Tag: Sol da Caparica

Enchente no primeiro dia do Sol da Caparica

Por Pedro Rodrigues Santos

Milhares de pessoas vibraram no arranque da quinta edição do evento dedicado à lusofonia

17/08/2018

Um magnífico final de tarde recebeu as primeiras das mais de 20 mil pessoas que ontem marcaram presença no primeiro dia da 5ª edição d’O Sol da Caparica, no jardim urbano da cidade do concelho de Almada. À espera dos festivaleiros estava um cartaz de artistas de qualidade, distribuídos por quatro palcos. “É a terceira vez que venho. Todos os anos tem sido diferente e tem melhorado a cada edição”, contou ao CM Maria Martins, um dos muitos jovens que passaram pelo recinto. Carminho abriu as hostilidades no palco principal. Nem o calor que se fazia sentir impediu a multidão de vibrar com os seus sucessos, antes da entrada em ação de Jorge Palma. Noutro extremo do recinto, eram os Paus a obrigar o público a levantar o pó do chão, ao ritmo das suas canções. Ainda a nuvem de poeira não tinha assentado, e já os Linda Martini prometiam fazer estragos com os temas do seu último trabalho. O encerramento do primeiro dia do festival, neste palco, estava reservado aos Peste & Sida e aos seus inúmeros convidados, enquanto no principal Anselmo Ralph cantava para os corações apaixonados. Hoje o destaque vai para Miguel Araújo, GNR e UHF. “Será um regresso às origens”, afirmou ao CM António Manuel Ribeiro, ou não fosse aquele o local onde há 40 anos os futuros membros do grupo se reuniam. Tim e Renato Gomes, guitarrista dos primeiros UHF, são convidados.

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E o Sol da Caparica começou em cheio, com grande cartaz

17 de Agosto 2018
Inês de Medeiros Presidente da Câmara Municipal de Almada
“Não consigo esconder a emoção de ouvir o Jorge Palma sozinho naquele palco imenso com o seu piano.
PS: Por princípio não respondo a boatos por mais absurdos que sejam mas fui tantas vezes interpelada hoje que aqui vai a declaração oficial: não está, nem nunca esteve previsto, nem isso nunca passou pela cabeça de nenhum de nós, passar o Sol da Caparica para o parque da Paz em Almada. É uma genuína, absoluta e primorosa « fake news »
Eu chego a admirar a imaginação para quem nada mais faz do que espalhar ideias absurdas na net.”

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O Dia das Crianças n´O Sol da Caparica é a 19 de Agosto!

