Tag: Saúde

Hospital Garcia de Orta cria área exclusiva para casos suspeitos de COVID-19

Por Carmo Torres -Março 9, 2020

O Hospital Garcia de Orta tem a partir desta segunda-feira, 9 de março, uma área específica para os casos suspeitos que surjam na triagem do Serviço de Urgência no âmbito do Coronavírus19.

O Hospital Garcia de Orta tem a partir desta segunda-feira, 9 de março, uma área específica para os casos suspeitos que surjam na triagem do Serviço de Urgência no âmbito do Plano de Contingência para Infeções Emergentes: Novo Coronavírus19.

O espaço era até aqui reservado aos utentes triados com senhas verdes e azuis, denominado SUVA.

A decisão vem no seguimento de outras medidas já tomadas, nomeadamente em relação às visitas hospitalares.

Diariamente, no Hospital Garcia de Orta, cada doente tem direito à visita de UMA pessoa, que poderá ficar em permanência durante todo o horário de visita.

O Hospital apela ainda à população da sua área de abrangência que utilize os diversos meios audiovisuais para contactar com os familiares e amigos internados.

Por uma questão de precaução, aconselha-se ainda a população em geral que, antes de recorrer ao Serviço de Urgência do Hospital Garcia de Orta deve contactar, inicial e preferencialmente, a linha SNS 24 – 808 24 24 24 8 ou o seu Centro de Saúde.

Veja mais em ::::>Diário do Distrito

Enfermeiros do centros de saúde de Almada e Seixal interrompem greve devido à gripe

18/01/2019

Os enfermeiros estão a lutar pelo direito às 35 horas de trabalho.

Os enfermeiros dos centros de saúde de Almada e Seixal, no distrito de Setúbal, vão manter a greve ao fim de semana, no atendimento complementar, mas decidiram esta sexta-feira abrir uma exceção para o “período da gripe”, informou fonte sindical. “Atendendo a tudo o que se passa neste momento com as questões da gripe, aos apelos que a população tem feito e à falta que os enfermeiros fazem neste tipo de atendimento, os enfermeiros farão uma exceção ao fim de semana e irão garantir este atendimento, mas exclusivamente no período da gripe, das 17h00 às 22h00”, explicou à Lusa a dirigente nacional do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP). Zoraima Cruz Prado falava após um plenário com os profissionais de saúde, onde houve uma votação e foi decidido que a greve aos fins de semana e feriados não afetaria o Plano de Contingência da Gripe. Apesar desta exceção, a dirigente sindical referiu que a greve no atendimento complementar se mantém, porque “não foram atendidas as reivindicações dos enfermeiros”, e que a paralisação “não tem data para terminar”. Os enfermeiros do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Almada e Seixal encontram-se em greve desde 1 de dezembro devido à “atitude inflexível” da direção executiva, que determinou que o atendimento complementar aos fins de semana e feriados fosse “prestado no horário normal de trabalho”. Os enfermeiros estão, assim, a lutar pelo direito às 35 horas de trabalho e para que o atendimento complementar passe a ser considerado “horas extra”, como acontece com os restantes grupos profissionais.

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Concurso prevê reforço de médicos de família na Península de Setúbal

Para a Península de Setúbal estão previstos mais de 50 médicos de medicina geral e familiar: 17 para o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal, 18 para o ACES Arco Ribeirinho e 18 para o ACES Arrábida. Estas vagas, a serem preenchidas, vão permitir a atribuição de médico de família a mais cerca de 90 mil utentes.

