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Trabalhadores dos TST decidem avançar com novas greves

Os trabalhadores dos Transportes Sul do Tejo decidiram, esta sexta-feira, avançar para uma semana de greve ao trabalho extraordinário e efetuar uma greve de 24 horas no dia 2 de abril

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Os trabalhadores dos TST, que estão esta sexta-feira a cumprir uma paralisação de 24 horas, que começou às 03.00 horas, efetuaram um plenário na sede da empresa, no Laranjeiro, para discutir a caducidade do acordo de empresa (AE) e novas formas de luta por aumentos salariais.

“Os trabalhadores vão fazer uma greve de uma semana, entre 1 e 8 de abril, ao trabalho extraordinário, e no dia 2 de abril vão efetuar uma greve de 24 horas junto à Autoridade para as Condições de Trabalho [ACT] de Almada”, disse João Saúde, do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal (STRUP).
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Novos percursos das carreiras dos TST não agradam a autarquias e utentes

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A empresa Transportes Sul do Tejo procedeu hoje a uma alteração de horários e carreiras na Península de Setúbal, que diz corresponder a uma “optimização do serviço”, mas autarquias e populações consideram tratar-se de um ataque à mobilidade”.
“Os TST, jogando com a inoperância, e até talvez com a cumplicidade, da Autoridade Metropolitana de Transportes, organismo onde os representantes do Governo estão em maioria, arroga-se no direito de implementar novos cortes e alterações de percursos, sem o parecer prévio dessa Autoridade, do Município de Almada e desta comissão”, diz, em comunicado, a Comissão de Utentes dos TST.

A tomada de posição dos representantes dos utentes da empresa TST surge na sequência das alterações de percursos e supressão de algumas carreiras, que a empresa justifica com uma “redução de 23 milhões de passageiros nos últimos cinco anos”.

“Só no ano de 2013, esta quebra cifrou-se em menos 5,3 milhões de passageiros”, refere a empresa em comunicado enviado à Lusa, em que também defende a necessidade de adaptar a oferta à procura, de forma a não colocar em risco os postos de trabalho.

A empresa alega ainda que, “num total de 190 carreiras da TST, a optimização de rede teve as seguintes alterações: criação de duas novas careiras, alteração de percurso de uma carreira, supressão de quatro carreiras (duas destas asseguradas por outras carreiras), alteração de horário e percurso de 5 carreiras e ajustamento de algumas circulações de 72 carreiras”.

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Estuário do Tejo está a caminhar para ser uma zona balnear

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Há 50 anos parecia impossível, hoje começa a tornar-se realidade. O fim da indústria pesada na margem sul do Tejo e o tratamento dos esgotos melhoraram a qualidade da água, e estão a transformar o estuário numa zona balnear.
Carla Graça, da associação ambientalista Quercus, estima, contudo, que será preciso, pelo menos, uma década até que as praias na margem Sul do estuário do Tejo – em Almada, no Seixal, no Barreiro, na Moita, no Montijo, em Alcochete – sejam uma realidade. E isso, alerta, acontecerá apenas se o ritmo atual de recuperação do estuário se mantiver.
Em última instância, tudo depende “do plano de desenvolvimento para a região nos próximos anos”. Nomeadamente, da decisão sobre a transferência do terminal de contentores de Lisboa para a Trafaria, em Almada, que “pode ter um grande impacto negativo na qualidade da água e de toda a zona balnear a sul do Tejo”.
E pode parar o caminho que trouxe o informático Artur Mendes, de 41 anos, a revisitar, com a filha, Ana, de cinco, memórias de infância na praia da Ponta dos Corvos, no concelho do Seixal, a primeira do estuário do Tejo a ser classificada pela Agência Portuguesa do Ambiente como zona balnear, em maio deste ano.
“Vim apresentar a praia à minha filha. Quando era mais novo, andei aqui uns anos a nadar. Depois, porque cresci, e devido à má qualidade da água, deixei de vir”, contou à Lusa.

