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Autarcas dão milhares a empresários amigos

7 de Maio 2018

COMUNISTAS

EMPRESAS DE COMINICAÇÃO E ARTES GRÁFICAS QUASE SÓ TÊM AUTARQUIAS DO PCP COMO CLIENTES NO ESTADO.

Desses, cerca de 30 estão ligados ao PCP: autarquias de Alcácer do Sal, Avis, Alcochete, Moura, Moita, Grândola, Barreiro, Palmela, Santiago do Cacém, Cuba, Montemor-o-Novo e Vendas Novas e os Serviços de Água e Saneamento de Almada – todos eles liderados pela CDU à data dos contratos.

Duas Empresas de Setúbal ganharam cerca de 648 mil euros em dez anos, sobretudo com autarquias do PCP.
A Mimir, firma de consultadoria, e a empresa de artes gráficas Regiset quase só têm câmaras comunistas na lista de entidades públicas com as quais assinaram contratos desde 2008.

As empresas são lideradas por Carlos Menezes, que fez parte de uma comissão de empresários de apoio à CDU nas legislativas de 2002, e Pedro Magro Ramos, que em 2009 ficou em 4º lugar como candidato à Câmara de Oeiras pela CDU.

Na lista de clientes públicos da Mimir, segundo o portasl Base, contabilizam-se nove contratos e cinco clientes :
Autarquias do Seixal, Loures e Moura, todos liderados por comunistas à época dos contratos;
Área Metropolitana de Lisboa que, em 2015, data do contrato, era liderada por Demétrio Alves, histórico autarca de Loures pelo PCP;
e a Associação de Municípios de Setúbal que à data dos contratos (2008 e 2009) era liderada por Alfredo Monteiro,ex autarca do Seixal.A empresa já ganhou 404.270 Euros.

O facto é ainda mais visível no caso da Regiset:
tem 34 contratos com 17 clientes no Estado, desde 2009.Desses cerca de 30 estão ligado ao PCP:
Autarquias de Alcácer do Sal, Avis, Alcochete, Moura, Moita, Grãndola, Barreiro, Palmela, Santiago do Cacém. Cuba. Montemos o Novo e os

Serviços de água e Saneamento de Almada

todos eles liderados pela CDU à data dos contratos. Arrecadou 244.320 euros.
Confrontada pelo CM, a Regiset diz não entender o “objetivo das questões”. “A nossa carteirade clientes é diversificada, que no plano público/intitucional quer no plano privado.
A Mimir não respondeu.

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Ponte Barreiro-Seixal tem sido mais do que uma reivindicação da população

Um investimento de cerca de quatro milhões de euros

31.03.2016

Trata-se de um investimento de cerca de quatro milhões de euros, divididos pelos dois municípios, que submeteram candidaturas a fundos comunitários, para financiamento a 50 por cento, inseridas no Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável da Área Metropolitana de Lisboa (PAMUS), programa que financia, apenas, investimentos relacionados com a mobilidade sustentável.

Uma ponte Barreiro-Seixal tem sido mais do que uma reivindicação da população, uma necessidade de dois concelhos vizinhos, culturalmente próximos, afetivamente próximos, a escassos 400 metros de distância, medidos em linha reta (sobre o Rio Coina), mas a longínquos 16 pela rodovia.

Neste sentido, os Municípios do Barreiro e do Seixal uniram-se para recuperar uma ligação entre os dois concelhos: um projeto que aproveitará o traçado da antiga ponte do Seixal (danificada nos finais dos anos 60 por uma embarcação, não mais tendo sido recuperada), com cerca de 400m, que deverá permitir a circulação fluvial no Rio Coina e, de acordo com o Presidente da Câmara Municipal do Barreiro (CMB), Carlos Humberto de Carvalho, se integrará no sistema de ciclovias, ligando os dois terminais fluviais existentes nos dois concelhos.

Trata-se de um investimento de cerca de quatro milhões de euros, divididos pelos dois municípios, que submeteram candidaturas a fundos comunitários, para financiamento a 50 por cento, inseridas no Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável da Área Metropolitana de Lisboa (PAMUS), programa que financia, apenas, investimentos relacionados com a mobilidade sustentável.

