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Guinness oficializa recorde da maior aula de surf do mundo na Fonte da Telha

19/12/2018

Tiago Pires juntou 327 surfistas. “Estou muito satisfeito”, garante.

O português Tiago Pires viu reconhecida pelo livro de recordes do Guiness “a maior aula de surf” do mundo, ao juntar 327 surfistas na praia da Fonte da Telha, anunciou esta quarta-feira a organização da iniciativa. “Estou muito satisfeito com o contributo das escolas de surf e dos surfistas em geral que se inscreveram nesta aula de surf. O facto de termos batido este recorde do Guinness é mais uma prova da força que este deporto tem em Portugal”, disse Tiago Pires. O recorde foi estabelecido em 23 de junho, na praia da Fonte da Telha, no concelho de Almada, com uma aula de surf conjunta, solidária com a Operação Nariz Vermelho, de solidariedade social com os serviços pediátricos dos hospitais portugueses. Na aula participaram 327 pessoas, batendo o recorde que pertencia a Sydney, na Austrália, na praia de Bondi, quando 320 pessoas entraram na água para uma aula de surf. Na iniciativa promovida em junho, em Portugal, foram convidadas cerca de 300 escolas de surf, de norte a sul do país, e disponibilizadas 50 aulas avulso para quem quisesse participar na iniciativa. Relacionadas Sociedade Portugal quer entrar no Guiness com maior aula de surf do mundo Fotogaleria Portugal quer entrar no Guiness com maior aula de surf do mundo

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Falta de areia nas praias pode acabar com surf na Costa de Caparica

8 de Abril 2018

A prática e a aprendizagem de surf nas praias da zona norte da Costa de Caparica, em Almada, estão em causa devido à falta de areia, segundo a Associação de Surf da Costa de Caparica (ASCC).

“A Costa de Caparica é conhecida como um dos paraísos da aprendizagem do surf devido às condições que as praias apresentam, mas se a reposição de areia não for feita vai ser muito difícil que continue a ser um local de referência”, disse à agência Lusa o presidente da associação, Miguel Gomes.

Por não haver areia suficiente, referiu, cada vez há menos surfistas na zona.

“Ao não haver areia, as ondas ficam com ‘backwash’ [fluem na direção oposta ao normal, dirigindo-se a alto-mar] e isso impede que se faça surf”, explicou.

Miguel Gomes destacou a “preocupação constante” da Junta de Freguesia de Costa de Caparica e da Câmara Municipal de Almada (distrito de Setúbal) em relação à prática de surf no concelho, mas notou que os fundos para reverter a situação dependem do Governo.

“Aqui quem manda é o Governo, o Governo é que tem o dinheiro que permite realizar uma intervenção mais séria e esperamos que essa intervenção seja urgente”, destacou.

O presidente da Junta de Freguesia da Costa de Caparica, José Ricardo Martins (PS), lembrou que para reequilibrar o sistema na freguesia serão necessários, “até 2050, cinco milhões de metros cúbicos de areia”, um investimento de mais de 25 milhões de euros.

Para o autarca, no Orçamento do Estado do próximo ano terá “obrigatoriamente” de constar, no mínimo, verba suficiente para um milhão de metros cúbicos de areia.

“Desde 2015 que não temos enchimento de areia. Este ano, com o aproximar da época balnear, já não é possível, mas é preciso que o Ministério das Finanças e o Ministério do Ambiente inscrevam no Orçamento do Estado para 2019 no mínimo cinco milhões de euros de verba, o custo de um milhão de metros cúbicos de areia, para a Costa de Caparica”, defendeu.

O autarca indicou que o preenchimento cíclico de areia até 2050 terá um custo de 20 cêntimos por cada português, “uma coisa irrisória.

“Somos um país virado para o turismo, temos de perceber que este tipo de enchimentos de areia tem de estar presentes naquilo que é o desenvolvimento do país”, afirmou.

No que diz respeito à existência de um plano a longo prazo para a gestão de todo o litoral do país, o autarca alerta para que também a vertente económica e turística nacional seja considerada.

“O Governo terá de olhar para esta linha do litoral, em todo o litoral português, de outra maneira. Terá de perceber que a primeira linha do turismo português é o sol e o mar e, para isso, também a proteção da linha do litoral. Esta proteção da linha do litoral não serve só para proteger as pessoas e bens, mas também para fazer praia e dinamizar a economia local”, disse.