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Tonelada e meia de amêijoa apreendida em operação no rio Tejo

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A Polícia Marítima apreendeu hoje uma tonelada e meia de amêijoa e identificou cerca de 20 pessoas durante uma operação realizada na zona da praia do Samouco, no concelho de Alcochete.
“Foi efetuada uma operação, com a colaboração da ASAE, de combate à apanha ilegal de amêijoa no rio Tejo e à sua comercialização. Foi apreendida cerca de uma tonelada e meia de amêijoa e foram identificados 20 indivíduos, dois dos quais de nacionalidade estrangeira”, disse à agência Lusa fonte da Polícia Marítima.
Segundo a mesma fonte, durante a operação foram ainda apreendidas duas viaturas e 30 ganchorras, que são um objeto utilizado para o arrasto.
A operação decorreu na zona da praia do Samouco, no concelho de Alcochete.
“Com estas ações que a Polícia Marítima tem efetuado no rio Tejo pretende dissuadir e reprimir esta atividade ilícita da apanha de amêijoas, bem como eliminar todo o circuito de comercialização”, concluiu.

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Cerca de 20 golfinhos foram vistos no Estuário do Tejo

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Cerca de 20 golfinhos foram vistos no estuário do Tejo no sábado, um fenómeno cada vez mais comum e motivado pelos novos cardumes que surgem no rio com a sua despoluição, considerou hoje à agência Lusa uma bióloga.

A Câmara de Lisboa anunciou na segunda-feira à noite que um grupo de cerca de 20 golfinhos, com várias crias, foi avistado no rio Tejo, junto a Lisboa. Os golfinhos foram vistos entre Algés e Paço de Arcos por um grupo de amigos que velejava no Tejo em direcção a Cascais. “De início ficámos incrédulos e como tínhamos dúvidas se seriam realmente golfinhos decidimos aproximar-nos deles. Quando nos aproximamos os golfinhos saudaram-nos com saltos e piruetas e acompanharam-nos durante algumas milhas”, contaram à agência Lusa dois dos tripulantes, Fernando Silva e Gonçalo Ferreira.

Contactada pela agência Lusa, a bióloga que coordena um plano de acompanhamento de roazes-corniveiros no estuário do Sado, liderado pelo Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), Marina Sequeira, disse que este fenómeno “já não é assim tão raro como isso”. “Os golfinhos comuns já entraram várias vezes no estuário do Tejo nos últimos anos: foram vistos na marina de Cascais e na praia de Carcavelos. Estes golfinhos são oportunistas e andam sempre à procura de alimento. Podem ter visto um cardume de peixe maior que os seduziu a entrar no estuário”, explicou Marina Sequeira. A bióloga do ICNB disse ainda que um dos motivos de atracção dos golfinhos ao Tejo “pode estar na melhoria da qualidade da água” do rio, já que “a melhor qualidade da água pode trazer o estabelecimento de peixe de qualidade que alimenta os golfinhos comuns”.

Ainda assim, essa melhoria da qualidade da água e de maior número de alimento não vai fixar populações de golfinhos comuns no estuário, salientou a bióloga. “O golfinho comum é uma espécie que está sempre em movimento, que se desloca ao longo da costa à procura de alimento. A fixação de residentes não acontece na sua espécie”, explicou Marina Sequeira. Para a Câmara de Lisboa, este grupo de 20 golfinhos no Tejo é “uma prova de que o rio está no bom caminho”, depois de, em Janeiro deste ano, os esgotos da frente ribeirinha da cidade, que corriam directamente para o Estuário, começassem a ser desviados para a Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Alcântara.

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Municípios do Arco Ribeirinho reúnem com AICEP para alavancar projecto na frente do Tejo

Fotos : Jornal da Região

O projecto do “Arco Ribeirinho Sul” é visto pelos presidentes das câmaras de Almada, Seixal e Barreiro como uma das grandes “oportunidades de investimento” gerador de desenvolvimento dos terrenos da Lisnave, Siderurgia e Quimiparque.

No decurso das iniciativas para a promoção deste território na frente do Tejo, os três autarcas, eleitos pela CDU, reuniram ontem, 13 de Março, com o presidente e o administrador executivo da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

Transmitiram a disponibilidade dos três municípios em se “assumirem como interlocutores directos da AICEP na promoção do projecto “Arco Ribeirinho Sul”, no espaço nacional e internacional, para atrair novos investidores”.

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Fotos : Jornal da Região

Obras Metro Sul do Tejo 2004

fevereiro 2004


MAIO 2004


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Obras Metro Sul do Tejo – 2003

Metro Sul do Tejo 2003

1999 viagem de comboio Fertagus na ponte sobre o Tejo

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