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Seixal – Autarquia aprova tomada de posição pela resolução dos problemas da Transtejo

Câmara quer assumir a gestão do parque de estacionamento do Terminal Fluvial do Seixal

A Câmara Municipal do Seixal aprovou hoje, em reunião de câmara, uma tomada de posição pela melhoria do serviço público de transporte prestado pela Transtejo.

O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, lembrou que “desde janeiro de 2011, a Transtejo tem vindo a suprimir as carreiras que ligam o Seixal ao Cais do Sodré, prejudicando os munícipes que utilizam diariamente.

No que se refere à tomada de posição, entende a autarquia que o transporte fluvial no rio Tejo assume uma enorme e estratégica importância na mobilidade das populações da Área Metropolitana de Lisboa, estando constantemente a ser posto em causa por uma política assente na redução do número de trabalhadores e das ações de manutenção regular das frotas da Transtejo, conduzindo a vários cortes na oferta de transporte e à recorrente supressão de carreiras programadas.

O presidente da Câmara Municipal do Seixal, Joaquim Santos, lembrou que “desde janeiro de 2011, a Transtejo tem vindo a suprimir as carreiras que ligam o Seixal ao Cais do Sodré, prejudicando os munícipes que utilizam diariamente este meio de transporte nas suas deslocações, forçando-os a procurar alternativas, entre as quais o transporte próprio, com todos os inconvenientes que tal acarreta. O problema agudizou-se ainda mais recentemente, tendo em conta que o transporte fluvial Seixal-Lisboa e Lisboa-Seixal é efetuado apenas por uma embarcação, resultando em cortes diários de várias ligações”.

O autarca acrescentou ainda que “esta é uma situação conhecida, debatida, identificada e repleta de promessas sem que nada tenha sido feito, apesar das várias reuniões e reivindicações das comissões de utentes e da autarquia, e de, em junho de 2017, o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa, promessa que o Governo veio a reiterar em 2018”.

No documento aprovado, a autarquia exorta o Governo a intervir de forma eficaz neste processo e a avançar para a aquisição urgente de embarcações capazes de garantir a regularidade das ligações fluviais entre o Seixal e Lisboa, sendo que até lá é fundamental que se colmate a insuficiência de barcos da Transtejo através do recurso a soluções de curto prazo que resolvam o problema. É ainda solicitado que a Câmara Municipal do Seixal possa assumir a gestão do parque de estacionamento do Terminal Fluvial do Seixal, exigindo tratamento idêntico ao adotado para o Cais do Seixalinho, no Montijo.

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Câmara do Seixal exige que o Governo resolva a falta de barcos da Transtejo

14 de Março 2018

A autarquia do Seixal pede ao Governo que cumpra com o prometido e resolva “com urgência” os problemas nas ligações fluviais entre o Seixal e Lisboa. A Câmara Municipal considera que não é aceitável que continuem a ser suprimidas carreiras diariamente, prejudicando as populações.

O presidente do município, Joaquim Santos, considera que esta situação é “insustentável” e mostrou o seu desagrado pelas ligações fluviais terem sido substituídas por ligações rodoviárias nos últimos dias.

“O tempo que leva a travessia de um e de outro meio de transporte é totalmente diferente. As pessoas pagam os seus passes mensais para utilizar o barco e não o autocarro”, refere.

O autarca, que diz estar solidário com os utentes da Transtejo, lembrou também que “apesar das várias reuniões e reivindicações da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em Junho de 2017 o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa”.

Recorde-se que no dia 9 de Outubro de 2017, o presidente da Câmara Municipal em conjunto com o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, e vários elementos da Comissão de Utentes dos Transportes fizeram a travessia de barco como forma de mostrar a sua solidariedade para com a população.

“Nos últimos tempos os utentes do Seixal têm vindo a ver reduzido o número de carreiras diárias e que, apesar de apresentar milhares de reclamações, não obtém qualquer resposta. As inúmeras supressões de carreiras por parte da Transtejo têm sido alvo de reclamações e protestos por parte da população, que tenta assim ver resolvida a situação”, salienta a autarquia.

