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Presidente do PSD do distrito de Setúbal, Bruno Vitorino Violência contra a PSP no Bairro da Bela Vista em Setúbal é um «ataque ao estado de direito»

22/01/2019

“Não se presta um bom serviço à democracia, quando se tenta confundir racismo e xenofobia com o cumprimento da ordem pública. As regras existem para serem cumpridas por todos, sem exceção. Não há nenhum individuo ou conjunto de indivíduos que estejam acima da lei, independentemente da sua cor, raça ou religião”, refere Bruno Vitorino.

O deputado e presidente do PSD do distrito de Setúbal, Bruno Vitorino, considera que a violência desta madrugada contra a PSP no Bairro da Bela Vista, em Setúbal, é um “ataque ao estado de direito”.

“O Governo tem que dar um sinal concreto de apoio às forças de segurança, que tão maltratadas têm sido nos últimos anos. Falta de meios, falta de efetivos, instalações degradadas e a falta de autoridade, é a herança de uma governação refém de preconceitos extremistas”, diz o social-democrata.

Apesar de todas estas carências e dificuldades, Bruno Vitorino salienta o “esforço e o trabalho” dos homens e mulheres das forças de segurança na diminuição progressiva da criminalidade, na região, em especial da mais violenta, cujos números eram demasiado elevados e que levavam ao aumento do sentimento de insegurança das populações.

“Não se presta um bom serviço à democracia, quando se tenta confundir racismo e xenofobia com o cumprimento da ordem pública. As regras existem para serem cumpridas por todos, sem exceção. Não há nenhum individuo ou conjunto de indivíduos que estejam acima da lei, independentemente da sua cor, raça ou religião”, acrescenta.

Bruno Vitorino afirma ser “inconcebível que algumas entidades e partidos de extrema-esquerda, aproveitem o espaço mediático para adulterar situações cujos contornos não conhecem, somente a reboque de imagens parciais e que desta forma instiguem à desordem social e à desobediência às forças da autoridade”, criticando desta forma a SOS Racismo e o Bloco de Esquerda.

“Quem defende aqueles que todos os dias arriscam a sua vida para que possamos viver em segurança?”, questiona, manifestando “total solidariedade e apoio a todos os homens e mulheres das forças de segurança”.

O deputado do PSD diz que “felizmente” estes atos de violência não causaram vítimas, contudo “nunca se sabe o que poderá acontecer no futuro, se não forem tomadas as devidas precauções”, conclui.

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Actos de vandalismo mantêm Setúbal sob alerta

Por
Ana Martins Ventura
23/01/2019

Caixotes do lixo incendiados e danos em viaturas voltaram a marcar esta madrugada com actos de vandalismo em Setúbal, Cacém, Massamá, Queluz e Loures. A PSP de Setúbal mantém operacionais em alerta

O Comando Distrital da PSP de Setúbal confirma que, até ao momento, ainda não existem suspeitos identificados para os actos de vandalismo ocorridos na Bela Vista, durante a madrugada passada.

Após o arremesso de cocktails molotov que danificaram a fachada da esquadra da PSP no bairro da Bela Vista e uma viatura, na madrugada de terça-feira, esta noite foram incendiados 8 caixotes do lixo e outra viatura ficou danificada.

Em comunicado, a Direcção Nacional da PSP informa que, “a pronta intervenção conjugada dos polícias e dos bombeiros de várias corporações permitiu controlar todos os focos de incêndio e evitar males maiores”.

No momento, a PSP está a investigar estes casos em articulação com a Polícia Judiciária. Fonte próxima do Comando Distrital de Setúbal, informou O SETUBALENSE-DIÁRIO DA REGIÃO que, não está afastada a hipótese destas ocorrências estarem relacionadas com a manifestação realizada frente ao Ministério da Administração Interna, enquanto forma de protesto contra a acção policial no Bairro da Jamaica (Seixal). Em consequência, todos os operacionais estão em alerta.

Ocorrências semelhantes foram ainda registadas em Cacém, Massamá e Queluz, com 13 ecopontos e 1 caixote do lixo incendiados. E no concelho de Loures foram incendiados 3 caixotes do lixo. Também na zona da grande Lisboa não foram identificados suspeitos, até ao momento.

