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Câmara do Montijo associa-se ao minuto de Silêncio pelas Vítimas dos ataques em Paris

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A porta dos Paços do Concelho no Montijo encheram-se de funcionários e individualidades do concelho que prestaram a sua homenagem às vítimas dos atentados de Paris

Foi no passado dia 16 de Novembro, que a entrada principal da Câmara Municipal do Montijo ficou repleta de funcionários, autarcas e individualidades do concelho que marcaram presença na simbólica homenagem às vítimas dos atentados terroristas de Paris.

Pelas 11:00 locais, 12:00 em Paris, todos fizeram um minuto de silêncio pelas vítimas e em particularidade pela lusodescendente Précilia Correia, de 35 anos, a vítima que tinha ligações familiares em Sarilhos Grandes.

A jovem lusodescendente que trabalhava na FNAC em Paris, ficou sem a vida quando estava na sala de espectáculos Bataclan na companhia do seu namorado, Manu Perez, de nacionalidade francesa, que também faleceu durante os ataques que Paris sofreu na última sexta-feira.

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Segundo algumas fontes locais, a jovem, Précilia Correia, poderá ser enterrada no cemitério de Sarilhos Grandes, terra do pai.

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Papa: “Vou continuar a rezar por vocês”

Pais das vítimas do Meco reuniram esta quarta-feira com Francisco.

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No meio da multidão que ontem gritava pelo papa na audiência geral na Praça de S. Pedro, no Vaticano, estava um grupo cujas lágrimas teimam em cair há já ano e meio. Eram os pais dos seis jovens que morreram na praia do Meco. A tragédia que os fez pedir ao Vaticano um encontro com o papa. O santo padre deu a mão aos pais dos seis jovens que morreram em dezembro de 2013. “Vou continuar a rezar por vocês”, prometeu o papa Francisco.
Palavras que deixaram os pais comovidos. “Senti uma força enorme para continuar a nossa luta. Acho que nos recebeu muito bem. O amor de mãe é maior do que a mentira. Vamos daqui com muita força. Senti o conforto que precisava. Ela [a filha Carina Sanchez] fazia o mesmo por mim se cá estivesse. O papa olhou para a fotografia da minha filha e disse que ela era linda”, contou ao Correio da Manhã Conceição Horta, mãe de Carina Sanchez.
Às dez da manhã de ontem, o papa Francisco saudou a multidão no papa móvel e a seguir proferiu a homilia cujo tema foi dedicado à família. Não demorou mais de 15 minutos. Dirigiu-se aos pais como sendo as famílias de Sesimbra.
No regresso, Fernanda Cristóvão, mãe de Catarina Soares, sente-se com tem mais força. “O papa disse que ia rezar por nós. Continuo a dizer que não vou desistir. Vim ao Vaticano para me fortalecer e saio mais forte”, frisou poucos minutos depois de ter cumprimentado o santo padre. Fernanda Cristóvão mostrou, à semelhança dos restantes pais, as fotografias da filha. Todos levaram os retratos e as camisolas com os nomes dos filhos. Para já, travam uma nova luta na Justiça. Esperam agora a decisão do Tribunal da Relação – apresentaram recurso após o processo ter sido arquivado pela segunda vez.
“Tudo isto é um misto de sentimentos. O nosso objetivo é ver se conseguimos ter alguma serenidade e paz. Sei que vai ser difícil. Porque apesar disto continuamos a não ter resposta para as nossas perguntas”, concluiu Fátima Negrão. O marido, Humberto Negrão, também falou ao CM. “Apesar de sabermos que íamos estar com o papa, nunca pensámos que íamos sentir a sua força. Infelizmente, estamos aqui pelos piores motivos”, referiu.
António Soares, pai de Catarina, ficou emocionado: “Tivemos muitas pessoas que nos perguntaram o que estávamos a fazer e eu falei-lhes dos nossos filhos. Prometeram rezar pela nossa causa.”

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Familiares assinalam primeiro aniversário da morte de seis jovens na praia do Meco

Familiares dos jovens que morreram a 15 de dezembro de 2013 na praia do Meco assinalam segunda-feira o primeiro aniversário da tragédia com uma missa e uma visita ao local para colocação de placas com o nome das vítimas.

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António Soares, pai de Ana Catarina Soares, uma das alunas da Universidade Lusófona que morreu na praia do Meco, disse à Lusa que o desaparecimento dos seis jovens será assinalado no próximo dia 15, pelas 15 horas, com a celebração de uma missa na capela de Alfarim.

A cerimónia religiosa terá lugar no dia em que se completa um ano sobre a morte dos seis jovens, que, de acordo com o único sobrevivente da tragédia, terão sido arrastados por uma onda de grandes dimensões quando se encontravam perto da linha de água, na praia do Meco, concelho de Sesimbra, no distrito de Setúbal.

No mesmo dia, os familiares dos jovens vão colocar placas de madeira com o nome dos seis jovens levados pelo mar a poucos metros do local onde ocorreu a tragédia. No mesmo local, em data a anunciar, deverá ser também colocado um memorial do escultor João Cutileiro.

Os familiares dos seis jovens e o advogado que os representa, Vítor Parente Ribeiro, continuam, entretanto, a aguardar pela decisão do Tribunal da Relação de Évora sobre o incidente de recusa do juiz de instrução do processo.

O inquérito instaurado na sequência da morte dos seis alunos da Universidade Lusófona de Lisboa tinha sido arquivado pelo procurador do Ministério Público do Tribunal da Almada.

Inconformado com o arquivamento, o advogado que representa as famílias decidiu pedir a abertura de instrução, pretensão que foi acolhida por um juiz do Tribunal de Setúbal.

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Telemóveis revelam mais pessoas na casa do Meco além das vítimas

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Os dados requeridos pela Polícia Judiciária às operadoras telefónicas revelam que, afinal, terão estado presentes mais pessoas na casa de Aiana de Cima, no Meco, além das seis vítimas mortais e do estudante sobrevivente, avança hoje o Público. Investigação insiste na tese de acidente.

Os investigadores apuraram aquela informação através da localização celular – a indicação geográfica do sinal de rede – dos telemóveis das vítimas, do sobrevivente e de amigos destes, garantiu fonte da PJ ao jornal.

Algumas testemunhas já tinham referido à imprensa terem visto nove e não apenas sete estudantes junto à casa.

Entre essas pessoas estarão alguns estudantes ligados à praxe na universidade Lusófona, mas as perícias indicam que terão estado apenas durante o dia e que abandonaram o local horas antes da altura em que as mortes ocorreram, já de madrugada.

A PJ considera, então, que esses outros jovens não terão tido qualquer envolvimento no sucedido, mas o Ministério Público (MP) de Almada poderá voltar a inquirir algumas testemunhas para as confrontar com esses dados.

O MP ouviu por duas vezes, na semana passada, a jornalista Ana Leal da TVI, cujo depoimento foi considerado importante face a dados revelados sobre o caso em várias reportagens. Foram ainda inquiridas pelo procurador em Abril cerca de 20 das 50 pessoas indicadas pelos familiares dos vítimas, que se constituíram assistentes no processo. Estes confirmaram no essencial o que já tinham dito à PJ.

As diligências investigatórias estão praticamente terminadas e a equipa da PJ de Setúbal que investiga o caso prepara-se para elaborar o relatório final, que será então enviado ao MP de Almada em Julho.

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