Um bilhete com preço simbólico e uma viagem mega divertida por 24 paragens repletas de emoções é o que espera a criançada – e respetivas famílias – no domingo, dia 19 de agosto. Dia pensado especialmente para que os mais novos se sintam no topo do mundo. Um carrossel de alegria! Três super Espetáculos! Recebidos com um passaporte que deverão carimbar a cada nova paragem num mundo de sonhos e brincadeira, os mais miúdos e os graúdos, poderão depois assistir aos espetáculos especiais de Rita Guerra, que vai cantar sucessos da Disney, entoar As Canções da Maria, com a Maria Vasconcelos, e aprender coisas incríveis com o Manuel Paulo e o João Monge, dois conhecidos nomes do universo da música – do Trovante à Ala dos Namorados – que vão estrear um novo conceito no palco d’O Sol da Caparica: O Pátio das Cantigas. Um pátio repleto de grandes cantigas para os filhos e para os pais! Manuel Paulo revela-nos que esta era uma ideia que acalentava há muito e que neste universo de canções para crianças tem por referência, por exemplo, alguns exercícios antigos de Chico Buarque: “sempre me apeteceu fazer isto e o João Monge consegue escrever maravilhosamente sobre coisas comuns. Há um fio condutor nestas histórias que começam na tenra idade, passam pelo primeiro amor pueril e terminam na ida ao primeiro concerto de rock”, revela Manuel Paulo. A voz será de Inês Sousa e em palco haverá mais algumas surpresas que ainda se estão a desenhar, promete o músico. A conferir dentro de pouco tempo! A Disney, pela voz de Rita Guerra, vai ao Sol da Caparica Quanto a Rita Guerra, ela é um dos mais sérios casos de sucesso do nosso país e as suas excecionais qualidades artísticas fizeram dela a escolha perfeita da Disney Portugal para dar voz a alguns dos maiores sucessos de filmes que a todos apaixonam: “A Bela e o Monstro”e o “Cavaleiro Andante”, que cantou com Beto, são ótimos exemplos dos temas que todos vão poder aplaudir. O direito a ser feliz com As Canções da Maria! Finalmente, não nos podemos esquecer do fenómeno autêntico que são “As Canções da Maria”, um espetáculo divertido de Maria Vasconcelos carregado de temas educativos e divertidos que ajudam os mais pequenos a serem felizes e a aprenderem enquanto crescem. O Artista és Tu! Sobe ao palco e mostra o teu talento! Na bateria, na dança ou no microfone e quem sabe, o futuro da musica nacional fará a sua estreia n´O Sol da Caparica! N’ O Sol da Caparica as crianças não são só o melhor do mundo, são também o que há de mais importante. E por isso mesmo este dia foi planeado até ao mais ínfimo detalhe para que todos possam viver as suas fantasias em plena segurança. Um recinto repleto de aventura com 24 pontos de animação, a explorar durante o dia inteiro! Aquário Virtual CMIA! Que sejas bem-vindo ao fundo do mar virtual onde muito há para ver! Visita, explora e claro, aprende muito com o bonito aquário virtual no edifício CMIA e sua magnífica exposição “Almada Atlântica”! Uma verdadeira experiência para toda a família! O Sol da Caparica apoia o Caparica Downwind 2018! O muito aguardado regresso do Caparica Downwind é já este fim de semana a 2 e 3 de junho pelas 11horas. Estão assim reunidas as condições para a grande prova que agrega o SUP – Windsurf – Kitesurf, o início na Praia de S. João até à Praia da Nova Vaga. A não perder este espetáculo de ondas! Breves destaques dos nossos artistas: Tiago Nacarato estreia novo single “A Dança” https://www.youtube.com/watch?v=e9U_ppMlhoI Miguel Araújo prepara-se para lançar “28 noites ao vivo nos Coliseus” “a meias” com outro grande cantautor português e bastante conhecido do Sol da Caparica António Zambujo. O disco tem a sua estreia a 8 de Junho! Em Agosto Miguel Araújo estará no Sol da Caparica !

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Sol da Caparica – Highlight do dia 10 de Agosto 2017

O primeiro dia

O rock nasceu em Almada

Foto Rui Dias

É costume as coisas boas terem muitos progenitores e as más ficarem órfãs do silêncio. “O rock nasceu em Almada” é uma frase provocatória da minha lavra com razão de ser. Antes dos finais da década de 1970 já havia rock em Portugal, desde que Elvis Presley começara a gingar as ancas a meio dos anos ’50 nos States. O próximo livro do meu querido amigo Pedro de Freitas Branco traça o percurso, como antes o João Aristides Duarte, outro amigo, fizera com “Memórias do Rock Português”. Curiosamente, ou não, as duas obras foram por mim prefaciadas. O puto que fui tornou-se o gajo que viveu e vive a corrida.
Ontem, no palco BLITZ do Festival Sol da Caparica, IV edição, escreveu-se uma parte dessa legenda em canções centrada na margem esquerda do Tejo.
Nem todos estarão despertos para o fenómeno, mas a revista BLITZ de Setembro vai revelar em CD o lado visionário dos UHF, tão visionário quanto ingénuo fundado numa vontade sem limites.
Com o projecto do Tim, À Sombra do Cristo-Rei, celebrou-se essa ebulição a que os UHF deram fogo e mecha. Como disse em palco, eu e o Tim começámos juntos no quarto de um amigo que tinha uma viola, depois separámo-nos para fundarmos as nossas duas bandas e ontem voltámos juntos a um palco.
De “Jorge Morreu”, uma canção, talvez a primeira, a falar do flagelo da submissão às drogas duras, real e de Almada, que ele regravou, até às canções dos Roquivários, Grupo de Baile, Xutos e de Da Weasel, além dos originais que o CD integra, tocámos “Rapaz Caleidoscópio”, um hino tribal que une os (desactivados) estaleiros da Lisnave à noite do Bairro Alto. Terminámos num grande finalle com os nossos “Cavalos de Corrida”, nossos porque são de todos, porque foram a porta aberta e puseram as editoras multinacionais em sentido quando quatro acordes sobre as palavras certas mudaram a face da música portuguesa realizando pipas de massa. Nada contra o lucro, pagaram-nos, criámos condições e atenção para outros gravarem, chegámos aqui.
O pragmatismo e a distância no tempo permitem-me pôr os pontos nos ii e apresentar a minha opinião: ‘o rock nasceu em Almada’ pelo força e poder de um punhado de canções que fizeram girar a máquina industrial da música. Havia rádio disponível e sequiosa, e TV atenta. A história tem uma semente.
Uma nota para três miúdos: Sebastião e Vicente, filhos do Tim, e o Nuno Espírito Santo, que começou nos UHF, uma formação de gente jovem do caraças. Sem esquecer o grande João Cabeleira, desde os ensaios até à noite de ontem.

