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Inaugurado memorial com nomes das vítimas do Meco

Um bloco de mármore em bruto sobre outro trabalhado, com seis nomes gravados, perpetua, a partir deste domingo, na praia do Meco, Sesimbra, a memória dos seis jovens que morreram no local, em 2013.

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O memorial, da autoria do escultor João Cutileiro, foi colocado nas dunas, na mesma zona de praia onde, a 15 de dezembro de 2013, os seis jovens morreram afogados, depois de se terem deslocado para a praia durante a noite, no âmbito de um fim de semana para debater as praxes académicas.

Os seis, com outro jovem que se salvou, eram estudantes universitários e pertenciam à comissão de praxes. Os pais levaram o caso à justiça e sempre consideraram que as reais circunstâncias da morte nunca foram esclarecidas.

Este domingo, na sequência de um pedido dos pais de construção de um memorial, que a Câmara apoiou, fez-se a cerimónia de inauguração, com familiares e amigos das vítimas no local, e muitas flores colocadas junto do monumento, na areia.

O presidente da Câmara de Sesimbra, Augusto Pólvora, em breves palavras, lembrou a noite em que, por razões desconhecidas e “até hoje não esclarecidas”, os jovens foram para a praia e os dias de busca que se seguiram.

Meses depois, disse, foi contactado pelos pais para a construção do memorial, um apelo a que não podia ficar indiferente, ele que também perdeu o pai no mar, contou.

A obra, disse, é uma homenagem aos jovens que morreram mas também à perseverança dos pais e aos que, de todas as idades, “o mar levou a vida”.

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“Dux” João Gouveia faltou ao debate instrutório sobre tragédia do Meco

O “dux” da Universidade Lusófona, João Gouveia, faltou, esta segunda-feira, ao debate instrutório sobre a morte de seis jovens na praia do Meco, que decorre no Tribunal de Setúbal. Pai do único sobrevivente da tragédia, justifica ausência do filho, que diz ser “o mais interessado em esclarecer a verdade”.

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O único arguido do processo, João Gouveia, é também o único sobrevivente da tragédia que causou a morte dos seis jovens, dois do sexo masculino e quatro do sexo feminino, na praia do Meco, concelho de Sesimbra, no distrito de Setúbal.

João Gouveia, pai do “dux” João Miguel Gouveia, confirmou aos jornalistas que o filho não iria estar presente na audiência, mas não revelou o motivo que levou o filho a faltar ao debate instrutório, esta segunda-feira, no Tribunal de Setúbal. “Não foi ele que tomou essa decisão. Mais para ao final da audiência ficarão a saber porquê, disse, recusando a ideia de haver uma estratégia de silêncio.

“A estratégia foi sempre prestar todos os contributos para o apuramento da verdade, no lugar certo e junto das pessoas competentes”, disse. “O apuramento da verdade é o que mais interessa ao João e à família e também aos familiares dos jovens que morreram”, disse o pai do jovem.

“Durante meses a fio, sem invocar ser arguido, o meu filho disponibilizou-se para prestar todos os esclarecimentos possíveis”, disse João Gouveia, pai. Fê-lo através da irmã, “num momento em que ainda estava bastante fragilizado”, mas “depois isso deixou de ser possível”, em face das acusações públicas e condenações na praça pública.

João Gouveia disse “respeitar demasiado a dor dos pais e a morte dos jovens para entrar em polémicas” e garantiu, ao contrário do que dizem alguns familiares das vítimas, que o filho esteve sempre disposto a falar. “Pouco depois da tragédia, falou com a mãe de uma das vítimas”, revelou o pai de João Miguel Gouveia.

“Parece-me que a investigação de oito meses foi tão exaustiva e que, com clareza, ilibou completamente qualquer tipo de situação menos adequada. Para além do drama moral, psicológico, que é ver partir os seus amigos, poder ele também ter partido, e agora ao fim deste tempo assistir a este tipo de situação”, disse o pai de João Gouveia.
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Famílias dos jovens que morreram na praia do Meco pediram abertura de instrução

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As famílias dos seis jovens que morreram na praia do Meco a 15 de dezembro do ano passado entregaram esta segunda-feira o pedido de abertura da instrução do processo, no Tribunal de Almada, disseram à Lusa familiares das vítimas.

“Esperamos que haja julgamento e que o João Gouveia – único sobrevivente da tragédia que ocorreu na praia do Meco, em Sesimbra -, nos esclareça todas as dúvidas em tribunal”, disse à Lusa Fernanda Cristóvão, mãe de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Universidade Lusófona que morreu na praia do Meco.

“Os familiares dos seis jovens estão unidos e convictos de que a investigação realizada ficou pela rama e que há muito por contar. Hoje [segunda-feira] vieram aqui ao Tribunal de Almada familiares de todas a vítimas, com exceção dos familiares da Andreia, que residem no Algarve, na esperança de que o caso seja analisado por um juiz”, acrescentou Fernanda Cristóvão.
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Meco: Pedras nos pés eram, afinal, bolas de natal

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O despacho de arquivamento do Ministério Público de Almada relativo à morte de seis estudantes na praia do Meco dá conta de que, afinal, não houve excesso de álcool na noite de 15 de dezembro de 2013 e que os estudantes não tinham pedras atadas aos pés.~
O Expresso teve acesso ao despacho de arquivamento do caso do Meco e dá conta, na sua edição diária, que não há indícios da prática de crime pelo jovem João Gouveia.