Segundo o município, desde 2011 já foram suprimidas 16 carreiras diárias e é notório que se tem vindo a “acentuar o desinvestimento da empresa na manutenção e reforço da frota”.

O transporte fluvial assume um papel de grande importância na mobilidade das populações, transportando cerca de 5 mil pessoas por dia para Lisboa, pelo que a Câmara Municipal “reitera a sua solidariedade para com a população na reivindicação de mais carreiras, mais investimento nas frotas e ainda a criação de novas carreiras que possam ligar os concelhos ribeirinhos do Seixal, Almada, Barreiro e Montijo”.

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Governo espera estudo até ao fim do ano para renovar frota da Transtejo e Soflusa

LUSA 8 de Novembro de 2017, 20:04

Objectivo da reestruturação é ter uma frota mais “homogénea, suficientemente grande” para ter navios de reserva, e que seja eficiente do ponto de vista ambiental.

Pedro Cunha

O Governo encomendou um estudo da viabilidade da renovação da frota das transportadoras fluviais Transtejo e da Soflusa, que deve estar pronto durante o próximo mês, revelou esta quarta-feira o secretário de Estado Adjunto e do Ambiente.

José Mendes respondia a questões dos deputados acerca dos problemas verificados nas últimas semanas nestas duas empresas de transporte público de Lisboa, numa audição conjunta nas comissões do Orçamento e Finanças, de Economia, Inovação e Obras Públicas e de Ambiente, Ordenamento do Território, Descentralização, Poder Local e Habitação, no âmbito da apreciação, na especialidade, da proposta de Orçamento do Estado para 2018.

“Sabemos que o problema de fundo tem a ver com a heterogeneidade e exiguidade da frota da Transtejo e da Soflusa. Essa é que é a questão. Significa que estamos a operar nalgumas linhas praticamente sem navios de reserva e, quando temos uma frota com uma idade média acima dos 20 anos, isso significa que há problemas que acontecem com uma certa frequência e, quando perdemos um navio de reserva, estamos bastante mais vulneráveis”, explicou o secretário de Estado.

José Mendes afirmou que “há uma solução estrutural” para esta realidade, que passa pela renovação da frota.

“Está em elaboração – espero obtê-lo até ao final do ano, é esse o calendário que está definido – um plano para a reestruturação da frota que nos traga duas ou três novas realidades que nos permitam viver de uma forma mais desafogada”, revelou.

O governante destacou ainda que os objectivos deste plano são “uma frota mais homogénea, suficientemente grande” para ter navios de reserva, e também eficiente do ponto de vista ambiental.

“Esperamos ter este estudo de viabilidade económico-financeira no próximo mês e, nessa altura, vamos ter de trabalhar” para uma solução nas duas empresas, realçou, acrescentando que esta solução “custará sempre umas dezenas de milhões de euros”.

José Mendes recusou ainda acusações de degradação do serviço dos transportes públicos em Lisboa e no Porto, salientando que, entre Janeiro e Setembro deste ano, quando comparados com o período homólogo do ano passado, a procura do Metro de Lisboa cresceu 6,3%, no Metro do Porto 4,8%, na STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto) 5,5% e na Transtejo e Soflusa 4,2%.

A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão a Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e a capital.

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Câmara do Seixal exige mais carreiras no transporte fluvial no Tejo

09 Outubro 2017

A Câmara do Seixal exigiu hoje um aumento diário do número de barcos a fazer a ligação entre a cidade e Lisboa, acusando a empresa responsável pelas ligações fluviais de “desinvestimento”, situação que considera “insutentável”.

O presidente da Câmara, Joaquim Santos, apanhou hoje um barco na cidade em direção a Lisboa, pelas 08:10, para demonstrar “a sua solidariedade para com a população” do concelho do distrito de Setúbal, anunciou o município, em comunicado.