O presidente da associação de surf alertou ainda para a segurança dos surfistas que ainda arriscam entrar no mar daquelas praias, que está posta em causa, com os movimentos das ondas em direção ao paredão.

“Quando a maré está cheia é praticamente impossível fazer surf, uma vez que as ondas batem nas pedras [do paredão] e é impossível alguém aprender a surfar assim. Além de que coloca os praticantes em perigo, porque podem magoar-se ao embater na zona empedrada”, afirmou.
Soluções de emergência para travar erosão costeira são insuficientes

As medidas de urgência tomadas para salvaguardar o litoral português após períodos de maior erosão são insuficientes para impedir danos materiais e pessoais no futuro, havendo necessidade de continuidade na gestão e de um grande investimento, alertam especialistas.

“Nos últimos 20 anos sempre que há uma tempestade há investimento de urgência, mas depois não há continuidade nesse tipo de soluções e investimentos. Precisamos que a política seja contínua”, disse à agência Lusa José Carlos Ferreira, docente e investigador da Universidade Nova de Lisboa.

Para o especialista, doutorado em Ambiente e Sustentabilidade, o plano da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para o litoral “é um plano adequado”, mas é preciso que a ação do Governo “seja levada a sério”.

“Precisamos que a política seja contínua, de renaturalização e restauro dos ecossistemas da zona costeira e também de retirada a pouco e pouco das áreas de risco. Que exista uma política contínua e que as questões de ordenamento sejam levadas a sério”, afirmou.

O processo de adaptação às alterações climáticas e ao défice de sedimentos na costa “vai durar muitas décadas”, de acordo com Filipe Duarte Santos, investigador e professor da Universidade de Lisboa, presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável.

“Há várias estratégias que podem ser adaptadas para reagir às alterações climáticas, mas exigem um grande esforço e financiamento. A nossa costa não permite que se retire facilmente areia para a proteção da costa como acontece, por exemplo, na Holanda”, afirmou Filipe Duarte Santos, que foi também responsável pelo Grupo de Trabalho para o Litoral (GTL), criado em maio de 2014.

Este grupo foi constituído pelo Governo com o objetivo de “desenvolver uma reflexão aprofundada sobre as zonas costeiras” para “definição de um conjunto de medidas que permitam, no médio prazo, alterar a exposição ao risco, incluindo nessa reflexão o desenvolvimento sustentável em cenários de alterações climáticas”.

Em dezembro de 2014, o GTL apresentou um relatório sobre a gestão costeira que está na base da atual gestão do litoral português e que, de entre as recomendações, sugere à APA a “promoção de ações de sensibilização, esclarecimento e divulgação” para a população.

A mesma preocupação manifesta José Carlos Ferreira, que defende a inclusão da comunidade no processo de tomada de decisão.

“Não podemos continuar a fazer a gestão das zonas costeiras sem envolver a comunidade e as pessoas, temos de trabalhar com elas. Se as comunidades costeiras forem chamadas a participar neste processo de tomada de decisão, elas serão as primeiras a defender determinado tipo de soluções que podem ser difíceis”, afirmou o investigador.

O GTL diz também ser necessário “avaliar e modelar novas opções de adaptação” em várias praias do país, que podem incluir a relocalização para que não evoluam para situações semelhantes às das praias que desaparecem na maior parte do ano, entre elas Paramos Sul (Espinho), Furadouro Norte (Ovar), Barra e Costa Nova Norte (Ílhavo), Praia de Mira (Mira), Costa de Lavos e Leirosa (Figueira da Foz), Pedrógão (Leiria) e Praia da Vieira (Marinha Grande).

“É muito provável que seja cada vez mais difícil e oneroso repor as praias nas frentes urbanas com maior risco defendidas por obras aderentes de proteção ou paredões (diques), como são os casos dos aglomerados já defendidos por defesas aderentes”, reafirmam os investigadores do GTL.

Numa resposta enviada à Lusa a APA informa que “não estão previstos novos esporões”, tendo sido “claramente assumida a adoção de estratégias de adaptação aos riscos (instalados e os que acrescem em cenário de alterações climáticas), numa atitude de antecipação que comporta as estratégias de prevenção, proteção, acomodação e retirada, a qual é desenvolvida de forma coerente e articulada aos diversos níveis”.
Mudança de edifícios e fim de novas construções na costa

A relocalização de edifícios e o impedimento de novas construções na costa são essenciais para evitar a destruição de infraestruturas causada pela erosão costeira e amplificada pelas tempestades, segundo especialistas nesta área.

