Tag: submarino

Submarino Tridente em reparação no Alfeite

Pela primeira vez, um submarino da classe Tridente deu entrada numa doca seca em Portugal. O NRP Tridente vai ser alvo de uma reparação nos estaleiros da Arsenal do Alfeite S.A.

A data de 8 de novembro de 2018 fica na história da reparação naval portuguesa porque foi neste dia que, pela primeira vez, um submarino da classe Tridente deu entrada numa doca seca em Portugal.

O NRP Tridente vai estar as próximas semanas nos estaleiros da Arsenal do Alfeite S.A., localizada na Base Naval de Lisboa, em Almada, para uma operação de reparação.

Esta intervenção surge no âmbito de uma parceria entre a Arsenal do Alfeite S.A. e os estaleiros alemães, responsáveis pela construção do submarino português.

Está igualmente previsto que, nos próximos meses, o submarino gémeo do Tridente, o NRP Arpão, dê entrada na mesma doca seca para trabalhos de manutenção.

A cerimónia contou com a presença da vereadora da Câmara Municipal de Almada, Francisca Parreira.

Estiveram igualmente presentes, entre vários representantes de outras entidades, o presidente do conselho de administração da Arsenal do Alfeite S.A., o Almirante José Garcia Belo, o Chefe do Estado-Maior da Armada, o Almirante António Maria Mendes Calado, e a secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto.

O Submarino NRP Tridente

Foi construído entre 2007 e 2010 nos estaleiros de Kiel, na Alemanha.

Entrou ao serviço da Marinha Portuguesa a 17 de junho de 2010.

A sua guarnição é composta por 33 marinheiros, com capacidade para mais 10 militares.

Comprimento: 67,9 metros
Altura: 13 metros
Diâmetro de casco: 6,3 metros
08/11/2018

Fonte :::> CM Almada

Turistas invadiram submarino abandonado em Almada e filmaram a aventura

02 de Junho 2018

Um holandês e um belga que costumam dormir em locais abandonados por toda a Europa decidiram passar uma noite num submarino abandonado em Almada. Conseguiram e até filmaram a “invasão”.

Não há grandes detalhes sobre a forma como o fizeram, mas certo é que os dois homens conseguiram entrar nas antigas instalações da Lisnave, na Margueira, em Almada, onde a embarcação estava atracada, e dormir, por uma noite, no interior. Registaram tudo em vídeo, em inícios de abril, mas só publicaram no YouTube.

A primeira tentativa foi sem sucesso, mas, à segunda, depois de comprarem alguns mantimentos, vestiram uns calções de banho e entraram na água. Nadaram uns metros e chegaram ao submarino, percebendo que a porta, à prova de água e com uma entrada apertada, estava aberta. Enquanto entravam, tiveram de guardar as lanternas porque estava a passar por perto um navio da Marinha, mas que não os viu.

Quando entraram no submarino, Delfim, os dois homens depararam-se com jogos de cartas e de tabuleiro, diários de bordo, máquinas, televisões, radares e muitos cabos – um cenário que os colocou no ambiente de quem está em missões em alto-mar diariamente.

A noite foi passada nos beliches da sala de torpedos. Na manhã seguinte, depois de cerca de 12 horas dentro da embarcação, Bob e o amigo foram embora sem que ninguém os tivesse visto.

Segurança e vigilância

​​​​A segurança e vigilância das embarcações abatidas é garantida pela Marinha, sendo que as instalações da Margueira são um espaço privado que pertence à Câmara Municipal de Almada.

O caso poderá, por isso, ser considerado uma intrusão e, logo, um crime.

Para Bob, de 32 anos, este risco não o faz mudar de ideias. Não é o primeiro local abandonado que visita, pois há 11 anos que viaja pelo mundo a fotografar e filmar locais “sem dono”, tendo já passado por 55 países em quatro continentes. Nestas visitas, Bob costuma levar sempre companhia, desta vez, foi um amigo belga de 26 anos, que trabalha na instalação de sistemas de aquecimento.

Delfim, um submarino ao serviço da Armada portuguesa desde 1969

Tem nome de pessoa, mas é um dos quatro submarinos da classe Albacora. Em setembro de 1968, foi, pela primeira vez, lançado ao mar, em Nantes, França. No ano seguinte, entrou ao serviço da Armada portuguesa.

Com 896 toneladas, 57,78 metros de comprimento e composto por dois motores elétricos e dois geradores a diesel, o Delfim navegou 44.307 horas, 30.743 em imersão no Atlântico e no Mediterrâneo.

Em dezembro de 2005, o submarino da Marinha portuguesa fez a sua última viagem, do Cais de Sesimbra até à base naval do Alfeite. Na altura, os planos seriam ter a embarcação atracada até 2010, quando seria entregue à Câmara Municipal de Viana do Castelo e transformado num espaço turístico de visita, mas isso não chegou a acontecer.

O submarino acabou por permanecer no estaleiro da Lisnave na Margueira, desativado desde 31 de dezembro de 2000 e onde estão as embarcações desativadas da Marinha.