De acordo com a autarquia, nos últimos tempos a população do Seixal “tem vindo a ver reduzido o número de carreiras diárias e, apesar de apresentar milhares de reclamações, não obtém qualquer resposta por parte da empresa”.

O atual executivo, em conjunto com o presidente da União das Freguesias do Seixal, Arrentela e Aldeia de Paio Pires, António Santos, e vários elementos da Comissão de Utentes dos Transportes realizaram a viagem até à capital para demonstrar que “o transporte fluvial assume um papel de extrema importância na mobilidade das populações”.

As embarcações transportam cerca de 5 mil pessoas por dia para Lisboa, pelo que o município “reitera a sua solidariedade para com a população na reivindicação de mais carreiras, mais investimento nas frotas e ainda a criação de novas carreiras que possam ligar os concelhos ribeirinhos do Seixal, Almada, Barreiro e Montijo”.

Joaquim Santos referiu ainda, citado no comunicado, que “esta é uma situação insustentável, que prejudica diariamente a população, que paga um serviço do qual não usufrui”.

Desde 2011, acrescentou, já foram suprimidas 16 carreiras diárias e o desinvestimento da Transtejo e Soflusa – empresas de transporte público fluvial – na manutenção e reforço da frota tem-se vindo a acentuar.

As inúmeras supressões de carreiras por parte da Transtejo e Soflusa têm sido alvo de reclamações e protestos por parte da população, que tenta ver resolvida a situação.

O autarca lembrou que “apesar das várias reuniões e reivindicações da autarquia, até ao momento nada foi feito, apesar de em junho deste ano o Ministério do Ambiente ter anunciado um investimento de 10 milhões de euros para o plano de manutenção da frota de navios da Transtejo e Soflusa”.

De acordo com o Plano de Mobilidade e Transportes Intermunicipal, apresentado recentemente, o transporte fluvial de Lisboa encontra-se em “4.º lugar no mundo em termos de volume de passageiros médio diário de sistemas fluviais metropolitanos, com o total de 74 236 passageiros por dia, só superado por Istambul (150 mil passageiros), Rio de Janeiro (106 mil passageiros) e Nova Iorque (75 mil passageiros)”, relembra a autarquia no comunicado.

Segundo o mesmo documento, só no Seixal são transportados 5.573 passageiros por dia, número que poderia ser superior se a oferta do número de carreiras fosse também superior”, ressalva.

A Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa, enquanto a Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e a capital.

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Grupo Transtejo com cinco embarcações sem certificado de navegabilidade

Empresa dispõe de uma frota de 25 embarcações para a sua operação.

O grupo Transtejo, responsável pelas ligações fluviais no rio Tejo, tem cinco embarcações sem certificado de navegabilidade, refere o Governo, em resposta a uma questão colocada pelos deputados do PS eleitos por Setúbal. “O grupo Transtejo dispõe de uma frota de 25 embarcações para a sua operação. Atualmente encontram-se caducados os certificados de navegabilidade de cinco embarcações: dois catamarãs e um ferry da Transtejo e dois catamarãs da Soflusa”, refere a resposta do Governo, remetida pelo gabinete do ministro do Ambiente, depois de consultada a empresa. Os deputados socialistas questionaram o Governo sobre as perturbações nas ligações fluviais no rio Tejo e os problemas com a frota, depois de terem sido feitas várias denúncias, por sindicatos e autarquias, dos problemas existentes. Na resposta, o Governo refere que o certificado de navegabilidade tem a validade de um ano, estando o armador obrigado a colocar o navio em doca seca de dois em dois anos. “Não foi possível contratar, em tempo útil, os trabalhos de docagem e reparação necessários para o efeito, atendendo a condicionantes de ordem técnica e financeira”, salienta. O Governo refere que o grupo Transtejo, que engloba as empresas Transtejo e Soflusa, esteve sujeito a “restrições orçamentais”, que levou a que apostasse na reparação de falhas em vez de na prevenção e que, nas peças sobressalentes, se tivesse privilegiado o “preço em contraponto com a qualidade”.
“A nova administração tem previsto a curto prazo uma estratégia de contenção dos níveis de degradação de ativos considerados críticos para assegurar os níveis de oferta programada, com destaque para a frota de navios e pontões”, explica. O documento acrescenta que os estudos internos para a renovação de frota estão a ser reanalisados e que o grupo tem autorização para admitir oito trabalhadores, cinco na Transtejo e três na Soflusa, em 2017. Em relação à taxa de regularidade das ligações fluviais, o Governo refere que em 2016 foi de 98,38%, explicando que as empresas do grupo necessitam de 16 embarcações para a sua atividade.

