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Câmara do Seixal diz que demora na construção do hospital é injusta para a população

O presidente da Câmara do Seixal, Joaquim Santos, afirmou hoje que “não é justo para a população do concelho e da região que o processo de construção do Hospital no Seixal se mantenha cativo ano após ano”.


“Este equipamento tinha dez milhões de euros inscritos no Orçamento de Estado para 2017 e nem um cêntimo avançou”, diz Joaquim Santos em comunicado divulgado pela autarquia, na sequência das declarações proferidas hoje pelo ministro das Finanças, Mário Centeno, sobre o hospital do Seixal.

O ministro das Finanças, que falava na comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa, onde foi ouvido sobre a proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018), disse que, “até ao final do mês”, vai “dar início à primeira fase formal do investimento no Hospital do Seixal”, mas reconheceu que o impacto orçamental será “na sua esmagadora maioria” em 2019.

No comunicado divulgado pela Câmara do Seixal, o presidente do município salienta que “a necessidade da construção de um hospital no Seixal é por todos reconhecida” e recorda o acordo assinado em agosto de 2009, entre a Câmara Municipal e o Ministério da Saúde, para a construção do novo hospital, que deveria estar em funcionamento desde 2012.

“A autarquia irá contactar o senhor ministro da Saúde para perceber o que efetivamente se passa e, uma vez mais, continuar a reivindicar o cumprimento do protocolo estabelecido com o Ministério da Saúde que, no nosso entender, é vital para dar resposta às necessidades de saúde da população”, refere Joaquim Santos.

O hospital do Seixal, com um investimento previsto de 60 milhões de euros, deverá ser construído em terreno do Estado, no Fogueteiro, na Amora.

A Câmara do Seixal deverá conceder a isenção do pagamento de taxas municipais e assegurar a construção de acessos e infraestruturas, num valor próximo dos dois milhões de euros.

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Barreiro – Lisbon South Bay Promove Portugal Connection Event

Os concelhos de Almada Barreiro e Seixal estiveram em destaque, assim como os ativos da Baía do Tejo nestes territórios. Foram dados a conhecer de forma diferenciada, em função dos targets de cada um dos eventos desenvolvidos nesta iniciativa, os Parques Empresariais do Barreiro e do Seixal e o projeto Cidade da Água em Almada.

Organizado pela Câmara de Comércio Portugal Holanda e com o envolvimento direto do corpo diplomático português, decorreu em Amsterdão o Portugal Conection Event com o objetivo de dar a conhecer os territórios Lisbon South Bay e as oportunidades de investimento que os mesmos oferecem.
Os concelhos de Almada Barreiro e Seixal estiveram em destaque, assim como os ativos da Baía do Tejo nestes territórios. Foram dados a conhecer de forma diferenciada, em função dos targets de cada um dos eventos desenvolvidos nesta iniciativa, os Parques Empresariais do Barreiro e do Seixal e o projeto Cidade da Água em Almada.
As apresentações mais formais e com conteúdos a atender às especificidades técnicas dos ativos promovidos e das tipologias de investimento que os mesmos estão aptos para acolher decorreram no evento Investors Afternnon Amsterdam. Este momento destinou-se a empresas Holandesas com interesse em Portugal e juntou também quadros de empresas portuguesas sediadas na Holanda.
Este último target foi considerado relevante nesta iniciativa. Os quadros portugueses e os representantes das instituições nacionais representadas no evento passaram a conhecer os ativos e os territórios que preenchem a margem esquerda do Tejo frente a Lisboa. Estão agora munidos de informação que lhes permite serem embaixadores destes territórios e das suas mais-valias junto das suas organizações e de todas as outras entidades com as quais mantêm relações
Para além da participação de todo o Conselho de Administração da Baía do Tejo, marcaram presença a Embaixadora Portuguesa em Amsterdão, Rosa Batoréu, que esteve na sessão de abertura do evento, e o representante da AICEP em Haia, Miguel Porfírio.