O concurso para a contratação de recém-especialistas de Medicina Geral e Familiar já foi aberto. Das 218 vagas previstas para a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), quase 25% são para a Península de Setúbal, o que permitirá aumentar o número de utentes com médico de família atribuído.
Para a Península de Setúbal estão previstos mais de 50 médicos de medicina geral e familiar: 17 para o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal, 18 para o ACES Arco Ribeirinho e 18 para o ACES Arrábida. Estas vagas, a serem preenchidas, vão permitir a atribuição de médico de família a mais cerca de 90 mil utentes.
Este concurso dá continuidade ao compromisso assumido pela ARSLVT de melhorar a resposta assistencial aos utentes, garantindo o acesso a cuidados de saúde de qualidade, adequando os recursos disponíveis às necessidades em saúde. Este trabalho tem passado por reforçar, sempre que possível, o número de profissionais nas várias unidades. Destaca-se, por exemplo, o reforço feito recentemente no Centro de Saúde da Baixa da Banheira, com mais horas médicas.
O Aviso n.º 10362/2017 foi publicado no dia 11 de setembro em Diário da República e determina a abertura de um procedimento concursal nacional para o preenchimento de 290 postos de trabalho para a categoria de assistente, em medicina geral e familiar, em todo o país.
Na semana passada já tinha sido publicado em Diário da República o Despacho n.º 7810/2017, que identificava os serviços e estabelecimentos de saúde e respetivas unidades funcionais classificados como carenciados, na área de medicina geral e familiar, tendo em vista a abertura do concurso.

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Seixal-Autarquia e Santa Casa pedem reunião ao ministro da Saúde

A Autarquia e a Santa Casa da Misericórdia local vão pedir uma reunião ao ministro da Saúde para relembrar a necessidade urgente de se avançar com a construção da Unidade de Cuidados Continuados de Arrentela.


Esta decisão foi tomada hoje, num encontro que decorreu junto ao terreno já cedido pela autarquia para receber o equipamento, cuja responsabilidade de financiamento é do Governo.

Joaquim Santos, presidente da Câmara Municipal do Seixal referiu que se trata «de um equipamento de extrema necessidade para o concelho, uma vez que com a sua construção o Seixal passaria a contar com mais 68 camas para dar resposta às necessidades dos munícipes que atualmente apenas contam com 30 camas disponibilizadas pelo Minstério da Saúde». O autarca acrescentou ainda que «segundo o mesmo Ministério, estão previstas 98 camas em Unidade de Longa Duranção e Manutenção existindo atualmente apenas 30, o que vem reforçar a urgência desta infraestrutura».

Joaquim Santos recordou ainda que «a autarquia já cedeu um terreno para a construção deste equipamento, com cerca de 10 mil metros, com um valor superior a 700 mil euros, pelo que falta agora que o Governo dê seguimento ao assunto e construa esta unidade social, que irá prestar os cuidados de saúde necessários a quem deles mais precisa e não tem outras soluções».

Da mesma opinião partilhou o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, que deixou claro que «a autarquia está disponível para apoiar a Santa Casa da Misericórdia do Seixal por forma a que a Unidade de Cuidados Continuados de Arrentela seja uma realidade o quanto antes».

O provedor da Santa Casa da Misericórdia do Seixal, Edison Dias, lembrou que esta instituição «foi a primeira a prestar cuidados de saúde no concelho e mantém o seu objetivo de prosseguir essa missão, pelo que esta Unidade de Cuidados Continuados é fundamental para apoiar a população. Embora o Seixal seja um concelho jovem, temos necessidades nesta área, pois trata-se de um apoio complementar pós-hospitalar muito necessário».
O Seixal é assim o concelho com menor número de camas dentro do universo daqueles que desenvolvem respostas de cuidados continuados, da responsabilidade do Ministério da Saúde (note-se que Alcochete, Palmela e Sesimbra não têm qualquer resposta desta tipologia).

A meta definida pelo Ministério da Saúde para a península de Setúbal é que se atinjam 1123 lugares disponíveis no conjunto das quatro tipologias, havendo para tal a necessidade de programar mais 442 lugares, entre os 619 novos lugares previstos e os 177 lugares excedentes a regularizar em alguns territórios.

