Festas Nª Srª da Piedade 2009

Almada em debate na SIC

7 de Setembro 2021

Festa da Vindimas Palmela 2021

5 de Setembro 2021 Palmela é vinho, gentes e tradição

Comissão da Festa das Vindimas

“Festejaremos como for possível. De forma contida, medida, calculada para assegurar que poderemos voltar a fazê-lo como antigamente. Não deixaremos de a assinalar.
Recebamos com orgulho a nossa nova Rainha! Brindemos à vida no nosso Mercado de Vinhos!
Escolhamos uma das provas desportivas para participar! Assistamos aos espetáculos que for possível proporcionar!
Mas sempre com a alegria e bairrismo que nos caracteriza, porque afinal…
… as Vindimas somos todos Nós!!!”

5 de Setembro 2021

PISA DA UVA E BÊNÇÃO DO 1º MOSTO

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“Este é um ano com um vinho abençoado”

Diário do Distrito Setembro 5, 2021

Em ano atípico, as tradicionais Festas das Vindimas, estão a decorrer na vila de Palmela, uma das mais importantes festas do concelho que move todos os anos milhares de visitantes durante 5 dias. A organização das festas este ano decidiu avançar com a edição, mas noutro formato e modelo, mais restritivo devido à condição pandémica que Portugal atravessa.

Este domingo de manhã, todos os caminhos foram dar ao Largo do Município, em Palmela, para a tradicional pisa da uva, pelas 11h00, deu-se inicio a uma pisa que foi acompanhada pelas memórias dos hinos das festas, desde 1974 até aos dias de hoje.

A Sociedade Filarmónica Humanitária, levou o seu cavalinho que se fez acompanhar por elementos das marchas e que brindaram o público presente com muita música e memórias de outros tempos. Perto das 12h00, o Grão-Mestre da Confraria do Moscatel de Setúbal, o enólogo Filipe Cardoso, dava a boa nova: “Este é um ano que mais uma vez no dá um vinho abençoado”, no fraco som instalado para a ocasião, ouviu-se que a colheita de 2021 terá vinhos com 13.25.

Depois de anunciado o grau da uva, foi tempo de levar ao altar improvisado em frente à Igreja de S. Pedro, várias pipas que transportaram o 1º Mosto, que foi abençoado pelo pároco local. Vinho esse que é todos os anos oferecido para as missas daquela paróquia.

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Advogados criticam Câmara de Almada por queixa-crime contra ocupação ilegal de casas camarárias

Observador 04 set 2021

O advogado que representa 10 arguidos diz que a Câmara poderia ter evitado o recurso ao tribunal pois “dispõe de mecanismos que lhe permitiam resolver o problema da ocupação ilegal das casas”.

Advogados de defesa dos arguidos acusados de ocupação ilegal de casas camarárias na freguesia do Laranjeiro, criticaram esta sexta-feira a Câmara Municipal de Almada por ter avançado com uma queixa-crime em vez de resolver o caso através de procedimentos administrativos.

Alega também, que, ao longo dos últimos três anos, a Câmara Municipal de Almada não só não retirou os processos em causa a alguns moradores que manifestaram a intenção de abandonar os imóveis, como também não fez nada para resolver a situação daqueles que não têm qualquer outro espaço para viver, nem meios para alugar ou adquirir uma habitação.

“Entre os arguidos temos pessoas analfabetas, que nem sequer sabem recorrer aos apoios legais a que possam ter direito, pessoas com problemas de violência doméstica e pessoas com deficiência”, sublinhou.

“Nesta sessão do julgamento também ficou claro que, em 2018, quando os factos ocorreram, não houve nenhuma tentativa, por parte da Câmara Municipal de Almada, de encaminhar estas pessoas, que estavam numa situação de ocupação de fogos municipais”, acrescentou Vasco Barata.

O advogado referiu ainda que “a lei da renda condicionada estabelece, para quem está numa situação de despejo ou numa situação de desocupação, que tem que ser encontrada uma solução de reencaminhamento para uma solução legal de habitação, para que não tenham, única e exclusivamente, a rua como solução. E, para que haja, por parte dos poderes públicos, essa preocupação de encontrar soluções legais”, acrescentou.

Um argumento que também foi sublinhado na audiência pelos advogados de outros arguidos no processo, que não só criticaram a Câmara de Almada por ter instaurado um processo-crime pela ocupação ilegal de casas, que consideraram um procedimento excessivo, como também acusaram a autarquia de, ao longo dos últimos três anos, pouco ou nada ter feito para tentar resolver o problema habitacional das famílias em causa.

Naquela que foi a última sessão do julgamento antes das alegações finais, o Tribunal de Almada ouviu também a vereadora da Ação e Intervenção Social e Habitação, Teodolinda Silveira, que, confrontada com a alegada ausência de soluções do município para as pessoas que ocuparam as casas, disse que a resposta de emergência para este tipo de casos é da responsabilidade da Segurança Social.

