Category: Ambiente

Inês de Medeiros – DIREITO DE RESPOSTA

23 de Julho 2020
Inês de Medeiros no Facebook
“Na sequência de notícias recentes publicadas pelo jornal Expresso reproduzo aqui na íntegra o direito de resposta hoje enviado.
Foi com grande estupefação que fui confrontada com uma notícia publicada esta quarta-feira, dia 22 de julho, no site do Expresso com o título “Inês de Medeiros admite que Câmara de Almada fez obra na Fonte da Telha que “visivelmente não podia fazer””. Neste sentido, venho por este meio solicitar o direito de resposta pois, objetivamente, nem o texto nem o título correspondem à verdade.

A notícia baseia-se num vídeo colocado nas redes sociais com excertos de uma intervenção minha deliberadamente descontextualizada, durante a reunião da Câmara Municipal de Almada (CMA), do passado dia 20 de julho, que importa esclarecer.

Respondendo a uma questão colocada por uma Senhora Vereadora, na minha intervenção relatei todas as diligências feitas pela CMA, no seu coletivo, desde a preparação da época balnear. E citei a colaboração com as entidades, de forma cronológica. A frase presente no título diz respeito aos prazos para a execução da obra e não ao material utilizado, nem à sua legalidade.

Reforça -se que a intervenção cumpre as regras definidas no Regulamento de Gestão das Praias Marítimas e Domínio Hídrico da Orla Costeira Alcobaça-Cabo Espichel, que prevê um pavimento semipermeável. A solução apresentada às entidades competentes, antes da sua colocação, não só cumpre os requisitos legais como era a única que permitia que a intervenção fosse realizada, num curto espaço de tempo.

Na minha intervenção, refiro o decreto-lei 24/2020, datado de 25 de maio, que determina que “compete às autarquias locais proceder à criação e ao ordenamento do espaço de estacionamento”. Sendo a Fonte da Telha a segunda praia do país com maior lotação, e começando a época balnear a 6 de junho, era, pois, urgente fazer uma intervenção, que cumprisse todos os requisitos, até aos meses de maior afluência: julho e agosto.

Também esclarecemos os senhores vereadores e os Almadenses que a intervenção só se iniciou após parecer positivo do ICNF “atendendo à urgência.”

Nesse sentido, foi clarificado que se as entidades responsáveis, que acompanharam desde o início a intervenção, tivessem pretendido que a obra integrasse, à partida, um plano global, essa intervenção seria “visivelmente uma obra (que a CMA) não podia fazer” a tempo do verão deste ano.

A impossibilidade era, pois, reforço, temporal e não em termos de legalidade da obra.

Adiantamos ainda que já por mais do que uma vez o jornal Expresso, no seguimento que tem dado a esta matéria, não permite à CMA exercer o seu direito ao contraditório, algo que é um direito deontológico fundamental. Temos alertado para o facto tendo, aliás, sido corrigida, a nosso pedido, no passado dia 19 de junho, uma notícia com afirmações que me foram inicialmente imputadas e que nunca fiz.

Mais se acrescenta que, pelo respeito que o Expresso nos merece, desde o início temos sido totalmente colaborantes, enviando, inclusive, documentação que nunca foi sequer referida.

Não posso deixar, no entanto, de estranhar que um jornal reconhecido pelo seu rigor publique notícias, sem nos ser dado o direito ao contraditório, com base em vídeos publicados em páginas com conotações políticas e declaradamente descontextualizadas, e fazendo, inclusive, juízos de intenções despropositados e parciais, como revelam expressões como “procurou desculpar-se”, “atirar as culpas” ou “tentando isentar-se de responsabilidades”, quando, relembramos, ainda se aguarda pelos pareceres da CCDR-LVT.

Neste caso em concreto, um acesso às fontes oficiais da CMA, nomeadamente a sua página de YouTube, onde está a reunião de Câmara na íntegra, seria suficiente para perceber o contexto da referida frase.

Por fim, afirmámos e reafirmamos que é com agrado que recebemos as declarações do Senhor Ministro quando prevê a elaboração de um plano integrado para toda a frente marítima de Almada e, em particular, para a Fonte da Telha.