Assim, para se alcançar a meta estabelecida pelo governo, no concelho do Seixal são necessários construir, em 10 anos, 195 lugares no total de todas as tipologias. Desta forma, para além das 30 vagas já disponibilizadas pela Associação de Reformados e Idosos da Freguesia de Amora (ARIFA), na resposta de Unidade de Cuidados Continuados de Longa Duração e Manutenção, é necessário programar mais 165 lugares, distribuídos pelas seguintes respostas:

34 vagas com acordo em Unidade de Convalescença;
39 vagas com acordo em Unidade de Média Duração e Reabilitação;
68 vagas com acordo em Unidade de Longa Duração e Manutenção;
24 vagas com acordo em Unidade de Dia e de Promoção da Autonomia.
Nesta sequência, o projeto da Santa Casa da Misericórdia do Seixal para a implementação da Unidade de Cuidados Continuados Integrados assume particular relevância para o Município do Seixal, designadamente no que se refere ao cumprimento das metas referidas, pelo que a Câmara Municipal do Seixal exige que o governo cumpra a sua obrigação, estabelecida pela Lei de Bases dos Cuidados Paliativos, e que dote o concelho deste e de outros equipamentos que garantam o apoio a quem deles mais precisa.

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No distrito de Setúbal elevada adesão à greve do sector da Saúde Barreiro USF Arco Ribeirinho encerrou à tarde

Centro Hospitalar de Setúbal – 95% adesão, turno noite e manhã

greve dos trabalhadores do sector da Saúde esmagadora maioria, assistentes técnicos e assistentes operacionais, no distrito de Setúbal registou uma elevada adesão na esmagadora maioria dos hospitais e centros de saúde, refere uma nota da União dos Sindicatos de Setúbal.

Grande Adesão dos Trabalhadores do sector da Saúde
Função Pública

A greve dos trabalhadores do sector da Saúde esmagadora maioria, assistentes técnicos e assistentes operacionais, no distrito de Setúbal registou uma elevada adesão na esmagadora maioria dos hospitais e centros de saúde:

Centro Hospitalar de Setúbal – 95% adesão, turno noite e manhã;

Centro Hospitalar Barreiro/Montijo – 81% noite, 85% manhã;

Hospital do Litoral Alentejano – 95% noite, 70% manhã;

Hospital Garcia de Orta – 70% noite, 95% manhã.

Centros de Saúde

Setúbal – USF S. Filipe, Sto. Isidro, Praça da República e USF Luisa Todi encerrados;

Almada – Feijó, USF Pragal, USF Costa Caparica encerrados e USF Almada 75%;

Seixal – Fernão Ferro, Pinhal Frades, USF CSI Setúbal encerrados Amora 75% encerramento à tarde, e Rosinha 75%;

Barreiro – USF Arco Ribeirinho encerrado à tarde

Na origem da adesão à greve estão as justas reivindicações dos trabalhadores pela dignificação das suas carreiras profissionais, pela contratação de mais trabalhadores, pela aplicação das 35H a todos os trabalhadores, pelo fim da precariedade dos vínculos no SNS e em defesa do SNS.

A União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN saúda os trabalhadores dos distrito que hoje expressaram o seu desagrado exigindo do Governo que se reponham e ampliem os direitos dos trabalhadores do sector da Saúde (F.P.) pois só desta forma podem os utentes e as populações ter um SNS que dê resposta aos cuidados de saúde a serem prestados a todos.

A C. E. União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN

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Utentes alertam Governo para problemas na saúde na Península de Setúbal

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A Plataforma da Península de Setúbal em Defesa do Serviço Nacional de Saúde vai entregar na terça-feira ao ministro da Saúde um manifesto a alertar para os problemas do setor na região, disse hoje fonte daquela estrutura.

“Subscrevemos um manifesto denunciando um conjunto de situações que os utentes e as populações da Península de Setúbal estão a viver, designadamente os constrangimentos no acesso à saúde, mas também as questões relacionadas com os profissionais: falta de médicos, falta de enfermeiros, rutura nos serviços”, disse Luísa Ramos, da Comissão de Utentes da Saúde de Almada, entidade que subscreve o manifesto.