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Festival O Sol da Caparica começa amanhã

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A terceira edição do festival da margem sul arranca amanhã e estender-se-á até domingo

É já amanhã que arranca a terceira edição do festival O Sol da Caparica, dedicado à música de cariz lusófono. Até domingo, por ali passarão inúmeros artistas, dos mais variados campos musicais, todos eles com o português na ponta da língua.

Os destaques vão, naturalmente, para os grandes nomes: Rui Veloso, Jorge Palma e Sérgio Godinho, The Gift, Mão Morta e Ana Moura passarão todos eles pela Caparica, sendo igualmente de realçar o espetáculo “especial” que Os Azeitonas ali darão, na companhia de António Zambujo, Presto (Mind Da Gap) e Pedro Tatanka (The Black Mamba).

Para além destes, também os Orelha Negra, Deolinda, Valete, Capitão Fausto e Nélson Freitas têm passagem garantida pelo festival, que não se fará apenas da música. Haverá demonstrações de skate, seleções de filmes de animação, e ainda conversas públicas sobre a relação da língua portuguesa com a música – que é como quem diz, o projeto Debaixo da Língua, conduzido por Rui Miguel Abreu.

O último dia do festival, domingo, será inteiramente dedicado aos mais novos, estando previstas várias atividades e espetáculos dirigidos a este tipo de público.

Os bilhetes já se encontram à venda em todos os locais habituais, podendo também ser adquiridos na bilheteira presente no recinto, que se situa na Rua Catarina Eufémia, ou na Loja do Munícipe ou no Posto de Turismo de Cacilhas, em Almada. Os preços variam entre os 15 euros (diário) e os 35 euros (passe geral), existindo descontos para quem esteja recenseado no concelho de Almada.

Para chegar ao recinto, basta virar à direita, à entrada da Costa da Caparica, e rumar em direção ao Parque Urbano, que se situa a 300 metros sobre o lado Mar. Se optar por ir de transportes públicos, saiba que os TST terão horários especiais durante a duração do festival, entre a 1h e as 3h15, com dois percursos: Festival-Praça de Espanha e Festival-Fogueteiro. A tarifa de bordo vale 3,25 euros.

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Fonte :::> BLITZ

Sol da Caparica recebeu 75 mil espectadores este ano

Linda Martini, Jorge Palma e Paulo Gonzo foram alguns dos artistas que atuaram no festival.

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Setenta e cinco mil foi o total de espectadores nos quatro dias do festival Sol da Caparica, que terminou no domingo, disse esta terça-feira à Lusa fonte da organização.

No terceiro dia do festival (sábado), em que atuaram músicos como Xutos e Pontapés, Batida, Tito Paris, Agir, Tiago Bettencourt, Berg e o DJ Rich, o festival esgotou a lotação, com 25 mil pessoas, segundo a assessora de imprensa do certame, Cristina Carvalho.

Realizado no Parque Urbano da Costa de Caparica, concelho de Almada, a 300 metros do mar, o certame regressa em agosto de 2016 para a terceira edição, indicou a porta voz.

Cristina Carvalho congratulou-se ainda com o total de espetadores registados na segunda edição do Sol da Caparica, uma vez que ultrapassou em dez mil os registados na primeira edição, no ano passado.

