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Passageiros invadem terminal do Barreiro

Desespero levou utentes a forçar entrada nos barcos. Polícia interveio e INEM foi chamado.

A redução de carreiras na ligação fluvial Barreiro-Lisboa obrigou ontem à intervenção da PSP e da Polícia Marítima, depois de centenas de passageiros, em desespero por não conseguirem transporte, terem procurado forçar a entrada nos barcos.

“Foi uma grande confusão. As pessoas chegavam, o terminal estava cheio, começaram aos gritos, a partir portas, queriam bater aos seguranças e à Polícia Marítima. Chegou a polícia de intervenção e as coisas acalmaram”, contou ao CM Andreia Gouveia, funcionária de um café do terminal do Barreiro. Segundo Marina Ferreira, administradora da Soflusa, o INEM teve de assistir duas mulheres e “parte da estação ficou destruída”. A responsável admitiu que a ligação fluvial “está limitada a quatro navios, em vez dos seis obrigatórios” porque dois encontram-se em reparação em Peniche. “O Damião de Góis e o Jorge de Sena estão a aguardar entrada em funcionamento”, disse, frisando que a empresa procura “mergulhadores certificados, que não há muitos, para verificar condições de navegabilidade”. Marina Ferreira espera solução “até final da semana”, mas para já pediu ajuda aos passageiros.

“Tentem organizar as deslocações para antes das 08h00 ou depois das 09h00, porque a essa hora vai com certeza haver falhas”, disse. A responsável atribui o problema à tentativa de recuperar os barcos após “as restrições financeiras dos últimos anos”. Marina Ferreira nota que também as ligações da Transtejo ao Seixal e Montijo “estão no limite”, com dois barcos cada, e a aguardar, “até final do mês”, o regresso de dois catamarãs em reparação.

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Estudo de impacte ambiental do Terminal de Contentores do Barreiro volta à estaca zero

Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, pediu que o actual estudo de impacto ambiental fosse suspenso, depois de a autarquia ter manifestado descontentamento quanto à localização da infraestrutura. Agora vai ser feito o estudo de um novo local. Ambientalistas da ZERO estão satisfeitos

A ZERO/Associação Sistema Terrestre Sustentável manifestou hoje (26) satisfação pela decisão de se efectuar novo estudo de impacto ambiental para o Terminal de Contentores do Barreiro e de equacionamento de novo local.

Em comunicado, a ZERO considera que a suspensão da avaliação de impacte ambiental do Terminal de Contentores do Barreiro e o estudo de um novo local, hoje noticiado pelo jornal Expresso, permitirá um repensar e uma reavaliação do projeto.

“Esta opção irá certamente melhor servir o interesse público e das populações, podendo vir a garantir uma efetiva requalificação de toda a zona envolvente e proteja o ecossistema do Estuário do Tejo, um recurso valioso para as populações ribeirinhas”, salienta a associação.

A ZERO lembra que o local agora descartado foi alvo de uma consulta pública que terminou em 16 de junho, tendo esta associação considerado que a infraestrutura proposta não estava suficientemente justificada e enquadrada à escala regional e nacional e teria impactes negativos irreversíveis que causariam incumprimentos da legislação nacional e europeia em determinados domínios e pondo em causa objetivos de longo prazo do país.

“A ZERO, não obstante entender que existiam aspetos positivos associados ao projeto, selecionou um conjunto de elementos que nos pareciam críticos, nomeadamente ao nível das dragagens e impactes no Estuário do Tejo, na paisagem e estrutura ecológica da região, na qualidade do ar e emissões de gases com efeitos de estufa e no ruído, e que nos levaram a considerar que o projeto, com as características que tinha, merecia um parecer desfavorável da nossa parte”, argumenta a associação.

A ZERO considerou, ainda, que a infraestrutura proposta tinha impactes negativos irreversíveis que conduziriam Portugal ao incumprimento de legislação nacional e europeia.

Segundo a associação ambientalista, os valores calculados para os poluentes, partículas em suspensão (PM10) e dióxido de azoto (NO2) mostravam que haveria na área da infraestrutura, e em zonas residenciais próximas, um incumprimento, por vezes extremamente elevado, dos valores-limite, o que não é admissível face ao cumprimento de legislação nacional e europeia nesta matéria.

Quanto ao ruído, a Zero refere que, tendo em conta a ultrapassagem atualmente verificada dos valores-limite dos indicadores Lden e Ln presentes nos mapas de ruído em áreas ainda significativas no concelho do Barreiro, parece demasiado otimista admitir que o agravamento aquando da fase de construção e depois de exploração do terminal causaria apenas uma excedência dos valores-limite em determinados locais e de forma ligeira.

