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Há cinco grupos na corrida aos terrenos da antiga Lisnave

Empresa Baía do Tejo já registou manifestações de interesse de norte-americanos, chineses, britânicos e portugueses para o projeto de Cacilhas.

Neste momento, há cinco grupos, de forma isolada ou em consórcio, na corrida para o investimento no projeto imobiliário que deverá arrancar nos 53 hectares da Margueira, nos terrenos no estuário do Tejo, concelho de Almada, onde se localizavam as instalações fabris da antiga Lisnave, em Cacilhas. Em declarações à comunicação social na passada quarta-feira, Jacinto Pereira, presidente da Baía do Tejo, empresa estatal do universo da Parpública que gere este espaço, revelou que estão interessados neste investimento um grupo chinês, um grupo britânico, um grupo norte-americano e dois consórcios que integram empresas portuguesas. O investimento previsto para este projeto, designado como ‘Cidade da Água’, deverá oscilar entre mil e 1,5 mil milhões de euros.

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Pesca de milhões na margem do Tejo

Terrenos da Lisnave, Quimigal e Siderurgia Nacional estão a ser vendidos no estrangeiro. Mas reabilitar não será fácil.

lisnave

Após a presença no MIPIM, certame de imobiliário em Cannes (França) aonde foram os presidentes das câmaras de Almada, Barreiro e Seixal , em que o Lisbon South Bay atraiu investidores do Reino Unido, Marrocos e Hong Kong, seguem-se agora apresentações no Brasil.

Lisbon South Bay: A “porta atlântica” que quer conquistar o Brasil

Projeto de dinamização económica da cidade de Lisboa e da Margem Sul ruma ao Brasil
Este mês, a empresa Baía do Tejo ruma ao Brasil para apresentar um dos mais inovadores projetos empresariais portugueses e que visa dinamizar a zona económica de Lisboa e da Margem Sul.
O Lisbon South Bay foca-se na requalificação de três zonas situadas nas margens do rio Tejo: Lisboa, Barreiro, Seixal e Almada. Lembrando que estas foram zonas que sempre contribuíram para a dinamização económica da cidade e do país, o projeto, da autoria da empresa Baía do Tejo, quer atrair mais investimento estrangeiro.

O projeto inclui também espaço para habitação, tornando a zona mais atrativa não só para os de fora, mas para os que já moram nestas zonas. Criar mais emprego é outra das finalidades do projeto que se quer tornar numa referência a nível nacional.

Para que isso aconteça, vai começar a ser apresentado lá fora. Depois de Cannes, o Brasil é o próximo território a conhecer melhor esta iniciativa, que quer mostrar que estas zonas possuem as condições para qualquer tipo de negócios, indicou fonte da Baía do Tejo ao Notícias ao Minuto. O arquiteto Sérgio Saraiva será o responsável pela apresentação.

“Em coordenação com a Invest Lisboa, a Lisbon South Bay vai estar presente num roadshow por 4 cidades brasileiras, onde serão efetuadas diversas palestras sobre as oportunidades, vantagens e incentivos da região de Lisboa para investimentos, empresas e empreendedores brasileiros”, conta o também administrador executivo da Baía do Tejo.

Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro serão as cidades onde o projeto será apresentado. “Os eventos terão lugar nas várias embaixadas e consulados e certamente contarão com a presença de empresas brasileiras interessadas em garantir a sua presença em Portugal”, diz o arquiteto.

O objetivo, esclarece, “é conseguir contactar com empresários e sinalizar os territórios geridos pela empresa como excelentes oportunidades”, provando que Lisboa é a melhor “porta atlântica para as empresas brasileiras entrarem no mercado europeu”.

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