Linda Martini, Jorge Palma, Paulo Gonzo, Resistência, The Legendary Tigerman, Brigada Victor Jara ou o brasileiro Marcelo D foram alguns dos artistas que atuaram no festival. O fadista Camané e o músico Carlão foram outros dos artistas participantes no Sol da Caparica, assim como no Bons Sons, que decorreu na aldeia de Cem Soldos, concelho de Tomar, nos mesmos dias do Sol.

Separados por 150 quilómetros, os dois festivais propunham experiências distintas, tendo como base a música que se faz em Portugal e no espaço da lusofonia.

O festival Bons Sons, na aldeira de Cem Soldos, no interior, mobilizou 37 mil pessoas, de acordo com números avançados pela organização, na segunda-feira, à agência Lusa. O último dia do Sons da Caparica foi dedicado às crianças até aos dez anos, com ateliers de música tradicional e sessões de música para bebés e concertos do Avô Cantigas e de Luísa Sobral.

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Sol da Caparica – Delírio à beira do mar

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Ao segundo dia, o Sol da Caparica registou uma enchente, com milhares de festivaleiros prontos para se divertirem ao som de alguns dos nomes mais conceituados da música lusófona.

Os O’queStrada mostraram, ontem à noite, no segundo palco, porque são um dos grupos mais animados do momento. A tocarem quase em casa para uma legião de fãs conhecedora do percurso da banda, o coletivo de Almada percorreu os temas mais populares de uma carreira com mais de dez anos. Antes, Paulo Flores encantou a multidão que se juntou no primeiro palco com os novos ritmos de Angola numa atuação muito feliz.

O segundo palco contou, já no final da tarde, com os Brigada Victor Jara. A celebrar quatro décadas de carreira, o grupo recordou as raízes portuguesas por onde sempre navegou para um público mais velho, mas que nem por isso deixou de estar imparável.

À hora de fecho da edição, os Paus e Vitorino & Som Habanero preparavam-se para entrar em cena, numa noite que ainda iria contar com Linda Martini, Tim, Jorge Palma e Paulo Gonzo, com o encerramento a ser assegurado pelos Mastiksoul.

O Sol da Caparica: dois palcos de música, surf e cultura urbana

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A praia do concelho de Almada recebe de 14 a 17 de Agosto nomes como David Fonseca, Pedro Abrunhosa e Gabriel O Pensador (foto). BLITZ terá um palco.
O próprio nome não deixa margem para dúvidas: a Costa de Caparica é uma das áreas de praias mais requisitadas da Grande Lisboa, localizada na margem sul do Tejo, no concelho da Almada – mar e banhos de sol estão garantidos.

Este ano, a oferta musical intensifica-se com um novo festival a nascer no Parque Urbano, situado a 300 metros sobre o lado do mar, logo à entrada da Costa. Três palcos recebem alguns dos nomes mais destacados da música portuguesa contemporânea, a que se juntam o angolano Anselmo Ralph e o brasileiro Gabriel O Pensador.

A 14 de agosto, Peste & Sida (que popularizaram a canção que dá nome ao festival), Capitão Fausto, Samuel Úria, Márcia e D’Alva apresentam-se no palco BLITZ, enquanto Buraka Som Sistema, Gabriel O Pensador, João Pedro Pais, GNR e Dead Combo e DJ Branko sobem ao palco SIC; a 15 de agosto, o palco BLITZ recebe Kumpania Algazarra, Júlio Pereira, Macadame, Freddy Locks e Orlando Santos, enquanto o palco SIC terá no cartaz Pedro Abrunhosa, Expensive Soul, 5-30, Deolinda e Diabo na Cruz; 16 de agosto é a vez de Rita Redshoes, Frankie Chavez, Sensi, Capicua e Aline Frazão atuarem no palco BLITZ, estando o palco SIC entregue a Anselmo Ralph, David Fonseca, António Zambujo, Ceuzany e DJ Rich + DJ António Mendes. Domingo, 17 de agosto, será um dia dedicado às crianças, com espetáculos de Avô Cantigas e As Canções da Maria, entre outros.

De notar que entre os concertos serão apresentadas curtas-metragens de animação, em vez de anúncios publicitários. Prometem-se mais de 200 pequenos filmes de animação entre concertos, alguns deles com assinatura de realizadores que venceram Óscares, vindos de todos os continentes, em parceria com a Monstra – Festival de Animação.

