Tag: TST

Autocarro desgovernado mata homem em Miratejo

31/01/2018

Vítima, de 70 anos, foi atingida pelo pesado de passageiros quando fazia jardinagem.

Um homem morreu esta quarta-feira à tarde atropelado por um autocarro em Almada. O acidente, apurou o CM, aconteceu por volta das 14h10, na Avenida Luís de Camões, no Miratejo, concelho do Seixal. A vítima, um homem com cerca de 70 anos, estaria a fazer trabalhos de jardinagem quando foi atingido pelo autocarro da empresa Transportes Sobre o Tejo. Alegadamente, o autocarro avariou, obrigando o motorista a sair. Nesse momento, o pesado de passageiros atingiu a vítima e um automóvel estacionado na rua. Foi necessário o auxílio de 20 bombeiros, apoiados por 10 viaturas, para proceder à retirada da vítima, que ficou presa debaixo do autocarro. O corpo já foi transportado para a morgue do Hospital Garcia de Orta. A PSP está agora a investigar este caso.

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Almada – Incêndios em autocarros da TST CDS-PP questiona regulador

10 de Novembro 2017


Os deputados do CDS-PP perguntam quantas ações de fiscalização à TST foram efetuadas pela AMT nos últimos dois anos e que avaliação foi feita acerca do respeito pelo contrato de concessão, se a AMT tem conhecimento de que os autocarros da empresa TST se têm incendiado e que diligências vão ser tomadas por parte da AMT no sentido de ultrapassar esta situação que coloca em causa a segurança dos passageiros.
Os deputados do CDS-PP Nuno Magalhães, Hélder Amaral e Pedro Mota Soares questionaram hoje a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT) sobre incêndios em autocarros da TST – Transportes Sul do Tejo.

No Requerimento enviado ao regulador, os deputados do CDS-PP pergunta quantas ações de fiscalização à TST foram efetuadas pela AMT nos últimos dois anos e que avaliação foi feita acerca do respeito pelo contrato de concessão, se a AMT tem conhecimento de que os autocarros da empresa TST se têm incendiado e que diligências vão ser tomadas por parte da AMT no sentido de ultrapassar esta situação que coloca em causa a segurança dos passageiros.

Nos últimos meses têm ocorrido vários acidentes com autocarros de passageiros da empresa TST, que operam na margem sul, nomeadamente no concelho de Almada.
Nomeadamente, têm-se verificado incêndios nos veículos da TST, que consubstanciam um problema de extrema gravidade e colocam em causa a segurança dos passageiros, cada vez mais insatisfeitos com o serviço.

A AMT tem como funções, entre outras, a regulação e fiscalização do setor da mobilidade e dos transportes terrestres, bem como assegurar que os direitos e interesses da população, em matéria de mobilidade, transportes terrestres e infraestruturas rodoviárias, são cumpridos.

Neste âmbito, compete à AMT a supervisão dos contratos de concessão e subconcessão da infraestrutura rodoviária e, nomeadamente, a fiscalização do cumprimento das obrigações legais pelos operadores dos setores regulados de serviço público de transportes.

Fonte – CDS/PP

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Despiste de autocarro na Costa da Caparica faz um ferido

Incidente provocou uma vítima ligeira, a motorista da viatura.

Um autocarro da empresa Transportes Sul do Tejo (TST) despistou-se esta manhã contra um muro de cimento na Rua Manuel Agro Ferreira, na Costa da Caparica, em Almada. Do incidente resultou um ferido ligeiro, a motorista do autocarro e única ocupante da viatura, que se encontra fora de perigo. A vítima, que teve de ser desencarcerada, já foi socorrida pelas equipas de pronto-socorro e transportada para o Hospital Garcia da Horta. No local estiveram os Bombeiros de Cacilhas, com 14 elementos e cinco viaturas. A empresa de transportes TST está a tentar apurar as razões do acidente.

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Queixas de utentes levam a inspecção nos Transportes Sul do Tejo

Os Transportes Sul do Tejo (TST) começaram hoje a ser alvo de uma ação inspetiva devido à “quantidade de reclamações sobre os serviços”, avançou, no Parlamento, o presidente da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (AMT).


De acordo com João Amaral Carvalho, que falava na comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, a ação inspetiva nos TST surge depois de uma outra começada em 2016, que incidiu em 36 operadores de transportes a nível nacional, que representam 86% das carreiras registadas.

Segundo o presidente da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, o objetivo destas ações é ter a perceção dos contratos que os operadores têm e quais as carreiras que operam.

João Amaral Carvalho lembrou ainda que, da ação inspetiva de três dias realizada no Metropolitano de Lisboa, já saiu um “relatório preliminar” que foi enviado ao Metro, estando agora a AMT à espera do contraditório para a elaboração do relatório final.

