesar da desproporção de recursos relativamente à actual gestão autárquica, que os utilizará ao serviço da CDU”.

Para Salvado, a gestão CDU em Almada funciona ao ritmo das eleições, e prevê que o executivo de Joaquim Judas “faça em 2017 os investimentos que congelou desde 2013, particularmente nas freguesias da Charneca de Caparica, Sobreda e Costa de Caparica”. Localidades que considera serem “as mais prejudicadas por esta gestão de timing eleitoral”.

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Manifestação pró-Governo com membros do PSD e CDS

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Com bandeiras de Portugal e da coligação Portugal à Frente, os manifestantes cantam o hino e gritam diversas palavras de ordem, entre as quais “Costa para a rua, esta casa não é tua” e “não à moção de rejeição”.

A manifestação contra o derrube do actual Governo frente ao Parlamento contou com a participação dos líderes parlamentares do PSD e do CDS, Luís Montenegro e Nuno Magalhães.

A partir da varanda da Assembleia da República, o primeiro-ministro e o vice-primeiro-ministro também saudaram os manifestantes.

Com bandeiras de Portugal e da coligação Portugal à Frente em punho, os manifestantes cantam o hino nacional e gritam diversas palavras de ordem, entre as quais “Costa para a rua, esta casa não é tua” e “não à moção de rejeição”.

Alguns cartazes envergados têm ainda outras inscrições: “Quem ganhou? Democracia não é hipocrisia”, “moção de rejeição/traição à população” e “Portugal não merece um Governo do PS”.

A acção de protesto, convocada nas redes sociais, foi organizada pelo líder do CDS de Monforte, Mário Gonçalves que, à Lusa, explicou que a acção “não tem qualquer cariz político” e que nasceu de um movimento “voluntário e espontâneo” nas redes sociais.
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“Não é todos os dias que se sai do Governo com o voto do povo”

Passos Coelho despediu-se com um aviso para Cavaco: o acordo das esquerdas “não sustenta uma maioria positiva”. A Costa deixou outro aviso: se os parceiros lhe faltarem, não conte com ele

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O que se passou não é normal”. Foi em tom de indignação política que Pedro Passos Coelho se despediu do Parlamento e enviou um recado ao Presidente da República: o acordo das esquerdas “até agora não passou duma maioria negativa”.

“Nao acredito na coesão desta maioria e desconfio que o país tambem não”, afirmou o primeiro-ministro. Que deixou dois avisos a António Costa:” não só esta maioria negativa vai ter que evoluir mais para ser uma maioria positiva, como vai ter que ser sufiente”, ou seja, não poderá contar com o apoio do PSD ou do CDS.

Paulo Portas ja o tinha dito e Passos confirmou-o: “quem hoje votar pelo derrube do Governo que ganhou as eleições, não tem legitimidade para mais tarde vir reclamar sentido de patriotismo a quem hoje negaram” apoio.

Esta declaração de não apoio a Costa inclui, avisou Passos Coelho, “a ação corrente do Governo” e “outras questões maiores, sejam orçamentos de Estado, e “Programas de Estabilidade, a execução de reformas estruturais, ou o cumprimento de regras europeias”.

“Não há aqui revanchismos, o que há é uma questão de ética republicana também”, afirmou o PM, poucos minutos antes de ver o seu Governo derrubado. Passos Coelho antecipou esse momento como quem vive um momento histórico – “não é todos os dias que se sai do Governo com o voto do povo. Poucos políticos se podem gabar disso”.

Reafirmando a sua frase de sempre – “não abandono o meu país”, Passos mostrou-se disposto a “continuar a lutar por Portugal”, agora na oposição. ” Se não nos deixam fazê-lo no Governo, lutarei no Parlamento, mas continuaremos a lutar por Portugal, como estamos habituados a fazer”.

Sobre o futuro Governo, Passos lançou um manto de descrença:” aguardaremos pela fatura correspondente”

Sobre a opção de António Costa de derrubar o seu Governo, Passos foi duro na apreciação: “não há unidade nas oposições, basta ver os seus programas”; “foi penoso ouvir António Costa dizer que não tem garantias de evitar o derrube do seu próprio Governo”; “o que move o PS hoje não é senão o apetite pelo poder”; “convidei-o para negociar mas preferiu ser radical”.

Agora, avisou o PM, Costa ” tem a obrigação de converter esta maioria negativa numa maioria positiva”. Porque, se for para insistir num Governo minoritário sem garantias de estabilidade, então, perguntou Passos, porque é que Costa não deu essa oportunidade à coligação que ganhou as eleições?