Segundo Luísa Ramos, foi pedida “uma audiência ao ministro da Saúde para entrega do manifesto, mas também para lhe dar a conhecer, de viva voz – presumindo que há muita coisa que ele possa não saber, até pelas afirmações que tem feito no plano público de que as coisas estão melhores -, a situação que se vive no setor da saúde na Península de Setúbal”.

Representantes dos subscritores do manifesto vão deslocar-se na terça-feira ao Ministério da Saúde, pelas 11:30, apesar de não terem recebido qualquer confirmação do pedido de audiência.

O manifesto foi elaborado a partir de uma iniciativa do Movimento de Utentes de Serviços Públicos da Península de Setúbal, a que se juntaram Comissões de Utentes da Saúde, autarquias, sindicatos e outras associações da região de Setúbal.

A demora no atendimento nos serviços de urgência do Hospital Garcia de Orta, o maior hospital da margem sul do Tejo, a falta de médicos e de enfermeiros naquele hospital e em diversas unidades de saúde da região têm originado várias ações de protesto dos utentes contra a alegada degradação dos cuidados de saúde na Península de Setúbal.

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Almada – Oposição manipula deliberadamente dados na Saúde

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O CDS-PP Almada reuniu cerca de três horas com o Conselho de Administração do Hospital Garcia Orta (HGO) – Almada, com a finalidade de ficar a conhecer a veracidade das noticias postas a correr na Comunicação Social por comunistas e socialistas ficando a concelhia com a certeza da tentativa de intoxicação por intuitos eleitoralistas que propositadamente a oposição causa junto da opinião pública e dos utentes.

Já o Conselho de Administração do mesmo Hospital reconhece que ainda há muito por fazer pelo Serviço Nacional de Saúde, mas reconhece ao mesmo tempo o enorme investimento que o Ministério da Saúde, Ministro e Governo têm feito para tornar o mesmo serviço mais prestável junto da população.

Desde 2011 que o serviço prestado aos utentes do HGO tem vindo sistematicamente a melhorar tornando-se mesmo num dos melhores Hospitais do país a servir a população.

O CDS-PP reconhece também o empenho e a gestão que o Conselho Administração do HGO tem dado em prol do melhoramento da prestação dos cuidados de saúde em Almada, repudiando ao mesmo tempo as manifestas tentativas de manipulação da realidade por parte da oposição nomeadamente pelo Partido Socialista e pelo Partido Comunista numa concertante estratégia de aproveitamento da saúde alheia para atingirem os seus objectivos políticos.

São inadmissíveis e indignas as declarações proferidas pelo presidente do Conselho Regional do Sul da Ordem dos Médicos, Jaime Mendes, quando apelida o serviço de urgências do mesmo hospital de terceiro-mundista denotando uma inqualificável falta de respeito não só pelos profissionais de saúde que todos os dias dão o seu melhor às populações, como também cria nas pessoas uma ideia de caos e de alarmismo que, de todo, não existe no HGO em Almada.

Mais entende o CDS-PP, que o presidente da câmara de Almada, enquanto médico deveria ter uma outra sensibilidade com a situação e deveria abordá-la de uma forma muito mais sensata, ao invés de colocar deliberadamente os seus interesses político-partidários à frente dos interesses da população tendo em conta a falta de frontalidade com que aborda esta questão.

O Hospital Garcia Orta em Almada não é o caos que este último quer fazer crer nem o Ministério da Saúde deixou de investir no mesmo Hospital, bem antes pelo contrário, auxiliando o esforço que o conselho de administração tem feito para equilibrar as contas para que não faltem inclusive medicamentos para administrar aos doentes.

O CDS-PP Almada através do Pelouro de Saúde irá muito em breve apresentar um relatório público com as conclusões da mesma reunião e demonstrar que a oposição mente deliberadamente e cria nas populações um alarmismo desnecessário e sem fundamento de verdade.