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Passageiros em terra com avarias em barcos

Utentes denunciam supressões entre o Seixal e o Cais do Sodré.

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Maria Grilo Fernandes, de 49 anos, residente em Fernão Ferro (Seixal), não esconde o desagrado pelas falhas nas ligações fluviais da empresa Transtejo/Soflusa entre o Seixal e o Cais do Sodré, em Lisboa: “Não sabemos se vamos ter barco e, quando temos, chega atrasado. Isto não pode continuar.” Maria Fernandes pediu explicações no balcão de atendimento, mas considera que a informação dada – avarias nos barcos – “não é suficiente para um passe que custa quase 50 euros”.

Desde sexta-feira que vários utentes denunciaram haver apenas um catamarã ao serviço, o que provocou transtornos a centenas de passageiros. Muitos apresentaram queixas no livro de reclamações. Tânia Gomes, de 37 anos, residente no Seixal, foi uma das utentes que sentiram a anomalia no horário das carreiras: “Chegava a casa muito mais tarde do que era previsto”. Carmen Nunes, de 47 anos, também do Seixal, compreende que haja avarias nos barcos, mas, “quando isto acontece, costumam pedir barcos ao Barreiro”, o que não aconteceu agora.

Questionada pelo CM, a Transtejo/Soflusa confirmou que, “devido a problemas técnicos imprevistos, existiu alguma perturbação de serviço na ligação Seixal – Cais do Sodré, nos dias 15, 18” e na manhã de ontem, mas que o serviço normalizou durante a tarde.

A Transtejo/Soflusa é responsável pelas travessias no rio Tejo entre a Margem Sul e Lisboa, com carreiras entre o Montijo, Barreiro, Seixal, Cacilhas (Almada) e Trafaria/Porto Brandão (Almada) e os terminais do Terreiro do Paço, Cais do Sodré e Belém.

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Almada – O transporte fluvial é muito mais que um meio de transporte CDS-PP reúne com Sindicato/Comissão de Trabalhadores da Transtejo

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A reunião inseriu-se na preocupação manifestada pelo CDS-PP na suspensão do transporte fluvial entre a Trafaria e Belém, no que respeita ao transporte de veículos automóveis pela Transtejo, facto quesegundo a comissão de trabalhadores, é prejucial para os utentes e mesmo para operacionalidade da empresa que presta este serviço público