Conforme afirmou o Presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, na segunda-feira, 28 de março – na Cerimónia de Assinatura do Contrato de Concessão de Utilização Privativa de Domínio Público da Doca Seca, junto à antiga Estação Fluvial do Barreiro, entre o Município do Barreiro e a CP -, será um projeto para avançar o mais rapidamente possível.

Partindo do princípio que as candidaturas abrirão, ainda, em 2016, crê-se que, em 2017/18, se poderá iniciar a construção, não se prevendo um trabalho nem complexo, nem prolongado.

Esta ponte é um projeto diferente da, há muita falada, ligação rodoviária entre este dois concelhos porque tem como objetivo promover a mobilidade suave (a pé e de bicicleta) e a melhoria da relação das populações e as margens dos rios, particularmente do Coina, com a paisagem e apontamentos que apelam à perceção da qualidade de vida que existe nos dois concelhos, podendo, ainda, vir a ser reforçado este aspeto uma vez que se ambiciona que se torne uma referência arquitetónica e um projeto de qualidade.

Entendida como uma inevitabilidade e definida no Plano Diretor Municipal, a ligação rodoviária entre o Barreiro e o Seixal (mais a montante, em Santo André) e para a qual já os estudos estão realizados estará “em condições de avançar rapidamente, sendo a responsabilidade desta do Governo e da Infraestruturas de Portugal”, segundo o edil barreirense.
Os dois projetos “complementam-se”, sublinhou.

“Estamos aqui frente a frente e estamos tão longe em termos de acessibilidades”, disse o responsável do Seixal.

Lança-se, assim, a ideia mais vasta do “desenho” de um conjunto de ciclovias que ligue os concelhos ribeirinhos do Tejo.

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Manifestantes cantaram as Janeiras a Paulo Macedo

paulomacedo

O Presidente da câmara do Seixal leva manifestação à porta do Ministério da Saúde a reivindicar construção de novo hospital no concelho.

“Senhor ministro da Saúde, não vale a pena falar, pois já não tem atitude e até está a gaguejar”, foi desta forma que cerca de 60 manifestantes do Seixal, Almada e Sesimbra cantaram esta segunda-feira as Janeiras, em frente ao Ministério da Saúde, em Lisboa.

Em causa está a construção do hospital do Seixal, que foi considerada prioritária em 2009, após a celebração de um acordo estratégico entre o município e o Governo. A unidade de saúde deveria estar concluída em 2012, mas até hoje não saiu do papel. Esta nova unidade hospitalar seria complementar ao Hospital Garcia de Orta, em Almada, que segundo Joaquim Santos, presidente da câmara do Seixal “tem capacidade para 150 mil utentes,
mas serve 500 mil”.
Desejar um bom ano de trabalho, seria adjudicar o processo [de construção do novo hospital]” disse ao CM o presidente da câmara do Seixal, que ainda não obteve resposta ao ofício assinado por si e pelos presidentes das autarquias de Almada e de Sesimbra.
Após entoarem as Janeiras, alguns dos participantes no protesto organizado pela câmara do Seixal foram recebidos no Ministério da Saúde, por uma delegação, onde entregaram cerca de 500 postais com mensagens para Paulo Macedo, ministro da Saúde.

Maria Candeias, reformada de 71 anos, queixa-se da demora no atendimento a que está sempre sujeita no Hospital Garcia de Orta. “Entrei lá às 10h30 e sai às 17h00”, conta. Esta utente não quis, por isso, deixar de estar presente na manifestação que reivindica a construção de um novo hospital, num concelho onde há uma elevada taxa de população envelhecida.

O edil Joaquim Santos destacou ainda o cariz complementar do hospital, que acarretaria menos custos: “seis meses de IRS do Seixal eram suficientes para construir e equipar o novo hospital”, que custaria 60 milhões de euros.

Veja mais em ::::> Correio da Manhã

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