“Com o ruído proveniente dos navios, das operações de carga/descarga e do tráfego intenso de camiões (25 na fase de construção e 229 na fase 2 de exploração), o incómodo e o incumprimento quase certo dos valores-limite dos parâmetros citados será certamente grave e merece medidas de minimização assertivas e uma avaliação muito mais cuidada do problema”, acrescentou a ZERO.

Segundo o Expresso, a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, pediu que o estudo de impacto ambiental do terminal do Barreiro fosse suspenso, depois de a autarquia ter manifestado descontentamento quanto à localização da infraestrutura.

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Câmara do Barreiro quer terminal de contentores mas sem prejudicar vista da Avenida da Praia

A Câmara Municipal do Barreiro anunciou que defende o novo terminal de contentores no concelho, mas rejeita a hipótese de a vista da Avenida da Praia, marginal no centro da cidade, ser afectada pela infra-estrutura.

“A Câmara Municipal do Barreiro e o seu presidente têm defendido, desde sempre, que o terminal de contentores do Barreiro só será um contributo para o desenvolvimento do concelho, compatibilizando a actividade portuária com o projecto da Terceira Travessia do Tejo e com o ordenamento da cidade, incluindo a frente ribeirinha. A Avenida da Praia não pode ser afectada nas suas vistas”, refere a autarquia em comunicado.

A autarquia refere que pretende esclarecer as questões colocadas sobre o tema à Câmara, durante o Período de Discussão Pública do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da Plataforma Multimodal do Barreiro.

As questões estão relacionadas com as imagens que existem sobre a implementação do terminal no território no EIA, em que é possível ver a expansão do terminal para a zona da avenida da Praia, a marginal no centro da cidade, afectando a sua vista sobre o rio e sobre Lisboa.

“A preservação da Avenida Bento Gonçalves, conhecida como Avenida da Praia, e a sua função essencial de ligação ao rio constitui objecto central da intervenção da Câmara Municipal do Barreiro. Estas têm sido as posições assumidas pela autarquia barreirense em vários momentos e que serão reafirmadas na resposta formal, que está a ser preparada no âmbito da discussão pública do Estudo de Impacto Ambiental”, acrescenta.

A autarquia defende que a primeira fase do terminal, com um cais de 796 metros, vá até ao início da avenida, na zona do Clube de Vela do Barreiro, e que a segunda fase, que prevê um aumento do cais para cerca de 1500 metros, se faça para nascente e não em direcção à avenida.

A autarquia barreirense, liderada por Carlos Humberto (CDU), salienta ainda que a ampliação da actividade portuária no Barreiro é importante para a redinamização da actividade económica no território da ex-CUF/Quimigal, actual Baía do Tejo.
Candidatos do PSD e PS tomam posição sobre o tema

Bruno Vitorino, vereador e candidato do PSD à Câmara Municipal do Barreiro, já tinha exigido esclarecimentos ao governo e à autarquia, referindo que o potencial da zona ribeirinha do Barreiro iria ser “destruído”.

“Este projecto nunca tinha sido apresentado à população. É muito estranho o facto de somente agora, em fase de consulta pública, o mesmo surja, uma vez que alterou totalmente o projecto inicial que tinha sido discutido e que sempre teve em cima da mesa”, disse, salientando que é preciso “compatibilizar as diferentes actividades económicas e turísticas”.

Bruno Vitorino diz mesmo que as imagens desse novo projecto são “absurdas” pois assim iria “arruinar completamente um dos pontos estratégicos do Barreiro, que é a Avenida da Praia e a sua vista para o rio, bem como todo o seu potencial turístico. O que é importante é compatibilizar as diferentes actividades económicas, algo que sempre esteve previsto”.

“Espero que isto não seja uma manobra de diversão do Governo, para intoxicar a opinião pública, colocando a população contra o terminal de contentores, e justificando desta forma a não concretização do projecto. Será esse o objectivo?” questiona.

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Almada – Placas de fibrocimento do telhado do Terminal Fluvial de Cacilhas

CDS/PP exige intervenção para a remoção total das placas.

Nuno Magalhães, deputado do CDS eleito por Setúbal, quer saber se o Ministério do Ambiente tem conhecimento da existência de placas de fibrocimento no telhado do Terminal Fluvial de Cacilhas e quando irá proceder a uma intervenção para a remoção total das placas.

O deputado do CDS pergunta ainda ao Ministro se este não considera que a não remoção dessa estrutura pode considerar um perigo para a saúde pública, nomeadamente para os utentes e para os profissionais que se deslocam e operam diariamente no respetivo terminal.

O Terminal Fluvial de Cacilhas é uma infraestrutura do Grupo Transtejo, integrada no equipamento para a prestação de serviço público de transporte fluvial entre as duas margens do Rio Tejo, parte do sistema global da Área Metropolitana de Lisboa, mais concretamente entre Cacilhas/Cais do Sodré.