“A resposta de primeira linha para casos de emergência é da Segurança Social”, disse Teodolinda Silveira, acrescentando que há sempre um acompanhamento destes casos por parte da autarquia.

Teodolinda Silveira, que tal como a presidente da Câmara de Almada foi ouvida por videoconferência, salientou ainda que as pessoas que são alvo de ações de despejo são colocadas numa lista de espera, de acordo com o regulamento do município para atribuição de habitação social, mas reconheceu que a Câmara de Almada não tem casas para responder a todos os pedidos dos munícipes.

Na audiência de esta sexta-feira teve também lugar uma acareação, entre a mãe de um dos arguidos, que garantiu ter entregue a chave do apartamento ocupado pelo filho, e um funcionário da Câmara de Almada, que nega ter recebido a referida chave.

O funcionário admitiu que recebeu a mãe do arguido nas instalações da Câmara Municipal, mas, como já tinha dito antes em tribunal, reafirmou que a chave do imóvel não lhe foi entregue, pelo que, face às versões contraditórias, será o tribunal a valorar cada um dos testemunhos.

A agência Lusa tentou ouvir a advogada da Câmara de Almada, que recusou prestar declarações.

As alegações finais terão lugar na próxima sessão do julgamento, prevista para as 14h00 de 21 de setembro.

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Almada em debate

Na contagem decrescente para as Eleições Autárquicas, que terão lugar no final do mês de setembro, a RTP realiza um ciclo de 22 debates, com a moderação de António José Teixeira, Hugo Gilberto, Vítor Gonçalves e Luísa Bastos. A RTP dá voz a todos os candidatos à Câmara Municipal de todas as capitais de distrito e ainda Almada, Amadora, Figueira da Foz e Odemira.

Hoje em debate vão estar os projetos e as ideias das candidaturas que se apresentam a votos para a Câmara Municipal de Almada.

O debate acontece esta quarta-feira, às 22,20h, na RTP3.

O Iniciativa Liberal apresenta Bruno Coimbra. Nascido e criado em Almada, Bruno Coimbra, de 45 anos, licenciou-se em Português e Inglês e é atualmente professor do ensino básico e secundário. Tem ainda uma pós-graduação em Administração e Gestão da Educação na Universidade Técnica de Lisboa. Em 2013 foi cabeça de lista à Junta de Freguesia da Costa de Caparica pelo Movimento de Cidadania pela Costa.
O PS volta a concorrer à Câmara de Almada com Inês de Medeiros
, a autarca em exercício. A atriz e realizadora de 53 anos, nascida em Viena, venceu as eleições autárquicas há quatro anos, dando a primeira vitória ao PS na cidade profundamente comunista. Foi mandatária da campanha de Jorge Sampaio à Presidência da República, em 1996, e foi eleita deputada na Assembleia da República pelo PS, no círculo de Lisboa, nas legislativas de 2009.

O BE recandidata Joana Mortágua à Câmara de Almada. A deputada bloquista, de 34 anos, é vereadora na cidade da Margem Sul do Tejo desde 2017. Licenciada em Relações Internacionais, Joana Mortágua fixou-se no Bloco de Esquerda aos 18 anos e foi eleita deputada pelo círculo de Setúbal em 2015. Foi candidata à Câmara Municipal de Almada nas últimas autárquicas de 2017, onde foi eleita vereadora.

Manuel Matias concorre pelo Chega. 
Tem 54 anos, é residente no Seixal, mas grande parte da sua vida profissional esteve ligada a Almada. Atualmente é assessor do líder do Chega, André Ventura, na Assembleia da República. Manuel Matias está envolvido nas mais recentes polémicas que acusam o Chega de nepotismo, dado que vários nomes da sua família surgem em diferentes candidaturas autárquicas também pelo partido de extrema-direita.

A CDU procura recuperar Almada com a candidata Maria das Dores Meira. A candidata de 64 anos é a atual presidente da Câmara de Setúbal. Há 15 anos neste cargo, Maria das Dores de Meira esgotou o limite de mandatos e está impedida de se recandidatar a presidente da Câmara de Setúbal. Concorre agora para Almada, onde reside desde os 12 anos. A candidata comunista licenciou-se em Direito pela Universidade Internacional de Lisboa, tendo-se pós-graduado em Direito de Propriedade Intelectual pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Entre 2002 e 2006 exerceu o cargo de Vereadora da Cultura, Educação, Juventude, Desporto e Inclusão Social na Câmara de Setúbal.