A 23 de novembro último, a Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul (CUTMS) realizou uma ação de protesto junto às instalações da empresa TST, para contestar o serviço que “está degradado e a frota obsoleta”.

“Realizámos esta ação de protesto devido à degradação do serviço prestado pelos TST. Depois de cortarem carreiras e horários, agora nem os horários cumprem. A frota está também obsoleta e muito degradada”, disse Luísa Ramos, da CUTMS, à Lusa na altura.

Segundo a responsável, existem cada vez mais casos de “avarias de autocarros em serviço”, bem como falta de condições para transportar pessoas com mobilidade reduzida.

“Esta empresa tem uma frota envelhecida, sem conforto, sem higiene e com constantes avarias. Os preços são também exorbitantes”, defendeu.

Luísa Ramos afirmou ainda que os utentes exigem uma maior fiscalização ao serviço prestado pela TST por parte das entidades competentes.
De acordo com João Amaral Carvalho, que falava na comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, a ação inspetiva nos TST surge depois de uma outra começada em 2016, que incidiu em 36 operadores de transportes a nível nacional, que representam 86% das carreiras registadas.

Segundo o presidente da Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, o objetivo destas ações é ter a perceção dos contratos que os operadores têm e quais as carreiras que operam.

João Amaral Carvalho lembrou ainda que, da ação inspetiva de três dias realizada no Metropolitano de Lisboa, já saiu um “relatório preliminar” que foi enviado ao Metro, estando agora a AMT à espera do contraditório para a elaboração do relatório final.

A 23 de novembro último, a Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul (CUTMS) realizou uma ação de protesto junto às instalações da empresa TST, para contestar o serviço que “está degradado e a frota obsoleta”.

“Realizámos esta ação de protesto devido à degradação do serviço prestado pelos TST. Depois de cortarem carreiras e horários, agora nem os horários cumprem. A frota está também obsoleta e muito degradada”, disse Luísa Ramos, da CUTMS, à Lusa na altura.

Segundo a responsável, existem cada vez mais casos de “avarias de autocarros em serviço”, bem como falta de condições para transportar pessoas com mobilidade reduzida.

“Esta empresa tem uma frota envelhecida, sem conforto, sem higiene e com constantes avarias. Os preços são também exorbitantes”, defendeu.

Luísa Ramos afirmou ainda que os utentes exigem uma maior fiscalização ao serviço prestado pela TST por parte das entidades competentes.

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TST reforça carreiras rodoviárias para praias da Margem Sul

tst

A empresa Transportes Sul do Tejo (TST) anunciou hoje que vai reforçar no verão o serviço rodoviário de ligação direta a praias da região de Setúbal, até 31 de agosto, referindo que existe um passe semanal para os utentes.

“A pensar na mobilidade dos seus passageiros, a TST aumenta a oferta para as praias. Até 31 de agosto são disponibilizadas carreiras com horários reforçados para as praias da Figueirinha, Sesimbra, Costa de Caparica e Fonte da Telha”, refere a TST em comunicado.

Estas ligações diretas, a partir de centros urbanos de Lisboa e de várias zonas da denominada Margem Sul, estão disponíveis de segunda-feira a domingo, durante todo o dia, e podem ser consultadas no ‘site’ da empresa.

A empresa explica que os utentes podem optar pelo passe semanal de sete dias para as carreiras 153 e 161, entre Lisboa e a Costa da Caparica, em Almada.

Este título de transporte permite que os passageiros realizem o número de viagens que quiserem, durante sete dias consecutivos.

“Os passageiros vão ainda poder usufruir de um passeio inesquecível nas viagens em autocarros descapotáveis de Setúbal para a praia da Figueirinha (carreira 723) e de Lisboa (Praça de Espanha) para a praia da Costa da Caparica (carreira 153)”, acrescenta.

A TST refere que em 2015 transportou para as praias cerca de 500 mil pessoas.

A TST, empresa do Grupo Arriva, desenvolve a sua atividade na Península de Setúbal, abrangendo os concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal, incluindo ligações a Lisboa.

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Providência cautelar tenta travar Transportes do Barreiro na Moita

A empresa Transportes Sul do Tejo (TST) avançou com uma providência cautelar para travar o alargamento dos Transportes Coletivos do Barreiro (TCB) ao concelho da Moita, disse hoje à Lusa fonte oficial da empresa.

barreiro

“A TST, por entender que se trata de uma situação ilegal e não tendo sido ainda corrigida pelo município do Barreiro, viu-se forçada a apresentar uma providência cautelar, para salvaguarda dos seus direitos”, disse à Lusa fonte oficial da empresa.