A iniciativa contou ainda com um momento mais informal, mas que despertou muito interesse junto do setor empresarial desta cidade holandesa e da comunidade académica deste país, o Portuguese Connection Amsterdam.
Tratou-se de uma sessão de Informal Networking com mais de 50 representantes de entidades diversas que, assim, conheceram melhor a realidade portuguesa neste momento e puderam estreitar relações entre si.
Muito apreciados por todos foram ainda as sessões de Experience Design, cujos conteúdos pretenderam dar a todos ferramentas de “Como melhorar a experiência do cliente” e de Visual Thinking, técnicas que, aplicadas à comunicação empresarial, permitem passar melhor as ideias e facilitar o relacionamento profissional entre entidades.
Esta ação de promoção agora realizada em Amsterdão decorreu na sequência de uma visita aos ativos da Baía do Tejo nos territórios Lisbon South Bay pelos responsáveis da Câmara de Comércio Portugal Holanda, altura em que as afinidades e a manifestação de interesse crescente que o mercado holandês em Portugal foi identificado.

Os ativos Lisbon South Bay, enquanto territórios de excelência e de elevado potencial, junto de uma das mais efervescentes capitais da Europa: Lisboa, realizaram na Holanda mais uma iniciativa premium com o objetivo de sinalizar os territórios e de lhes dar um maior nível de reconhecimento e notoriedade.

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Vizinhos da Siderurgia queixam-se dos seus pulmões negros a Bruxelas e a Marcelo

10 de Novembro 2017

Moradores de Paio Pires dizem viver na “terra da morte lenta”, sujeitos a descargas poluentes 365 dias por ano e queixam-se de abandono por parte do Estado e da autarquia.


FRANCISCO ALVES RITO 8 de Novembro de 2017, 6:50
Um grupo de moradores de Paio Pires, no concelho do Seixal, está a preparar uma queixa às instituições comunitárias por alegados crimes ambientais e contra a saúde pública decorrentes da actividade da antiga Siderurgia Nacional, hoje SN-Seixal, SA, e pertencente ao grupo espanhol Megasa, confirmou um dos membros ao PÚBLICO. E também já escreveram ao Presidente da República.

“Vamos pedir à Comissão Europeia que verifique se a legislação comunitária, designadamente as directivas sobre esta matéria, que foram transpostas para o direito nacional, estão a ser cumpridas em Portugal e neste caso”, diz João Carlos Pereira, do movimento Os Contaminados.

Segundo a mesma fonte, a “extensa exposição” a apresentar em Bruxelas está em fase de conclusão e “apenas pendente de respostas a questões colocadas à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e outras instituições”. Será “fundamentada em provas documentais e testemunhais sobre os crimes ambientais aqui ocorridos, e que apenas resultam de uma estranha passividade dos órgãos do poder político, principalmente aqueles que tutelam a actividade da empresa: os ministérios da Economia e do Ambiente”.
O movimento aponta o dedo à “enorme condescendência” da APA, “que se atreveu a renovar a licença ambiental à SN Seixal sem estudos epidemiológicos feitos a uma comunidade onde se sucedem os casos de carcinoma de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crónica, para além de ter ignorado aquilo que as imagens mostram. São mais de 15 mil seres humanos obrigados a respirar um ar que ninguém ainda lhes garantiu ser respirável”.

A aldeia de Paio Pires, com 15 mil habitantes, está sujeita há décadas a descargas poluentes, 365 dias por ano, da siderurgia que labora de dia e de noite e de onde são lançados, para a atmosfera furanos, dioxinas, óxidos de nitrogénio, de enxofre e de carbono, compostos orgânicos voláteis e metais pesados. De acordo com este grupo, são lançadas também, e “às toneladas”, poeiras e outras partículas, incluindo limalhas “que os moradores varrem diariamente das suas varandas e parapeitos, ou limpam das suas viaturas e campas do cemitério”.

João Carlos Pereira acrescenta que algumas destas limalhas conseguem “apanhar-se com um íman” e que toda esta poluição chega “pelo ar que, fatalmente, aqui se respira”.

Os moradores dizem “haver a noção” de que os casos de carcinoma do pulmão e de doença pulmonar obstrutiva crónica “são comuns na comunidade” mas que esses indicadores têm sido ignorados pelas autoridades portuguesas.