Inquérito à tragédia do Meco arquivado por se tratar de “acidente”
O Ministério Público (MP) arquivou o inquérito à morte de seis jovens na praia do Meco, concluindo ter sido um acidente, foi hoje noticiado, mas o pai de uma das vítimas disse à Lusa que ainda não foi notificado.

O jornal Correio da Manhã avança na sua edição de hoje que o caso foi arquivado pelo MP na quinta-feira, enquanto o Diário de Notícias refere que o MP de Almada concluiu que foi um acidente e que não pode ser imputada qualquer responsabilidade criminal ao único sobrevivente da tragédia, João Gouveia, devendo o despacho de arquivamento ser divulgado nos próximos dias.

Fonte policial disse recentemente à agência Lusa que o processo de investigação já tinha sido entregue pela Polícia Juddiciária ao MP “há alguns dias”, sem que tivessem sido encontrados indícios de qualquer crime, mas ressalvou a possibilidade de o procurador titular do processo vir a entender serem necessárias mais diligências.

Contactado na madrugada de hoje pela Lusa, António Soares, pai de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Lusófona que morreu na praia do Meco, disse que não ter sido notificado ou ter conhecimento de qualquer decisão do MP relativamente ao arquivamento.

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Judiciária entrega relatório sobre Meco em maio

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Procurador de Almada já ouviu todos os pais dos seis estudantes da Universidade Lusófona que morreram a 15 de dezembro na praia do Moinho de baixo (Meco).

A Polícia Judiciária (PJ) já terá ouvido todas as testemunhas consideradas relevantes no caso dos seis jovens estudantes da Universidade Lusófona que morreram, após serem arrastados por uma onda, na madrugada de 15 de dezembro, na praia do Moinho de Baixo (Meco). Assim, o relatório policial deve ser entregue ao Ministério Público de Almada dentro de, aproximadamente, um mês.

Só aí o titular do inquérito decide se deduz acusação ou arquiva o processo, sendo esta a hipótese mais provável, depois de a investigação não ter encontrado indícios de crime, associados a atividades praxistas, o que justifica o facto de o sobrevivente não ter sido constituído arguido.

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Falta de certidões e taxas impedem decisão sobre assistentes no processo do Meco

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O Tribunal de Instrução de Almada ainda não decidiu se aceita que as famílias dos seis vítimas do Meco sejam constituidas assistentes no processo, por faltarem o pagamento de taxas de justiça e as certidões de óbito dos estudantes.

A Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PDGL) comunicou esta terça-feira que o juiz de instrução decidiu-se pelo “indeferimento condicional” do pedido das famílias, justificando “a subsistente omissão das certidões (de óbito)” e a falta de “pagamento de taxa superior, dado o pagamento fora de prazo das taxas inicialmente omissas”.

São estas as razões apresentadas pelo Ministério Público para as famílias ainda não terem sido “admitidas a intervir nos autos como assistentes”, repudiando “a imputação de atraso, ineficácia ou erro na prática do Ministério Público ou do Tribunal”.

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PJ voltou ao Meco

Vários inspetores da PJ de Setúbal estiveram ontem em Aiana de Cima, uma localidade próxima da praia do Meco, a ouvir os moradores que viram os seis jovens arrastados por uma onda pela última vez. Os vizinhos da casa arrendada pelas vítimas já tinham referido terem visto os jovens a realizarem praxes académicas

Joana Marques Vidal: Inquérito à tragédia do Meco foi aberto logo de início

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A procuradora-geral da República (PGR) garantiu na quarta-feira que o Ministério Público (MP) abriu inquérito à morte de seis jovens na praia do Meco logo após a ocorrência da tragédia, negando que o processo «estivesse parado».
«O MP entrou no processo logo de início. O processo não esteve parado», disse Joana Marques Vidal ao programa ‘Grande Entrevista’ da RTP, referindo que inicialmente o inquérito correu na Comarca de Sesimbra, tendo posteriormente, face a alguma complexidade e ao impacto social do caso, sido avocado por um magistrado, com mais experiência e de grau superior, do Tribunal de Almada.

Joana Marques Vidal recusou-se a fazer qualquer comentário sobre as críticas feitas pelo anterior PGR Pinto Monteiro à forma como o MP atuou no início deste caso e justificou que «a Polícia Judiciária foi chamada quando o MP entendeu que devia ser».

Na entrevista, a PGR confirmou que estão em curso inquéritos (investigações) relacionados com a subconcessão dos Estaleiros de Viana do Castelo, privatizações da EDP, REN e TAP, além das Parcerias-Público-Privadas (PPP) e BPN.

Relativamente ao BPN, que já tem um caso em julgamento e outro em vias de ser julgado, Joana Marques Vidal indicou que, «nos próximos meses», deverão estar concluídos mais três inquéritos, aludindo mesmo que seriam «três acusações».

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Meco: testemunha fotografa corpo com fita adesiva

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Famílias garantem que há imagens que provam ritual

Os pais de Pedro Negrão e de Ana Catarina Soares estiveram ontem no Tribunal de Almada

GVeja mais em ::::> Correio da Manhã

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