Deste Terminal fazem uso milhares de utentes que diariamente escolhem o transporte fluvial para atravessar as duas margens.

O Terminal Fluvial de Cacilhas está integrado numa rede de transportes que prestam serviço público, como são o caso da TST (Transportes Sul do Tejo), do MTS (Metro Transportes do Sul) e de táxis, sendo ainda complementado por parqueamento automóvel.

É da máxima utilidade a fomentação dos transportes públicos coletivos, tendo em vista também o descongestionamento do tráfego automóvel dentro das cidades, diminuir o tempo de deslocação das viagens, e a criação de bons hábitos ambientais, mitigando a emissão de gases poluentes na atmosfera.

O Terminal Fluvial de Cacilhas é um equipamento que data de 1978, tendo sofrido obras de remodelação em 2010, nomeadamente, com a instalação de sanitários e o posto de venda de bilhetes.

O telhado da infraestrutura em questão é constituído por placas de fibrocimento, sendo que o mesmo não foi intervencionado aquando das obras de requalificação do Terminal.
Está provado que a exposição continuada às partículas libertadas pelas placas de fibrocimento é potencial causadora de graves problemas de saúde.

Está contemplada na Missão do Grupo Transtejo a prestação do serviço de transporte público fluvial de passageiros e veículos com padrões elevados de qualidade e segurança, segundo critérios de sustentabilidade económico-financeira, social e ambiental, tal como os Valores contemplados no mesmo Grupo, onde se realça o respeito pelos direitos das pessoas e a proteção do ambiente e promoção da segurança das pessoas e bens.
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Governo quer novo terminal de contentores decidido até ao fim do ano

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A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, afirmou hoje que o Barreiro vai ter um projeto de desenvolvimento e que o novo terminal de contentores está a ser estudado e deve haver decisões no final do ano.

“Este projeto tem um calendário conhecido. O Estudo de Impacte Ambiental será concretizado até ao verão, segue-se a consulta pública e, depois, os estudos sobre as dragagens feito pelo LNEC [Laboratório Nacional de Engenharia Civil]. Determinei, também, uma avaliação económico-financeira e penso que, até ao final do ano, poderemos tomar uma decisão”, disse, durante uma visita ao Barreiro.

A ministra explicou que assumiu com a autarquia o compromisso de ter um projeto de desenvolvimento para o concelho, referindo que já existiram muitos casos de “expetativas adiadas” no Barreiro.

“O compromisso que assumi é que as decisões serão tomadas tão cedo quanto possível e que teremos sempre um projeto de desenvolvimento para o Barreiro. Se for o terminal de contentores, melhor, mas de certeza que teremos um projeto a implementar com a Câmara Municipal do Barreiro”, salientou.

Ana Paula Vitorino explicou que são os estudos, que estão a decorrer, que vão determinar o que poderá ser feio.

“O que está em causa não é se fazemos algum investimento no Barreiro ou não, mas que tipo de terminal, se é de contentores ou outro tipo de infraestrutura. O investimento portuário no Barreiro não esteve em causa, tem de ser feito. Agora, depende dos estudos”, afirmou.

A ministra disse, ainda, que existem operadores que têm manifestado interesse no terminal no Barreiro, mas também nos restantes existentes no país.

“Existe grande interesse de operadores internacionais em investir no sistema portuário português e esse interesse não desaparece em meses. Não é pelo [facto de o] Estudo de Impacte Ambiental terminar em setembro que deixa de haver interesse”, defendeu.

O presidente da Câmara do Barreiro, Carlos Humberto, considerou, por seu turno, que é preciso que os estudos avancem de forma rápida.

“São necessários estudos, mas é preciso que sejamos rápidos, pois potenciais interessados podem depois aproveitar outras oportunidades. Esta infraestrutura será importante para a criação de atividade económica e emprego”, disse.

O novo terminal de contentores de Lisboa está a ser estudado para se localizar no concelho do Barreiro, no território do parque empresarial da Baía do Tejo.

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Homem encontrado morto junto ao terminal de Cacilhas

Um homem foi encontrado morto segunda-feira à noite junto ao terminal fluvial de Cacilhas, sendo ainda desconhecidas as causas da morte.

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De acordo com fonte da Polícia Marítima, o alerta foi dado via 112, pelas 23.30 horas de segunda-feira, por uma testemunha ocular que se encontrava no local e que viu o homem dentro de água.

Quando as autoridades chegaram ao terminal fluvial, o homem, cuja idade aparenta 30 a 35 anos, já estava morto, de acordo com a mesma fonte.

O corpo, que não tinha identificação, foi transportado para a morgue do hospital Garcia da Horta, em Almada, e o caso entregue à Polícia Judiciária.