“As pessoas, quando vão a consultas, no Hospital Garcia de Orta, por exemplo, apercebem-se que os médicos conhecem uma incidência anormal de carcinomas nestas populações, mas não existem estudos sobre o problema, ou, se existem, estão escondidos”, diz Carlos Pereira.

Os Contaminados sublinham que nunca foi feito um rastreio de saúde aos moradores de Paio Pires. Uma medida que, defendem, deveria ter carácter regular.

O grupo acusa o poder político de ter “uma clara atitude de protecção” da empresa e contribuir para a “muralha de silêncio que abafa este magno problema” e pede resposta a duas perguntas directas: Se “é verdade que a incidência de doenças do foro respiratório, desde a mais simples alergia aos carcinomas, ultrapassa, na aldeia de Paio Pires, a média nacional” e se o Governo e autarquias “podem garantir que o ar que se respira na aldeia, e num raio de vários quilómetros, representa, em momento algum, um perigo para a saúde pública”.

Poluição de solos e ruído
Entre os crimes ambientais que Os Contaminados denunciam estão “escorrências para os solos e massas de água” e níveis de ruído “muito acima” do permitido por lei e que, segundo dizem resulta da actividade da aciaria — núcleo do forno eléctrico onde o aço é fundido, e não da central de oxigénio “como a empresa faz crer”.

A poluição sonora incomoda sobretudo à noite porque é no período nocturno que a fábrica mais labora com esta unidade, por razões de economia energética.

Estes moradores denunciam a exposição de cerca de mil crianças a descargas poluentes, com a existência de várias escolas, creches e infantários “mesmo por baixo das chaminés e sistemas de exaustão da fábrica”, algumas das quais a “escassas centenas de metros do principal foco poluidor”.

As emissões deste foco, a aciaria, não são, segundo os denunciantes, devidamente monitorizadas. Apenas algumas partículas são medidas de forma contínua, mas pela própria empresa e não por qualquer entidade independente, sendo que “as partículas mais agressivas, potencialmente cancerígenas, são medidas como e quando a empresa entende”. A Agencia Portuguesa do Ambiente tem instalada uma Estação de Medição da Qualidade do Ar em Paio Pires mas, dizem os moradores, as partículas que correspondem a metais pesados, que estarão entre as potencialmente mais perigosas para a saúde pública, não são medidas “alegadamente por não serem inaláveis”.

O PÚBLICO contactou a SN Seixal, a APA e a Câmara do Seixal mas não obteve resposta.

Carta ao Presidente fala em tragédia

O grupo de moradores que se queixa da poluição siderúrgica em Paio Pires enviou também uma carta ao Presidente da República, alertando para a situação que dizem ser também uma “tragédia”, como a dos incêndios, mas que mata de forma mais lenta.

“A questão que vimos colocar-lhe não assume a espectacularidade dos fogos, mas só porque não sucede, como estes sucedem, com o esplendor e a vertiginosa e dramática rapidez que testemunhamos em directo. No caso que lhe vimos expor tudo se processa de forma insidiosa e rotineira, mas igualmente funesta”, lê-se na missiva que enviaram na sexta-feira a Marcelo Rebelo de Sousa, solicitando a sua “decidida intervenção”, como fez na questão dos incêndios.

Os Contaminados dizem que em Paio Pires a poluição também faz vítimas, mas que o caso está a ser ocultado, pela “particularidade de as vítimas, que seguramente também as há – e poucas não serão – não poderem ser identificadas como tal, pois aqui é lenta e disfarçada a forma de matar e, ainda por cima – e principalmente – porque foi decidido, pelo poder central, que investigar e procurar aqui o nexo – aquilo a que se chama causa/efeito – é coisa proibida”.

Os moradores recordam que a Organização Mundial de Saúde já considerou o Seixal como a cidade mais poluída de Portugal, sustentam que esse titulo se deve a Paio Pires, também já chamada por alguns habitantes como “a terra da morte lenta” e dizem ao Presidente da República esperar “que se identifique com este problema e que, tal como está a fazer com a praga dos incêndios, considere que o que está a falhar aqui é uma coisa por demais evidente; o factor humano”.