Para os amantes de desportos de verão, o festival anuncia a “Avenida do Surf”, onde se poderão ver as últimas pranchas, velas e kites, e “encontrar todo o tipo de experiencias de surf, kite, wind surf, mergulho, vela e body surf”.

Estará ainda patente uma exposição do fotógrafo e designer Ricardo Casal em três estruturas espalhadas pelo recinto, bem como uma exposição de pranchas desenhadas por artistas da música.

A arte urbana está também em destaque: O Sol da Caparica e a Gandaia, com o apoio da Câmara de Almada, lançaram um desafio a um grupo de jovens “writers” com o fim de transformarem contentores do lixo em objetos artísticos. O resultado será exposto durante o festival.

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No Sol da Caparica – Almada

O sol da caparica

No Sol da Caparica – Almada
Mais 8 grandes nomes da 1ª Divisão da Musica Portuguesa
No Sol da Caparica – Almada
Mais 8 grandes nomes da 1ª Divisão da Musica Portuguesa. Pedro Abrunhosa, Marcia , Macadame, Orlando Santos, Fredie Locks, Frankie Chavez, Diabo na Cruz e Júlio Pereira.

O Sol da Caparica continua a crescer. Depois anunciado o conceito global do festival, que juntará música para miúdos e graúdos, surf e cinema de animação que decorre no Parque Urbano da Costa da Caparica entre 14 e 17 de Agosto, é hora de novidades neste Festival Internacional da Música Portuguesa, repleto de artistas nacionais conhecidos dos palcos de todo o mundo, tais como Buraka Som Sistema Diego Miranda, Deolinda, Dead Combo, Júlio Pereira ou António Zambujo.

E uma das grandes novidades é o regresso de Pedro Abrunhosa à Costa da Caparica, vinte anos depois do célebre concerto de 30 de Agosto de 1994 em que o músico assinou um dos mais importantes concertos da sua carreira, ganhando uma dimensão política ao inventar o refrão “Não pago!” como protesto contra o aumento das portagens na Ponte 25 de Abril. O músico, recorde-se, acaba de juntar mais um importante galardão à sua galeria de troféus, tendo conquistado o Globo de Ouro para Melhor Canção do Ano com o tema “Para os Braços da Minha Mãe”.
Vê os dias de cada Artista em www.osoldacaparica-festival.pt

A Monstra n’O Sol da Caparica mostra mais de 200 filmes de animação no Festival!

Já se percebeu, não é um festival como outro qualquer. Se não existe desligado do seu local de nascimento, chamando o surf e ligando-se ao papel histórico da Costa da Caparica como lugar de lazer, também na forma como integra o cinema de animação se distingue de tudo aquilo que conhecemos dos festivais de rock por todo o mundo.

Com o objectivo de proporcionar uma experiência livre da agressividade comercial que hoje é comum neste tipo de eventos, O Sol da Caparica desenvolveu uma inovadora parceria com o festival de cinema de animação Monstra. Assim, de 14 a 17 de Agosto, entre dois concertos, os ecrãs que ladeiam o palco d’O Sol da Caparica proporcionarão pequenos mergulhos numa outra forma de arte, sintonizada, ainda assim, no espírito do festival.
Segundo o director artístico e programador da Monstra, Fernando Galrito, serão mais de 200 pequenos filmes de animação, vindos de todos os continentes e de países tão díspares quanto Costa do Marfim, Japão, Austrália, México, China, etc., sem esquecer um volumoso contingente europeu. Para Galrito, o desafio passa por uma selecção pensada à medida d’O Sol da Caparica e composta por obras mais ligeiras, que remetam para um período de férias e para a relação com o ar livre e a natureza. As questões ambientais fazem parte deste lote de preocupações temáticas, assim como tudo o que tenha a ver com o mar – o surf, as ondas, o vento.
Os filmes, alguns deles com assinatura de realizadores oscarizados, têm como denominador comum serem proveniente de nomes de topo no cinema de animação mundial e o facto de serem obras pouco vistas no circuito comercial.
O Sol da Caparica vai ser uma animação – em todos os sentidos possíveis!
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