CDS-PP Almada – Reúne com Sindicato/Comissão de Trabalhadores da Transtejo

No âmbito do Pelouro de Mobilidade, Acessibilidades e Transportes da Concelhia de Almada do CDS-PP teve lugar em Cacilhas uma reunão com a Comissão de Trabalhadores da Transtejo e o CDS-PP Almada.
A mesma inseriu-se na preocupação manifestada pelo partido em Almada na suspensão do transporte fluvial entre a Trafaria e Belém, no que respeita ao transporte de veículos automóveis pela Transtejo, facto quesegundo a mesma comissão de trabalhadores, é prejucial para os utentes e mesmo para operacionalidade da empresa que presta este serviço público.
Foram deixadas pela comissão de trabalhadores outras preocupações que o CDS-PP tomou em consideração sendo muitas delas pontos comuns e convergentes de preocupação tendo em conta que deverá estar em causa não só a manutenção do serviço de transporte fluvial entre as duas margens, como a necessidade de optimizar as melhores condições para servir os milhares de utentes que usam os barcos diariamente.
O CDS-PP em Almada agendará agora uma reunião com o Conselho de Administração da Transtejo para que esta possa apresentar os seus considerandos relativamente ao plano de funcionamento da empresa e a prestação de serviço público às populações.
De notar que as instalações da estação fluvial de Cacilhas, são manifestamente antigas estando desadequadas quer às necessidades para as operações diárias dos seus profissionais quer para utilização daqueles que escolhem o transporte fluvial, como o seu meio de transporte quotidiano.
O transporte fluvial é muito mais que um meio de transporte, pois, faz ao mesmo tempo, parte da identidade das nossas gentes e da história de Portugal.
Discutiu-se ainda a necessidade de haver uma maior e adequada coordenação entre os diversos transportes para que se possa prestar um melhor serviço e insentivar o uso dos transportes públicos em favorecimento do ambiente e descongestionamento do trânsito das grandes urbes.
Na mesma reunião além de outros membros da direcção da concelhia esteve presente o responsável pelo respectivo pelouro e deputado municipal António Pedro Maco.

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Câmara Municipal de Almada rejeita suspensão do transporte de bicicletas nas carreiras fluviais da Transtejo

Coincidindo com o final da Semana Europeia da Mobilidade, celebrada em milhares de cidades em todo o mundo e este ano especialmente dedicada à promoção da intermodalidade, foi dado público conhecimento da existência de “inconformidades legais” que impedirão o transporte de bicicletas nos navios da Transtejo que realizam as ligações fluviais Cacilhas/Cais do Sodré, Seixal/Cais do Sodré e Montijo/Terreiro do Paço.

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Sobre este assunto a autarquia refere que importa realçar:

– O Município de Almada tem aderido desde 2001 à celebração da Semana Europeia da Mobilidade, aquela que constitui a maior campanha à escala mundial dedicada à promoção de uma mobilidade urbana sustentável.

– Esta celebração, que mobiliza a participação de dezenas de Municípios portugueses e milhares em toda a Europa, tem contado de forma permanente com a colaboração ativa de muitas outras entidades, associações, coletividades e operadores de transportes públicos, entre eles a Transtejo.

– Nas 15 edições da Semana Europeia da Mobilidade já realizadas em Almada, a Câmara Municipal promoveu a introdução de medidas duradouras, entre as quais as que procuram estimular a diversificação da oferta do sistema de transportes, e promover a intermodalidade enquanto fator essencial para a melhoria das condições de mobilidade dos cidadãos, tanto no interior do Concelho de Almada como na sua articulação com a região metropolitana onde se insere.

– No quadro deste esforço municipal destaca-se a criação de alternativas de transporte mais sustentáveis e ambientalmente mais eficientes, como é o caso da bicicleta, cuja utilização permite reduzir o nível de emissões carbónicas associadas a deslocações em modos motorizados, e deste modo contribuir para elevar a qualidade de vida das populações.

– A utilização da bicicleta em conjugação com o transporte público fluvial constitui, no âmbito deste trabalho, uma alternativa de transporte muito atrativa na ligação entre margens do rio Tejo Almada/Lisboa, e igualmente nas ligações que se estabelecem ao longo de todo o arco ribeirinho sul.

– Neste âmbito, a Câmara Municipal de Almada deu prioridade ao investimento na implantação de percursos intermodais bicicleta/barco ao nível da sua Rede Ciclável, assegurando ligações à estação fluvial da Trafaria e ao interface multimodal de Cacilhas, numa solução de transporte que constituiu uma alternativa de mobilidade barata, saudável e interessante em termos urbanos, ambientais e energéticos.