Perante o cenário de violência, perpetrado ao longo das duas últimas noites, a Direcção Nacional da PSP salienta, em comunicado, que “as acções criminosas relatadas constituem crimes de dano qualificado e incêndio que afectam diretamente o bem-estar e qualidade de vida das populações, e passíveis de ser punidos com pena de prisão, pelo que se apela a todos os cidadãos que denunciem imediatamente às autoridades todas as acções idênticas que presenciem ou de que tenham conhecimento, de forma a possibilitar a identificação e detenção dos suspeitos da prática dos crimes”.

Entretanto, em declarações a O SETUBALENSE-DIÁRIO DA REGIÃO, António Loura, Secretário Nacional, da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) afirma, “foi com agrado, enfim, que vi o Ministro da Administração Interna e o Presidente da República abordarem esta questão”.

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Esquadra da PSP de Setúbal atacada com cocktails molotov

Lusa 22/01/2019

Antes, foram incendiados carros em Odivelas e Póvoa de Santo Adrião. Polícia faz quatro detenções.

Foto: Correio da Manhã

A esquadra da PSP no bairro da Bela Vista, em Setúbal, foi atingida na noite desta segunda-feira por ‘cocktails molotov’. Na Póvoa de Santo Adrião e Odivelas, distrito de Lisboa, foram incendiados caixotes do lixo e viaturas, segundo a PSP. A PSP esclarece em comunicado que a “pelas 21h40, foram incendiadas duas viaturas em Odivelas e outras duas na Póvoa de Santo Adrião, com recurso a cocktails molotov”.

“Posteriormente, foram incendiados e destruídos 11 caixotes do lixo e danificadas, nesta sequência, 5 viaturas, na zona circundante ao Bairro da Cidade Nova, também com a utilização de cocktails molotov. No seguimento destes factos, a Polícia de Segurança Pública desenvolveu diligências e investigações que permitiram intercetar quatro suspeitos, tendo sido detido um indivíduo do sexo masculino, de 18 anos de idade, depois de reconhecimento por testemunhas como um dos autores do lançamento dos engenhos incendiários”. Esquadra da Bela Vista atacada de madrugada Segundo o mesmo comunicado da PSP, pelas 03h15 desta terça-feira, na Bela Vista, Setúbal, “foram lançados 3 cocktails molotov contra a esquadra da PSP. Não houve registo de feridos mas observaram-se danos na esquadra e numa viatura civil. Não foram ainda identificados os suspeitos desta ação criminosa”

Os casos da última noite surge depois de episódio violentos que tiveram lugar no Bairro do Jamaica, em Seixal e em Lisboa. No domingo, moradores do bairro do Jamaica agrediram polícias, que os populares acusam de ter feito uma carga violenta, se qualquer justificação. Esta segunda-feira, residentes do Jamaica fizeram protesto na Baixa de Lisboa e houve conforntos, com a polícia a disparar tiros de balas de borracha para conter

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Agentes da PSP ressuscitam homem afogado no Tejo

07/08/2018

Agentes Pratas e Andrade reanimaram homem de 70 anos e detiveram pai e filho que os agrediram.


Por Miguel Curado
Dois agentes da PSP da Cruz de Pau, no Seixal, trouxeram de volta à vida um homem, de 70 anos, que foi resgatado das águas do rio Tejo, na Amora, quando já estava sem respiração e batimento cardíaco. Os polícias prenderam ainda dois homens, pai e filho, por agressões e injúrias. A chamada de socorro ocorreu pelas 18h00 de sábado. Um homem que estava num barco ancorado junto ao pontão de canoagem da Amora presenciou uma aparente doença súbita do homem, de 70 anos, que tombou para dentro de água. De imediato, a testemunha conseguiu agarrar o doente e colocá–lo em terra firme. O mesmo chamou depois o socorro, via 112. Os primeiros a chegar foram os agentes Pratas e Andrade, ambos de 33 anos, da esquadra da PSP da Cruz de Pau. Fonte oficial do Comando de Setúbal da Polícia disse ao CM que os dois polícias já viram a vítima com a pele roxa e sem respiração nem batimento cardíaco. Por iniciativa própria, os agentes realizaram manobras de reanimação que, ao final de alguns minutos, conseguiram trazer o doente de volta à vida. Enquanto aguardavam pela chegada dos técnicos do INEM e ao assegurarem um perímetro de segurança, os polícias foram agredidos por um homem, de 58 anos, e depois pelo filho, de 22, e por dois amigos deste – sem motivo aparente. Os dois agressores familiares foram detidos, enquanto os restantes fugiram. Com a chegada de uma ambulância do INEM, o homem de 70 anos resgatado do Tejo foi encaminhado para o Hospital Garcia de Orta, em Almada.

