Tag: Tejo

Agentes da PSP ressuscitam homem afogado no Tejo

07/08/2018

Agentes Pratas e Andrade reanimaram homem de 70 anos e detiveram pai e filho que os agrediram.


Por Miguel Curado
Dois agentes da PSP da Cruz de Pau, no Seixal, trouxeram de volta à vida um homem, de 70 anos, que foi resgatado das águas do rio Tejo, na Amora, quando já estava sem respiração e batimento cardíaco. Os polícias prenderam ainda dois homens, pai e filho, por agressões e injúrias. A chamada de socorro ocorreu pelas 18h00 de sábado. Um homem que estava num barco ancorado junto ao pontão de canoagem da Amora presenciou uma aparente doença súbita do homem, de 70 anos, que tombou para dentro de água. De imediato, a testemunha conseguiu agarrar o doente e colocá–lo em terra firme. O mesmo chamou depois o socorro, via 112. Os primeiros a chegar foram os agentes Pratas e Andrade, ambos de 33 anos, da esquadra da PSP da Cruz de Pau. Fonte oficial do Comando de Setúbal da Polícia disse ao CM que os dois polícias já viram a vítima com a pele roxa e sem respiração nem batimento cardíaco. Por iniciativa própria, os agentes realizaram manobras de reanimação que, ao final de alguns minutos, conseguiram trazer o doente de volta à vida. Enquanto aguardavam pela chegada dos técnicos do INEM e ao assegurarem um perímetro de segurança, os polícias foram agredidos por um homem, de 58 anos, e depois pelo filho, de 22, e por dois amigos deste – sem motivo aparente. Os dois agressores familiares foram detidos, enquanto os restantes fugiram. Com a chegada de uma ambulância do INEM, o homem de 70 anos resgatado do Tejo foi encaminhado para o Hospital Garcia de Orta, em Almada.

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Não houve barcos entre a Trafaria e Lisboa – a culpa é do vento

5 de Março 2018

A circulação por barco entre a capital e a margem sul esteve cortada por causa do mau tempo e da agitação marítima que continua a afetar o litoral.

Durante a manhã desta segunda-feira, foi suspensa a circulação de barcos entre a Trafaria, em Almada, o Porto Brandão e Belém por causa do mau tempo. A notícia, avançada pelo “Observador”, cita uma fonte do grupo Transtejo.

“Consoante a evolução do estado do mar, a ligação poderá vir a ser reposta ao longo do dia”, afirma a Transtejo.

A ligação fluvial já esteve interrompida durante este fim de semana, segundo escreve a mesma publicação. Os barcos vindos do Barreiro para o Terreiro do Paço estão a circular normalmente, segundo o site da Transtejo. Entre Cacilhas e o Cais do Sodré a circulação também esteve interrompida durante algum tempo.

As ligações para passageiros foram retomadas entre Cacilhas e Cais do Sodré e Trafaria-Porto Brandão-Belém às 11h20 e às 11h30, respetivamente. O transporte de veículos continua interrompido, bem como qualquer ligação entre Porto Brandão e Trafaria.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera pôs todo o litoral sob aviso amarelo por causa da agitação marítima, que deve continuar até pelo menos às 3 horas da madrugada desta terça-feira, 6 de março. Já se sabe que o mau tempo vai continuar até, pelo menos, ao final desta semana, e a passagem desta tempestade por Portugal já causou bastantes estragos de norte a sul do País.
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5 de Março 2018
Devido ao mau tempo, a ligação dos barcos da Transtejo entre Cacilhas e o Cais do Sodré foi interrompida. O mesmo aconteceu há pouco com a ligação entre a Trafaria e Belém.

Segundo o site da Transtejo, a interrupção deve-se às “condições meteorológicas adversas”.