“Há situações em que nós nos colocamos em locais errados, por isso, além da realimentação artificial […], teremos mesmo de, em alguns locais onde possa ser justificável, fazer algum reordenamento e alguma relocalização na zona costeira”, defende Óscar Ferreira, especialista em erosão costeira.

Também o diretor regional da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) no Algarve, Sebastião Teixeira, considera que “há muitos sítios onde inevitavelmente” essa relocalização “vai ter de acontecer”, já que a erosão é um processo contínuo, o que significa que o recuo das arribas pode colocar determinadas construções em risco “de ficarem à beira de um precipício”.

Óscar Ferreira entende também que não se deve voltar a construir em locais que foram destruídos, porque se o mar lá chegou de alguma forma, “vai continuar a chegar”, sobretudo num quadro de subida do nível do mar, em que é expectável que a erosão costeira seja “um pouco mais acentuada” no futuro.

“Se nós não tivéssemos uma ocupação muito intensa na área litoral e se tivéssemos um ordenamento de território ideal onde estávamos um pouco mais afastados da zona costeira, provavelmente pouco sentiríamos a influência direta desse recuo da linha de costa”, observa o professor da Universidade do Algarve.

Segundo Sebastião Teixeira, nas zonas de arriba rochosa, em que os desmoronamentos são espaçados, a vulnerabilidade “não é tão grande” como nas zonas que têm arribas arenosas, como por exemplo, na faixa costeira entre Quarteira e o Ancão, que se estende pelos concelhos de Loulé e Faro, no Algarve.

De acordo com o responsável, aquele setor costeiro tinha taxas de erosão de um ou dois metros, mas já chegou a ter cinco metros por ano, situação atenuada pela operação de realimentação de grande escala efetuada em 2010.

“Essa, que era a zona mais dramática, deixou de o ser temporariamente. Em 2010, a taxa de erosão era um metro e meio, dois metros por ano. Está neste momento nos centímetros por ano”, ilustrou.

Segundo Sebastião Teixeira, a intervenção de realimentação artificial nas praias situadas naquele setor foi a solução encontrada para que o mar não atingisse a arriba diretamente, dando ao mar “a areia de que precisa para uma década”.

O diretor regional da APA notou que, na última avaliação realizada, passado sete anos da intervenção, ainda estava metade da areia que foi posta no início e o que seria expectável é que estivesse lá apenas 30% dos sedimentos colocados.

Além da realimentação artificial, a construção de paredões e a colocação de esporões continuam a ser as formas de proteção costeira mais tradicionais, embora Óscar Ferreira considere que a construção de estruturas do tipo pesado deva ser “muito bem” equacionada e apenas aplicada em áreas onde não há mais solução possível.

A par dos custos elevados, estas estruturas de defesa costeira protegem o local onde são colocadas, mas “transferem o problema para o local imediatamente a seguir”, onde o “sedimento não vai chegar porque é retido nessas estruturas”, conclui o geólogo.

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Caparica Primavera Surf Fest

Três provas europeias de Surf em grande destaque!

