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Promoção da «Marca Almada» mantém evolução positiva em 2017

Promoção da «Marca Almada» mantém evolução positiva em 2017
Com destaque especial para turismo e atividades de promoção culturais e artísticas

Comunicado CDU Almada

A CDU Almada sublinha que, depois de ter sido considerado pela Bloom Consulting em 2017 como “Marca Estrela” no “ranking” Viver do “City Brand Ranking” dos Municípios Portugueses, o Município de Almada voltou a destacar-se na avaliação desta empresa em 2018, no âmbito da 5ª edic¸ão do Portugal City Brand Ranking, que avalia a performance de marca dos municípios portugueses nas áreas do Turismo, Negócios e Talento.

Promoção da “Marca Almada” mantém evolução positiva em 2017

Foram hoje conhecidos os resultados de um conjunto de prémios nacionais atribuídos a entidades diversas em matéria de promoção pública das respetivas “marcas”, nos quais a marca “Almada” surge de novo em posição destacada.

A CDU Almada sublinha que, depois de ter sido considerado pela Bloom Consulting em 2017 como “Marca Estrela” no “ranking” Viver do “City Brand Ranking” dos Municípios Portugueses, o Município de Almada voltou a destacar-se na avaliação desta empresa em 2018, no âmbito da 5ª edic¸ão do Portugal City Brand Ranking, que avalia a performance de marca dos municípios portugueses nas áreas do Turismo, Negócios e Talento.

A consultora especializada em análise de estratégias e ferramentas de medic?ão de destinos por todo o mundo, classifica o Município de Almada na avaliação global dos três parâmetros utilizados no estudo em 11º lugar entre os 308 Municípios Portugueses, uma posição que representa uma melhoria de duas posições relativamente ao ano de 2017.

Nas três categorias consideradas individualmente, o Município de Almada melhorou a sua classificação em “Negócios” em três posições – passou de 14º para 11º lugar -, em “Viver” em uma posição – passou de 8º para 7º lugar -, e manteve a classificação obtida em 2017 em “Visitar” – 24º lugar do ranking.

Entre os primeiros 25 municípios portugueses classificados neste “ranking” anual, progredindo duas posições Almada é – a par de Portimão, 17º em 2018 – o quarto município que mais progrediu entre 2017 e 2018, superado apenas por Ponta Delgada – 24º em 2018, tendo progredido quatro posições -, Matosinhos – 13º em 2018, tendo progredido três posições -, e Vila Nova de Gaia – 9º em 2018, tendo progredido três posições.

O ano de 2017 foi também positivo no que respeita à promoção da marca Almada, de novo através do Festival “O Sol da Caparica”.

Nomeado para oito prémios promovidos pela Associação Portuguesa de Festivais (Aporfest) no quadro dos 272 festivais realizados em 2017 em todo o país, “O Sol da Caparica” venceu três importantes prémios:

Melhor Festival Lusófono e Hispânico – Ibérico (Best Lusophone and Hispanic Festival – Ibérico), votado pelo publico em Portugal, Espanha e América do Sul, constituindo importante reconhecimento pela aposta estratégica do Festival desde a sua primeira edição, na promoção de um Festival de Língua Portuguesa.

Melhor Grande Festival – Nacional (Best Major Festival – National), votado igualmente pelo público, foi atribuído ao “O Sol da Caparica” o prémio de melhor Grande Festival Nacional em confronto com grandes e prestigiados eventos nacionais e internacionais.

Melhor Ativação de Marca em Festival (National Best Brand Activation), este último atribuído pelo Júri aos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada.

A CDU Almada sublinha a evolução positiva da marca “Almada” em diferentes áreas de atividade do Município, com destaque especial para o turismo e atividades de promoção culturais e artísticas, a nível nacional e internacional.

Esta evolução resulta necessariamente da prática reiterada de uma política de investimento consistente e permanente na promoção do destino Almada prosseguida ao longo dos últimos anos, em especial durante o anterior mandato autárquico, durante o qual, entre muitas outras iniciativas de promoção de Almada, foram concebidas, organizadas e concretizadas as primeiras edições dos Festivais “O Sol da Caparica”, “Caparica Primavera Surf Fest”, que hoje integram por direito próprio e em lugar destacado o calendário dos mais de 270 festivais que se realizam no nosso país.