Até às 3 horas de amanhã, a costa portuguesa encontra-se sob aviso amarelo devido à agitação marítima forte, avançou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

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Almada , Seixal e Barreiro esperam investimentos

23 Novembro 2016

Governo abre a porta a investimentos na Baía do Tejo

Almada quer aprovar Cidade da Água em 2017

Almada quer aprovar Cidade da Água em 2017

Os autarcas de Almada, Barreiro e Seixal reuniram, este mês, com o primeiro-ministro António Costa e os ministros do Mar, Infra-estruturas e Ambiente sobre o avanço de projectos que consideram estruturantes nos antigos terrenos da Lisnave, Quimiparque e Siderurgia Nacional. Investimentos como a Cidade da Água, na Margueira, em Almada, o novo terminal de contentores do Barreiro ou a instalação de novas indústrias no Seixal “dependem ainda de questões administrativas, decisões políticas e resolução de passivos ambientais”, escreve o Jornal de Negócios. Carlos Humberto, presidente da Câmara do Barreiro, sublinhou que esta primeira reunião com o primeiro-ministro foi “um bom sinal”.
De acordo com o Jornal de Negócios, de António Costa, os autarcas do distrito de Setúbal obtiveram garantias do empenho do Governo para concretizar os projectos, promovidos agora sob a marca Lisbon South Bay pela Baía do Tejo, empresa do universo Parpública.
O Executivo, adiantou Carlos Humberto, considera o projecto “de interesse nacional”, entende que “deve ser visto como um todo” e reconhece a sua importância “como dinamizador regional”.
Os três autarcas têm reclamado maior celeridade, até por estarem em causa investimentos que, no total, podem ultrapassar os 1,7 mil milhões de euros na região e para os quais já há interessados. As razões para a demora diferem em cada um dos concelhos.

Barreiro quer terminal de contentores
No Barreiro, Carlos Humberto também espera que sejam dados passos no próximo ano relativamente ao novo terminal de contentores. A ministra do Mar tem feito depender o projecto da conclusão dos estudos que viabilizem a infra-estrutura, assim como da existência de investidores interessados. Neste momento, falta que a Administração do Porto de Lisboa (APL) entregue os estudos à Agência Portuguesa do Ambiente para esta se pronuncie.
Além da Maersk, à autarquia e à APL já chegaram outras manifestações de interesse no projecto, que exigirá um investimento da ordem dos 500 milhões, mas “pode arrastar mais”, frisa o autarca. O terminal, que será instalado em terrenos conquistados ao rio, funcionará como investimento âncora para que outras empresas se possam instalar nos 300 hectares de terreno da Baía do Tejo na antiga CUF. “Apenas falta a decisão política suportada no estudo de impacto ambiental”, sublinha Carlos Humberto, para quem “no primeiro semestre de 2017 podia ser tomada a decisão”.

Cidade da Água nasce em Almada
No caso de Almada, o projecto Cidade da Água, nos terrenos da antiga Lisnave, está aprovado desde 2009 e representará um investimento da ordem dos 1,2 mil milhões de euros. Três investidores – um americano, um chinês e um britânico – já fizeram mesmo chegar cartas de intenção à Baía do Tejo. No entanto, problemas administrativos, designadamente quanto à titularidade dos terrenos, que está há três anos por resolver, têm atrasado o processo.
Joaquim Judas, presidente da Câmara de Almada, adiantou ao Jornal de Negócios que já haverá “acordo de princípio para passar para a Baía do Tejo até ao final deste ano”. Depois deste passo, faltará apenas definir o modelo e lançar o concurso, o que acredita que acontecerá em 2017.

Seixal quer descontaminação de terrenos
No Seixal, o grande problema é a descontaminação. Joaquim Santos, presidente da autarquia, diz que são precisos 50 milhões de euros para resolver o passivo ambiental em terra (mais 40 milhões na água). “Já foram executados 13 milhões e em 2017 serão mais seis – faltam 30 milhões”, afirma o autarca, sublinhando que “ainda não se chegou a metade do caminho”.
O presidente da Câmara do Seixal revelou ainda que da parte do Ministério do Ambiente “há disponibilidade para avançar com mais candidaturas a fundos europeus” para resolver o problema, em que a comparticipação nacional é de 15 por cento. O autarca garante que há interessados nacionais, na área da logística e indústria, na zona que já está descontaminada.