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Almada: sequestra e rouba à saída dos comboios

Ladrão tinha sido libertado pelo tribunal mas voltou a ser preso.

psp

Um jovem de 20 anos foi sequestrado e roubado por um homem armado com uma faca à saída da estação do Pragal, em Almada.

O ladrão, que tinha sido preso pela PSP há pouco mais de um mês e libertado pelo tribunal por crimes idênticos, voltou a ser detido por elementos da Divisão de Investigação Criminal da PSP de Almada. Agora ficou em preventiva.

O caso ocorreu ao final da tarde de quinta-feira. A vítima foi ameaçada pelo ladrão, que a obrigou a entregar os bens de valor, entre eles um telemóvel avaliado em 700 euros.

Não contente, sequestrou o jovem durante meia hora, obrigando-o a dirigir-se a um multibanco no Monte de Caparica, onde o forçou a levantar o dinheiro que tinha – 60 euros.

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Agente da PSP violentamente agredido em festas na Moita

Polícia está no hospital do Barreiro em situação estável, não correndo perigo de vida

moita
Um agente da PSP foi violentamente agredido na madrugada desta sexta-feira na Moita por um grupo de pessoas que provocou desacatos nas festas do Vale da Amoreira, tendo recebido assistência no hospital do Barreiro onde permanece em estado estável, sem correr perigo de vida.

De acordo com um comunicado do Comando Distrital da PSP de Setúbal, tudo começou pelas 00h30, quando um grupo de pessoas subiu ao palco e se apoderou do microfone incentivando à desordem contra as autoridades policiais presentes.

Na sequência deste episódio, representantes da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, que integram a comissão de organização das festas multiculturais, desligaram o som e deram a festa como terminada. “Esta situação provocou o desagrado a um grupo de cerca de 50 pessoas, sendo que algumas incitavam a adopção de comportamentos violentos”, adianta a PSP de Setúbal.
Foi neste contexto, que pelas 00h50, se verificou uma troca de agressões que envolveu cerca de 25 pessoas e o “arremesso de pedras e garrafas contra os elementos policiais”. Um dos quatros agentes da PSP de Setúbal, que estava em serviço remunerado na festa, ficou ferido na cabeça e na zona do peito. O porta-voz da PSP, Paulo Flor, adianta que o agente caiu inanimado no chão, tendo então sido atingido com uma navalha. “Nessa altura, desconhecidos aproveitaram-se para roubar o cinturão do polícia, com a arma de serviço e o bastão policial”, completa Paulo Flor.

“Depois da invasão de palco, a polícia interveio e um agente foi barbaramente agredido. Houve populares que saíram em sua ajuda, com um a lançar-se mesmo para cima do agente de modo a evitar que continuasse a ser agredido”, afirmou Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, citado pela Lusa.

“Estive no hospital a acompanhar a situação do agente e este apresentava ferimentos na cara e perfurações na barriga, mas está estável e em recuperação, tendo ficado no hospital em observação”, salientou, referindo que repudia toda a situação.

Perante a violência, a PSP accionou um reforço policial, que incluiu o corpo de intervenção e uma Equipa de Prevenção e Reacção Imediata, para controlar a situação. “Perante a fuga dos agressores, não foi possível efectuar qualquer detenção, sendo que o Comando Distrital da PSP de Setúbal está a realizar diligências com vista à identificação dos autores”, nota o comunicado da PSP.