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SEIXAL| Bombeiros reúnem com secretário de Estado

03 de Novembro 2017

A reunião que o Ministério da Administração Interna prometeu realizar com a Associação Humanitária dos Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal teve lugar na tarde de quinta-feira, mostrando-se este ‘sensibilizado’ com a situação desta corporação.

Num comunicado emitido hoje, a Associação Humanitária dos Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal refere o que aconteceu na reunião com o secretário de Estado da Administração Interna, Artur Tavares Neto, e dirigentes da Associação.

Após as explicações de elementos da direcção da AHBMCS sobre «as origens do problema e o PER que foi apresentado em Tribunal», o secretário de Estado deixou «palavras de apreço a todos os operacionais, reconhecendo o esforço que a Instituição está a demonstrar para a boa resolução da situação financeira».

Artur Tavares Neto mostrou-se «sensibilizado» e declarou ainda esperar que o Tribunal aceite a defesa que a Associação tem ainda de apresentar, e que venha a homologar o Plano Especial de Revitalização.

Como o Diário do Distrito também referiu ontem, a entidade financeira BBVA Finance contactou a direcção da AHBMCS «que declarou que, para que o Plano fosse homologado judicialmente desistia de cobrar a totalidade da Associação, doando o valor em dívida à AHBMCS, e consequentemente desistindo do pedido formulado em Tribunal de não homologação do PER».

A BBVA FInance foi um dos poucos credores que não votou favoravelmente o PER em reunião de credores, e havia interposto um pedido ao Tribunal para que este não fosse homologado, do qual desiste agora.

Apesar da situação estar ‘encaminhada’, a AHBMCS não desiste do protesto que está marcado para a próxima segunda-feira, às 10h00, frente ao Tribunal do Barreiro.

A Câmara Municipal do Seixal já se mostrou solidária com a Associação, e também o Clube Recreativo e Desportivo de Miratejo emitiu um comunicado no qual mostra a sua preocupação pela possível insolvência desta.

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Governo vai reunir-se com bombeiros do Seixal

Lusa 01 Novembro 2017

Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal ficou com uma situação financeira insustentável a 31 de maio de 2016.

O Ministério da Administração Interna vai reunir-se com Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal por considerar que a instituição se encontra numa “situação extraordinária” já que pende sobre ela uma insolvência. Fonte do gabinete do ministro Eduardo Cabrita disse esta quarta-feira à agência Lusa que a “situação é extraordinária” e que está prevista, ainda sem data marcada, uma reunião entre elementos do ministério e a associação. Os Bombeiros do Seixal vão concentrar-se na segunda-feira às 10h00 junto ao tribunal do Barreiro contra a recusa do Processo Especial de Revitalização, alegadamente devido à posição de um credor (BBVA) que tem apenas 0,31% dos créditos da corporação. No despacho de 17 de outubro do Juízo do Comércio do Barreiro, do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, “a juíza titular do processo entende que o Plano (PER) não poderá ser homologado” e deu um prazo de dez dias aos bombeiros para convencerem o tribunal do contrário, “sob pena de ser proferida decisão que rejeite a revitalização e decrete a insolvência dos Bombeiros do Seixal”. A Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal ficou com uma situação financeira insustentável a 31 de maio de 2016, data em que foi condenada pelo Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo do Trabalho do Barreiro, a pagar mais de 260 mil euros a um seu ex-trabalhador, a título de trabalho suplementar, trabalho noturno, indemnização por despedimento e salários intercalares.

Face à condenação da associação no referido processo judicial, outros bombeiros com os mesmos horários reclamaram também o pagamento de trabalho suplementar e de trabalho noturno que terão prestado à associação. A associação reconheceu esses créditos, no valor total de 7,64 milhões de euros, mas, face à falta de liquidez para o pagamento da dívida em causa, decidiu iniciar um Processo Especial de Revitalização que, segundo o presidente dos bombeiros António Matos, foi aprovado em março por 93% dos credores e teve apenas quatro votos contra, um deles do BBVA. A Câmara Municipal do Seixal, liderada por Joaquim Santos (PCP), já considerou inadmissível que o tribunal avance para “a insolvência” dos bombeiros do concelho, referindo que a prestação de socorro às populações vai ficar em causa.