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Agência de Notícias

Ele é o “dono” da Ponte 25 de Abril

pintor

Apelidado de “dono” da Ponte 25 de Abril, António Rosa Lopes dedicou uma vida à construção e manutenção do desejado “sonho português”. Já reformado, continua a não tirar os olhos da infraestrutura, preocupando-se com o atual estado de conservação.

“Eu olho para a ponte e vejo que parece uma vaca. Está toda malhada. Está toda esquisita. A ponte nunca esteve assim”, frisou Rosa Lopes, que foi pintor da Ponte Sobre o Tejo – mais conhecida por Ponte 25 de Abril e que liga Lisboa e Almada – desde o início dos trabalhos em 1962, quando tinha 23 anos, até se reformar, em 2005.

Habituado a percorrer os cabos de aço da ponte, de uma ponta à outra, a uma altitude máxima de quase 200 metros do nível das águas do rio, o antigo pintor conhece a ponte melhor do que ninguém. Antigamente, começava numa ponta a pintar, percorria toda a estrutura e voltava ao ponto de partida para repetir o trabalho, garantindo que a cor do gigante de aço se mantivesse uniforme.

“Zelei sempre por fazer o melhor na ponte”, afirmou Rosa Lopes à agência Lusa, acrescentando que era ele quem mandava na infraestrutura e foi daí que surgiu a alcunha de “dono da ponte”.

Além de pintor, Rosa Lopes assumiu as funções de encarregado de obra no Gabinete da Ponte Sobre o Tejo, controlando a entrada dos trabalhadores. Tinha de haver muita segurança – não permitia que alguém, mesmo se fosse engenheiro, entrasse na obra sem capacete, sem luvas e sem calçado apropriado.

“Trabalhava-se de noite e dia. Era muito intenso e era trabalho duro”, recordou o antigo operário, lembrando que, às vezes, chegava a passar ali quase 20 horas diárias.

A ponte foi como uma segunda casa, na qual depositou muito empenho. Os mais de 40 anos dedicados à ponte continuam bem conservados na memória do pintor, que guarda ainda algumas ferramentas utilizadas na obra, como uma trincha, bem como algumas medalhas atribuídas por ter participado na concretização do “sonho português”.

A construção da ponte, adjudicada à empresa norte-americana United States Steel Export Company, envolveu “muitos trabalhadores”, a maioria portugueses, em vários turnos, com “os ordenados maiores que havia no país” para a época, na ordem dos 90 escudos por dia.

Ao salário normal, Rosa Lopes somava uma gratificação, que vinha sempre num envelope ao fim do mês com quase outro ordenado a mais, contou o antigo funcionário, expressando que “foi muito bom” trabalhar para uma empresa norte-americana.

“Os americanos trabalhavam muito bem”, mas também tiveram “boas ajudas” dos operários portugueses, sustentou o pintor.

“O português não era inferior aos americanos para trabalho. Não era inferior e portámo-nos muito bem”, comentou, referindo que não eram então exigidas habilitações profissionais aos operários, mas provou-se que existiam técnicos à altura para a obra.

Prova do desempenho dos trabalhadores, a Ponte 25 de Abril ficou concluída antes do prazo previsto.

“Qualquer obra que se faça hoje em Portugal ou fica naquele prazo ou passa sempre do prazo. Esta não. Acabou-se com alguns seis meses de antecedência”, sublinhou.

Para o pintor, que morou sempre na margem sul do Tejo, a ponte foi “uma grande obra”, que facilitou as deslocações até Lisboa e vice-versa, uma vez que antes só era possível através dos cacilheiros.

Sobre a verdadeira denominação da ponte, Rosa Lopes garante que o nome é Ponte Sobre o Tejo, acrescentando que os títulos de Ponte Salazar e Ponte 25 de Abril não lhe dizem nada.

Entre novas amizades e muitas vidas salvas de gatos, cães e pessoas, o antigo funcionário do Gabinete da Ponte Sobre o Tejo faz um balanço positivo dos anos em que lá trabalhou.