O Caparica Primavera Surf Fest é o único festival do Europeu em que podemos assistir a três categorias de competição da World Surf League: o Mundial de Qualificação com o Caparica Pro (QS 1000), o Caparica Junior Pro (WSL Junior Tour) e o Circuito Mundial de Longboard (Caparica Longboard Pro). Um evento que corporiza uma aposta vencedora da organização do Caparica Primavera Surf Fest (CPSF) e da Câmara Municipal de Almada em parceria com a World Surf League, entidade que rege o surf profissional em todo o Mundo. Rob Gunning, tour manager europeu da WSL, afirma: “O Caparica Primavera Surf Fest é um modelo a copiar” … “e uma fantástica iniciativa” Rob Gunning, Tour Manager da WSL para a Europa, destaca a feliz combinação de fatores que conduzem à existência deste evento, até agora, único no Mundo: “É muito gratificante. Quando pensámos num festival com estas três categorias, considerei logo que a Caparica era a localização ideal para levar a cabo algo assim. E o ano passado resultou muito bem e provou que é uma fantástica iniciativa. Tanto a WSL como a Câmara de Almada estão de parabéns pelo resultado.” Gunning enumera as razões que explicam o porquê da Costa de Caparica ser o cenário perfeito para um evento com estas características: “A Caparica é ideal para este evento pela quantidade de surfistas que ali atrai todos os dias, pela consistência das suas ondas e extensão de praias surfáveis. E o festival de música faz disto uma combinação vencedora. Noutro sítio qualquer não seria fácil fazer algo assim.” Não seria fácil, mas a World Surf League gostou tanto do resultado que está mesmo a pensar imitar o modelo noutros locais: “O Caparica Primavera Surf Fest é único, mas resultou tão bem que pensamos que é um modelo a copiar. Estamos mesmo a estudar a hipótese de fazer algo semelhante em Espanha e França num futuro próximo.” O Caparica Primavera Surf Fest convidou Miguel Gomes a assumir a responsabilidade de escolher os Wildcards deste ano! Miguel Gomes terá a seu cargo a escolha dos wilcards para as provas da WSL a decorrer no contexto do Caparica Primavera Surf Fest, à semelhança do que aconteceu o ano passado. Para já, os nomes dos eleitos estão ainda a ser equacionados, mas teremos informação em primeira mão ,brevemente. Alta Performance nas Ondas de Palco! Caparica em alta com a energia no máximo! A banda sonora que acompanha as mais jovens camadas urbanas vai passar pelo palco no primeiro dia de concertos do Caparica Primavera Surf Fest: energia no máximo, êxitos de rádio e muita paixão. HMB prometem espírito de festa, Soul e R&B, Pop e muito suor no primeiro grande concerto do Festival! A “Paixão” dos HMB faz-se da mesma alma que anima artistas, atletas e público do Caparica Primavera Surf Fest. O grupo liderado por Héber Marques é um sério caso de sucesso em Portugal, donos de tremendos hits de rádio – como é o caso do insuperável “O Amor É Assim” – habituados à companhia de gigantes como Carminho ou Ana Moura e a distinções de luxo como os Globos de Ouro. Ao Caparica Primavera Surf Fest vão levar espírito de festa, Soul e R&B, Pop e muito suor num espetáculo que promete não dar descanso nem a pernas nem a corações. Foi o que Héber Marques já prometeu, durante a conferência de imprensa para a apresentação do festival. No mesmo palco vão ainda estar os MGDRV, Enoque e o veterano DJ Glue. MGDRV: O primeiro concerto da época! “Vamos dar tudo, com convidados especiais e estrear novos temas” Miguel Pité, dos MGDRV, confessou que “as expectativas são altas, tendo em conta a qualidade do cartaz”. “Vai ser um espectáculo diferente porque vamos poder estrear temas novos que vão estar no nosso ep, vamos ter alguns convidados especiais e como é o primeiro concerto da época vamos dar tudo”. Fica a promessa e a garantia. Enoque: POP e R&B on stage! Enoque também promete deixar marca forte em 2018, ano que tem reservado para um álbum. O cantor prossegue uma original veia pop, cruzando modernas influências do R&B com um sentir português muito próprio. Colaborou no início de carreira com os HMB de Héber Marques, escreveu para Áurea ou Mikael Carreira e depois decidiu enveredar por uma carreira a solo que agora chega ao palco do Caparica Primavera Surf Fest. Não esquecer que já contribuiu para material dos MGDRV: haverá cruzamentos em palco? A descobrir… DJ GLUE: A bombar novas malhas! Finalmente há que considerar a mestria de DJ Glue, habituado a ladear Carlão e veterano dos tempos dos Da Weasel. Ele também prepara grandes novidades para 2018 e garante-nos que a passagem pelo Caparica Primavera Surf Fest vai ser especial: “Certamente na Caparica já vou incluir no meu set alguns dos originais do meu ep que está quase na rua, assim como muitos mashups que tenho vindo a preparar para poder entregar um set bem personalizado. Estou a estudar a hipótese de no Caparica Primavera Surf Fest apresentar-me já com os novos visuais do ep desenvolvidos pela Solid Dogma e possivelmente algum convidado.”


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Costa da Caparica – Música portuguesa e desporto no Primavera Surf Fest

O festival, que decorre até 26 de março na Praia do Paraíso, na Costa da Caparica, conta com cerca de 20 DJs e bandas nacionais e 700 atletas. Tudo isto em dez dias, que proporcionarão campeonatos, provas gratuitas para o público e concertos.