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Câmara do Seixal diz ser inadmissível possível insolvência dos bombeiros

A Câmara Municipal do Seixal, em Setúbal, considerou que “é inadmissível” que o tribunal avance para “a insolvência” dos bombeiros do concelho, referindo que a prestação de socorro às populações vai ficar em causa.

“Câmara Municipal do Seixal está solidária com a Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal, que viu recentemente ser despachada pelo Tribunal do Trabalho do Barreiro uma ordem de insolvência”, refere a autarquia, liderada por Joaquim Santos (PCP), em comunicado.

Segundo o documento, a situação é considerada “inadmissível” pela autarquia, que está solidária com os bombeiros do concelho.

“Num ano em que o flagelo dos fogos assolou grande parte do país, não se entende esta decisão que compromete a operacionalidade desta associação. Em causa estão os postos de trabalho e os socorros aos cerca de 110 mil munícipes que estão na área de intervenção da Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal”, disse Joaquim Santos.

Os Bombeiros do Seixal vão concentrar-se na segunda-feira às 10:00 junto ao tribunal do Barreiro contra a recusa do Processo Especial de Revitalização, alegadamente devido à posição de um credor que tem apenas 0,31% dos créditos da corporação.

“Vamos apenas dizer que estamos presentes – não vamos fazer barulho, cortar o trânsito ou fazer qualquer outra ação de protesto -, porque a nossa contestação será entregue antes através da internet, pelo nosso advogado”, disse à agência Lusa António Matos, presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal.

egundo um comunicado dos Bombeiros do Seixal, no despacho de 17 de outubro do Juízo do Comércio do Barreiro, do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, “a juíza titular do processo entende que o Plano (PER) não poderá ser homologado” e deu um prazo de dez dias aos bombeiros para convencerem o tribunal do contrário, “sob pena de ser proferida decisão que rejeite a revitalização e decrete a insolvência dos Bombeiros do Seixal”.

A Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal ficou com uma situação financeira insustentável a 31 de maio de 2016, data em que foi condenada pelo Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa, Juízo do Trabalho do Barreiro, a pagar mais de 260 mil euros a um seu ex-trabalhador, a título de trabalho suplementar, trabalho noturno, indemnização por despedimento e salários intercalares.

Face à condenação da associação no referido processo judicial, outros bombeiros com os mesmos horários reclamaram também o pagamento de trabalho suplementar e de trabalho noturno que terão prestado à associação.

A Associação Humanitária de Bombeiros Mistos do Concelho do Seixal reconheceu esses créditos, no valor total de 7,64 milhões de euros, mas, face à falta de liquidez para o pagamento da dívida em causa, decidiu iniciar um Processo Especial de Revitalização.

Segundo revelou à agência Lusa António Matos, o PER foi aprovado no passado mês de março por 93% dos credores e teve apenas quatro votos contra, um deles do BBVA, único credor que se opôs à homologação judicial do referido PER.

“Não compreendo a posição do BBVA, porque se trata de uma instituição financeira que apenas financiou a aquisição de uma ambulância e que recebeu todas as prestações que lhe eram devidas até agora. Falta-nos apenas pagar onze prestações mensais que totalizam cerca de 13.500 euros”, disse António Matos.

“Também não compreendo a posição do tribunal uma vez que o PER foi aprovado por 93% dos credores”, acrescentou António Matos, lembrando a importância do trabalho prestado pela corporação a milhares de pessoas da margem sul do Tejo.

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Barreiro – Seixal – Almada Lisbon South Bay marca presença na Expo Real

25 de Outubro 2017

NO ANO EM QUE O SALÃO DE MUNIQUE BATE TODOS OS RECORDS

O projeto Lisbon South Bay, que a Baía do Tejo desenvolve em conjunto com os municípios de Almada, Barreiro e Seixal, marcou presença na Expo Real, em Munique.

O projeto LIsbon South Bay esteve em destaque num dos fóruns de debate sob o tema INVEST IN THE FAST GROWTH EUROPE – IBERIA! (Portugal and Spain).