Assim, a Câmara Municipal de Almada não pode deixar de lamentar profundamente a situação criada, a qual coloca em causa muitos anos de esforço conjunto do Município e operadores de transportes públicos, designadamente a Transtejo, um trabalho que permitiu numa primeira fase a criação de um passe intermodal passageiro/bicicleta, que se traduziu numa redução sensível dos custos de transporte de bicicleta entre Almada e Lisboa e, numa segunda fase, no transporte gratuito de bicicletas entre as duas margens.

Face a esta situação, a Câmara Municipal decidiu dirigir-se à Administração da Transtejo e à Direção-Geral dos Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, no sentido de que sejam desencadeados, com a máxima celeridade, os procedimentos que permitam o respeito por todas as normas legais aplicáveis ao transporte de bicicletas nos navios da Transtejo, e que no período até à introdução das adaptações necessárias, o transporte de bicicletas não seja suspenso.

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Ligações fluviais da Transtejo voltaram a parar

Ligações param no período da manhã devido à greve parcial dos trabalhadores.

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As ligações fluviais da empresa Transtejo voltaram a parar na manhã de hoje devido a uma greve parcial dos trabalhadores, com as ligações a serem retomadas cerca das 09:15.

“A carreira extra na ligação de Cacilhas e as carreiras dos serviços mínimos foram cumpridas. As quatro ligações estiveram depois interrompidas, começando a ser retomadas cerca das 09:15”, disse à agência Lusa fonte oficial da Transtejo.

Os trabalhadores da Transtejo, empresa responsável pelas ligações fluviais entre Cacilhas, Seixal, Montijo e Trafaria e Lisboa, cumprem hoje o segundo dia de uma greve de três horas por turno para exigirem a atualização salarial e contestarem a concessão a privados da Carris e do Metro.

José Manuel Oliveira, da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS), confirmou à Lusa que apenas foram cumpridas as carreiras que estavam definidas.

Greve na Transtejo com adesão de de 74%

A adesão à greve parcial na Transtejo foi de 74% no período da noite e manhã, segundo a empresa, com o sindicato a não apontar números, mas a informar que todas as ligações estiveram paradas no período definido.

“No período noite/manhã de hoje registou-se uma taxa de adesão à greve de 74% que reflete, apenas, a adesão por parte dos trabalhadores das áreas comercial e operacional, cujos turnos estão abrangidos pelo aviso de greve”, anunciou a Transtejo.

Os trabalhadores da Transtejo, empresa responsável pelas ligações fluviais entre Cacilhas, Seixal, Montijo e Trafaria e Lisboa, estão hoje a cumprir hoje o segundo dia de uma greve de três horas por turno para exigirem a atualização salarial e contestarem a concessão a privados da Carris e do Metro.

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Venda de oito embarcações da empresa Transtejo/Soflusa Deputados do PSD de Setúbal questionam Governo

Barreiro – Montijo – Seixal

brunoVitorino
Bruno Vitorino defende que para muitos utilizadores, em vários concelhos da Península de Setúbal, este é o único meio de transporte para atravessar o rio, esperando que este processo “não venha pôr em causa as actuais carreiras, principalmente em hora de ponta”.

Os deputados do PSD do distrito de Setúbal querem explicações do secretário de estado dos Transportes sobre as noticias que têm vindo a público, que dão conta da venda de oito embarcações da empresa Transtejo/Soflusa e eventuais implicações que este processo possa ter para os utentes.

Num documento enviado ao governante, os social-democratas manifestam a sua preocupação sobre se esta venda irá trazer constrangimentos aos milhares de passageiros que fazem a travessia entre as duas margens do Tejo.

Bruno Vitorino defende que para muitos utilizadores, em vários concelhos da Península de Setúbal, este é o único meio de transporte para atravessar o rio, esperando que este processo “não venha pôr em causa as actuais carreiras, principalmente em hora de ponta”.

O deputado do PSD acredita que o Governo tem noção da importância deste meio de transporte para os utentes da margem sul, estando em crer que a venda das oito embarcações em nada vai interferir com o normal funcionamento das travessias.

Fonte – PSD
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