Almada, 16 de Março de 2018
A Coordenadora Concelhia de Almada da CDU

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Almada. Destinos para vencer a barreira psicológica

5 de Março 2018

Dormitório de Lisboa procurado pelas praias e pelo sol de verão,
Almada ganhou renovado interesse turístico com os charters e cruzeiros a chegar minuto a minuto e, em paralelo, a curiosidade do resto do país com a renovação da zona de Cacilhas, os projetos para o Ginjal e Lisnave,a mudança de cor política e a explosão de preços na habitação. Pela ponte ou de barco, há motivos para rumar a sul sem perder de vista o Tejo

Casa da cerca

No topo da falésia, a vista ampla e desafogada perante o Tejo deve ser o sítio mais instagramável da cidade, mas Almada não precisa de viver sempre na dependência de Lisboa e, além das vistas, a Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea acolhe uma programação ininterrupta, exposições regulares de artistas bem-afamados e um extenso jardim botânico com plantas raras. No verão, o ciclo “Há Música na Casa da Cerca” propõe concertos ao anoitecer e, em junho, a festa de aniversário costuma trazer a cidade em peso para o prado verde. O povo e a alta cultura não têm de ser inimigos. Aos fins de semana, o café é um pretexto para espreitar a janela sobre o rio e respirar em paz.

Castelo

Sim, Almada tem um castelo, embora menos afamado que o Castelo de São Jorge ou o Castelo dos Mouros, em Sintra. Símbolo da resistência local, remonta à época da ocupação muçulmana, quando se chamou al-Madan, e passou por sucessivos reforços da estrutura ao longo dos séculos. Hoje conserva parte das suas antigas muralhas e alberga um posto da Guarda Nacional Republicana, além de um restaurante para carteiras nutridas com vista privilegiada sobre o rio e um coreto mínimo. Quando Almada Velha era um mini-Bairro Alto, costumava ser destino obrigatório para a prática de diversos ilícitos. Hoje é mais pacato e ideal para fotógrafos.

Cristo Rei

Quem atravessa o rio pela ponte é recebido de braços abertos pelo Cristo Rei. Visto dos aviões, o símbolo religioso de uma cidade de tradição católica moderada é o Corcovado português. No santuário é possível visitar o miradouro ou apanhar o elevador para ver o mundo com os olhos de Deus – não aconselhável a quem sofre de vertigens. O que talvez seja menos conhecido é aquilo que se passa nas axilas do Senhor. Seguindo uma estrada íngreme de alcatrão e pedras, no fim do precipício fica a abandonada Quinta da Arealva, onde por vezes se fazem festas de música eletrónica subterrânea para cerca de mil pessoas. Shhhhhhhhh…

Ginjal Terrasse

Lisboa nunca teve uma oferta tão grande e variada de noite. Fora da capital, é o marasmo. Nas margens Norte ou Sul são raríssimos os espaços que combinem oferta cultural credível e entretenimento e que se assumam como uma alternativa real a quem quer fugir às voltas para estacionar, operações stop e uma rede medíocre de transportes públicos. O Ginjal Terrasse é um oásis para a comunidade local capaz de chamar, em noites específicas, público de outras localidades – Lisboa incluída. Clube com capacidade para cerca de 200 pessoas, recebe festas regulares e pontuais concertos, atualmente com forte predominância eletrónica e não só.

Cacilhas

Ou, em gíria local, a [Rua] Cândido dos Reis, onde há não muitos anos havia prédios, carros e restaurantes. O fecho da rua ao trânsito incentivou o comércio local e é hoje o polo de maior atração na cidade. A dois minutos dos barcos, colada ao terminal de Cacilhas, é aqui que a ação acontece e se reúnem as tropas. Durante o dia são os turistas quem dá trabalho aos comerciantes, sobretudo à restauração. Quando cai a noite, Cacilhas passa a ser dos locais. Há quem procure a rua para jantar, petiscar ou simplesmente beber uma cerveja. Há quem se deixe encantar pelos gelados ou pelas cervejas artesanais. Há quem combine ver os jogos e há quem leia um livro. Dá para [quase] tudo.

Museu da cidade

Aberto ao público desde 2003, o Museu da Cidade é um equipamento cultural que tem como missão preservar a história e a memória de Almada. Situado na Cova da Piedade, à entrada da cidade para quem vem de carro, recebe exposições regulares mas ainda procura um lugar nos hábitos culturais da população local. Ainda no primeiro trimestre deverá estrear-se uma exposição com forte impacto junto da comunidade. O jardim exterior é um ótimo anfitrião e, se a fome apertar e a carteira estiver de boa saúde, o Sushic – vulgo melhor sushi do universo e arredores – passou a ser vizinho do Museu da Cidade desde o ano passado.