Nuno Matias, 44 anos, é o candidato pela Coligação Almada Desenvolvida (PSD, CDS, Aliança, MPT, PPM). Licenciado em Economia, Nuno Matias é o atual presidente da concelhia do PSD Almada e vereador na Câmara Municipal de Almada com os pelouros do ambiente, energia, espaços verdes, bem-estar animal e cemitérios.

O PAN apresenta Vítor Pinto, natural de Almada. Com 43 anos, o candidato é especialista em Medicina Tradicional Chinesa e técnico de acupuntura. Está também ligado ao grupo cénico da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense. Vítor Pinto juntou-se ao PAN em 2019.Almada em números:População: 177 400 (+ 1,9% em relação a 2011)
N.º de eleitores: 151 676
Desemprego: 6,1%
Setor com mais trabalhadores: Serviços (16,3%)
Rendimento médio mensal: 1 161€

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1 de Setembro 2021

Almada e Setúbal na história do ciclismo feminino

em setembro 03, 2021 ADN-Agência de Notícias

Estradas do distrito receberam primeira Volta a Portugal Feminina

Cerca de uma centena de ciclistas, representando equipas portuguesas, espanholas e britânicas, integram a primeira prova nacional de ciclismo feminino, um marco na história do desporto feminino. Arrancou, nesta quinta-feira, a edição inaugural da Volta a Portugal Feminina.

O emblemático pórtico do antigo estaleiro da Lisnave, em Cacilhas, foi o local eleito para o início da prova, que decorre até este domingo.

A prova pedalou até Setúbal – com passagens pelo Casal do Marco, Coina, Penalva, Pinhal Novo, Lau, Palmela, Azeitão e Arrábida – onde a atleta britânica, Danielle Shrosbree, foi a mais rápida a percorrer os 81,5 quilómetros, suplantando na chegada a colega de equipa Lucy Lee, igualmente inglesa, enquanto a terceira foi a ciclista olímpica portuguesa Raquel Queirós.

As 14 equipas foram apresentadas no Marquês de Pombal, em Lisboa, de onde as participantes partiram, em desfile, até ao Cais do Sodré, de onde seguiram de ferry para Cacilhas. Uma recriação do início da primeira Volta a Portugal masculina, em 1927. 
Com apenas 18 anos, Beatriz Pereira, a campeã nacional de juniores, é uma das participantes da prova inaugural, tendo ficado classificada entre as oito melhores da primeira etapa. Para a jovem ciclista, que ambiciona uma carreira internacional no mundo do ciclismo, “é um orgulho participar nesta prova histórica que tem uma importância enorme no ciclismo feminino português”.
Receber em Almada o “arranque oficial da primeira Volta a Portugal Feminina, um contributo importante para a igualdade, com a mais-valia de acolher todas as ciclistas que chegam ao nosso concelho de cacilheiro, é para nós um grande motivo de orgulho”, afirmou Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada.
Danielle Shrosbree, 27 anos, com a dorsal número 121, não escondeu a alegria pela vitória nesta primeira tirada de uma prova inédita em Portugal.
“É uma sensação espetacular participar na primeira edição deste evento. Há atletas muito fortes e foi incrível vencer. Estou expectante sobre o que poderei fazer na etapa de amanhã, mais montanhosa do que a de hoje”. 
Danielle Shrosbree é também a primeira nas classificações da montanha, vestindo a Camisola Azul Polisport, e dos pontos, o que lhe garante a Camisola Vermelha Cofidis.
Na chegada, a atleta recebeu das mãos da presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, e do vereador do Desporto, Pedro Pina, o troféu Oceana Zarco, corredora setubalense da década de 1920, uma das grandes pioneiras do ciclismo feminino.

Portuguesas também fazem história 

Ciclistas partiram de Cacilhas rumo ao Sado 

Raquel Queirós, da equipa da BTT Matosinhos, foi a melhor portuguesa ao ficar como terceira classificada.
“Senti-me bastante bem. Apesar de não ter muitas subidas, esta etapa tornou-se muito dura. Estou feliz com as minhas sensações hoje. Vamos ver o que conseguirei fazer, porque não sei ainda muito bem como as pernas irão reagir”, sublinhou a ciclista olímpica.
Destaque, ainda, para Laura Ruiz, da Rio Mieruelo/Cantabria Deporte, atual camisola branca júnior do Instituto Português do Desporto e Juventude, enquanto por equipas a liderança é da formação britânica Team LDN/Brother UK.
A etapa inaugural da primeira edição da Volta a Portugal Feminina, marcada por calor intenso e algum vento, incluiu uma contagem de montanha em Palmela e uma meta-volante em Azeitão.
Outro destaque foi a veloz descida até à meta, instalada na Avenida Luísa Todi, junto da zona do Largo José Afonso, após a passagem por um troço da Serra da Arrábida.
A primeira Volta a Portugal Feminina Cofidis, organizada pela Federação Portuguesa de Ciclismo, com o apoio das autarquias de Almada e Setúbal, decorre até dia 5, com quatro etapas, num total de 259,3 quilómetros.
Dia 3 o pelotão corre a segunda etapa, com uma ligação de 72 quilómetros entre Mafra e Loures.
A 4, disputa-se a terceira, um contrarrelógio individual em Vila Franca de Xira, num percurso de 11,1 quilómetros.
O último dia da competição, no dia 5, encerra com uma ligação de 94,7 quilómetros entre Caldas da Rainha e Lisboa, como aconteceu na primeira Volta masculina, realizada em 1927.
Ao todo, participam 84 ciclistas em representação de 14 equipas de Portugal, Espanha, Alemanha, Suécia, Estónia, Reino Unido, Irlanda, Colômbia e Nova Zelândia, com o dorsal número 1 a pertencer a Celina Carpinteiro, da 5Quinas-Albufeira-CDASJ, antiga campeã nacional em várias vertentes.
A motivação de jovens ciclistas e o contributo para o desígnio da igualdade de género no desporto são os principais objetivos do novo evento.