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Pedro Passos Coelho afirmou ao jornal «Rostos» Em visita que fará ao Barreiro vai destacar o projecto do Terminal de Contentores

Estamos abertos a receber esse tipo de investimento
Pedro Passos Coelho, ontem à tarde, no decorrer da visita à Ribeiralves, na Moita, respondendo a uma pergunta do jornal «Rostos», sobre o projecto de alargamento do Porto de Lisboa para o Barreiro, sublinhou que no âmbito da campanha eleitoral, fará uma visita ao Barreiro – “para podermos destacar esta questão”.

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O líder da Coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP), salientou que – “há algum tempo atrás criámos, aquilo a que se chama, uma visão estratégica para a expansão portuária na área de Lisboa, que pode vir a receber mais contentorização, mais mercadorias, que podem depois ser retransportadas para outros portos”

Se houver interesses privados

“Sabemos que. Lisboa tem boa capacidade para acolher esses movimentos, também o Barreiro tem, portanto, se houver interesses privados que queiram investir nessa capacidade”, referiu.

Estamos abertos a receber esse tipo de investimento

“Uma vez que o Estado considera que ela aqui pode ser explorada e os municípios consideram que seria uma vantagem, nós estamos abertos a receber esse tipo de investimento, para aumentar a nossa capacidade de recepção de carga que seja destinada ao ‘hinterland’ ibérico, seja destinada a retransportar a outras partes da Europa”, acrescentou Pedro Passos Coelho.
Pelo que sabemos a visita de Pedro Passos Coelho ao Barreiro – Baía do Tejo- deverá ocorrer no próximo dia 22 de Setembro.
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Henrique Neto “Porto no Barreiro não serve para nada”

Henrique Neto, candidato a Presidente da República, manifestou desagrado para com o interesse na construção do terminal do Barreiro.

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“Está-se a pensar fazer um porto no Barreiro que não serve para nada”, indicou Henrique Neto, de acordo com o Jornal de Negócios.

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Candidatura de 6,5 ME para estudar novo terminal de Lisboa no Barreiro

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O presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes, João Carvalho, afirmou hoje ter sido apresentada uma candidatura de 6,5 milhões de euros para estudos sobre a localização do novo terminal de contentores de Lisboa no Barreiro. “Temos que explicar a todos os velhos do Restelo que a margem norte está saturada e perto do limite e que o desenvolvimento terá que ser na margem sul. Apresentámos uma candidatura a Bruxelas de 6,5 milhões para efetuar os estudos necessários sobre o novo terminal no Barreiro”, afirmou. O responsável referiu que, nesta fase, foram apresentadas candidaturas a fundos comunitários por parte dos vários estados-membros, explicando que aguardam pelo resultado.

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Assembleia Municipal unânime na defesa do novo terminal de contentores no Barreiro

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A Assembleia Municipal do Barreiro aprovou, por unanimidade, uma moção em defesa do novo terminal de contentores de Lisboa no concelho, referindo que a infraestrutura pode ser um “importante polo de desenvolvimento”.

A Assembleia Municipal, órgão em que a CDU é força maioritária, realizou hoje uma sessão extraordinária para debater o novo terminal de contentores no Barreiro, com várias forças políticas a apresentarem moções.

Após uma intervenção do presidente da autarquia, Carlos Humberto (PCP), que apelou à união, os grupos municipais dos vários partidos reuniram-se e conseguiram chegar a acordo, num documento que foi aprovado por unanimidade por todas as forças politicas representadas – CDU, PS, PSD, BE e Movimento Independente.

“Temos procurado colocar o assunto no mapa dos investimentos do país e o Barreiro é o único local em estudo para receber o terminal. Temos vários interessados e o concurso para o Estudo de Impacte Ambiental e Estudo Prévio de Engenharia deve avançar em maio”, disse Carlos Humberto.

O autarca referiu que o investimento não deve ser visto como apenas um aumento da atividade portuária no concelho, mas sim como uma Plataforma Multimodal no Barreiro.

“Queremos que seja mais que um porto, queremos que seja uma plataforma portuária, logística, industrial e tecnológica, não apenas na área conquistada ao rio, mas também nos mais de 350 hectares do Parque Empresarial da Baía do Tejo e de outros territórios anexos”, defendeu.

Apesar de ser o único local em análise, Carlos Humberto referiu que é preciso continuar a trabalhar para que o terminal de contentores no Barreiro seja uma realidade.

“Penso que é um processo cada vez mais irreversível, mas a decisão do governo foi de estudar mais aprofundadamente a localização no Barreiro, o que não é a mesma coisa que decidir. Temos que ter cautela e continuar a trabalhar para que o projeto avance, até porque existe que não esteja de acordo”, frisou.

O autarca anunciou também que vão ser realizados debates sobre as questões portuárias

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