Parque da paz

Pela função utilitária. O Parque da Paz é o sítio ideal para ganhar forma. Correr, treinar para a mini e a meia maratona, desafiar os limites, superar o melhor tempo ou simplesmente recuperar a forma e eliminar o excesso. Tudo isto é válido, mas o Parque da Paz pode ser muito mais do que uma corrida ao final do dia ou um circuito de manutenção. Junto ao Centro Sul, o local de maior concentração de dióxido de carbono da cidade, há um pulmão verde de 60 hectares onde, estacionado o carro, o ar volta a ser respirável. Há um lago de cisnes e patos-reais. E zonas diversas à disposição de piqueniques, merendas ou simplesmente do escapismo.

Teatro Joaquim Benite

Sabia que o Festival de Teatro de Almada é o maior e mais importante do país? O Teatro Joaquim Benite – o nome foi atribuído pela Câmara Municipal de Almada após a morte do encenador, em 2012 –, casa da Companhia de Teatro de Almada, é o posto de comando da programação e tem na Escola António da Costa a vizinha com jardim. Toda a programação ao ar livre acontece na escola do ensino básico, sendo reservados para Lisboa alguns espetáculos de maior porte. O festival é o centro da programação anual mas, de janeiro a dezembro, o teatro recebe todos os fins de semana peças da companhia residente e outros espetáculos. A programação inclui concertos pontuais.

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Arco do Tejo – Entidades locais oferecem experiências turísticas integradas

montijo
No âmbito das comemorações das Festas Populares de S. Pedro no Montijo, de 28 de junho a 3 de julho, a Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa (ERT-RL), a Câmara Municipal do Montijo e as empresas locais apresentam, pela primeira vez, um programa turístico integrado para levar visitantes à Região.

As várias propostas, que incluem 5 tours compostas por passeios em embarcações tradicionais para acompanhamento da procissão fluvial em honra de S. Pedro, percursos em charrete ou minibus pelas ruas do Montijo e/ou alojamento, está concentrada num folheto que será distribuído na rede de 13 postos de turismo de Lisboa, Sintra, Ericeira e Setúbal. Existirá também transporte gratuito em minibus Lisboa – Montijo – Lisboa, dia 29 de junho, de manhã e à tarde para acompanhamento dos principais festejos.

Segundo Vítor Costa, presidente da ERT-RL, “pretendemos, com esta organização da informação, tornar a oferta destas Festas Populares de S. Pedro no Montijo simples, objetiva e muito dirigida aos visitantes da Região. Queremos reforçar e aproximar, cada vez mais, os turistas da centralidade Arco do Tejo que oferece experiências únicas de contacto com a natureza, turismo náutico e equestre. A Região de Lisboa destaca-se pela diversidade de ofertas, com experiências ao longo de todo o ano.”

As Festas Populares de S. Pedro no Montijo, que atraem milhares de visitantes anualmente à região, incluem, entre outras atividades, procissão fluvial com diversas embarcações no rio Tejo, procissão noturna nas ruas, marchas populares, noite do pescador com ‘comes e bebes’ gratuitos, cortejo marialva de campinos trajados a rigor, corrida de toiros.

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Porto Brandão: a outra margem de Lisboa vai limpar a face

Câmara avança com ação porta-a-porta para convencer proprietários dos edifícios degradados a requalificarem-nos. Objetivo é reabilitar a zona como foi Cacilhas e atrair turistas.

portobrandao
Augusto Toucinho ainda é do tempo em que o Porto Brandão (Almada) tinha vida própria. E não era só por oferecer um privilegiado cais de embarque para a travessia do Tejo até Belém. Além de se encher de gente em férias durante o verão, quando até o “capitão Leote” dava pratos de sopa aos miúdos lá da terra, havia trabalho a sério entre a fábrica de conservas, o quartel ou a cooperativa de reboques.

“Era uma grande dinâmica e as pessoas tinham cá os filhos, que cresciam aqui e construíam cá família. Olhe ao que chegámos”, lamenta, apontando para a degradação que, mesmo ao lusco-fusco, torna o cenário desolador. Casas destruídas, janelas e portas entaipadas, estradas esburacadas. Na noite da última quinta-feira, até os quatro restaurantes que sobrevivem, à boleia das famosas carvoadas, estavam vazios. Como se de uma aldeia fantasma se tratasse. E o último barco partiu para Lisboa às 22.30.

A Câmara de Almada diz ser chegada a hora de deitar mãos à obra para voltar a dar vida ao Porto Brandão nos próximos anos. E já traçou um plano. Em breve os técnicos vão ao terreno para promover um rigoroso porta-a-porta, no qual tencionam conseguir convencer os proprietários dos edifícios degradados a requalificarem as casas, oferecendo várias contrapartidas à boleia do programa de incentivos à Área de Reabilitação Urbana (ARU)

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