António Pedro Maco – 06-03-2015 11:06

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Câmara Municipal do Seixal contra o agravamento das condições de acesso aos cuidados de saúde

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A Câmara Municipal do Seixal aprovou ontem, em reunião de Câmara, uma tomada de uma posição contra o agravamento das condições de acesso da população do Seixal aos cuidados de saúde. A Autarquia considera que nas últimas décadas se tem vindo a assistir à degradação dos serviços públicos de saúde, com o encerramento de serviços, a concentração de valências e departamentos, a diminuição dos horários de funcionamento das unidades de saúde e com a falta de investimentos que permitam qualificar o Sistema Nacional de Saúde.

A falta de meios e equipamentos de saúde no Concelho do Seixal, onde sobressai os mais de 40 mil utentes sem médico de família e a insuficiente capacidade de resposta do Hospital Garcia de Orta (HGO), bem como a não construção do Hospital no Concelho do Seixal, têm significado um prejuízo acrescido para os doentes e população da região.
Quando o quadro existente fazia pressupor a necessidade urgente de medidas por parte do Governo para ultrapassar a situação atual, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), por orientação do governo, não considerou, no quadro do concurso para preenchimento de 70 vagas de Médicos de Família, qualquer vaga destinada às Unidades de Saúde dos Concelhos do Seixal e Almada, não obstante o respetivo agrupamento ser atualmente um dos mais carenciados em termos de recursos humanos em toda a ARSLVT.
A Câmara Municipal do Seixal expressa, por esta via, a mais profunda contestação a esta decisão da ARSLVT, que prejudicará ainda mais o acesso aos cuidados de saúde primários às populações dos Concelhos do Seixal e Almada.
Esta medida do Governo é demonstrativa do desrespeito pelas populações de Seixal e Almada que através das suas comissões de utentes e órgãos do Poder Local Democrático têm solicitado insistentemente junto do Ministro da Saúde, Paulo Macedo, uma reunião para uma discussão deste grave problema e que não só têm sido ignorados, como agora parecem ser discriminados pela persistência na reivindicação por melhores cuidados de saúde para as populações do Seixal e Almada, nomeadamente a urgente construção de um hospital público no Concelho do Seixal.
A Câmara Municipal insiste ainda junto do Ministro da Saúde que receba os Presidentes de Câmara e Assembleia Municipal do Seixal, Almada e Sesimbra, conforme os pedidos de reunião de 19 de Dezembro de 2013 e de 14 de Março de 2014, até ao momento sem agendamento e manifesta o seu profundo desagrado pela não colocação de Médicos de Família no Concelho do Seixal, potenciando o governo dessa forma, o agravamento das condições de acesso a cuidados de saúde da população do Município.

Fonte – CMS

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Plataforma Península de Setúbal em Defesa do Serviço Nacional de Saúde

Câmara da Moita adere por unanimidade

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Na sua primeira reunião de 2015, que decorreu no dia 7 de janeiro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a Câmara Municipal da Moita aprovou, por unanimidade, a adesão do Município da Moita à Plataforma Península de Setúbal em Defesa do Serviço Nacional de Saúde – SNS.

Esta plataforma reúne Comissões de Utentes de Saúde, Sindicatos, Câmaras Municipais, Juntas e Uniões de Freguesia, a Associação de Mulheres com Patologia Mamária e o Movimento Democrático de Mulheres que, em conjunto, se compromete a lutar por um SNS geral, universal e gratuito, garantindo-se assim o acesso de todos a um Direito consagrado na Constituição da República.
A Plataforma Península de Setúbal em Defesa do SNS exige, através do seu Manifesto, o fim da privatização dos Serviços de Saúde, o fim das parcerias público privadas, a eliminação das taxas moderadoras, médico e enfermeiro de família para todos os utentes (a região de Setúbal é das regiões do País onde há um maior número de utentes sem médico de família atribuído), o reforço dos meios financeiros, técnicos e humanos do SNS necessários para a prestação dos serviços de proximidade e de qualidade, a construção de Centros de Saúde em falta na Península de Setúbal (Feijó, Corroios, Foros de Amora, Pinhal Novo, Baixa da Banheira, Alto Seixalinho e Aldeia de Paio Pires), bem como a requalificação e a reabertura dos equipamentos de Saúde, o reforço dos recursos humanos e materiais de emergência médica e dos cuidados de saúde primários, a revogação da portaria que impede a utilização de transporte por parte dos utentes, a revogação da Portaria n.º 82/2014 que veio instituir a categorização dos serviços e estabelecimentos do SNS, a reabertura dos SAP’s, o alargamento dos horários dos Centros de Saúde, a adoção de medidas para minorar os tempos de espera nas consultas de especialidade e respetivos exames de diagnóstico, a reposição das especialidades nas urgências nos Hospitais da Península de Setúbal e a reposição e dignificação das carreiras e remunerações de todos os trabalhadores do SNS – médicos, enfermeiros, técnicos de diagnóstico e terapêutica, técnicos superiores de saúde, administrativos e assistentes operacionais.
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Partido Socialista denuncia publicamente Situação de degradação dos cuidados de saúde no Distrito de Setúbal