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Pedro Matias, S. João e Associações na AM

Pedro Matias Assembleia Municipal 25 de Junho 2020

” O Sr.Vereador António Matos veio às Redes Sociais chamar TRALHA a todos aqueles que não votaram CDU.
Fiquei um pouco triste por um Vereador responsável da Câmara Municipal durante muitos anos….
pois não há necessidade de chamar tralha a todos aqueles que não votaram CDU.

Há que ter um mínimo de dignidade e respeito pelas pessoas….. eu não sou tralha e não admito que me chamem tralha.

Quanto ao Movimento Associativo e aos apoios….
Todos Sabemos que a última trincheira da CDU em Almada é o Movimento Associativo….
Hoje em Almada, as Direções das centenárias, são feitas dentro da sede do Partido Comunista….
O Movimento Associativo Almadense precisa de uma revolução….
As colectividades em vez de estarem ao serviço do Partido Comunista, devem estar ao serviço da comunidade onde estão inseridas….
O que nós queremos é um Movimento Associativo robusto, autónomo e que trabalha com a sua comunidade e que não esteja sujeito a vicissitudes do Partido Comunista ou de outro Partido Qualquer.”

Pedro Matias na AM 25 de Jun 2020

S. João e Associações26 de Junho 2020 <h3>Pedro Matias Assembleia Municipal 25 de Junho 2020</h3>" O Sr.Vereador António Matos veio às Redes Sociais chamar TRALHA a todos aqueles que não votaram CDU.Fiquei um pouco triste por um Vereador responsável da Câmara Municipal durante muitos anos….pois não há necessidade de chamar tralha a todos aqueles que não votaram CDU.Há que ter um mínimo de dignidade e respeito pelas pessoas….. eu não sou tralha e não admito que me chamem tralha.Quanto ao Movimento Associativo e aos apoios….Todos Sabemos que a última trincheira da CDU em Almada é o Movimento Associativo….Hoje em Almada, as Direções das centenárias, são feitas dentro da sede do Partido Comunista….O Movimento Associativo Almadense precisa de uma revolução….As colectividades em vez de estarem ao serviço do Partido Comunista, devem estar ao serviço da comunidade onde estão inseridas….O que nós queremos é um Movimento Associativo robusto, autónomo e que trabalha com a sua comunidade e que não esteja sujeito a vicissitudes do Partido Comunista ou de outro Partido Qualquer."

Publicado por Sultv em Sexta-feira, 26 de junho de 2020

Voluntariado ambiental 28 Janeiro Ponta dos Corvos Corroios

Remoção de Chorão na Ponta dos Corvos


A ASPEA – Associação Portuguesa de Educação Ambiental, iniciou em 2018 um ciclo mensal de Ações de Voluntariado Ambiental.

No último domingo de cada mês a ASPEA promove actividades de limpeza, plantação ou remoção de vegetação invasora. A actividade deste mês é organizada pelo Grupo Flamingo e pela ASPEA (Associação Portuguesa de Educação Ambiental). O Projecto Life Biodiscoveries dará ainda algum apoio.

Junta a tua vontade à nossa e ajuda-nos a melhorar o ambiente global, com uma actividade de limpeza e remoção de infestantes. O objectivo para este dia seria promover a consciencialização ambiental ao público geral sobre a problemática das espécies invasoras, sendo que a área da Ponta dos Corvos é fustigada por chorão-das-praias (Carpobrotus edulis), acácias (Acacia sp) e canas (Arundo donax). Antes da intervenção, a parte inicial será dedicada a um pequeno percurso/conversa sobre a biodiversidade da zona.

PROGRAMA:

14h00-Boas vindas e apresentação das entidades
14h15-Passeio de interpretação
15h15-Ação de limpeza
16h30-Chá e bolachas
17h00-Fim da atividade

Ponto de encontro: observatório de aves de Ponta dos Corvos. Coordenadas: 38.65212N; -9.12491262W (http://www.jf-corroios.pt/urbanismo/noticias-u/1088-observatorio-de-aves-no-sapal-de-corroios)

Data: Domingo 28 Janeiro 2018
Horário: 14h00 – 17h00
Inscrições: enviar mail e indicar nome, data de nascimento e contato telefónico para laura.gonzalez@aspea.org até o dia 26 de Janeiro.
Não esquecer: roupa confortável, água, uma caneca, e se possível, umas luvas de jardinagem.

Veja nais em ::::> ASPEA

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