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Almada acolhe o Caparica Primavera Surf Fest. O festival apresenta um cartaz que concilia o surf e a música. Todos as bandas e DJs que atuarão no certame são nacionais, uma vez que a programação musical do Caparica Surf Fest “foi pensada de forma a cobrir as diversas nuances de que se faz a nova música portuguesa”, explicou, em comunicado de imprensa, a organização do festival.

Ontem, os concertos de Márcia, Thunder & Co. e da dupla Moullinex & Xinobi animaram a Praia do Paraíso, que esta sexta-feira acolhe os concertos de Jimmy P, Carolina Deslandes, Átoa e Stereossauro. Este domingo, Boss AC, Berg e o Dj Miguel Rendeiro concluem o primeiro fim de semana de concertos do festival.

A 24 de março, as atrações musicais são Frankie Chavez, Sean Riley & The Slowriders e DJ Ride. Um dia depois, Capicua, The Black Mamba e Dj Nuno Di Rosso são os protagonistas na Caparica. A fechar o certame, no dia 26, estão Carlão, Orelha Negra e Djeff Afrozila.

Além da música, também o desporto assume um lugar de protagonismo na programação. Há exibições de diversas modalidades de desportos aquáticos (windsurf, kitesurf ou bodysurf), existirá a possibilidade de as experimentar em workshops.

Os melhores atletas nacionais estarão presentes nas 12 competições existentes, de campeonatos do bodyboard ao surf, passando por provas de longboard e de SUP.

Os bilhetes diários têm o custo de dez euros; o passe geral (para os dez dias) tem o custo de 30 euros.

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Caparica Primavera Surf Fest,decorre, de 17 a 26 de março, na Praia do Paraíso, em Almada

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O Caparica Primavera Surf Fest faz jus ao seu nome – dá as boas vindas à primavera, há ondas para surfar e música pelo meio. Ao longo de dez dias (de 17 a 26 de março), a Praia do Paraíso recebe mais de 700 atletas nas mais variadas modalidades ligadas ao mar, bem como mais de 20 artistas e DJs nacionais. Entre os artistas estão as mais recentes adições ao cartaz – Frankie Chavez e Sean Riley and The Slowriders.

Frankie Chavez está como um peixe na água – o músico português é também surfista e já assinou bandas sonoras para filmes da mesma temática. O mais recente álbum “Heart And Spine”, de 2014, será, certamente, o destaque do concerto que o músico dará no Paraíso a 24 de março.

Nesse dia também irá atuar Sean Riley, que ruma à Caparica com os seus Slowriders. Os autores de “Farewell”, um dos mais aclamados álbuns da banda, voltaram a reunir-se em 2015, depois de três anos dedicados a projetos paralelos. Os portugueses prometem voltar aos discos ainda este ano, depois de terem lançado a canção “Dili” no final de 2015.

O festival contará ainda com atuações de DJ Ride, Boss AC, Moullinex & Xinobi, The Black Mamba, entre tantos outros.

Os bilhetes diários custam dez euros e o passe geral trinta euros.

O sítio perfeito

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Caparica Primavera Surf Fest vai juntar música aos desportos de mar

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A Costa de Caparica, em Almada, vai receber, em março, ao longo de dez dias, o Caparica Primavera Surf Fest, um evento que vai juntar a música e vários desportos de mar.

“Vão ser dez dias de festival, entre os dias 17 e 26 de março. Vamos juntar o desporto e a música. As pessoas, depois de um dia em que podem assistir a diversas competições ou até experimentar [as diferentes modalidades], vão ter festas de ‘sunset’ e depois os concertos na tenda grande do evento”, disse à Lusa António Miguel Guimarães, da organização do evento.

Pelo palco vão passar nomes como Márcia, Capicua, Black Mamba, Boss AC, Orelha Negra ou Carlão, com os preços a variarem entre os 30 euros, para todo o festival, e os dez euros, para cada dia.

“Acredito que vai correr bem. Temos uma lotação limitada a 2500 ou 3000 pessoas, na tenda grande, mas o paredão pode acolher muitas pessoas para várias iniciativas, desde que o tempo ajude. Vamos também instalar bancadas na praia do Paraíso, para que as pessoas possam assistir às competições”, explicou.