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Agentes da PSP envolvidos em fraude com passes gratuitos de transportes

Almada, Seixal e Setúbal

tst

Polícias que não precisam do título de transporte recebem em dinheiro o valor do carregamento. Maioria pertence às esquadras de Almada, Seixal e Setúbal. Caso envolve também algumas chefias da PSP.

Agentes da PSP foram apanhados a trocar por dinheiro os títulos de transporte gratuitos a que têm direito. Segundo o jornal Público, o esquema existe há vários e anos e funciona como complemento salarial dos agentes da Margem Sul. Na altura de revalidação dos passes mensais nas bilheteiras dos Transportes Sul do Tejo (TST) em Cacilhas, não há só agentes que carregam os passes Lisboa Viva com viagens de autocarro; muitos deslocam-se às bilheteiras apenas para receber dinheiro, sendo que a maioria pertence às esquadras de Almada, Seixal e Setúbal. Outros vêm de Lisboa, porque o passa-palavra já fez chegar a informação à capital.

O esquema é simples. A PSP reembolsa a transportadora da totalidade dos cartões carregados em cada mês, cujo valor varia consoante a área de residência do agente. Os agentes vão às bilheteiras, munidos da requisição que dá direito a carregar o passe sem pagar, mas quando não precisam do carregamento – uma vez que o polícia até pode viajar no autocarro sem pagar quando está fardado – recebem a quase totalidade desse valor em dinheiro. Uma parte vai para o funcionário dos TST, que ganha a sua comissão, variável consoante o valor do título de transporte. O Público exemplifica: quando o passe custa 109 euros, o agente recebe 89 e 20 ficam para quem o atende no guichet.
O jornal assistiu durante meses às manobras dos agentes, que recebem o dinheiro nas bilheteiras dissimulado dentro de folhetos informativos. Muitos não resistem a contar as notas assim que viram costas à bilheteira. Este esquema, segundo o Público, envolve também algumas chefias da PSP, dura há alguns anos e estará a ser replicado pelo menos em mais uma operadora de transportes da Área Metropolitana de Lisboa, mas em moldes ligeiramente diferentes.

Para chegarem a Cacilhas, os agentes nem sequer usam o transporte público: vão nos carros de serviço, quer nos oficiais da PSP, quer nos veículos descaracterizados. O Público chegou mesmo à fala com um agente que admitiu ter participado neste esquema fraudulento, tendo recebido dinheiro em troca do passe numa altura em que estava de baixa e não precisava do título de transporte.

O jornal confrontou ainda os funcionários na bilheteira dos TST, que remeteram explicações para a administração da empresa e garantiram desconhecer a prática. O comandante distrital da PSP de Setúbal assegura que o caso vai ser investigado e que “todo e qualquer indício relevante dará imediatamente origem a processos-crime e a processos disciplinares”.
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Seixal – PSP reformado destrói esquadra

Detido foi levado para a esquadra policial, onde partiu três computadores ao pontapé

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Um chefe da PSP, reformado compulsivamente por problemas psiquiátricos, foi preso no Seixal por condução perigosa junto a uma escola. O detido foi conduzido à esquadra do Seixal, onde se recusou a fazer o teste de alcoolemia, reagindo violentamente com pontapés, tendo partido três computadores. O detido tem 55 anos e prestou serviço na esquadra da PSP da Cruz de Pau, Seixal. Devido a problemas psiquiátricos, foi considerado inapto para o serviço policial há cerca de dez anos, tendo sido reformado compulsivamente. Na terça-feira à tarde, uma patrulha da esquadra de trânsito da PSP do Seixal detetou o ex- -chefe da polícia a conduzir numa rua da Torre da Marinha. Estava a efetuar manobras perigosas junto a um estabelecimento de ensino e a patrulha mandou-o parar de imediato. O antigo chefe foi conduzido à esquadra do Seixal para identificação. Já nas instalações da PSP, recusou-se a fazer o teste de alcoolemia. O chefe reformado começou aos pontapés, partindo três computadores. Detido, foi notificado para comparecer na manhã seguinte ao Tribunal do Seixal. Desrespeitou a ordem, mas apresentou justificação médica. O processo baixou a inquérito.