O projeto Lisbon South Bay, que a Baía do Tejo desenvolve em conjunto com os municípios de Almada, Barreiro e Seixal, marcou presença na Expo Real, em Munique.

A edição deste ano da Expo Real, que se confirma como uma das mais importantes feiras internacionais de imobiliário e onde são promovidos os mais interessantes projetos do sector, bateu todos os recordes ao atingir os números impressionantes de :
. 2003 expositores
. + de 41.500 visitantes de todo o mundo

“Os números recorde da EXPO REAL 2017 reafirmaram a posição do certame como a maior reunião do setor na Europa: 2.003 expositores significam um aumento de 13 por cento em relação ao ano passado. E mais de 41.500 participantes é um aumento de cerca de 6,1 por cento ” referiu fonte oficial da feira.

A ExpoReal reune países, cidades, promotores e investidores de todas as geografias e onde se dá nota do estado da arte e dos projetos em destaque neste setor a nível global. São também aqui analisados os mercados em destaque e as tendências de investimento.

Este ano estiveram em foco temas que refletem “O Boom imobiliário em curso” e “A transformação do imobiliário com a crescente digitalização do setor”. Tendências que os players têm necessariamente de acompanhar para cumprirem os requisitos de gestão e de promoção que são cada vez mais os standards impostos pelo setor.

Ativos Baía do Tejo destacam-se na conferência ibérica da feira alemã

O projeto LIsbon South Bay esteve em destaque num dos fóruns de debate sob o tema INVEST IN THE FAST GROWTH EUROPE – IBERIA! (Portugal and Spain). Onde se deu conta da península Ibérica como uma das zonas de maior crescimento na europa e onde os projetos dos territórios Lisbon South Bay sobressaem como de grande potencial de investimento. A SAREB e a JLL de Espanha acompanharam a Square Asset Management e o projeto LSB, pelo lado nacional, num debate que foi moderado pelo António Gil Machado da Iberian Property.

Os ativos Lisbon South Bay, enquanto territórios de excelência e de elevado potencial, junto de uma das mais efervescentes capitais da Europa: Lisboa, não poderiam deixar de estar presentes. Trata-se de uma oportunidade premium de sinalizar os territórios e de lhes dar um maior nível de reconhecimento e notoriedade, permitindo-lhes competir com outros projetos e territórios a nível global pela atração de investimento.

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Seixal – Relatório aponta riscos no bairro da Jamaica

25 de Outubro 2017

Relatório de especialista da Ordem dos Engenheiros aponta falhas às construções.


Os edifícios que compõem o bairro de Vale de Chícharos, conhecido como bairro da Jamaica, no Seixal, podem não passar do próximo inverno. A conclusão é de um relatório da Ordem dos Engenheiros, assinado por um especialista em estruturas. “Não poderão resistir às forças horizontais, provocadas pelo vento e, principalmente, pelas ações sísmicas. As estruturas existentes são inadequadas para essa finalidade”, diz o documento a que o CM teve acesso. As cerca de 1500 pessoas que vivem nas casas em risco de colapso garantem estar em constante sobressalto. “É muito difícil adormecer à noite, nunca estamos tranquilos. Recentemente, houve ventos fortes e quem vive nos andares de cima sentiu a estrutura a abanar”, explica a moradora e presidente da Associação de Moradores, Dirce Noronha. O bairro nasceu nos anos 70, e trata-se de um conjunto de prédios inacabados, apenas com estrutura levantada, que começou a ser ocupado por dezenas de famílias carenciadas. Ainda hoje, o bairro continua a crescer. “Está sempre gente aqui a construir, pessoas que ficam desempregadas, que não têm casa”. De acordo com o relatório, as novas construções são um dos maiores problemas porque criam peso na estrutura. “O engenheiro que cá veio disse-me que se temos amor às nossas vidas que não podíamos construir mais nada aqui”, acrescenta Dirce Noronha.
Ao CM, a Câmara do Seixal referiu que não tem conhecimento do relatório e assegurou que fez recentemente uma vistoria aos edifícios, não tendo verificado qualquer risco de colapso iminente.