Miguel Inácio, responsável pelas competições desportivas, referiu que o programa permite que as pessoas cheguem de manhã e possam estar todo o dia no festival, passando pelo desporto e pela música.

“São dez dias com uma programação muito intensa. Ao nível do desporto, o principal atrativo é a prova do World Surf League, mas vamos também ter outras provas, como o nacional de ‘body board’ ou ‘long board'”, explicou.

O responsável referiu ainda que as pessoas que se deslocarem à Costa de Caparica vão ter oportunidade de assistir a varias demonstrações e também experimentar várias modalidades.

“Todos os dias vão existir aulas para que as pessoas possam experimentar. Queremos que as pessoas venham e conheçam o que de bom se faz no concelho. Esta aliança entre a música e o surf tem tudo para funcionar”, concluiu.

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Surfar é em Portugal

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logo Um surfista que monta uma onda grande na Praia do Norte, ou na praia do Norte, na Nazaré, Portugal, EUA

Almada – Surf para pessoas com deficiência

Surf for All é a maior iniciativa de surf adaptado da Europa.

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Surf for All é uma iniciativa de um grupo de amigos surfistas da escola de surf Duckdive, na praia do Castelo, Costa da Caparica (Almada) que promove a prática do desporto por parte de pessoas com deficiência.
Nuno Duarte, um dos surfistas da escola, sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e quis continuar a praticar o seu desporto favorito. Com a ajuda dos seus amigos, Nuno conseguiu voltar ao mar apesar das incapacidades físicas. Vários banhistas da praia observavam com curiosidade o surfista na água com os seus amigos e quiseram que esta iniciativa fosse alargada a um maior número de pessoas.

“As pessoas viam-nos com o Nuno com bastante curiosidade e queriam que este gesto fosse partilhado por mais pessoas com deficiência”, conta Luís Nunes, um dos organizadores do Surf for All.

O evento começou em 2011 ainda com poucas pessoas, mas com perspetivas de crescer. Em 2013, tornou-se no maior evento de evento de surf adaptado da europa com um total de 103 participantes.

Com um interregno em 2014, por falta de patrocínios, o evento regressou à praia do Castelo para a sua 4.ª edição esta quinta-feira e conta com 80 participantes acompanhados por 80 colaboradores, todos eles voluntários.

“O evento conseguiu voltar felizmente e muito com a ajuda do Ginásio Clube Português e com o apoio da Câmara Municipal de Almada”, conta Luís Nunes esperançado que a iniciativa continue para o ano. “Se conseguirmos os apoios necessários certamente que vamos continuar.”

O dia foi animado apesar do tempo não ter sido muito convidativo para banhos. Nada demoveu os participantes, que se mostraram bastante entusiasmados.

“Senti-me bem, gostei muito. Vi várias vezes na televisão pessoas a fazer surf e sempre quis experimentar”, contou Rafael Santos, um dos participantes, na pausa para o almoço.

O evento, além desta quinta-feira, vai estar também na praia do Castelo, na Costa da Caparica (Almada), sexta-feira, dia 12 de junho.

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Costa da Caparica recebe o primeiro festival do ano

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O Caparica – Primavera Surf Fest tem tudo a postos para iniciar oito dias consecutivos de provas nacionais e internacionais nas disciplinas de surf e bodyboard, além de animações de windsurf e kitesurf.

A primeira etapa do Campeonato Nacional de Bodyboard, masculino, feminino e dropknee, abre a competição, dias 28 e 29 de Março, seguindo-se-lhe o Encontro Nacional de Desporto Escolar, dia 29 de Março e a terceira etapa do Circuito Regional de Surf Esperanças da Grande Lisboa, dias 30 e 31 de Março, para terminar com a primeira etapa europeia da World Junior Surf League, entre os dias 1 e 4 de Abril.

18 nacionalidades e 120 inscritos na primeira etapa europeia da World Junior Surf League
Esta prova teve uma enorme adesão dos melhores surfistas sub-20 europeus (e alguns extra-Europa) desde cedo, contando já com 120 inscritos nas categorias masculina e feminina, o que reforça a aposta da organização na data e local do evento.