A Transportes Coletivos do Barreiro é um serviço municipalizado da Câmara do Barreiro, que efetua carreiras rodoviárias em todo o concelho. As duas autarquias assinaram um protocolo que prevê que os Transportes Coletivos do Barreiro possam efetuar carreiras no concelho vizinho da Moita

Os TCB vão passar a servir a Baixa da Banheira, zona central de Alhos Vedros e Vale da Amoreira, incluindo a zona da escola, com duas carreiras em circulação.

“A contestação da TST baseia-se no facto de a empresa entender que os seus legítimos interesses são gravemente afetados pela extensão ilegal e não autorizada pela Entidade Reguladora ao concelho da Moita das carreiras dos TCB”, acrescentou a mesma fonte.

Rui Lopo, vereador da Câmara do Barreiro com responsabilidades nos TCB, confirmou que a autarquia já foi notificada da providência cautelar e explicou que os municípios de Barreiro e Moita vão responder.

“Já fomos notificados. A providência cautelar tem um caráter suspensivo do ato praticado até ao momento, que foi a assinatura do protocolo. Em conjunto com a autarquia da Moita, estamos a preparar a resposta”, disse em declarações à Lusa.

O autarca referiu que as autarquias estão confiantes que têm razão, explicando que o novo regime jurídico dos transportes possibilita o alargamento.

“Temos a garantia dos nossos consultores jurídicos que temos razão, mas vamos responder e depois esperar pela decisão do tribunal. Mesmo que o caráter suspensivo seja levantado, vamos depois aguardar pela entrada da ação principal e só depois dar os próximos passo”, referiu.

Rui Lopo admitiu que a ação dos TST pode atrasar a entrada em funcionamento das carreiras dos TCB no concelho vizinho da Moita, que estavam previstas ainda para o mês de dezembro, mas acredita que tal possa acontecer no início de 2016.

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Monte Caparica – Metro Sul do Tejo responsabiliza condutor de autocarro

Homem é acusado pela empresa de desrespeitar as regras de trânsito.

tst

A Metro Sul do Tejo (MST) responsabilizou esta segunda-feira o condutor de um autocarro pela colisão com o metro de superfície, no domingo, no Monte Caparica, em Almada, acusando-o de desrespeitar as regras de trânsito.

“O motorista do autocarro [dos TST, Transportes Sul do Tejo] desrespeitou as regras de trânsito, nomeadamente a sinalização semafórica, e colidiu contra a composição do metro que já estava imobilizada, situação acompanhada pela GNR que esteve presente no local”, disse à Lusa fonte da MST.

O acidente, que ocorreu às 16h20 de domingo na Avenida Timor Loro Sae, no Monte Caparica, concelho de Almada, provocou cinco feridos entre os ocupantes do autocarro da empresa TST, dois deles com vários traumatismos, que foram assistidos no Hospital Garcia de Orta.

Apesar de já ter concluído pela culpabilidade do condutor do autocarro, a MST confirma a abertura de um processo interno de averiguação, que diz ser um procedimento regular nestas situações.

A empresa de transportes rodoviários TST também já tem em curso uma “averiguação interna” para se apurar as circunstâncias em que ocorreu o incidente, mas adianta que também está a colaborar com as autoridades policiais que estão a investigar o caso.

Questionada pela Lusa sobre o acompanhamento dos feridos que resultaram do acidente, todos ocupantes do autocarro, a empresa TST garantiu que “assegura todo o apoio necessário aos seus passageiros”.

A agência Lusa tentou obter informação sobre o estado de saúde dos cinco sinistrados junto do Hospital Garcia de Orta, mas não foi possível em tempo oportuno.

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Trabalhadores da TST solicitam intervenção da ACT na empresa

tst
Os trabalhadores da Transportes Sul do Tejo (TST) solicitaram esta segunda-feira a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), referindo que foram informados que a empresa já foi alvo de uma coima devido aos tempos de disponibilidade. Os trabalhadores estão a realizar esta segunda-feira uma greve de 24 horas, que começou às 03:00, e efetuaram um plenário junto à ACT de Almada, onde foram recebidos. “Fomos recebidos na ACT de Almada e colocámos ao inspetor responsável as nossas preocupações. Informou-nos que já tinham intercedido junto da empresa, que foi alvo de uma coima de cerca de 48 mil euros, tendo recorrido”, disse à Lusa João Saúde, da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans). Segundo João Saúde, a coima está relacionada com os tempos de disponibilidade, período de tempo em que o trabalhador, embora não esteja obrigado a permanecer no local de trabalho pode ser chamado pela empresa em caso de necessidade. “O que nos transmitiram na ACT é que estes tempos de disponibilidade são ilegais, que é o que nós pensamos. Pedimos uma nova intervenção da ACT na empresa”, afirmou. O sindicalista referiu ainda que os trabalhadores decidiram realizar uma reunião na quinta-feira entre todos os dirigentes sindicais e estruturas representativas para decidir novas formas de luta na empresa. A Lusa contactou a TST mas a empresa recusou comentar por não ter sido informada, formalmente, sobre as conclusões do plenário. Em relação à adesão à greve, fonte oficial da empresa disse que é de 16,29%, enquanto o sindicato recusou avançar números, mas admitiu que paralisação “não teve a adesão desejada”. O sindicalista explicou que os trabalhadores exigem uma melhoria salarial, considerando que os atuais salários são “muito baixos”.
“A empresa continua a fazer um caminho de empobrecimento salarial. Os trabalhadores têm muita responsabilidade e ganham 623 euros, o que é muito pouco e lutamos por um salário digno. A empresa tem condições para uma melhoria salarial”, explicou. Em fevereiro, os trabalhadores da TST também realizaram uma greve de 24 horas, com a empresa TST a explicar, na ocasião, que foi aplicada uma atualização salarial de 1%, com efeito a partir de 01 de janeiro deste ano. A Transportes Sul do Tejo desenvolve a sua atividade na Península de Setúbal e serve os concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal, incluindo ligações a Lisboa.