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“No Distrito de Setúbal também se assinalam situações de grandes tempos de espera no atendimento das urgências, as quais são muito preocupantes, no Hospital Garcia de Orta, em Almada, e no Hospital do Barreiro e em particular, no Hospital de S. Bernardo em Setúbal, onde, no dia 3 de Janeiro, um homem de 77 anos, que tinha sido assistido por um médico do INEM que não fez qualquer referenciação do doente para as urgências, depois de 4 horas num corredor do Hospital sem qualquer assistência, acabou por morrer” – refere um comunicado do Secretariado da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista.

GOVERNO COLOCA EM CAUSA ACESSO DOS CIDADÃOS AOS CUIDADOS DE SAÚDE
Nas últimas semanas o País tem assistido ao caos generalizado das urgências hospitalares, situação que se repete um pouco por todo o País.
No Distrito de Setúbal também se assinalam situações de grandes tempos de espera no atendimento das urgências, as quais são muito preocupantes, no Hospital Garcia de Orta, em Almada, e no Hospital do Barreiro e em particular, no Hospital de S. Bernardo em Setúbal, onde, no dia 3 de Janeiro, um homem de 77 anos, que tinha sido assistido por um médico do INEM que não fez qualquer referenciação do doente para as urgências, depois de 4 horas num corredor do Hospital sem qualquer assistência, acabou por morrer.
Essas situações, ainda que agravadas nesta época, não constituem factos isolados, antes espelham a situação de abandono do Serviço Nacional de Saúde por parte do Governo PSD/ CDS.
Ainda recentemente numa visita que o Partido Socialista realizou a diversos Centros de Saúde do Distrito de Setúbal se pode constatar que para o Governo, os cuidados primários de saúde não são uma prioridade, situação refletida nas faltas de condições de atendimento, falta de recursos humanos e, muitas vezes, falta de material. A ausência de políticas de saúde adequadas fez com que nos últimos 3 anos haja menos cidadãos do distrito de Setúbal com acesso a médicos de família.
A carência de meios humanos e materiais também se verifica ao nível hospitalar. Esta realidade foi particularmente questionada em Julho do ano passado por 42 diretores de serviço do Hospital Garcia de Orta que denunciaram o adiamento de consultas, exames e de cirurgias por falta de profissionais, bem como a existência de equipamentos obsoletos.
A Ordem dos Médicos, ainda recentemente, responsabilizou diretamente o Governo PSD/ CDS pela situação que se vive no setor da Saúde.
Conscientes da situação que se vive atualmente em todo o País, e com reflexo no Distrito de Setúbal, a Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista denuncia publicamente a situação de degradação dos cuidados de saúde no Distrito de Setúbal, responsabilizando o Governo PSD/ CDS por, com a obsessão de acabar com o Serviço Nacional de Saúde, estar a colocar em causa o princípio constitucional de garantia de acesso aos cuidados de saúde.

Setúbal, 7 de janeiro de 2015

O Secretariado da Federação Distrital de Setúbal do Partido Socialista

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