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Câmara do Seixal exige mais carreiras no transporte fluvial no Tejo

09 Outubro 2017

A Câmara do Seixal exigiu hoje um aumento diário do número de barcos a fazer a ligação entre a cidade e Lisboa, acusando a empresa responsável pelas ligações fluviais de “desinvestimento”, situação que considera “insutentável”.

O presidente da Câmara, Joaquim Santos, apanhou hoje um barco na cidade em direção a Lisboa, pelas 08:10, para demonstrar “a sua solidariedade para com a população” do concelho do distrito de Setúbal, anunciou o município, em comunicado.

De acordo com a autarquia, nos últimos tempos a população do Seixal “tem vindo a ver reduzido o número de carreiras diárias e, apesar de apresentar milhares de reclamações, não obtém qualquer resposta por parte da empresa”.

O atual executivo, em conjunto com o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, e vários elementos da Comissão de Utentes dos Transportes realizaram a viagem até à capital para demonstrar que “o transporte fluvial assume um papel de extrema importância na mobilidade das populações”.

As embarcações transportam cerca de 5 mil pessoas por dia para Lisboa, pelo que o município “reitera a sua solidariedade para com a população na reivindicação de mais carreiras, mais investimento nas frotas e ainda a criação de novas carreiras que possam ligar os concelhos ribeirinhos do Seixal, Almada, Barreiro e Montijo”.

Joaquim Santos referiu ainda, citado no comunicado, que “esta é uma situação insustentável, que prejudica diariamente a população, que paga um serviço do qual não usufrui”.

Desde 2011, acrescentou, já foram suprimidas 16 carreiras diárias e o desinvestimento da Transtejo e Soflusa – empresas de transporte público fluvial – na manutenção e reforço da frota tem-se vindo a acentuar.

As inúmeras supressões de carreiras por parte da Transtejo e Soflusa têm sido alvo de reclamações e protestos por parte da população, que tenta ver resolvida a situação.

O autarca lembrou que “apesar das várias reuniões e reivindicações da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em junho deste ano o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa”.

De acordo com o Plano de Mobilidade e Transportes Intermunicipal, apresentado recentemente, o transporte fluvial de Lisboa encontra-se em “4.º lugar no mundo em termos de volume de passageiros médio diário de sistemas fluviais metropolitanos, com o total de 74 236 passageiros por dia, só superado por Istambul (150 mil passageiros), Rio de Janeiro (106 mil passageiros) e Nova Iorque (75 mil passageiros)”, relembra a autarquia no comunicado.

Segundo o mesmo documento, só no Seixal são transportados 5.573 passageiros por dia, número que poderia ser superior se a oferta do número de carreiras fosse também superior”, ressalva.

A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e a capital.

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Explosão de carro lança pânico na margem sul

Desmantelamento de carro GPL originou alarme.

Uma bilha de gás no interior de uma viatura que estava a ser desmantelada no Seixal provocou esta segunda-feira uma forte explosão, mas não causou vítimas, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Setúbal. “A explosão ocorreu na empresa Ecometais no concelho do Seixal, distrito de Setúbal. Tratou-se de uma bilha de gás que estava no interior de uma viatura que estava a ser desmantelada no local e que rebentou”, disse à Lusa fonte do CDOS.

Segundo a mesma fonte, a explosão não causou vítimas e apenas danificou a máquina que estava a operar no local. A explosão foi sentida em vários concelhos do distrito de Setúbal, como Seixal, Almada, Sesimbra, Moita, Almada ou Alcochete e causou apreensão por ser num local contíguo à Siderurgia Nacional. O alerta para a ocorrência foi dado pelas 21h49, tendo sido mobilizados para o local 18 operacionais, apoiados por seis viaturas.

Entretanto, tanto a Câmara e os bombeiros do Seixal utilizaram as redes sociais para esclarecer que a situação está controlada e para evitar ligar a pedir explicações, porque os serviços estão já congestionados. Nas redes sociais foram muitos os moradores do concelho que relataram o susto ao ouvir o estrondo. A explosão foi na Ecometais, mas não houve danos pessoais nem materiais e já está controlado. — Bombeiros M. Seixal (@BombeirosSeixal) 9 de outubro de 2017

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