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TST prolonga campanha de descontos

Campanha de descontos prolongada após aumento de 45% nas vendas.

tst

A rodoviária Transportes Sul do Tejo anunciou esta terça-feira que vai prolongar a sua campanha de descontos até ao dia 28 de fevereiro, referindo que conseguiu um aumento de 45% dos títulos vendidos com a iniciativa. “A continuação da campanha deve-se ao enorme sucesso desta iniciativa, com a adesão de mais de 160 mil pessoas. Desde o início da campanha já foram vendidos mais 45% destes títulos do que em igual período do ano anterior”, refere a empresa em comunicado. A campanha, anunciada em setembro e inicialmente marcada para o período entre 01 de outubro e 31 de dezembro, implica uma redução de preços nas tarifas de bordo que abrange todas as carreiras com este tipo de solução de pagamento, incluindo os trajetos para Lisboa, em mais de 90 carreiras. Os descontos variam entre os 0,65 e os 1,40 euros. “A campanha mantém o seu objetivo inicial de incentivo à utilização do transporte público nas deslocações ocasionais e de angariação de novos clientes, fomentando as opções de mobilidade nas áreas onde a TST atua”, frisa a empresa. A TST, empresa do Grupo Arriva, tem sede no Laranjeiro e desenvolve a sua atividade na Península de Setúbal. Serve uma população de cerca de um milhão de habitantes, abrangendo os concelhos de Alcochete, Almada, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Seixal, Sesimbra e Setúbal, incluindo ligações a Lisboa.

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Transportes Sul do Tejo obrigados a pagar descansos

TST10

O Tribunal do Trabalho de Almada condenou a empresa Transportes Sul do Tejo (TST) ao pagamento dos descansos compensatórios aos trabalhadores, disse à Lusa fonte sindical, explicando que a média é de cerca de 4.500 euros por trabalhador.
Manuel Oliveira, do Sindicato Nacional dos Motoristas, explicou que o organismo avançou para tribunal com uma ação para o pagamento dos descansos compensatórios na empresa, que opera um serviço rodoviário na região de Setúbal, e que a decisão foi favorável.
“O tribunal decidiu hoje que a empresa tem que pagar aos trabalhadores e estamos a falar numa média de cerca de 4.500 euros por trabalhador. Como a empresa tem cerca de 1.100 motoristas, a verba pode chegar aos 4,5 milhões de euros”, afirmou.

Contudo, a decisão de hoje aplica-se apenas aos associados deste sindicato.

“Os trabalhadores podem agora não exercer este direito, associar-se ao nosso sindicato, levar a que o sindicato a que pertencem avance com ação semelhante ou avançarem com uma ação por eles próprios”, acrescentou Manuel Oliveira.
O sindicalista referiu que ao fim de 32 horas de trabalho extraordinário o trabalhador tem direito a uma dia de compensação, que pode ser gozado no prazo de 90 dias ou então pago, algo que a empresa não fez.

“Apesar da decisão favorável aos trabalhadores, continuamos disponíveis para negociar com a empresa e chegar a um entendimento para o pagamento”, disse o responsável do sindicato, que representa cerca de 200 motoristas.

Fonte oficial da empresa TST disse à Lusa que a decisão do tribunal vai agora ser analisada e que é “prematuro estar a tecer mais comentários”.

Já João Saúde, do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal (STRUP), disse à Lusa que o sindicato a que pertence já ganhou “dezenas de casos” relacionados com os descansos compensatórios.

“O que hoje aconteceu em tribunal foi uma interpretação da Lei que deu razão aos trabalhadores, na ação colocada pelo Sindicato Nacional dos Motoristas. Agora, para conseguirem receber, vai ter que ser elaborado um processo individual de cada trabalhador, não é apenas esta decisão que leva ao pagamento”, explicou.

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