“Os donos dela agora são outros”, referiu Rosa Lopes, sustentando que o “abandono e o desprezo” que foi dado à Ponte 25 de Abril não se justifica, tendo em conta a receita das portagens.

A ponte é como “uma vaca leiteira, em que o leite nunca acaba”, rematou.

Ainda sem saber se vai ser convidado para as comemorações dos 50 anos da ponte, António Rosa Lopes afirmou: “Se não me convidarem, eu venho à mesma. Venho ali acima à entrada da ponte com uma garrafa de champanhe e ver a celebração”.

A ponte foi inaugurada a 6 de agosto de 1966.

Fonte :::> Bom Dia

Forte buzinão contra as portagens na ponte 25 de Abril

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A ponte 25 de Abril registou, esta quinta-feira de manhã, um forte buzinão de protesto contra o pagamento de portagens durante o mês de agosto.

A Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul organizou o buzinão pela reposição da isenção das portagens na ponte 25 de Abril durante o mês de agosto e promete novas ações de protesto.

“Isto deve ter impacto na Assembleia da República. Com certeza que os deputados não são cegos nem surdos, sobretudo os eleitos pelo distrito de Setúbal deviam também tomar posição”, disse à Lusa Luísa Ramos, da Comissão de Utentes, que vai agora analisar futuras “ações de protesto”.

“Somos os únicos portugueses que pagam portagens para passar um rio”

O buzinão teve início pelas 8 horas e prolongou-se durante quase três horas, tal como previsto pelos organizadores, que colocaram cartazes a apelar ao protesto nos pontos de acesso à praça das portagens, em Almada.

Os automobilistas, sobretudo os que circulavam no sentido sul-norte, aderiram ao protesto buzinando desde a passagem sob o viaduto do Pragal até ao tabuleiro da ponte, sem que se tivessem registado incidentes.

“Correu muito bem. Aliás, estava previsto para as 8 horas mas os automobilistas mal nos viram por aqui começaram logo a buzinar. Pensamos que atingimos ou ultrapassamos os objetivos”, referiu a responsável pela comissão, que lamentou a falta de diálogo por parte do Governo sobre a questão das portagens, nomeadamente sobre a isenção do pagamento durante o mês de agosto.

“Nós mandamos um ofício a sugerir a medida, mas o ministro não se dignou a responder”, lamentou, acrescentando que hoje, pelo menos, o barulho das buzinas vai ser ouvido pelo responsável pelo Ministério do Planeamento e das Infra Estruturas, Pedro Marques.

Estamos numa região muito mal servida de transportes públicos

Segundo Luísa Ramos, a questão das portagens nas pontes 25 de abril e Vasco da Gama “é grave”, afeta milhares de cidadãos e deve ser reequacionada com urgência pelo atual Executivo.

“Somos os únicos portugueses que pagam portagens para passar um rio. Por outro lado, estamos numa região muito mal servida de transportes públicos. Os TST são uma desgraça: cortam carreiras e não cumprem horários, a Fertagus e o Metro Sul do Tejo estão fora do sistema do passe social intermodal o que faz com que as pessoas fiquem cada vez mais do carro para cumprirem o direito à mobilidade”, comentou a manifestante.

Para a Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul, o primeiro passo devia ser a precisamente a reposição da isenção em agosto, que foi retirada pelo anterior governo (PSP/CDS), em 2011.

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http://www.jn.pt/local/noticias/setubal/almada/interior/forte-buzinao-contra-as-portagens-na-ponte-25-de-abril-5297246.html#ixzz4F32MoAzS

Movimento proTEJO lança petição contra poluição no rio e seus afluentes

O Movimento pelo Tejo (proTEJO) lançou hoje uma petição contra a poluição do Tejo e seus afluentes, estando a apelar às populações que assinem este documento para ser entregue na Assembleia da República.
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Em declarações à agência Lusa, Paulo Constantino, porta-voz do proTEJO, disse que a petição tem como finalidade solicitar à Assembleia da República que “legisle e recomende ações ao Governo Português, para que este atue junto das instâncias europeias para terminar com uma contínua e crescente vaga de poluição no rio Tejo e seus afluentes, que mata os peixes e envenena o ambiente e as pessoas”.