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Inauguração da esquadra da PSP de Corroios: Ministro defende programa de investimento em infra-estruturas policiais

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O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, defendeu ontem que um programa de investimento para melhorar as instalações das forças de segurança é uma prioridade, que deve avançar assim que o país tenha as “condições mínimas”.

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Câmara Municipal de Setúbal lamenta as dificuldades causadas aos agentes da PSP pelo atraso do pagamento dos serviços remunerados prestados

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“A Autarquia mantém, desde sempre, uma especial cooperação com a PSP, nomeadamente em matéria de cedência de espaços para a instalação de esquadras policiais e de materiais para pequenas obras e reparações, pelo que lamenta que, no atual quadro legal, não existam formas de assegurar uma maior reciprocidade no relacionamento entre instituições que garanta, nomeadamente, uma justa contraprestação de serviços por parte das forças policiais em eventos de interesse público” – refere um comunicado da Câmara Municipal de Setúbal.

A Câmara Municipal de Setúbal, perante a notícia publicada na edição de 10 de julho do Diário de Notícias, com o título “140 agentes da PSP reclamam 80 mil euros à Câmara de Setúbal”, entende que deve prestar alguns esclarecimentos adicionais.

1 – A Câmara Municipal de Setúbal lamenta as dificuldades que possa ter causado aos agentes da PSP afetados pelo atraso do pagamento dos serviços remunerados prestados em várias iniciativas de interesse público promovidas pela Autarquia.

2 – Estão a ser feitos todos os esforços para pagar o mais rapidamente possível, no quadro das apertadas disponibilidades financeiras do Município, os serviços gratificados prestados pelos agentes da PSP.

3 – Face às dificuldades financeiras próprias e aos preços praticados pela PSP para a realização destes serviços remunerados, a Câmara Municipal vai ponderar não contratar estes serviços, contando apenas com o dispositivo de segurança que a PSP decida afetar às iniciativas promovidas pela edilidade.

4 – A Autarquia mantém, desde sempre, uma especial cooperação com a PSP, nomeadamente em matéria de cedência de espaços para a instalação de esquadras policiais e de materiais para pequenas obras e reparações, pelo que lamenta que, no atual quadro legal, não existam formas de assegurar uma maior reciprocidade no relacionamento entre instituições que garanta, nomeadamente, uma justa contraprestação de serviços por parte das forças policiais em eventos de interesse público.

5 – A Câmara Municipal manifesta total confiança nas capacidades da PSP e dos seus profissionais para, no cumprimento das suas responsabilidades e competências, manterem a segurança e a ordem públicas em eventos como a Feira de Sant’Iago, na qual se manterá um dispositivo de segurança especialmente contratado para o efeito, como, aliás, tem acontecido em edições anteriores do certame, e que garantirá todas as condições de segurança adequadas.

6 – Lamentamos, profundamente, que tenham de ser as autarquias a pagar a segurança dos cidadãos em eventos públicos, em especial porque a segurança é um direito constitucionalmente consagrado. Aliás, é de recordar que, no passado, os serviços prestados pela PSP não eram pagos. Neste momento, a obrigação de garantir maiores níveis de segurança obriga-nos a elevadas despesas que justificam os atuais atrasos no pagamento de serviços remunerados.

7 – A Autarquia respeita profundamente o direito das associações sindicais da PSP de manifestarem as suas posições, mas estranha ter sido escolhida como alvo exclusivo das acusações do Sindicato Unificado da Polícia, em particular por estarmos em pleno período pré-eleitoral, o que torna menos claras as verdadeiras intenções desta associação socioprofissional.

8 – Para a Câmara Municipal de Setúbal é absolutamente estranho que esta associação, em particular, recupere o episódio do policiamento da Praceta Afonso Paiva, pois sabe perfeitamente que a responsabilidade da segurança neste caso pertencia ao Governo Civil, na altura presidido por uma militante destacada do Partido Socialista, o que aumenta ainda mais a nossa estranheza pelo surgimento, neste momento, destas notícias.

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