Entre as missões do Delfim, destacam-se as da Guerra Fria (1989) e exercícios nacionais e da Aliança Atlântica (NATO). Nos últimos anos, dedicou-se, principalmente, a ações de vigilância, recolha de informações estratégicas para o Estado e apoio avançado à Força Naval.

Em setembro de 2006, foi desarmado e, em agosto de 2010, abatido e, por isso, não tem agora valor militar para a Marinha, sendo apenas de interesse para o público.

Habitualmente, após o desarmamento, este tipo de embarcações tem um de três destinos: ser desmantelado, usado como polo museológico ou afundado para criar um recife.

Veja m,ais em ::::> Jornal de Notícias

Operação de elevação do submarino Barracuda | Cacilhas

Marinha Portuguesa
Publicado em 18 de nov de 2017

Esta operação de elevação visa tornar o submarino Barracuda mais visível e, ao mesmo tempo, facilitar o seu acesso, a partir do exterior, tendo em conta a criação do futuro núcleo museológico do Museu de Marinha em Cacilhas, fruto de um protocolo, assinado a 19 de dezembro de 2011, entre o Município de Almada e a Marinha Portuguesa.

Visitas ao Barracuda previstas para o final do ano em Cacilhas

barracuda

O submarino Barracuda cumpriu na passada quinta-feira, 25 de Julho, a última viagem para se juntar à fragata D. Fernando II e Glória no polo museológico que a Câmara de Almada e a Marinha Portuguesa estão a construir em Cacilhas.

Depois de 42 anos de serviço e um total de 52 mil horas de navegação, o último submarino da classe Albacora a sair do activo partiu da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, para as docas dos antigos estaleiros navais da Parry & Son, junto ao cais de embarque da Transtejo.

“É um dia de muita alegria. O Barracuda podia, pura e simplesmente, ser desmantelado e perdermos uma memória de 42 anos de actividade”, disse o último comandante do submarino Barracuda, capitão-tenente Baptista Pereira, agora comandante do novo submarino Arpão.

“O Barracuda pertence a uma classe de submarinos que se chamou Albacora, que nasceu em 1967 e que teve quatro navios – o Albacora, o Barracuda, o Delfim e o Cachalote”, acrescentou. A tripulação era composta por 54 homens.

Baptista Pereira sublinhou a competência da Marinha Portuguesa, lembrando que submarinos idênticos de outros países cessaram a actividade ao fim de 25 anos.

A presidente da Câmara de Almada, Maria Emília de Sousa, referiu à Lusa que a musealização do Barracuda, projecto que custou à autarquia cerca de 500.000 euros, só foi possível “graças às boas relações do município com a Marinha Portuguesa”.

“Estamos a construir o núcleo museológico da Marinha Portuguesa no concelho de Almada. Temos de agradecer muito à Marinha Portuguesa que, com estas manobras delicadas, nos deu mais uma prova de grande rigor, de grande competência, no desempenho da sua missão”, disse.

De acordo com a estimativa do responsável da Marinha pela musealização do Barracuda, Bossa Dionísio, os trabalhos vão prosseguir nos próximo meses, pelo que a abertura do submarino ao público não deverá acontecer antes do final de 2013.

Ler mais: O submarino Barracuda cumpriu na passada quinta-feira, 25 de Julho, a última viagem para se juntar à fragata D. Fernando II e Glória no polo museológico que a Câmara de Almada e a Marinha Portuguesa estão a construir em Cacilhas.

Depois de 42 anos de serviço e um total de 52 mil horas de navegação, o último submarino da classe Albacora a sair do activo partiu da Base Naval de Lisboa, no Alfeite, para as docas dos antigos estaleiros navais da Parry & Son, junto ao cais de embarque da Transtejo.

“É um dia de muita alegria. O Barracuda podia, pura e simplesmente, ser desmantelado e perdermos uma memória de 42 anos de actividade”, disse o último comandante do submarino Barracuda, capitão-tenente Baptista Pereira, agora comandante do novo submarino Arpão.

“O Barracuda pertence a uma classe de submarinos que se chamou Albacora, que nasceu em 1967 e que teve quatro navios – o Albacora, o Barracuda, o Delfim e o Cachalote”, acrescentou. A tripulação era composta por 54 homens.

Baptista Pereira sublinhou a competência da Marinha Portuguesa, lembrando que submarinos idênticos de outros países cessaram a actividade ao fim de 25 anos.

A presidente da Câmara de Almada, Maria Emília de Sousa, referiu à Lusa que a musealização do Barracuda, projecto que custou à autarquia cerca de 500.000 euros, só foi possível “graças às boas relações do município com a Marinha Portuguesa”.

“Estamos a construir o núcleo museológico da Marinha Portuguesa no concelho de Almada. Temos de agradecer muito à Marinha Portuguesa que, com estas manobras delicadas, nos deu mais uma prova de grande rigor, de grande competência, no desempenho da sua missão”, disse.

De acordo com a estimativa do responsável da Marinha pela musealização do Barracuda, Bossa Dionísio, os trabalhos vão prosseguir nos próximo meses, pelo que a abertura do submarino ao público não deverá acontecer antes do final de 2013.

Ler mais: :::> Jornal da Região

Arsenal do Alfeite 1988 – Manutenção do Submarino Barracuda

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