Além da petição, que contava com 70 assinaturas ‘online’ ao princípio da noite de hoje, o proTEJO vai solicitar uma audiência à Comissão Parlamentar do Ambiente, disse Paulo Constantino à Lusa, apontando para os três principais problemas que estão hoje a afetar o maior rio ibérico: “Poluição, a falta de caudais e a conetividade fluvial, com o Tejo minado de diques, travessões e obstáculos que impedem a normal circulação de espécies piscícolas e de embarcações”.

Segundo o dirigente ambientalista, “nunca o rio Tejo e seus afluentes registaram tão elevado grau de poluição, de abandono e falta de respeito, por parte de uma minoria que tudo destrói, perante a complacência das autoridades”, tendo atribuído a gravidade desta poluição das águas do rio Tejo aos “caudais cada vez mais reduzidos que afluem de Espanha”, diminuindo a capacidade de depuração natural do rio Tejo.

A poluição, em território nacional, aponta Constantino, “provém da agricultura, indústria, nomeadamente, da pasta de papel e alimentar, suinicultura, águas residuais urbanas e outras descargas de efluentes não tratados”, tendo destacado “inúmeras situaçãoes em desrespeito pelas leis em vigor, e sem a competente ação de vigilância, controlo e punição pelas autoridades responsáveis, valendo a ação de denúncia das organizações ecologistas e dos cidadãos, por diversas formas, nomeadamente, através das redes sociais e da comunicação social”.

O dirigente do proTEJO observou ainda que “a catastrófica situação do rio Tejo e seus afluentes tem graves implicações na qualidade das águas para as regas dos campos, para a pesca, para a saúde das pessoas e impede o aproveitamento do potencial da região ribeirinha para práticas de lazer, de turismo fluvial e desportos náuticos”, em respeito para com a natureza e a saúde ambiental da bacia hidrográfica do Tejo.

“Não estão em causa as atividades realizadas por empresas e outras organizações na bacia hidrográfica do Tejo, o que se saúda e deseja, porém tal deve ocorrer de acordo com as práticas adequadas à salvaguarda do bem comum que o rio Tejo e seus afluentes constituem para os seus ecossistemas aquáticos e para as populações ribeirinhas”, observou Paulo Constantino.

O Movimento pelo Tejo defende a rápida aplicação de cinco medidas para travar os problemas com que o rio Tejo hoje se confronta, tendo Constantino destacado “o cumprimento da Diretiva Quadro da Água, ou seja, a garantia de um bom estado ecológico das águas do Tejo, e o estabelecimento e quantificação de um regime de caudais ecológicos, diários, semanais e mensais, refletidos nos Planos da Bacia Hidrológica do Tejo, em Espanha e em Portugal, e na Convenção de Albufeira”.

O proTEJO defende ainda “uma ação rigorosa e consequente da fiscalização ambiental contra a poluição, crescente e contínua, que cada vez mais devasta o rio Tejo e os seus afluentes, a intervenção junto do governo espanhol com vista ao encerramento da Central Nuclear de Almaraz, eliminando a contaminação radiológica do rio Tejo e o risco de acidente nuclear, e, por fim, a realização de ações para restaurar o sistema fluvial natural e o seu ambiente, nomeadamente, a reposição da conetividade fluvial”

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Margem sul na mão de chineses

O projecto está orçado em 1.200 milhões de euros. A comercialização está a ser feita pela empresa pública Baía do Tejo, presidida por Jacinto Pereira

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O projecto de construção da primeira marina da margem sul do Tejo, em Almada, está agora nas mãos de chineses. Segundo o SOL apurou, os terrenos da antiga Lisnave, para onde a Câmara Municipal de Almada aprovou aquela obra, estão prestes a ser vendidos a um consórcio internacional, que tudo indica ser o Wanda Group, liderado por Wang Jianlin, apontado em 2013 pela revista Forbes como o homem mais rico da China.

O processo de venda está a ser conduzido pela Baía do Tejo (empresa detida pela Parpública, holding do Estado), que no mês passado enviou mesmo uma delegação àquele país asiático para concluir o mais rapidamente possível o processo de venda.

