Archive for: Janeiro 3rd, 2022

Capitães da Areia da Praia do Bexiga cumpriram a tradição

publicação de :::> Paulo Zé Silva

01 de Janeiro de 2022, no Santuário dos Capitães da Areia da Praia do Bexiga.

Banho/Mergulho Anual com a participação de alguns entusiastas

Veja mais em ::::> Paulo Zé Silva

2022 Margarida nasceu à meia-noite em ponto em Almada

Rogério Matos

Margarida Fernandes Maciel nasceu à meia-noite em ponto no Hospital Garcia de Orta com 2.766 quilogramas. “Nasceu, chorou e começou o fogo de artifício, depois chorei eu, foi muito emotivo”, disse ao JN o pai Renato Maciel.

Margarida é a primeira filha de Renato e Inês Fernandes, 35 e 37 anos, residentes no Seixal. “É uma bebé muito desejada por todos, casal família, amigos e ter nascido precisamente à meia-noite em ponto foi a cereja no topo do bolo”, prossegue Renato.

Inês Fernandes entrou no hospital Garcia de Orta no dia 30, às 14.30 horas e era previsto que a bebé nascesse no dia 22. Hoje completou 37 semanas de gestação. Renato conta que na primeira noite Inês teve contrações ligeiras e que só foi chamado para a enfermaria para acompanhar o nascimento às 23.15 horas de ontem.

Renato conta que “houve três nascimentos antes da Margarida, o último às 23.52 horas e quando foi a nossa vez, na enfermaria, perguntaram-nos se queríamos esperar um pouco para que nascesse no dia um. Dissemos que não, que queríamos que corresse tudo naturalmente ao ritmo da bebé e eis que nasceu precisamente à meia-noite, foi tudo muito engraçado”, regozija-se Renato.

O casal reside no Seixal, mas Renato é natural da Ilha do Pico, Açores, e Inês é natural de Talhadas, em Sever do Vouga.

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Vereador eleito pelo Chega em Sesimbra demite-se do partido

Por Redação S+ Imagem DR -30 de Dezembro, 2021

Márcio Souza anunciou esta quinta-feira a demissão do partido, com o qual diz estar “em desacordo total”, e mantém-se como independente.

Na sua página pessoal no Facebook, o vereador da câmara de Sesimbra e coordenador do Núcleo Concelhio do Chega, Márcio Souza, anunciou que deixou o partido. “É meu dever comunicar a todos os sesimbrenses, principalmente aqueles que em mim votaram nas últimas eleições autárquicas, que a saída do partido Chega é uma realidade”, lê-se na publicação.

Márcio Souza justifica a decisão com o “desacordo total com a forma de atuação do partido, nomeadamente pela Distrital de Setúbal”, e garante que vai continuar como vereador independente. “Tudo farei para honrar os compromissos que assumi com a comunidade, de forma a contribuir para a melhoria de vida de todos os Sesimbrenses, sem exceção”, afirma.

Segundo o JN, uma fonte oficial do Chega em reação à demissão disse que “não tolerará eleitos com o nome do partido que se vendam aos socialistas e aos comunistas”. Neste caso concreto, acrescenta a mesma fonte, “o vereador apenas passa a independente por saber que seria expulso do partido devido à sua conduta imprópria”.

Márcio Souza foi eleito vereador com 1805 votos (9,34%) nas eleições autárquicas de setembro passado. No sufrágio, a CDU foi a força política mais votada e elegeu três vereadores. Em segundo lugar ficou o PS, também com três vereadores. O candidato do Chega, apesar de eleito como vereador, é o único dos sete que não tem pelouros atribuídos e mantém-se como sócio-gerente de um estabelecimento de restauração.

Recorde-se que o Chega elegeu 19 vereadores nas últimas autárquicas e tem atualmente 17, pois perdeu dois. Para além de Márcio Souza, o Chega já tinha perdido a vereadora Cidália Figueira, eleita por Moura. Também neste caso a eleita alegou divergências políticas e o partido respondeu que a retirada de confiança política já estava em cima da mesa devido a uma alegada aproximação ao PS.

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Hip Hop da NEXT projeta Almada para pódio mundial

Por Redação S+ Imagem DR -11 de Dezembro, 2021

A escola fez soar a Portuguesa em França com duas subidas à primeira posição do pódio. A conquista dá assim uma projeção mundial ao município e abre a porta à possibilidade de ser o anfitrião do próximo mundial.

A escola de dança NEXT, sedeada em Almada, sagrou-se pela primeira vez campeã do mundo em Hip Hop Unite, nas duas categorias a que se propôs. Com os mais novos, dos 12 aos 14 anos, na Mega Crew Cadetes, e com os mais velhos, dos 15 aos 21 anos, na Mega Crew Adultos. Em 2018, esta academia já tinha chegado perto do título, saindo vice-campeã da mesma competição. Não desistiu e voltou este ano.

“Ganhar, desta vez, teve um gosto especial, porque passamos tempos muito complicados devido as restrições impostas pela Covid-19. Não só afetou os alunos na sua condição física, porque treinar por videochamada não é a mesma coisa, como também em termos motivacionais. Mas esta conquista foi uma afirmação do nosso lema de nunca desistir, na verdade sempre acreditámos que as coisas acabariam por melhorar e que nos cabia sermos resistentes e resilientes durante todo este período”, conta ao Semmais Lara Alves diretora técnica e artística da NEXT, reconhecendo ainda o esforço e investimento das equipas, dos professores e dos pais. “Melhor não podia ter sido”, remata.

Com esta vitória, que fez soar o hino português por duas vezes no Estádio Municipal de Agen, em França, há uma grande probabilidade de colocar Almada sob ‘as luzes da ribalta’ e ser a anfitriã do próximo campeonato do mundo Hip Hop.

“O nosso concelho devido a esta conquista, pode ser escolhido pela organização mundial para receber o próximo campeonato, depende das condições que o país tiver para oferecer. No que depende de nós, estamos a fazer por isso e confiantes que a próxima edição venha mesmo parar a esta margem do rio Tejo. Só assim faz sentido”, afirma a diretora.

Mais de uma década dedicada à paixão pela dança

Esta escola no Miratejo dedica-se ao ensino de Hip Hop e Street Dance há mais de uma década sob alçada da mentora do projeto que, licenciada em Educação Física, acolhe dezenas de jovens com o objetivo de partilhar a sua paixão. Lara Alves especializou-se nas danças urbanas em Los Angeles, nos Estados Unidos, porque “em Portugal a formação superior apenas se dedica à clássica e contemporânea, o que a deixa desgostosa”.

“Em Portugal não existe formação a nível de danças urbanas, restringe-se ao clássico e ao contemporâneo, a nível de universidade e conservatório, e é uma pena porque esta é uma área que tem um público tão vasto que já justificava uma aposta no ensino superior. Estes miúdos procuram profissionalizar-se na área, pretendem estudar mas o nosso país não tem oferta e eles acabam por ter que ir para o estrangeiro, aqueles que conseguem”, explica, justificando que há espaço para investimento e prova disso é que este seu projeto, que deu origem à NEXT, iniciou há 21 anos no desporto escolar e já hasteou a bandeira portuguesa lá fora, em todas as provas que se submeteram.

“Nós temos muito talento no país, somos pequenos mas alcançamos grande feitos. Haja mais reconhecimento no desporto e na cultura”, conclui.

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