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“Estamos absolutamente espantados com esta adesão, pois superou todas as nossas expectativas,” afirma Miguel Inácio, da coordenação desportiva do Caparica – Primavera Surf Fest. “Ao mesmo tempo, sentimo-nos muito honrados pelo voto de confiança dos surfistas, o que nos enche de orgulho e fará com que nos concentremos ainda mais na organização da prova, para que tudo corra também de acordo com as expectativas dos atletas. Nesse sentido, decidimos atribuir os dois wildcards masculinos desta prova aos muito jovens locais Afonso Antunes e Guilherme Ribeiro, que além de serem campeões nacionais sub-12 e sub-14, respectivamente, têm dominado o Circuito Regional de Surf Esperanças da Grande Lisboa este ano. No feminino, Inês Bispo terá direito ao wildcard disponível, uma vez que se tem batido pelos lugares cimeiros a nível nacional e é claramente a melhor surfista local na sua categoria. O mundo do surf vai estar na Caparica… literalmente! A todos, desejamos boas ondas e boa prova,” conclui o responsável.
Entre as 18 nações de surf representadas na Costa de Caparica encontram-se 30 portugueses, 17 franceses, 17 espanhóis, 12 bascos, 15 ingleses, 3 da ilha Reunião, 6 das ilhas Canárias, 4 da ilha Guadalupe, 5 alemães, 1 austríaco, 1 da Martinica francesa, 1 dinamarquês, 2 israelitas, 2 norte-americanos, 1 irlandês, 1 russo, 1 finlandês e 1 turco.

O’Neill junta-se à etapa da World Surf League
Mas nesta prova há mais novidades! A marca de surfwear O’Neill juntou-se à primeira etapa europeia da World Junior Surf League, passando a patrociná-la e alterando o seu nome para Caparica – Primavera Surf Fest powered by O’Neill.

“Tem sido notória a importância que a marca O’Neill tem dado às iniciativas relacionadas com as camadas mais jovens do surf, sendo esta apenas mais uma grande notícia para o desenvolvimento do desporto na Costa de Caparica. A O’Neill é uma marca pioneira desde o seu início, fazendo sentido que a nossa aposta surja neste momento. A Costa de Caparica já há muito merecia um evento desta envergadura, por todos os bons anos de ondas e surf até aqui proporcionados. Temos o maior prazer e orgulho em poder fazer parte deste acontecimento, que com toda a certeza vai colocar a ‘nossa’ Costa no pódio das melhores praias do país,” comenta Nuno Santos, Country Manager da O’Neill em Portugal.
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Element Skate Ramp Tour arranca na Caparica
O Caparica – Primavera Surf Fest também vai receber a primeira edição do ano do Element Skate Ramp Tour, no dia 4 de abril, num half-pipe especialmente montado para o efeito.

 Mantendo o formato habitual nesta competição para convidados, a prova vai contar com 16 dos melhores skaters nacionais da especialidade, em disputa por um prize money de 600€, distribuído pelas competições de Best Run & Best Trick.



Na Best Run, os skaters competem em baterias homem-a-homem, com a duração de 5 minutos cada. Os critérios de avaliação são: consistência, fluidez, dificuldade, conjugação de manobras, criatividade e estilo.

 O Best Trick procura apenas a manobra mais abusada. Terá a duração de 20 minutos e decorrerá em baterias de eliminação, culminando numa final de seis skaters, de onde sairá o vencedor. Tiago Lopes, Bruno Senra, Pedro Roseiro, Ruben Gamito, Laurence e Bernard Aragão e Marcelo Plácido são algumas das presenças que vão garantir uma competição com muito nível.

Para além desta competição, haverá demonstrações no dia 28 de março, no mesmo espaço, com os skaters Ruben Gamito, Tiago Lopes, Bruno Senra e Pedro Roseiro.

 Nos restantes dias em que decorre o festival, a rampa estará acessível gratuitamente ao público que queira andar de skate.

Razões extra para não perder o Caparica – Primavera Surf Fest, de 26 de Março a 4 de Abril, na Praia do Paraíso!

Bilhetes à venda em ticketline.sapo.pt. Informações diárias em Facebook Caparica – Primavera Surf Fest e www.caparica-primaverasurffest.pt/

O Caparica – Primavera Surf Fest é uma organização da Câmara Municipal de Almada, com produção da AMG Music, a organização desportiva do Caparica Surfing Clube, World Surf League e Federação Portuguesa de Surf, e os Media Partners FUEL TV – canal oficial, Mega Hits, ONFIRE Surf, SURFPortugal, SurfTotal e Beachcam.

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Surf na Costa da Caparica – Março 2015

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