Ciclistas partiram de Cacilhas rumo ao Sado

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CDU luta por recuperar maioria na Câmara de Almada

por RTP 30 Agosto 2021

Em Almada, disputa-se uma das batalhas eleitorais mais acesas destas autárquicas. Desde 1976 que o munípicio era governado pelos comunistas mas há quatro anos, a CDU perdeu a câmara para o PS. Agora apostam na autarca que veio de Setúbal para derrotar Inês de Medeiros.

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AUTÁRQUICAS: EM ALMADA, MANDAM ELAS

28.05.202

“Almada confia nas mulheres”, diz a atual presidente da câmara, Inês de Medeiros (segunda, à esquerda). Na foto, também Maria Emília de Sousa, Joana Mortágua e Maria das Dores Meira

Ainda se conseguia contar pelos dedos das mãos as presidentes de câmara em Portugal quando uma mulher resistiu no poder 26 anos, em Almada. Outra deu a conhecer a alternância política à autarquia. E já há duas candidatas a quererem continuar a história no feminino.

Depois de uma longa noite eleitoral, a manhã traz os detalhes dos resultados e os casos surpreendentes. Se o momento for mesmo de viragem política, talvez uma equipa de reportagem meta os pés ao caminho. Em outubro de 2017, na manhã a seguir às últimas autárquicas, um dos focos noticiosos é Almada – o município a sul do Tejo com vista para Lisboa que deixa de ser comunista, 43 anos depois do 25 de Abril. E a protagonista deste plot twist, eleita pelo PS, é Inês de Medeiros. Até então fora mais associada ao cinema do que à política; embora já tenha chegado a Almada calejada pelo “batismo de fogo” no Parlamento, em 2009, quando se viu engolida pelo “caso das viagens a Paris”. À data, Inês de Medeiros tinha a sua morada oficial na capital francesa, onde vivia com o marido, Fabrice Patellière, e os dois filhos, e recebia da Assembleia da República despesas de deslocação Lisboa-Paris, autorizadas pelo conselho de administração do Parlamento, sob forte contestação do PSD e do BE.

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Fazer o que ainda não foi feito

25 de Agosto 2021

António Matos

Largo na Rua Capitão Leitão

Várias ações de qualificação urbana avançarão em todas as freguesiasEste destaque diz respeito a uma transformação urbana na Rua Capitão Leitão, no sentido de ampliar os espaços públicos de encontro e estadia.

O Município procederá à aquisição dos imóveis contíguos ao Museu da Música Filarmónica. O primeiro desses edifícios será utilizado para a ampliação do Museu, que será renovado e reaberto ao público com um programa de animação permanente. O segundo desses edifícios é o “prédio da SINGER” que será demolido para dar lugar a um novo Largo, com zonas de estadia, que incluirá uma pérgola e espaços de circulação pedonal e encontro.

Esta intervenção insere-se numa estratégia de refuncionalização urbana de Almada Velha, a que está associado um programa de revitalização da vida económica, associativa e cultural local.

O edifício dos Paços do Concelho será, logo após as obras de beneficiação em curso, de imediato reaberto.

PS Almada

A má fé ou o simples desconhecimento levam o PCP e a CDU a prometer o que foi feito pelo executivo municipal liderado pelo Partido Socialista. Em Almada vê-se a diferença, por exemplo, com a pedonalização do troço final da Rua Capitão Leitão, que aumentou o espaço de lazer e de comércio nesta emblemática rua da cidade de Almada que, como tantas outras, foi vítima de desleixo durante décadas pelos executivos liderados pelo PCP e pela CDU. Almada não quer regressar ao passado!

Almada – Autárquicas 2021

23 de Agosto 2021

PONTOS DE VISTA

23 de Agosto 2021

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