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Não houve barcos entre a Trafaria e Lisboa – a culpa é do vento

5 de Março 2018

A circulação por barco entre a capital e a margem sul esteve cortada por causa do mau tempo e da agitação marítima que continua a afetar o litoral.

Durante a manhã desta segunda-feira, foi suspensa a circulação de barcos entre a Trafaria, em Almada, o Porto Brandão e Belém por causa do mau tempo. A notícia, avançada pelo “Observador”, cita uma fonte do grupo Transtejo.

“Consoante a evolução do estado do mar, a ligação poderá vir a ser reposta ao longo do dia”, afirma a Transtejo.

A ligação fluvial já esteve interrompida durante este fim de semana, segundo escreve a mesma publicação. Os barcos vindos do Barreiro para o Terreiro do Paço estão a circular normalmente, segundo o site da Transtejo. Entre Cacilhas e o Cais do Sodré a circulação também esteve interrompida durante algum tempo.

As ligações para passageiros foram retomadas entre Cacilhas e Cais do Sodré e Trafaria-Porto Brandão-Belém às 11h20 e às 11h30, respetivamente. O transporte de veículos continua interrompido, bem como qualquer ligação entre Porto Brandão e Trafaria.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera pôs todo o litoral sob aviso amarelo por causa da agitação marítima, que deve continuar até pelo menos às 3 horas da madrugada desta terça-feira, 6 de março. Já se sabe que o mau tempo vai continuar até, pelo menos, ao final desta semana, e a passagem desta tempestade por Portugal já causou bastantes estragos de norte a sul do País.
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5 de Março 2018
Devido ao mau tempo, a ligação dos barcos da Transtejo entre Cacilhas e o Cais do Sodré foi interrompida. O mesmo aconteceu há pouco com a ligação entre a Trafaria e Belém.

Segundo o site da Transtejo, a interrupção deve-se às “condições meteorológicas adversas”.

Até às 3 horas de amanhã, a costa portuguesa encontra-se sob aviso amarelo devido à agitação marítima forte, avançou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

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Almada entre o Rio e o Mar

Estuário do Tejo está a caminhar para ser uma zona balnear

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Há 50 anos parecia impossível, hoje começa a tornar-se realidade. O fim da indústria pesada na margem sul do Tejo e o tratamento dos esgotos melhoraram a qualidade da água, e estão a transformar o estuário numa zona balnear.
Carla Graça, da associação ambientalista Quercus, estima, contudo, que será preciso, pelo menos, uma década até que as praias na margem Sul do estuário do Tejo – em Almada, no Seixal, no Barreiro, na Moita, no Montijo, em Alcochete – sejam uma realidade. E isso, alerta, acontecerá apenas se o ritmo atual de recuperação do estuário se mantiver.
Em última instância, tudo depende “do plano de desenvolvimento para a região nos próximos anos”. Nomeadamente, da decisão sobre a transferência do terminal de contentores de Lisboa para a Trafaria, em Almada, que “pode ter um grande impacto negativo na qualidade da água e de toda a zona balnear a sul do Tejo”.
E pode parar o caminho que trouxe o informático Artur Mendes, de 41 anos, a revisitar, com a filha, Ana, de cinco, memórias de infância na praia da Ponta dos Corvos, no concelho do Seixal, a primeira do estuário do Tejo a ser classificada pela Agência Portuguesa do Ambiente como zona balnear, em maio deste ano.
“Vim apresentar a praia à minha filha. Quando era mais novo, andei aqui uns anos a nadar. Depois, porque cresci, e devido à má qualidade da água, deixei de vir”, contou à Lusa.

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Tonelada e meia de amêijoa apreendida em operação no rio Tejo

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A Polícia Marítima apreendeu hoje uma tonelada e meia de amêijoa e identificou cerca de 20 pessoas durante uma operação realizada na zona da praia do Samouco, no concelho de Alcochete.
“Foi efetuada uma operação, com a colaboração da ASAE, de combate à apanha ilegal de amêijoa no rio Tejo e à sua comercialização. Foi apreendida cerca de uma tonelada e meia de amêijoa e foram identificados 20 indivíduos, dois dos quais de nacionalidade estrangeira”, disse à agência Lusa fonte da Polícia Marítima.
Segundo a mesma fonte, durante a operação foram ainda apreendidas duas viaturas e 30 ganchorras, que são um objeto utilizado para o arrasto.
A operação decorreu na zona da praia do Samouco, no concelho de Alcochete.
“Com estas ações que a Polícia Marítima tem efetuado no rio Tejo pretende dissuadir e reprimir esta atividade ilícita da apanha de amêijoas, bem como eliminar todo o circuito de comercialização”, concluiu.

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