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Passos culpa PS por queda do Governo e promete luta no Parlamento

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O primeiro-ministro diz que os programas dos vários partidos de esquerda são “incompatíveis” e deixou claro que um chumbo ao seu Executivo só acontece porque o PS assim o quer, ao optar por uma via “radical”.
Pedro Passos Coelho considera que não é difícil ver “o quão incompatível, entre si, é o conjunto de programas” dos vários partidos de esquerda PCP, BE e PEV e o PS. No seu discurso de defesa do programa do Governo, o primeiro-ministro disse que o Executivo que lidera só cairá porque o PS assim o quer.

“As oposições, ao longo dos últimos quatro anos, só manifestaram um único propósito: reescrever o resultado eleitoral e converter uma soma de derrotas numa maioria negativa”, indicou o primeiro-ministro no discurso de votação do programa do Governo PSD e CDS.

“O Partido Socialista recusou associar-se à maioria maior desta câmara, de matriz europeia, e preferiu juntar-se às minorias que o têm combatido desde sempre, não ligam quaisquer laços importantes quer em matérias de fundo quer em matérias de soberania. O que de mais estruturante o Portugal democrático fez, foi feito. Seja ao nível de revisões constitucionais seja ao nível da adesão à União Europeia, fez-se com PS, PSD e CDS”, afirmou ainda.

Escolha “radical” do PS

No seu discurso, o primeiro-ministro referiu que a circunstância de ver o seu programa de Governo chumbado “só se apresenta possível porque essa é a vontade do PS”. “É bom não esquecer que essa vontade se formulou não porque o PS tivesse sido ostracizado mas porque fez uma escolha radical”, acusou.

Em relação ao seu programa, sujeito a quatro moções de rejeição propostas pela oposição, Passos Coelho afirmou que “reflecte a obediência à estabilidade e responsabilidade, para com sacrifícios que os portugueses fizeram”. O social-democrata considera que o seu programa foi apresentado de forma “anti-demagógica e não eleitoralista” e “determinada e realista”.

A legitimidade

Passos Coelho avisou ainda que a maioria do PS, apoiada pelo BE, PCP e PEV, tem de “ser suficiente”, adiantando que tem de haver aprovação em “matérias de governação, indispensáveis para qualquer Governo”. E deu exemplos: Orçamento do Estado, Programas de Estabilidade, cumprimento de regras europeias e de tratados internacionais.

“Quem hoje votar pelo derrube do Governo legítimo, não tem legitimidade para mais tarde vir reclamar sentido de responsabilidade e patriotismo a quem hoje negou esses atributos”, disse ainda. “Não há aqui revanchismo. Há é uma questão de ética republicana”, defendeu-se.

Relativamente às críticas que são feitas à sua actuação, o líder do Executivo respondeu, por exemplo, que sempre distinguiu serviço público de propriedade pública. “Nós nunca os confundimos e sempre defendemos o serviço público, mesmo quando fizemos privatizações”.

Passos cita governador

O primeiro-ministro citou ainda o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa: “como disse o governador, os erros de política económica agora serão pagos, com mais dor, no futuro”. “A verdade é que sempre foi assim no passado”, disse.

Passos Coelho falou ainda na queda de 4% da Bolsa de Lisboa na segunda-feira e na subida da diferença entre as taxas de juro pedidas para comprar dívida alemã e as taxas da dívida portuguesa. “Ainda o Governo não iniciou funções e já temos a desconfiança dos investidores a expressar-se no alargamento dos ‘spreads’, que medem o risco de incumprimento da dívida pública”, disse.

A luta no Parlamento

A concluir a sua intervenção, e antes das moções de censura, Passos Coelho sublinhou um facto que disse ser inédito. “Não é todos os dias que se sai do Governo com o voto do eleitorado. Poucos políticos se poderão orgulhar dessa circunstância”.

Sobre o futuro, se vier a ser deputado, Passos Coelho deixou um aviso com “orgulho”: “Lutarei no Parlamento

Precários Inflexíveis organizam festa no país para festejar «queda» do Governo

a10Os Precários Inflexíveis estão a chamar os portugueses para comemorarem esta terça-feira a «queda» do Governo de Pedro Passos Coelho. Marquês de Pombal, em Lisboa, Aliados, no Porto, e Praça do Bocage, em Setúbal, são três dos locais da festa.

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