“Estivemos de facto em Pequim, em Outubro, a falar com os investidores” – avança ao SOL o presidente da Baía do Tejo, Jacinto Pereira, confirmando também que no Verão passado representantes do grupo de Wang Jianlin estiveram em Portugal, a visitar o local para onde existe um plano de urbanização aprovado desde 2009.

Este plano prevê uma mini-cidade para mais de 10 mil habitantes, semelhante à Expo de Lisboa, e tem como pólo central uma marina com lugar para 500 embarcações. Está ainda prevista a transferência do terminal fluvial de Cacilhas para a doca 13 e uma área bruta de 630 mil metros quadrados para construção – entre habitações, comércio, hotéis e um centro de ciência e tecnologia, entre outras infra-estruturas.

Crise dos ‘vistos gold’ pode afectar projecto

Jacinto Pereira diz que a venda dos terrenos está “para muito breve”, garantindo que não se trata de uma mera operação financeira de especulação imobiliária, mas de uma aposta no desenvolvimento da zona. “Temos como missão a promoção dos terrenos para encontrar investidores, o que herdámos da extinta sociedade Arco Ribeirinho Sul, em relação aos terrenos da Lisnave, mas também do Seixal (Siderurgia Nacional) e do Barreiro” (Quimiparque), explica o gestor, lembrando que em causa está um projecto de 1.200 milhões de euros.

Jacinto Pereira recusa confirmar o nome dos investidores, referindo apenas que surgiram na sequência da visita à China, em Maio deste ano, do Presidente da República, Cavaco Silva. Mas o SOL sabe que, de todos os possíveis investidores, incluindo outros chineses, o Wanda Group foi o que revelou maior interesse. A visita de responsáveis deste grupo aos terrenos de Almada foi acompanhada por elementos da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal).

Certo é que uma das apostas do futuro comprador, segundo fontes do sector, será no mercado imobiliário internacional, nomeadamente destinado aos chineses. “Como Portugal está em crise, a ideia é vender casas a chineses e outros estrangeiros”, diz uma fonte ligada ao processo, notando que a actual polémica em torno dos vistos gold – que serão um chamariz para a compra de imóveis de luxo nesta nova mini-cidade – pode afectar o projecto.

Jacinto Pereira admite que o futuro consórcio deverá apostar no mercado estrangeiro para conseguir vender imóveis para habitações e para fins comerciais.

FIL da margem sul por decidir

O plano de urbanização para a zona de Almada Nascente – que contempla esta mini-cidade e que obriga qualquer investidor a cumpri-lo – está aprovado pela autarquia desde 2009. No entanto, o prazo de validade foi já ultrapassado (era de três anos), o que permite ao investidor revê-lo e fazer alterações.

Qualquer projecto, porém, terá de ter luz verde das autoridades locais. “É preciso sempre licença da Câmara”, confirma ao SOL o presidente da autarquia de Almada, Joaquim Judas, que não esconde a desilusão por os antigos terrenos da Lisnave estarem neste momento sem uso. “Estão a ficar degradados”, avisa, esclarecendo que há algum tempo que a Câmara pediu autorização para, enquanto não se concretiza a venda, converter um mega-armazém ali existente numa espécie de FIL (Feira Internacional de Lisboa) da margem sul.

“Gostávamos de criar ali um espaço que promovesse a cultura desta região”, explica Joaquim Judas, acrescentando que a ideia está dependente de autorização do proprietário (o Governo) para avançar. “Está previsto na lei que se façam usos transitórios dos terrenos, o que implica usar por um certo período de tempo determinado espaço sem alterar nada, para não comprometer o plano de urbanização já aprovado”, acrescenta o autarca, frisando que o facto de ali nada se poder fazer está a ter “custos incalculáveis”.

Jacinto Pereira adianta que a Baía do Tejo esteve a avaliar o pedido da autarquia para accionar o uso transitório, tendo chegado à conclusão de que seria mais adequado ser o novo investidor a decidir. “Se não tivéssemos perspectivas de ter um investidor a curto ou médio prazo, podia fazer sentido avançar”, revela o responsável. Ou seja, a concretizar-se o negócio em vista, caberá ao grupo chinês decidir se, enquanto constrói a mini-cidade, permite que a Câmara ponha a funcionar a FIL da margem sul.

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TST prolonga campanha de descontos

Campanha de descontos prolongada após aumento de 45% nas vendas.

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A rodoviária Transportes Sul do Tejo anunciou esta terça-feira que vai prolongar a sua campanha de descontos até ao dia 28 de fevereiro, referindo que conseguiu um aumento de 45% dos títulos vendidos com a iniciativa. “A continuação da campanha deve-se ao enorme sucesso desta iniciativa, com a adesão de mais de 160 mil pessoas. Desde o início da campanha já foram vendidos mais 45% destes títulos do que em igual período do ano anterior”, refere a empresa em comunicado. A campanha, anunciada em setembro e inicialmente marcada para o período entre 01 de outubro e 31 de dezembro, implica uma redução de preços nas tarifas de bordo que abrange todas as carreiras com este tipo de solução de pagamento, incluindo os trajetos para Lisboa, em mais de 90 carreiras. Os descontos variam entre os 0,65 e os 1,40 euros. “A campanha mantém o seu objetivo inicial de incentivo à utilização do transporte público nas deslocações ocasionais e de angariação de novos clientes, fomentando as opções de mobilidade nas áreas onde a TST atua”, frisa a empresa. A TST, empresa do Grupo Arriva, tem sede no Laranjeiro e desenvolve a sua atividade na Península de Setúbal. Serve uma população de cerca de um milhão de habitantes, abrangendo os concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal, incluindo ligações a Lisboa.

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Dois mariscadores continuam desaparecidos após uma semana de buscas no Tejo

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A área de intervenção das equipas é cada vez maior, abrangendo zonas do Tejo desde o município de Vila Franca de Xira (Alhandra) até Almada.

As buscas para encontrar dois mariscadores que desapareceram no rio Tejo no sábado passado, quando apanhavam amêijoa, continuam sem qualquer resultado, disse hoje à agência Lusa fonte da Polícia Marítima.

Tanto a Polícia Marítima, como o Centro Coordenador de Busca e Salvamento Marítimos, referiram à agência Lusa que ao fim de sete dias de buscas, a área de intervenção das equipas é cada vez maior, abrangendo zonas do Tejo desde o município de Vila Franca de Xira (Alhandra) até Almada.

No sábado passado, por volta das 12:30 horas, foi dado o alerta do desaparecimento de três mariscadores no Rio Tejo, tendo o corpo de um deles sido encontrado já sem vida, a meio da tarde desse mesmo dia.

Segundo fonte da PSP, o corpo desse mariscador foi avistado na Ponta dos Corvos, concelho do Seixal, por um helicóptero da Força Aérea que esteve envolvido nas buscas.

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Centenas arriscam a vida no Tejo

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Ganham entre 50 e cem euros por dia. Amêijoa há com fartura e com a crise surgiram mariscadores sem ligação ao rio e que desconhecem os perigos.

Ao início da noite um dos mariscadores apareceu cadáver na Ponta dos Corvos, em frente ao Seixal.

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TST avança para nova greve

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Os trabalhadores da Transportes Sul do Tejo (TST) decidiram esta sexta-feira avançar com uma paralisação no dia 2 de Abril.
Os trabalhadores da TST decidiram avançar com uma greve de uma semana ao trabalho extraordinário.

Esta sexta-feira os funcionários estão a cumprir uma paralisação de 24 horas, que começou as 03h00.

“Os trabalhadores vão fazer uma greve de uma semana, entre 1 e 8 de Abril, e no dia 2 de Abril vão efectuar uma greve de 24 horas junto à Autoridade para as condições de trabalho de Almada”, disse à agência Lusa João Saúde, do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal.

Na próxima segunda-feira, dia 2 de abril, os trabalhores realizam também um plénario para decidir novas formas de luta.

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